Planejamento Urbano

Setor Cultural de Brasília: contradições no centro da cidade

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Sá, Cecilia Gomes de
Sexo
Mulher
Orientador
Machado, Andréa Soler
Ano de Publicação
2014
Local da Publicação
Porto Alegre
Programa
Arquitetura
Instituição
UFRGS
Página Inicial
1
Página Final
492
Idioma
Português
Palavras chave
Museu
Biblioteca
Biblioteca Nacional
Teatro Nacional
Arquivo Público
Resumo

A seguinte pesquisa trata das origens e projetos arquitetônicos do Setor Cultural de Brasília e busca compreender os antagonismos e similitudes existentes entre o Plano Piloto realizado por Lucio Costa e as diversas propostas elaboradas por Oscar Niemeyer e outros arquitetos para o local, algumas das quais construídas e consolidadas. A Esplanada dos Ministérios em Brasília é o ponto mais representativo do urbanismo e arquitetura da cidade e após cinquenta e três anos da inauguração da capital o Setor Cultural é o único trecho da Esplanada ainda não executado plenamente. Essa situação associada ao tombamento do conjunto urbanístico de Brasília em 1991 e à portaria 314/92 que estabelece exclusividade de intervenção aos dois arquitetos autores de Brasília fortalece a preocupação entre arquitetos, cidadãos e Estado em conciliar os propósitos de Costa e Niemeyer. Apesar da referência afirmativa de ambos sobre o modelo progressista na idealização do plano urbanístico e ainda um consenso e maturação dos conceitos e críticas ao urbanismo moderno, associados a uma postura respeitosa dos arquitetos em relação aos precedentes arquitetônicos, há contradições explícitas entre projetos executados de Oscar Niemeyer e o plano-­‐piloto levando até hoje a diversos projetos inconclusos e à polêmicas discussões sobre o Setor. A compreensão do desenvolvimento desse processo resulta da análise crítica dos projetos concebidos confrontados ao Plano Piloto de Lucio Costa e seus precedentes históricos, além da organização do inventário de projetos para o setor.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Brasília
Localidade
Esplanada dos Ministérios
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
1991–2014
Localização Eletrônica
https://lume.ufrgs.br/handle/10183/101894

Gendered mobility and violence in the São Paulo metro, Brazil

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Moreira, Gustavo Carvalho
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Ceccato, Vania Aparecida
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1177/0042098019885552
Título do periódico
Urban Studies
Volume
58
Ano de Publicação
2021
Local da Publicação
Glasgow
Página Inicial
203
Página Final
222
Idioma
Inglês
Palavras chave
crime prevention
public spaces
public transport
routine activity theory
safety
Resumo

With about 12 million inhabitants, São Paulo, Brazil, is the largest city in South America. As in many other major southern hemisphere cities, this extreme concentration of people imposes a number of mobility and security challenges. The objective of this article was to investigate the space-time patterns of mobility and violent victimisation in São Paulo’s metro stations from a gender perspective. The methodology combines use of a Geographical Information System (GIS), statistical analysis through negative binomial regression modelling and hypothesis testing. Results indicate that mobility and the level of victimisation are gender dependent. Women are at higher risk of victimisation than men in São Paulo’s central metro station, while men run higher risk of violence at end stations – both notably during late night periods. The presence of employees reduces the risk of violence, except during the mornings. The article suggests that crime prevention initiatives need to be gender informed and sensitive to the particular spatial and temporal features of rapid transit environments.

