Modo de vida, imaginário social e cotidiano

Sticker: colando idéias

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Rodrigues, Luciana Jorge
Sexo
Mulher
Orientador
Khouri, Omar
Ano de Publicação
2010
Programa
Arte
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Arte e comunicação
Colagem
Arte Urbana
Pixação de muros
Grafitti
Resumo

Surge com o objetivo de analisar uma nova modalidade de street art que aparece em placas, muros e diversos outros suportes, na cidade de São Paulo, o sticker. Apoiada na teoria de Herbert Marcuse, o filósofo da contracultura, e em estudos sobre todas as manifestações que circundam o objeto, como a arte urbana, o graffiti, a pixação e a colagem, essa dissertação traz informações básicas sobre o que é um sticker e suas inúmeras formas de composição e apresentação, além de recortar histórias de artistas precursores do stiker, como Tadeu Jungle, e alguns artistas atuantes da prática nos dias de hoje. Ao contextualizar o tema proposto, a vivência sobe a prática de colar sticker se faz presente na experiência pessoal descrita no último capítulo, que apresenta desde a elaboração de um sticker até a saída para a colagem, englobando todo o processo que compõe a manifestação.

 

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/entities/publication/d87e66d7-aad7-497b-8b09-08921d8224e5

Escritas urbanas: um estudo sobre a pixação e o graffiti na cidade de João Pessoa-PB

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Santos, Paulo Sergio dos
Sexo
Homem
Orientador
Queiroz, Tereza Correia da Nóbrega
Ano de Publicação
2012
Programa
Sociologia
Instituição
UFPB
Idioma
Português
Palavras chave
Graffiti
Pixação
Intervenção Urbana
Resumo

A cidade de João Pessoa vem passando por intenso processo de urbanização nos últimos 20 anos, que é acompanhado por transformações sociais, políticas, econômicas, culturais e artísticas. Nesse contexto surgem novas formas de expressão e de comunicação que desenvolvem códigos, signos, símbolos e culturas próprias, a exemplo da pixação e do grafitti. Este trabalho estudou a origem e expansão destas práticas no espaço público da cidade analisando os sujeitos que as desenvolvem, suas formas de atuação na cidade, o sentido que atribuem a essas práticas e às suas produções. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, com inspiração etnográfica, que também coletou informações através da internet. A pesquisa demonstrou a origem comum dessas manifestações, seus conflitos, tensões e diferenciações internas e as mudanças decorrentes do contato com novos atores sociais e do reconhecimento do grafitti como manifestação artística e da estigmatização da pixação como vandalismo.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
João Pessoa
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Pernambuco
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/tede/7486

Prezas e rolês pela metrópole: Entre pixadores e pixações em Belo Horizonte

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Carvalho, Rodrigo Amaro De
Sexo
Homem
Orientador
Horta, Andrei Isnardis
Ano de Publicação
2013
Programa
Antropologia
Instituição
UFMG
Idioma
Português
Palavras chave
pixadores
pixações
representações do espaço
socialidades
consumo cultural
Resumo

A presente pesquisa buscou apresentar uma etnografia dos pixadores na/da cidade de Belo Horizonte, com objetivo, em linhas gerais, de investigar e compreender seus modos de socialidades, as suas representações e usos da cidade, e, consequentemente, as territorialidades criadas por estes agentes a partir de seus trajetos e intervenções em meio à paisagem citadina. Abordamos ao longo da pesquisa o modo como os pixadores dominam todo um conjunto de saberes em torno da prática da pixação, o que nos permitiu mostrar uma correspondência entre: estilos, materiais, técnicas e suportes. Discutir esta questão foi de suma importância para pensarmos como, ao longo da história, foram mantidas as socialidades entre estes grupos, bem como para pensar o intercâmbio com o estilo carioca e o paulista. Dessa maneira, de forma mais enfática, pudemos defender a tese de que, apesar dos intensos intercâmbios estilísticos, a pixação belo-horizontina construiu seu próprio estilo. Ademais, discutimos os distintos momentos em que a pixação mineira extrapola os limites da paisagem da capital belo-horizontina. Abordamos mais um espaço de socialidades importante dentre os pixadores, qual seja, as festas de pixação. Posteriormente, tratamos das ocasiões em que os pixadores se reúnem em torno do lançamento dos DVDs especializados, que retratam a prática da pixação. Na sequência, exploramos o fenômeno da pixação como consumo cultural, com o intuito de problematizar como os pixadores produzem os seus próprios produtos, de modo que ficará claro para o leitor como esta produção é complementar a constituição da pessoa do pixador. Por fim, discutimos como são ambíguas as relações estabelecidas pelos pixadores com os veículos de comunicação, a partir de uma abordagem mais ampla do fenômeno, com o intuito de investigar e problematizar o fato dado de que a pixação é tida como uma forma de desvio social.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Belo Horizonte
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=1145405

