Espaço urbano

Graffiti: uma etnografia dos atores da escrita urbana de Curitiba

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Munhoz, Daniella Rosito Michelena
Sexo
Mulher
Orientador
Baptista, Selma
Ano de Publicação
2003
Programa
Antropologia
Instituição
UFPR
Idioma
Português
Palavras chave
GRAFITE
JUVENTUDE
Resumo

 

Esta dissertação apresenta um panorama da escrita urbana de Curitiba, através da realização de uma etnografia dos escritores de grafite da cidade. Inicialmente expõe de que maneira uma manifestação global surge e se estabelece no espaço da cidade. Na seqüência, mostra como essa manifestação envolve os atores locais, permitindo que os jovens urbanos construam uma identidade vinculados a um referencial simbólico específico. Posteriormente, observa as repercussões que afetam as pessoas em geral. Finaliza com a visualização de como um fenômeno global se reproduz localmente e se virtualiza, realimentando o sistema de bens de consumo cultural que viabiliza sua existência. 

 

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Curitiba
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Paraná
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://bdae.org.br/handle/123456789/1549

Memória urbana: mural moderno em São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Campos, Maria Cristina André
Sexo
Mulher
Orientador
Lourenço, Maria Cecília França
Ano de Publicação
2001
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
ARTES
Resumo

Este estudo situa-se no entrecruzamento de dois momentos: o século dos ideais modernos, agora transformado em memória, e o descortinar de novos sonhos. Com ele, busca-se estabelecer relações e análises entre a arte e a arquitetura concretizadas no espaço urbano, pela observação dos painéis e murais implantados na arquitetura renovada da cidade de São Paulo na década de 50. A criação dessas obras de arte no espaço urbano, possibilita o impulso de concretizar o ideal moderno de levar a arte para os segmentos urbanos, propiciando a integração entre as artes, uma questão recorrente no período em exame. A investigação dos murais procura oferecer uma contribuição à história da arquitetura moderna, em especial a paulista, assim como ao debate das questões artísticas e as relações sócio-políticas ativas candentes naquele momento brasileiro.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1950 - 1959
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16131/tde-12092025-105235/pt-br.html

A gente chega e se apropria do espaço! Graffiti e pichações demarcando espaços urbanos em Porto Alegre

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Silva, Eloenes Lima da
Sexo
Mulher
Orientador
Garbin, Elisabete Maria
Ano de Publicação
2010
Programa
Educação
Instituição
UFRGS
Idioma
Português
Palavras chave
Estudos culturais
Juventude
Grafite
Graffiti
Pichação
Resumo

Este estudo problematiza práticas culturais de tribos de jovens grafiteiros e pichadores em espaços urbanos de Porto Alegre – RS, entre os anos de 2008 e 2009. Tem como referencial teórico o campo dos Estudos Culturais, da Cultura Visual e busca ferramentas metodológicas da etnografia pós-moderna. O corpus da pesquisa foi construído a partir de fotografias, filmagens, diários de campo, entrevistas e conversas que possibilitaram a construção dos eixos analíticos. O primeiro eixo – Assinaturas rascunhadas num blackbook: esboçando modos de (vi)ver – destacou o uso de cadernos escolares, blocos de desenho e agendas para a realização de esboços iniciais, os quais atuam tanto como espaços para ‗treinamento‘ de letras utilizadas no graffiti como elemento de socialização para a participação em grupos afins. O segundo eixo – Linhas, curvas, cores, poesias e 'kaos': demarcando formas (dis)formes – priorizou as interações dos graffiti e das pichações nos espaços urbanos, atribuindo a tais práticas culturais a localização dos múltiplos interstícios presentes na metrópole. Ao demarcarem territórios, os grafiteiros e pichadores promovem outros mapeamentos urbanos em que o corpo orgânico dos jovens sujeitos e o corpo de concreto da cidade se fundem numa espécie de ‗pele urbana‘. O último movimento analítico – Na fluidez da contemporaneidade: a produção de outras pedagogias – inferiu que, se por um lado, os graffiti e as pichações produzem outras pedagogias que rompem com conceitos formais de educação, por outro, observa-se que suas presenças e usos em espaços institucionais (como escolas, museus e galerias de arte) apontam para uma ‗pedagogização‘ dessas práticas culturais. À guisa de conclusão, compreende-se que, a partir dessas práticas constituídas em meio a uma urbanidade contemporânea, grafiteiros e pichadores atuam em redes sociais móveis, plurais e abertas, reforçando suas condições de ser e estar jovem em contextos contemporâneos. A característica transgressora e ilegal de tais práticas culturais também permitiu uma aproximação às formas plurais de resistências que são manifestadas nos cotidianos juvenis urbanos.  