Método e Técnica de Pesquisa
Quantitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2010-2017
Localização Eletrônica
https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/0042098019885552?_gl=1*kd7940*_up*MQ..*_ga*MTI4NTQxMjcyMC4xNzc3NDAwMTI4*_ga_60R758KFDG*czE3Nzc0MDAxMjckbzEkZzAkdDE3Nzc0MDAxMjckajYwJGwwJGgxNjkzNTMxNzA4

Informality through the state: How overregulation and tolerance shape informal land development in metropolitan Brazil

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Tonucci, João
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1177/00420980231215708
Título do periódico
Urban Studies
Volume
61
Ano de Publicação
2024
Local da Publicação
Glasgow
Página Inicial
1722
Página Final
1737
Idioma
Inglês
Palavras chave
Belo Horizonte
informality
informal land development
land use
policy
Resumo

The relationship between the state and informal land development in Global South metropolises has yet not received much attention in urban studies. Concerning that knowledge gap, this paper investigates how the state regulates and inspects irregular and clandestine land subdivisions in the Metropolitan Region of Belo Horizonte (MRBH). A mixed-methods approach, focused on the inner workings of the land development control policy led by the MRBH Agency between 2009 and 2018, provides new evidence of the relationships between inspectors, developers, and prosecutors, among other actors. By delving deep into the intricate nexus between a changing regulatory landscape and the bureaucratic, street-level, and everyday enforcement practices by officials, the paper reveals how land development control, directly and indirectly, shapes informal land development in the MRBH. Particularly, it sheds light on how land development control unrolls through a contradictory combination of overregulation on one side and tolerance on the other. In light of this, I argue that, as land development control evolves without effectively tackling the land question and the structural drivers of informality, the state becomes paradoxically entangled in the production of the same forms of informality it is expected to curb. Therefore, land development control is better understood as a fragile and ambivalent state compromise between the need to regulate urban expansion and market-driven informal urbanisation. By creating opportunities for rent extraction and capital accumulation which are explored by informal land developers, the state has been crucial for property-led informal urbanisation in metropolitan Brazil.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de Belo Horizonte
Cidade/Município
Belo Horizonte
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
2009-2018
Localização Eletrônica
https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/00420980231215708?_gl=1*1bx2gqh*_up*MQ..*_ga*OTQyMDAzMTU3LjE3Nzc0MDAwMjA.*_ga_60R758KFDG*czE3Nzc0MDAwMjAkbzEkZzAkdDE3Nzc0MDAwMjAkajYwJGwwJGgyOTc2ODEzMjE.

Vulnerability, neglect, and collectivity in Brazilian favelas: Surviving the threats of the COVID-19 pandemic and the state’s necropolitics

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Basile, Patricia
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1177/00420980221103342
Título do periódico
Urban Studies
Volume
60
Ano de Publicação
2023
Local da Publicação
Glasgow
Página Inicial
1690
Página Final
1706
Idioma
Inglês
Palavras chave
community organising
COVID-19 pandemic
favelas
informal settlements
necropolitics
Resumo

The COVID-19 pandemic has deepened existing inequities and injustices in Brazil, seen in the disproportionately detrimental impacts on favelas. State policy responses to the pandemic have disregarded favela residents’ experiences. Recommendations such as ‘shelter-in-place’ ignore the reality of over 11.4 million favela residents who cannot work from home or afford to stop working, nor practise physical distancing from others. This study investigates the discourse of community organisations in favelas as they respond to the threats of the COVID-19 pandemic and the state’s necropolitics. Community organisations in favelas have taken action to protect their residents from the virus, unemployment and hunger. I assess organisations’ (1) justification to act as a collective in their communities, and (2) stances about the government’s responses to the crisis. Through content analysis of social media, websites and media appearances of eight favela organisations and collectives in São Paulo and Rio de Janeiro, this study finds three main themes through which organisations justify their actions: vulnerability, neglect, and collectivity and care. More than survival strategies, the actions of favela organisations are counter-political acts as they oppose the decrepit necropolitics of the state by collectively enduring in the Brazilian context of the COVID-19 pandemic. Understanding favela organisations’ actions in response to the pandemic is fundamental. It further illuminates the impact of public health emergencies in the lives of informal settlements’ residents and the governance of public health emergencies in these communities.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Paraisópolis
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
São Remo Favela
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Vila Nova Esperança
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Heliópolis
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Favela do Acari
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Manguinhos
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Complexo do Alemão
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Morro da Providência
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2020
Localização Eletrônica
https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/00420980221103342?_gl=1*16lu98d*_up*MQ..*_ga*MzkwNjQ4NzYwLjE3NzczOTc2MzY.*_ga_60R758KFDG*czE3NzczOTc2MzUkbzEkZzAkdDE3NzczOTc2MzUkajYwJGwwJGgxNjk5OTg1NTc2

A sustentabilidade no Planejamento e Gestão de Parques Urbanos em Curitiba/PR: uma questão paradigmática?