A pichação como fenômeno socioambiental na cidade de Manaus

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Padilla, Vinicius
Sexo
Mulher
Orientador
Silva, Iolete Ribeiro Da
Ano de Publicação
2013
Programa
Psicologia
Instituição
UFMA
Idioma
Português
Palavras chave
Pichação
Espaço Urbano
Juventude
Resumo

A pichação é um fenômeno que ocorre com jovens nas grandes cidades e centros urbanos. A presente pesquisa estudou esta prática por um viés socioambiental a partir dos significados e motivações dos pichadores. A principal base teórica deste trabalho é a psicologia socioambiental de Ernest Fischer, a teoria dos affordances de James Gibson e a análise de ensignação espacial de Jean Baudrillard. Concebemos ainda que os praticantes da pichação são jovens e através da teoria sociohistórica, não entendemos esta juventude como uma fase, mas sim como uma prática atuante na sociedade. Este estudo teve como objetivo geral investigar os aspectos sócioambientais presentes na prática da pichação no espaço urbano e como objetivos específicos caracterizar as diferentes formas da pichação, que ocorrem em diversos lugares da cidade; analisar as formas de escolha dos espaços e as formas de apropriação pela pichação; verificar as motivações e significados dados pelos jovens que praticam a pichação. Para realização destes a pesquisa utilizou de abordagem multimétodos no intuito de conceber a pichação de forma mais ampla e utilizando a catalogação fotográfica, entrevistas semi-estruturadas, registro em diário de campo. Estudou-se mais de 2.000 fotos com pichações em relação aos tipos de mensagens e lugares de pichação. Obteve-se como resultado que a maior parte das pichações (97%) traz mensagens comunicativas ou não-reflexivas e tiveram como lugares mais comuns lojas, indústrias e centros comerciais (33,9%), residências e propriedades privadas (28,8%) e espaços de uso público (15%). Nas entrevistas ficou claro que os jovens pichadores analisam sua prática como uma forma de vandalismo, necessidade de reconhecimento, envolvimento coletivo na cena, literatura social, protesto, prática ilegal. Além disto, eles veem na figura do pichador alguém que possui vontade de se destacar, mas que se sente incompreendido, marginalizado, diferente e consciente de sua ação e limites. Descobriu-se ainda que os principais motivos que levam os pichadores a agir são busca de liberdade, influência dos grupos, forma de se sentir produtivo, necessidade de contestação, protesto, transformação, adrenalina, proibição, interação com a cena de pichadores, desejo, entre outros. Por fim percebeu-se que a pichação trata de uma relação socioambiental bastante complexa onde os pichadores agem dialeticamente, modificando o espaço da cidade ao mesmo que se transformam no contato com este.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Cidade/Município
Manaus
Macrorregião
Norte
Brasil
Habilitado
UF
Amazonas
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=117962

PIXADORES, GRAFITEIROS E SUAS TERRITORIALIDADES: apropriações socioespaciais na cidade do Recife

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Moura, Thiago Santa Rosa De
Sexo
Homem
Orientador
Cozic, Bertrand Roger Guillaume
Ano de Publicação
2014
Programa
Geografia
Instituição
UFPE
Idioma
Português
Palavras chave
Apropriação
Expressão
Graffiti
Grafiteiros
Metrópoles Periferias
Resumo

A prática de fazer uso de paredes para a manifestação da expressão humana através de imagens e escritas permeia a história da humanidade pelo menos desde a chamada pré-história. Os exemplos em diferentes espaços e tempos históricos em escala global confirmam como, tendo em vista as diferenças de contexto social e cultural em suas interações com o meio material existente, a realização do que hoje chamamos de graffiti ou pixações sempre se manteve presente na história, assim como podemos observar na cidade de Pompéia durante o império Romano, nos muralismos mexicanos, na París de 1968 e na Nova York dos anos 1970 e 1980 em diante. Os atuais graffiti e pixações que hoje conhecemos no Brasil são interpretados como resultado de um acúmulo dessas diferentes experiências em uma imbricação de escalas e tempos e tendo a influência da matriz estadunidense como principal seguimento seguido nas ruas desse país e do Recife. Formas de expressão de um mundo globalizado representam uma das formas de apropriação urbana e manifestação de territórios e territorialidades de jovens que em geral são provenientes das periferias socioespaciais das metrópoles. Desse modo, pixadores e grafiteiros de Recife demonstram suas regras internas de sociabilidade, as fricções entre o caráter transgressor de suas práticas e a recente legislação oficial que as proíbe, bem como suas alianças com o poder público e iniciativa privada para viabilização de sua afirmação enquanto atores a serem reconhecidos como detentores do direito à cidade através do exercício da liberdade de expressão.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Recife
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Pernambuco
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=2045648