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Porto Alegre
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Sul
Referência Temporal
2008 - 2009
Localização Eletrônica
https://lume.ufrgs.br/handle/10183/27057

Sticker: colando idéias

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Rodrigues, Luciana Jorge
Sexo
Mulher
Orientador
Khouri, Omar
Ano de Publicação
2010
Programa
Arte
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Arte e comunicação
Colagem
Arte Urbana
Pixação de muros
Grafitti
Resumo

Surge com o objetivo de analisar uma nova modalidade de street art que aparece em placas, muros e diversos outros suportes, na cidade de São Paulo, o sticker. Apoiada na teoria de Herbert Marcuse, o filósofo da contracultura, e em estudos sobre todas as manifestações que circundam o objeto, como a arte urbana, o graffiti, a pixação e a colagem, essa dissertação traz informações básicas sobre o que é um sticker e suas inúmeras formas de composição e apresentação, além de recortar histórias de artistas precursores do stiker, como Tadeu Jungle, e alguns artistas atuantes da prática nos dias de hoje. Ao contextualizar o tema proposto, a vivência sobe a prática de colar sticker se faz presente na experiência pessoal descrita no último capítulo, que apresenta desde a elaboração de um sticker até a saída para a colagem, englobando todo o processo que compõe a manifestação.

 

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/entities/publication/d87e66d7-aad7-497b-8b09-08921d8224e5

Arte ou ocupação? O graffiti na paisagem urbana de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Sainz, Sylvia Taina Monasterios
Sexo
Mulher
Orientador
Feijó, Martin Cezar
Ano de Publicação
2011
Programa
Educação, Arte e História da Cultura
Instituição
UPM
Idioma
Português
Palavras chave
graffiti
arte urbana
paisagem urbana
São Paulo
graffiti
Resumo

São Paulo, grande centro financeiro e residencial da América Latina, é também referência no mundo quanto à riqueza da sua arte urbana. A cidade tem uma estética própria e amplamente desenvolvida, que reflete em si a multiculturalidade de seus moradores. O graffiti, manifestação artística de caráter transgressor que ocupa as ruas e paredes dessa metrópole, está à vista de milhares de pessoas que em seu cotidiano transitam por um espaço urbano invadido por esta arte não formal, que além de ter um grande valor estético, faz comentários sobre os problemas da cidade, chamando a atenção para lugares ignorados pelo cidadão e interagindo com o contexto urbano. Pode-se considerar que a própria configuração da metrópole dispõe de suportes públicos que são aproveitados como espaços de comunicação e de produção artística. Cria-se um diálogo entre o artista e o espaço público à vista de todos. Portanto, esta pesquisa aprofunda as relações construídas entre o graffiti como expressão artística e a cidade de São Paulo, propondo uma análise interdisciplinar para entender o graffiti através de três dimensões: seu valor artístico, sua dimensão simbólica e sua influência na paisagem urbana. Interessa definir quanto de transgressor essa manifestação ainda tem nesse momento de crescente institucionalização e aceitação do graffiti como forma artística da arte contemporânea

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://dspace.mackenzie.br/items/5f200217-8496-4b79-9d2b-4131e024313c

A arte mural e a prática da preservação

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Wilhelm, Vera Regina Barbuy
Sexo
Mulher
Orientador
Migliaccio, Luciano
Ano de Publicação
2011
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Arte mural
Bens integrados
Conservação-restauração
Preservação
Resumo

