Violência

Espaços urbanos seguros: a temática da segurança no desenho da cidade

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Souza, Maria Julieta Nunes de
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Compans, Rose
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2009v11n1p9
Título do periódico
RBEUR
Volume
11
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
9
Página Final
24
Idioma
Português
Palavras chave
Espaços urbanos seguros
Segurança pública
Espaço e criminalidade
Resumo

O artigo trata de uma nova tendência surgida no desenho urbano que incorpora estratégias espaciais visando à segurança pública. A partir de metodologia desenvolvida nos países centrais e difundida por agências multilaterais, tais estratégias são adotadas no Brasil pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, no âmbito do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania. Com base na bibliografia pertinente ao assunto, pretende-se apresentar os principais aspectos deste programa, sua base metodológica, bem como os pressupostos teóricos que o fundamentam. Transformado em metodologia de projeto urbano, vem sendo aplicado a várias metrópoles brasileiras, através do chamado Projeto Espaços Urbanos Seguros, que consiste em um conjunto de intervenções físicas em bolsões de pobreza. A experiência enfocada neste trabalho ocorre no Rio de Janeiro, em 30 áreas de favelas, e foi adotada por ocasião da realização dos Jogos Pan-Americanos em 2007.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2007
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/207

Revisitando marginalidades e efeitos institucionais na América Latina

Tipo de Material
Resenha
Autor Principal
Jajamovich, Guillermo
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.rbeur.202216
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
24
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
1
Página Final
6
Idioma
Espanhol
Palavras chave
marginalidade
efeitos institucionais
América Latina
Resumo

Esta é uma resenha do livro “Marginalidade urbana e efetos institucionais. Sociedade, Estado e Território na América Latina no início do século XXI" editado por Javier Ruiz-Tagle, Gricel Labbé e Martin Alvarez em 2020.

El  libro  incorpora  trabajos  sobre  variadas  ciudades  de  América  Latina  a  la vez que se organiza en cinco secciones: 1. Desventajas sociales en espacios de relegación;  2.  Violencia,  delito  y  seguridad  en  los  márgenes;  3. Estigmatización territorial: causas, dinámicas y consecuencias; 4. Instituciones, gobiernos locales y  (des)organización  comunitaria;  y,  5.  Movilización  política y teorización  de  la marginalidad.  La  variedad  de  secciones  y  aproximaciones que  propone  el  libro  se  organiza  a  partir  de  una  introducción  y  una conclusión  que  dan  sentido  a  la  heterogeneidad de enfoques.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Argentina
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Bolívia
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Chile
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Colômbia
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Costa Rica
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Cuba
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Equador
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Guatemala
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Haiti
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Honduras
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
México
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Nicarágua
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Panamá
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Paraguai
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Peru
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
República Dominicana
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Uruguai
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Venezuela
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/7088/5452

Rio de Janeiro “tipo Colômbia”: jogo de escalas, controle territorial e segurança urbana

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Monteiro, Licio Caetano do Rego
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2014v16n2p117
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
16
Ano de Publicação
2014
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
117
Página Final
133
Idioma
Português
Palavras chave
Rio de Janeiro
Colômbia
segurança pública
controle territorial
violência
Resumo

O presente artigo tem por objetivo analisar a política de implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) no Rio de Janeiro a partir de uma comparação com a experiência das políticas de segurança desenvolvidas na Colômbia nos marcos da Política de Consolidação da Segurança Democrática (2007). Numa análise comparativa, identificamos a transição de uma imagem negativa da violência colombiana, usada de diferentes maneiras para se referir à situação de violência urbana do Rio de Janeiro, para uma imagem positiva do modelo colombiano de segurança, assimilado no contexto das políticas de segurança pública na metrópole carioca. O uso do modelo colombiano como referência para analisar a política de segurança pública no Rio de Janeiro não se prende somente à transferência de experiências de políticas públicas (policy transfer), mediada pelos atores institucionais, mas inclui processos mais ou menos espontâneos, como a produção da imagem urbana (ou nacional, no caso da Colômbia), as estratégias de controle territorial, a relação entre segurança e ganhos econômicos, a combinação entre modalidades de segurança pública e segurança privada criminal e os efeitos de “integração excludente” no tecido socioespacial urbano.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
País estrangeiro
Colômbia
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/4794

A guerra que tem rosto de mulher: a rotinização da violência a partir das infraestruturas na Cisjordânia Palestina.