CARTOGRAFIAS DE UM PASSEANTE URBANO: processos de aprendizagem e resistência no espaço urbano

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Junior, Paulo Roberto Faber Tavares
Sexo
Homem
Orientador
Coelho, Alberto Davila
Ano de Publicação
2014
Programa
Educação e Tecnologia
Instituição
IFSUL
Idioma
Português
Palavras chave
Cartografia
Inscrições Urbanas
Aprendizagem
Graffiti
Pixação
Resumo

Esta dissertação trata de processos de aprendizagem realizados principalmente na cidade de Pelotas, mas também nas cidades de Curitiba e Porto Alegre, a partir de experiências estéticas com inscrições urbanas – graffitis, pichações, performances e instalações – considerando a capacidade de produzir marcas (ROLNIK, 1993) que estas carregam, ao desafiarem o que é efêmero na vida, estados inéditos que desestabilizam e forçam a produzir outros corpos (GIL, 2004). Seguindo as pistas deixadas por filósofos da diferença, como Gilles Deleuze e Felix Guattari, buscamos cartografar processos de subjetivação que se desenrolam a partir das inscrições, quando capturadas em seus modos de resistência, os quais colaboram para uma educação estética informal potencializadora. Destacam-se as inscrições enquanto agentes da subversão, da ação não pautada, capazes de abrir outros caminhos, provocar outras sensações, em conjunto com outros corpos, permitindo assim a liberação de uma vontade de potência (NIETZSCHE, 1983). Criações de inscritores que dizem respeito a todos que habitam e constroem uma cidade, que movimentam ações coletivas capazes de construções/ destruições, que se constituem componente compositivo junto às forças cotidianas, onde toda uma coletividade participa de um inventar (CERTEAU, 1998), de um aprendizado.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Pelotas
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Sul
Cidade/Município
Curitiba
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Paraná
Cidade/Município
Porto Alegre
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Sul
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=1339819

Ratículas: as superfícies mudas como lugar da fabulação

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Junior, Waldemar Zaidler
Sexo
Homem
Orientador
Khoury, Feres Lourenco
Ano de Publicação
2014
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
City
Fable making
Graffiti
Poetical territories
Resumo

Este trabalho de cunho prático-teórico investiga, por meio de ensaios artísticos projetados nas superfícies da cidade, especialmente nas inexpressivas ou degradadas, possibilidades de integrá-las em uma narrativa visual que, ao se inscrever na complexidade do olhar urbano que explora dimensões para além das superfícies, convide as pessoas a criar territórios poéticos, reinventando suas próprias cidades. O projeto propõe a inscrição de figuras de ratos em um trecho selecionado do elevado paulistano "Minhocão" e arredores. Os ratos são posicionados estrategicamente e, ao longo do percurso, transformam-se morfologicamente. Essas metamorfoses sugerem, elas próprias, fabulações e promovem interpretações variadas dos significados tanto das figuras quanto das relações entre as superfícies nas quais se inscrevem. Neste projeto a cidade não é tratada como suporte passivo. O que se pretende é explorar possibilidades resultantes da percepção conjunta da ambiência, das características físicas do espaço construído, das figuras inscritas e de outras relações que concorram para a oferta de estímulos a elaborações sintáticas, semânticas, poéticas, políticas da cidade.

Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=1395918

A representação visual do pincel atômico em Goiás na década de 1980

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Freitas, Nathalia De
Sexo
Mulher
Orientador
Borges, Maria Elizia
Ano de Publicação
2014
Programa
História
Instituição
UFG
Idioma
Português
Palavras chave
Grafite Pincel Atômico
Arte Urbana
Estado de Goiás
Resumo