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Matiello, Alexandre Maurício
Sexo
Homem
Orientador
Mattedi, Cécile Hélène Jeanne Raud
Ano de Publicação
2001
Programa
Sociologia
Instituição
UFSC
Idioma
Português
Palavras chave
Planejamento urbano
Parques urbanos
Gestão ambiental
Cidade Ecológica
Sustentabilidade
Resumo

A forma com a qual a ciência e o desenvolvimento têm enfocado o meio ambiente se evidenciou nas últimas décadas através de uma crise globalizada. A degradação da natureza comparece de maneira contundente acusando a obsolescência do paradigma racionalista-cartesiano adotado, inclusive, no planejamento e gestão das cidades, os quais têm repetido até hoje este racionalismo na aplicação dos conceitos do Modernismo, como o zoneamento funcional do espaço urbano. O lazer é mais uma destas funções, de caráter meramente contemplativo, relegado a espaços distantes da habitação, sujeitos ao descaso das Municipalidades, sem incentivos de utilização, e expresso em projetos que negligenciam a interação com o meio ambiente existente. Dentro deste contexto, os parques urbanos são mais uma das faces visíveis de um modelo insustentável de urbanidade. Partindo desta problemática, retomamos as contribuições da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, ocorrida em 1992 no Rio de Janeiro, a partir da qual têm ficado mais explícita a tentativa das cidades de se organizarem na busca por uma alternativa viável de desenvolvimento, mais sustentável. O Ecodesenvolvimento emerge como uma importante abordagem, e dá o sentido claro de que "sustentabilidade" engloba além da dimensão ambiental, as dimensões econômica, social, cultural, entre outras. O atendimento destas dimensões numa nova abordagem para a cidade encontra na noção ecossistêmica um notável refinamento teórico, que permite-nos entender os processos de interação dos sistemas natural e antrópico no meio urbano, e, a partir daí, revela-nos um destacado papel para as áreas verdes neste meio, para a manutenção e resgate do equilíbrio ecossistêmico, além do tradicional lazer. Além de assimilar outras funções, um paradigma inovador em planejamento e gestão de áreas verdes, particularmente os parques urbanos, passa pela revisão de valores tais como os seus métodos e práticas, critérios de locação, forma, distribuição e tamanho. Igualmente, num novo modelo, o lazer é manifestado de uma maneira mais ampla que o seu caráter contemplativo; o desenho, como ferramenta de projeto, aparece para renovar a prática desintegrada de ação sobre o meio ambiente urbano; e novas formas de participação para o planejamento e gestão de áreas verdes dão um novo perfil à praxis política da cidade. Com base nestas referências teóricas nos propomos a analisar o caso de Curitiba – PR, que com seus numerosos parques e bosques, vem surgindo como uma tentativa dita inovadora e sustentável e que conta com a "participação da população" para o êxito de seus programas. Sob o título de "Cidade Ecológica" vem se difundindo como modelo a ser seguido. Contudo, que teorias esse propagandeado modelo tem assimilado dentro do debate sobre a crise ecológica e das propostas alternativas? Até que ponto os valores assimilados verificam realmente um novo paradigma de planejamento e gestão de parques? Apesar do reconhecimento internacional, a "sustentabilidade", tanto do discurso quanto da prática nas políticas de criação de áreas verdes da cidade, revelou-se frágil, amplamente apoiada nas estratégias de marketing que divulgam uma imagem positiva da cidade, fazendo das áreas verdes uma das principais ilustrações de um modelo forjado que não tem bases teóricas explícitas ou comprovações científicas de sucesso; um modelo que não só não se consolidou, como repete valores intrínsecos ao paradigma anterior, em ações de caráter monodisciplinar, desintegradas entre si, em uma práxis política autocrática onde a população é persuadida a participar graças às estratégias publicitárias criadas, aderindo aos parques, mas não intervindo de forma deliberada nas decisões.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Curitiba
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Paraná
Referência Temporal
1999-2001