Este trabalho de pesquisa é sobre a prática da preservação da arte mural, desenvolvida na cidade de São Paulo e tem como objetivo identificar as bases do pensamento preservacionista da arte mural através da análise das intervenções de profissionais atuantes na área de conservação e restauração de obras murais, que se encontram remanescentes na arquitetura paulistana. O recorte escolhido para objeto de estudo corresponde aos trabalhos de arte mural realizados no período entre 1930 e 1960, período no qual houve uma intensa produção dessa arte na cidade de São Paulo, por artistas que estiveram vinculados ao Grupo Santa Helena. Foi considerado, também, o período correspondente ao final do século XX e início do século XXI como sendo o marco das intervenções nas obras murais que coincidem com o crescimento e incentivo das atividades de conservação e restauração e da preservação da arquitetura moderna. Através desta reflexão são considerados os conceitos que orientam a preservação da arte mural do ponto de vista teórico e a sua implantação na prática da conservação e restauração. A partir das intervenções de restauro sofridas pelas obras buscou-se desenvolver uma análise e também reunir elementos que permitissem criar subsídios para diretrizes de conservação e para estabelecimento de uma futura política de preservação integrada e preventiva das obras de arte mural, que fossem adequadas à nossa realidade.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16133/tde-23112011-162002/pt-br.html

Graffiti: do subversivo ao consagrado

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Neto, Bruno Pedro Giovannetti
Sexo
Homem
Ano de Publicação
2011
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Arquitetura
Comunicação
Efêmero
Graffiti
Resumo
Nas duas últimas décadas, o graffiti se impôs como um elemento visual das metrópoles brasileiras. Passou a povoar a rotina urbana e, num embate por espaços, vem disputando a visibilidade pública com as cores dos edifícios, as placas de sinalização e outros elementos da comunicabilidade urbana. E o faz mudando a sua proposta e original essência. Este trabalho procura documentar a trajetória do graffitti de meados da década de 1960 até às vésperas da conclusão da pesquisa, em 2011, acompanhando a sua transformação \"do subversivo ao consagrado\". Através da narrativa visual pontuada por uma seleção de 400 fotografias de autoria do pesquisador, destaca-se, em especial, a cidade de São Paulo, onde o trabalho dos grafiteiros vem despertando interesse mundial e não apenas entre adeptos, simpatizantes e editoras especializadas. O graffiti tem sido um interessante campo de estudo para críticos de arte, antropólogos, semiólogos, etc., porém, é na visualidade urbana que tem o maior impacto.
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1960-2011
Localização Eletrônica
https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/USP_65d4d593a9601c8e2d2df40d28b56983

Subterrâneos e superfícies da arte urbana: uma imersão no universo de sentidos do graffiti e da pixação da cidade de São Paulo [2002 a 2011]

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Pennachin, Deborah Lopes
Sexo
Mulher
Orientador
Veneroso, Maria do Carmo de F
Ano de Publicação
2011
Programa
Artes
Instituição
UFMG
Idioma
Português
Palavras chave
Semiose
Graffiti
Pixação
Transgressão
Invisibilidade
Resumo

O graffiti, uma das manifestações mais instigantes da cultura urbana contemporânea, presente em praticamente todas as cidades ao redor do mundo, se desenvolveu em São Paulo de forma bastante peculiar, junto à pixação, seu lado mais extremo e subversivo, tornando-se um símbolo da maior metrópole brasileira. Fundamentado na transgressão e no desafio às regras instituídas pela sociedade, o graffiti participa atualmente do circuito oficial da arte, despertando questionamentos de natureza variada. Nesta tese buscamos compreender como se dão os processos de produção de sentido evocados por determinadas inscrições urbanas cujo aspecto marginal foi, de uma forma ou de outra, preservado. São graffiti realizados nos espaços mais deteriorados e esquecidos da cidade, em suas galerias subterrâneas de esgoto, no extinto Complexo Carcerário do Carandiru e por toda a cidade através das mãos dos pixadores, que invadem a paisagem urbana a partir das periferias que contornam São Paulo.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2002 - 2011
Localização Eletrônica
https://repositorio.ufmg.br/items/3d0a6627-c078-4971-a5b9-66ed462f695c

O sujeito pixador: tensões acerca da prática da pichação paulista

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Mittmann, Daniel
Sexo
Homem
Orientador
Camargo, Maria Rosa Rodrigues Martins de
Ano de Publicação
2012
Programa
Educação
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Pichação de muros - História
Espaço urbano
Sociologia urbana
Resumo