O trabalho ―A representação visual do Pincel Atômico em Goiás na década de 1980‖ aborda o cenário da arte urbana goiana no fim da década de 1980. O grupo, constituído por dois grafiteiros, foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento da arte do grafite nas ruas de Goiânia e cidades vizinhas, deixando os muros coloridos e com inscrições dotadas de muita crítica, humor e alegria, usando para tanto o spray. O Pincel Atômico teve uma postura atuante no cenário artístico goiano na década de 1980, época em que as ruas eram utilizadas como espaço de expressão artística, abordando temáticas polêmicas, que envolviam questões políticas, morais e sociais de âmbito nacional e internacional como a AIDS, o rock e a radioatividade. Sua atuação teve particular importância quando Goiás passava por um momento delicado em consequência do acidente radiológico desencadeado pelo rompimento de uma cápsula de Césio-137, ocorrido em Goiânia em 1987. Essa arte singular, que faz da cidade um ―texto urbano‖ de alto potencial cognitivo, nos permite investigar nossas relações com ela, muitas vezes de modo inconsciente. A história cultural de uma cidade também se faz vista e analisada pelas representações visuais instaladas no seu perímetro urbano.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Goiânia
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Goiás
Referência Temporal
Anos 1980
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=1336952

Riscos Rebeldes: Notas Etnográficas e Criminológicas Sobre a Pichação

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Tuduri, Fernando Piccoli
Sexo
Homem
Orientador
Junior, Ney Fayet De Souza
Ano de Publicação
2014
Programa
Ciências Criminais
Instituição
PUCRS
Idioma
Português
Palavras chave
Criminologia cultural
crimes de estilo
criminologia juvenil
arte urbana
graffiti
Resumo

Este trabalho tem ênfase principal no fenômeno da pichação enquanto cultura juvenil marginalizada e desprezada pela sociedade de forma geral. O principal objetivo é o estudo deste fenômeno a partir dos próprios envolvidos, os pichadores, valendo-se do método etnográfico de pesquisa. A partir de uma análise que foca nas leituras criminológicas contemporâneas, na criminologia cultural e nos estudos sobre desvio e criminalização das práticas culturais e da vida cotidiana, o que esta pesquisa propõe é uma visão cada vez mais abrangente sobre as artes urbanas perseguidas e criminalizadas pelas agências de controle e pela mídia de massa. O estudo se desenvolve em quatro capítulos, partindo de uma análise mais geral a respeito do que se espera de uma criminologia nos dias de hoje, seguido por um segundo capítulo que aborda especificamente os protagonistas da história e o fenômeno do graffiti e da pichação. O terceiro capítulo vai refletir diretamente sobre a criminalização das artes de ruas e como as representações sociais acabaram por condenar a prática da pichação, tornando isso um crime e fazendo dos pichadores os vilões. Ao final, fruto da pesquisa etnográfica realizada no ano de 2013 em Porto Alegre, são trazidas as próprias impressões dos pichadores sobre seus atos e relatos do convívio direto do autor com estes jovens.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Porto Alegre
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Sul
Referência Temporal
2013
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=149616

O muro como mídia: uma introdução sobre as imagens urbanas nas superfícies da cidade de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Ribeiro, Dany
Sexo
Homem
Orientador
Silva, Mauricio Ribeiro Da
Ano de Publicação
2015
Programa
Comunicação
Instituição
UNIP
Idioma
Português
Palavras chave
Mídia
Muro
Imagem
Grafite
Pichação
Resumo

Esta pesquisa está inserida no campo da Comunicação e Cultura Midiática, vinculada à Linha de Pesquisa “Contribuições da Mídia para a Interação entre Grupos Sociais”, e tem como tema “O Muro como Mídia”. O muro, compreendido como mídia, caracteriza-se como um local em que comumente se registram mensagens, imagéticas ou escritas, que expõem pensamentos, técnicas e formas, registrando imagens e textos desde os primórdios da humanidade até o tempo presente. A partir desta perspectiva, definimos como objetivo principal compreender o papel desta superfície na cultura e, sobretudo, nos processos comunicacionais. Como objetivos derivados, compreender a complexidade desta manifestação no contexto urbano e dos espaços públicos, focando, em especial, as manifestações que ocorrem na cidade de São Paulo, compreendidas tanto como grafite e como pichações. A hipótese central da pesquisa aponta o muro como um veículo do imaginário, capaz de possibilitar a genealogia da cultura humana presente, ainda, no contemporâneo, no qual pudemos constatar significativa relação com o ambiente virtual. O método baseia-se na problematização, a partir das referências teóricas, do fenômeno observado no ambiente urbano e na rede mundial de computadores. Para tanto, a pesquisa conta com contribuições da Teoria da Mídia (Harry Pross), da Teoria da Imagem (Norval Baitello Jr., Hans Belting e Mauricio Ribeiro da Silva), da Teoria do Imaginário, do Mito e da Cultura (Gilbert Durand, Mircea Eliade), assim como o conceito de Mediosfera (Malena Segura Contrera)

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=2571387