On contested water governance and the making of urban financialisation: Exploring the case of metropolitan São Paulo, Brazil

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Klink, Jeroen
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Empinotti, Vanessa Lucena
Aversa, Marcelo
Sexo:
Mulher
Sexo:
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1177/0042098019844390
Título do periódico
Urban Studies
Volume
57
Ano de Publicação
2020
Local da Publicação
Glasgow
Página Inicial
1676
Página Final
1695
Idioma
Inglês
Palavras chave
Brazilian metropolitan area
economic processes
calculative practices
financialisation
governance
Resumo

The literature on urban financialisation has prioritised the analysis of what finance does in the context of industrialised countries. This paper contributes to an understanding of what it is, and specifically how it emerges from the entanglements between the accumulation of intergovernmental debt, pricing and valuation practices – involving state and municipal utilities, regulatory agencies and consultancies – in the gradual transformation of shared into shareholder water governance in Brazilian metropolitan areas. Moreover, we provide a first illustration of how a more articulate approach between political economics and social studies of finance might contribute to an understanding of the making of urban financialisation, with a particular relevance for a context of less developed capital markets.

Método e Técnica de Pesquisa
Quantitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2000-2019
Localização Eletrônica
https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/0042098019844390?_gl=1*1l9yuwk*_up*MQ..*_ga*MzkwNjQ4NzYwLjE3NzczOTc2MzY.*_ga_60R758KFDG*czE3NzczOTc2MzUkbzEkZzAkdDE3NzczOTc2MzUkajYwJGwwJGgxNjk5OTg1NTc2

Paradigm or paradox? The ‘cumbersome impasse’ of the participatory turn in Brazilian urban planning

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Friendly, Abigail
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Stiphany, Kristine
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1177/004209801876874
Título do periódico
Urban Studies
Volume
56
Ano de Publicação
2019
Local da Publicação
Glasgow
Página Inicial
271
Página Final
287
Idioma
Inglês
Palavras chave
Brazil
housing
informality
inequality
participation
Resumo

The Brazilian urban reform movement expanded citizen participation in decision-making processes through a policy environment motivated by a right to the city (RTC), a collective development strategy for political transformation. Yet recent events evidence that social exclusion and spatial segregation remain dominant features of the Brazilian city. These contradictions have led planning scholars and practitioners to grapple with misalignment between the reform movement’s paradigmatic goals and its paradoxical failures. We build upon this genre of thinking to assess critical areas of paradigm and paradox in Brazilian planning – insurgent urbanisminformality and knowledge – each of which is rooted in the lesser-understood concept of autogestão for improving the equity of land division through urban planning. Although not all inclusive of the issues faced by Brazilian cities, these three categories were selected for best representing how Brazil’s participatory turn established a range of paradigmatic and paradoxical conditions that can help us to understand cities in Brazil and beyond and might better leverage autogestão in the future.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
1960-2016
Localização Eletrônica
https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/0042098018768748?_gl=1*1aj5obb*_up*MQ..*_ga*MTk0MTcyMjA2OC4xNzc3Mzk3MTcx*_ga_60R758KFDG*czE3NzczOTcxNzAkbzEkZzEkdDE3NzczOTczNDkkajMxJGwwJGgyMDQ4MDk5Nzc0

Reinforcing uneven development: The financialisation of Brazilian urban redevelopment projects

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Mosciaro, Mayra
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Pereira, Alvaro
Sexo:
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1177/0042098019829428
Título do periódico
Urban Studies
Volume
56
Ano de Publicação
2019
Local da Publicação
Glasgow
Página Inicial
2160
Página Final
2178
Idioma
Inglês
Palavras chave
Brazil
built environment
finance
financialisation
redevelopment
Resumo