A pesquisa em mãos discute acerca da dimensão cultural e social da prática da pichação paulista, conhecido como “pixo” e ou Escola Paulista de Pichação, bem como da sua relação com as questões do ordenamento jurídico e dos movimentos de positivação da ilegalidade e da marginalidade por parte dos pichadores. Para tal empreitada partimos de alguns momentos destacáveis na história e no espaço que percebemos serem importantes de ênfase, momentos em que a escrita no espaço público urbano ganhou forma e fora posteriormente repelida pelo ordenamento e pelos governamentos locais.
Falamos nas pichações políticas de Paris no maio de 1968, do grafite étnico e racial da cidade de Nova Iorque dos anos de 1970, da pichação de protesto político dos
Palestinos, bem como do surgimento da pichação poética na capital paulista no final dos anos da década de 1970. A partir dessas primeiras diferenciações foi possível entendermos as características e particularidades da “pixação” paulista, o “pixo”, oriunda dos primeiros anos de 1980 e presente até hoje pelas grandes cidades do estado de São Paulo. Focando no movimento da “pixação” paulista – sobretudo nas cidades de São Paulo e de Campinas – procuramos entender as relações desse circuito e de seus atores – os pichadores – para com os programas de combate a prática da pichação, tão em voga nos municípios paulistas. Partindo do exemplo de Campinas, cidade que conta com este formato de programa anti-pichação desde março de 2009, arriscamos entender qual a relação do pichador e de sua prática – a escritura ilegal de nomes – com os diversos cerceamos jurídicos e morais que atingem esta forma de agir no espaço urbano.
Buscamos em autores como Michel Foucault, Gilles Deleuze e Félix Guattari, entre outros, o suporte e o ferramental teórico para mirar essa prática, tentando entender qual a dimensão de escrita-de-si e de máquina-de-guerra pode ser encontrado na pichação paulista contemporânea. Na busca por arquivos – para a leitura da escrita da pichação e dos pichadores – nos debruçamos em trabalhos etnográficos, em vídeos documentários, em filmes de pichadores sobre a pichação, em matérias midiáticas e em diálogos com os
próprios agentes do “pixo”, a grande maioria desses contatos mediados pelas ferramentas da internet. Por fim percebemos a pichação paulista como um movimento de grandes dimensões de sociabilidade, uma agitação que aproxima os seus atores, que os movimenta pela cidade, que os coloca em uma situação de produção de subjetividade e de formas de existir. Afinal, os pichadores querem escrever o seu nome pela cidade e dessa forma se fazerem presentes – ser visto sem ser (re)conhecido – na dimensão metropolitana do urbano.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/entities/publication/aa63a64a-df89-4ec2-9d6b-cad15b4c5bdc

Escritas urbanas: um estudo sobre a pixação e o graffiti na cidade de João Pessoa-PB

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Santos, Paulo Sergio dos
Sexo
Homem
Orientador
Queiroz, Tereza Correia da Nóbrega
Ano de Publicação
2012
Programa
Sociologia
Instituição
UFPB
Idioma
Português
Palavras chave
Graffiti
Pixação
Intervenção Urbana
Resumo

A cidade de João Pessoa vem passando por intenso processo de urbanização nos últimos 20 anos, que é acompanhado por transformações sociais, políticas, econômicas, culturais e artísticas. Nesse contexto surgem novas formas de expressão e de comunicação que desenvolvem códigos, signos, símbolos e culturas próprias, a exemplo da pixação e do grafitti. Este trabalho estudou a origem e expansão destas práticas no espaço público da cidade analisando os sujeitos que as desenvolvem, suas formas de atuação na cidade, o sentido que atribuem a essas práticas e às suas produções. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, com inspiração etnográfica, que também coletou informações através da internet. A pesquisa demonstrou a origem comum dessas manifestações, seus conflitos, tensões e diferenciações internas e as mudanças decorrentes do contato com novos atores sociais e do reconhecimento do grafitti como manifestação artística e da estigmatização da pixação como vandalismo.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
João Pessoa
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Pernambuco
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/tede/7486