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Monteiro, Giovanna Lucio
Sexo
Mulher
Orientador
Menezes, Palloma Valle
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituição
Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP-UERJ)
Página Inicial
1
Página Final
131
Idioma
Português
Palavras chave
Violência
Infraestruturas urbana
Gênero
Palestina
Resumo

Essa dissertação analisa a rotinização da violência na vida de mulheres palestinas a partir da ocupação israelense de 1967. O objetivo é compreender como a violência deixa de ser percebida como anômica e passa a fazer parte da vida cotidiana, destrinchando a maneira como as infraestruturas urbanas, principalmente de abastecimento de água e de mobilidade no território, são transformadas em instrumentos de guerra. Com base em perspectivas da antropologia das infraestruturas, que compreendem a relação entre o material e as implicações sociais que ele produz, em conjunto com o debate sobre rotinização da violência é possível perceber que o conflito dissolve a sua exceção em infraestruturas. Argumento que a relação entre violência rotinizada e infraestruturas só poderia ser observadas como algo central na questão palestina a partir da fala de mulheres. Isso porque essa forma de violência tem a sua invisibilidade como um princípio, ela é escondida, entremeada em canos, redes de esgoto, elétrica, rodovias e postos de controle. Em sua grande maioria, essa violência faz parte do ambiente doméstico, não é espetacular, não chama atenção da mídia e é muitas vezes percebida como um problema relacionado à pobreza e não necessariamente à guerra. Nesse sentido, a partir de uma perspectiva generificada das infraestruturas é possível observar violências que são construídas para não serem vistas e para desmobilizar todo um grupo social. Assim, usufruo do diálogo com três palestinas que foram entrevistadas via videoconferência ou aplicativo de mensagem durante a pandemia de covid-19. Suas percepções de violência nos levam aos debates sobre violências, infraestruturas e mobilidades que constituem os capítulos deste trabalho, e que nos ajudam a observar a forma como a ocupação israelense se baseia na construção de infraestruturas de controle em diferentes níveis, que incorporam em si uma violência lenta e invisível. Assim, há uma tentativa de perpetuação da guerra por uma violência infraestrutural, que dilui o estado de exceção na vida cotidiana e anexa o corpo das mulheres em seu processo que concomitantemente reproduz a vida e incorpora a violência.

Autor do Resumo
Monteiro, Giovanna Lucio
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Cidade do Rio de Janeiro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
1967-2022
Localização Eletrônica
https://www.bdtd.uerj.br:8443/handle/1/20045

A cidade contra a favela: a nova ameaça ambiental

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Compans, Rosa
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
1517-4115
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2007v9n1p83
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
v. 9 n. 1
Ano de Publicação
2007
Local da Publicação
Revista Online
Página Inicial
83
Página Final
99
Idioma
Português
Palavras chave
Remoção de favela
Ocupação irregular
Degradação ambiental
Resumo

Este artigo trata da apropriação do discurso da preservação ambiental para a retomada da discussão sobre remoções de favelas no Rio de Janeiro que haviam sido rechaçadas no processo de redemocratização do país. Depois da favela como foco de epidemias e antro de marginais, a mais nova representação social que vem sendo construída apresenta-a como fator de degradação ambiental. Auxiliada pelo saber técnico-científico que demonstra empiricamente os danos ao meio ambiente causados pelas ocupações irregulares, observa-se a constituição de um movimento conservador que busca pressionar os poderes públicos a reprimi-las, sobretudo nas áreas mais valorizadas da cidade. O presente trabalho se propõe a evidenciar a estratégia discursiva dos principais protagonistas deste movimento, a partir da análise de uma campanha promovida, no ano de 2005, por um importante jornal local, intitulada “Ilegal. E daí?”, e que teve como consequência uma ação movida pelo Ministério Público Estadual solicitando à Prefeitura a remoção de 13 áreas favelizadas.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2005
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/172

Um mural para a dor: movimentos cívico-religiosos por justiça e paz

Tipo de Material
Resenha
Autor Principal
Medeiros, Lidia
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2006v8n1p102
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
v. 8 n. 1
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
Revista Online
Página Inicial
102
Página Final
106
Idioma
Português
Palavras chave
Resenha
Movimentos sociais
Violência urbana
Rio de Janeiro
Resumo

Um mural para a dor: movimentos cívico-religiosos por justiça e paz, organizado por Patricia Birman e Márcia Pereira Leite, converge exatamente para o enfrentamento da violência pelos novos movimentos sociais, abrindo um fecundo campo de investigação sobre o problema. O livro traz para o campo de discussão da sociologia, aspectos de ordem subjetiva implicados naquilo que se convencionou chamar de “violência urbana”.

 

Autor do Resumo
Medeiros, Lidia
Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
Anos 2000
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/157

Coexistir na fronteira: notas de um antropólogo sobre a trajetória de um grupo de jovens em meio a uma guerra entre a comunidade e o tráfico de drogas

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Fonseca, Mario Cesar
Sexo
Homem
Orientador
Koltai, Caterina
Ano de Publicação
2008
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Ciências Sociais
Instituição
PUC/SP
Idioma
Português
Palavras chave
Coexistência
Comunidades
Gueto
Drogas
Juventude
Resumo