The entrepreneurial city discourse has been adopted around the globe by policymakers, with the urban redevelopment project as one of its most representative symbols. The predominantly favourable discourse revolving around this new political economy of urban space is supported by claims that newly regenerated areas bring multiple benefits to the city and its citizens. These narratives have been used in Brazil to justify increasing reliance on an urban planning tool known as Urban Operations. This planning tool, developed in the 1990s, seeks to facilitate cooperation between public and private actors in the production of new urban spaces. While projected by some as a ‘magic formula’ that enables major urban redevelopment projects without public expenditure, the outcomes of Urban Operations often differ significantly from expectations. The cases of Água Espraiada (São Paulo) and Porto Maravilha (Rio de Janeiro) are used to demonstrate that regenerated areas, as preferred spaces for the penetration of financialised practices into the built environment, have brought forward new dynamics that are serving to reinforce pre-existing social inequalities and to exacerbate uneven development in Brazil’s main cities.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Logradouro
Água Espraiada
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Logradouro
Porto Maravilha
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2000-2016
Localização Eletrônica
https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/0042098019829428?_gl=1*1vb2ltu*_up*MQ..*_ga*OTkxMjUzNzgzLjE3NzU2Njg0MzY.*_ga_60R758KFDG*czE3NzU2Njg0MzUkbzEkZzEkdDE3NzU2Njg0ODUkajEwJGwwJGgxOTUyMzA2Nzc5

Marginality, Again?!

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Caldeira, Teresa P.R.
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1111/j.1468-2427.2009.00923.x
Título do periódico
IJURR - International Journal of Urban & Regional Research
Volume
33
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
Nova Jersey
Página Inicial
848
Página Final
853
Idioma
Inglês
Palavras chave
poor neighborhoods
Loïc Wacquant
urban poverty
Latin America
Resumo

This essay critically engages with the book Urban Outcasts — A Comparative Sociology of Advanced Marginality by Loïc Wacquant. In this book, studying poor neighborhoods in the United States and France in the late 1980s and early 1990s, Wacquant argues that a new socio-economic configuration marked by dualization and polarization of the city and of the class structure has been formed in these metropolises as a result of structural shifts resulting from the breakdown of the Fordist regime and the recoiling of the welfare state. He calls ‘advanced marginality’ the new regime marked by a new form of urban poverty that makes part of the working classes ‘redundant’. This essay highlights the similarities between Wacquant's arguments and those of the theory of marginality of the 1960s and 1970s, which has been criticized and abandoned in Latin America. It also interrogates Wacquant's argument that advanced marginality is what will represent the future of metropolises everywhere, by introducing the case of Brazilian peripheries and asking questions about the increase of violence in poor neighborhoods.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1980-2000
Localização Eletrônica
https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1468-2427.2009.00923.x

Are Social Forums the Future of Social Movements?

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Marcuse, Peter
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1111/j.1468-2427.2005.00593.x
Título do periódico
IJURR - International Journal of Urban & Regional Research
Volume
29
Ano de Publicação
2005
Local da Publicação
Nova Jersey
Página Inicial
417
Página Final
424
Idioma
Inglês
Palavras chave
Social Forums
social change
social movements
political program
Resumo

Social Forums, modeled on the World Social Forums, are not social movements in the classic sense. They are not, and do not purport to be, the organizational form through which basic social change will be achieved, or can best be pursued. But they do bring together elements of many social movements, afford an opportunity for coalition-building among them, frequently around urban issues, and thus make a significant contribution to achieving such change. Conceivably they may be the foundation for an international social movement for change, but if so it is likely to coalesce about a specifically political program. Some concrete suggestions are made which might enhance their effectiveness.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Porto Alegre
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Sul
País estrangeiro
Índia
Especificação da Referência Espacial
Mumbai
Referência Temporal
1990-2004
Localização Eletrônica
https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1468-2427.2005.00593.x