Em nome de uma antropologia que busque analisar as relações de poder-resistência a partir da coexistência entre os vários componentes dentro de diferentes territórios urbanos e que vise fazer emergir as várias formas de violência presentes nas relações cotidianas é que me propus a realizar esta pesquisa. Em minha pesquisa de Mestrado intitulada de Cartografia das resistências: uma análise antropológica do Pavilhão Oito da Casa de Detenção de São Paulo onde inferi que tal sociabilidade pode também ser entendida como sendo o produto de um intrigante jogo político entre os detentos e as forças do Estado, gerando hierarquização dos sujeitos envolvidos, redes de corrupção e extorsão, e por fim células criminosas, onde não só farão parte detentos, mas também aqueles que deveriam reeducá-los. Buscando novos prismas para a discussão da violência urbana, me proponho nessa pesquisa de doutorado dar continuidade e problematizar como se deu a mudança de sociabilidade entre um grupo de jovens pichadores chamados Korja, considerados rebeldes, da Vila Brasilândia e a comunidade na qual viviam. Entendo que coexistência dos jovens moradores dos bairros periféricos das grandes cidades se constrói, de modo geral na rua, as esquinas se transformam em pontos de encontro e lazer. É aí que constroem as amizades e os jovens buscam construir identidades coletivas, ao mesmo tempo em que aprendem a conviver com a violência urbana e a lidar com os aparelhos repressivos. No que diz respeito, mais especificamente a estes jovens da Vila Brasilândia, o que desperta meu interesse é compreender como se deu a transformação tanto da sociabilidade, como da maneira que a comunidade os percebia. Se de início esta os via como aquilo que de fato eram, jovens rebeldes e sonhadores, aos poucos passaram a ser vistos como indivíduos perigosos e indesejados que haviam se transformado num problema e num peso para a comunidade. Essa mudança se deu progressivamente, a partir do momento em que eles passaram a ser aliciados pelo tráfico que buscava dominar a comunidade. Em um primeiro momento esses jovens se viram no centro de um fogo cruzado, onde por um lado, a comunidade tentava cooptá-los e recuperá-los através de práticas normalizadoras, e do outro, os traficantes que tentavam seduzí-los e aliciá-los, fato que terminava freqüentemente com a morte de alguns deles

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Vila Brasilândia
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2006-2009
Localização Eletrônica
https://tede.pucsp.br/bitstream/handle/4012/1/Mario%20Fonseca.pdf

Cidades Estreitamente Vigiadas: O Detetive e o Urbanista

Tipo de Material
Resenha
Autor Principal
Filho, Amilcar Torrão
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
http://dx.doi.org/10.22296/2317-1529.2001n5p120
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
N. 5
Ano de Publicação
2001
Descrição Adicional
Resumo: Segundo Parágrafo da Resenha
Idioma
Português
Resumo

Este livro trata da paixão por livros; da paixão pelo estudo das cidades e do urbanismo; da paixão por uma cidade, que todos os brasileiros aprendemos a amar: o Rio de Janeiro. Trata-se de entender o processo de constituição de uma nova ordem social, urbana, civilizada, cortesã, “estimuladora da boa moral e da doçura dos costumes” com a chegada da família real portuguesa, na transferência inédita de uma corte européia para os tristes trópicos. O livro do professor Pechman vem preencher uma lacuna nos estudos urbanos brasileiros ao destacar um período tão importante da história do Rio de Janeiro, e de todo o País, que até então só vinha atraindo a atenção da historiografia política ou social. Apesar da ruptura tão grande que significou para a Cidade Maravilhosa a chegada da corte, os melhoramentos urbanos de D. João não suscitaram um interesse muito além do anedótico para a historiografia do período.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
1807-1821
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/129/113

Juventude, igualdade e protestos

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Scalon, Celi
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.47
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v. 1 n. 2
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Online
Página Inicial
179
Página Final
204
Idioma
Português
Palavras chave
Protestos
Juventude
Classes
Justiça social
Desenvolvimento
Resumo

O artigo se refere à conferência proferida no XVI Congresso Brasileiro de Sociologia, em Salvador. Nele, busco analisar as jornadas de Junho de 2013, ocorridas em todo o Brasil, à luz do debate sobre desigualdades, classes sociais e juventude. Para tanto, foram incorporados resultados de várias pesquisas, quantitativas e qualitativas, realizadas em diferentes períodos. O argumento do texto procura recuperar, ainda, a discussão sobre opções de políticas públicas e suas consequências para as condições de vida das populações, mais especificamente, a brasileira. Nesse sentido, questiona os limites do foco no aumento de crédito e consumo, sem respectivo investimento em bens e serviços públicos e universais. Em última instância, se vincula ao debate sobre modelos de desenvolvimento, justiça social, direitos e cidadania. 

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Cidade/Município
Salvador
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Bahia
Referência Temporal
2013
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/60

Dissecando um “novo” mercado ilegal?

Tipo de Material
Resenha
Autor Principal
Ribeiro, Ludmila
Sexo
Mulher
Título do periódico
Tempo Social
Volume
V. 35 N. 1 (2023)
Ano de Publicação
2023
Local da Publicação
São Paulo
Página Inicial
257
Página Final
264
Descrição Adicional
Ribeiro, L. (2023). Dissecando um “novo” mercado ilegal?. Tempo Social, 35(1), 257-264. https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2023.203938

Idioma
Português
Palavras chave
Mercado de carros
Ilegalismos urbanos
Etnografia
Masculinidades
Resumo

Resenha de Stolen Cars: A Journey Through São Paulo's Urban Conflict, John Wiley & Sons, London, 2021, de G. Feltran et al.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://www.revistas.usp.br/ts/article/view/203938