Processos de urbanização

MURAL ETNIAS — ENTRE SIGNIFICAÇÕES E REPRESENTAÇÕES:Um marco na revitalização do Porto Maravilha

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Oliveira, Aline Rayane De Souza
Sexo
Mulher
Orientador
Brandao, Marcus Vinicius Dohmann
Ano de Publicação
2017
Programa
Artes Visuais
Instituição
UFRJ
Idioma
Português
Palavras chave
Porto Maravilha
paisagem urbana
arte pública
intervenção urbana
Eduardo Kobra
Resumo

A presente pesquisa trata das representações e da circularidade da imagem na paisagem urbana, constituindo um estudo de caso sobre o mural Etnias- Todos Somos Um. O mural, objeto de investigação deste estudo, é obra do artista Eduardo Kobra e foi produzido com ajuda da sua equipe nos meses que antecederam à realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. O mural está localizado na fachada de um antigo armazém, em frente à Parada dos Navios do VLT Carioca, no trecho da Avenida Rodrigues Alves que compõe o Boulevard Olímpico, na Região Portuária do Rio de Janeiro, o Porto Maravilha. O objetivo desta pesquisa visa compreender os significados culturais do mural Etnias Todos Somos Um, a partir do reconhecimento das particularidades de suas representações nos contextos social e cultural. Propõe-se ainda, a promover uma observação crítica a partir da investigação dos processos de sua produção e divulgação, abordados enquanto ação coletiva de arte, cujo agente principal é o artista Eduardo Kobra. A metodologia aplicada no desenvolvimento desta pesquisa teve caráter descritivo, por tratar-se de uma investigação empírica que investiga um fenômeno contemporâneo dentro do contexto da vida real. A pesquisa desenvolveu-se através da coleta, análise e interpretação de dados, com base em uma pesquisa documental e bibliográfica, levantamento de campo e entrevista estruturada com o autor. A pergunta de pesquisa está formulada sobre qual o papel deste mural como principal interferência artística na transformação da paisagem da Avenida Rodrigues Alves, na Região Portuária do Rio de Janeiro. O presente objeto de pesquisa constituiu-se como novo marco visual da Avenida Rodrigues Alves, que, após passar por várias ações de revitalização urbana, tornou-se um polo inovador na produção de ações coletivas de arte, assumindo a forma de uma galeria de arte à céu aberto.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Porto Maravilha
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2016
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=5455724

Entre o rio e a serra: forma urbana e sistema de espaços livres na região norte do município de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Carvalho, Sidney Vieira
Sexo
Homem
Orientador
Macedo, Silvio Soares
Ano de Publicação
2011
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Paisagem Urbana
Forma urbana
periferia
Resumo

O trabalho que se segue pretende debater uma área determinada da cidade, a região norte do município de São Paulo, a partir de dois arcabouços conceituais diversos e complementares: da forma ou morfologia urbana, e o sistema de espaços livres. Dando ênfase à compreensão de uma realidade material, a cidade, a partir de sua observação, montou-se um percurso que partiu dos conceitos básicos desses dois campos disciplinares. Em seguida, fez-se uma aproximação à cidade contemporânea, focando as últimas duas décadas no Brasil e no mundo, de forma a permitir a apreensão dos fenômenos que constituem a área de estudo. Após essa preparação, desenvolve-se um estudo de caso, dividido em três partes: o Casario, compreendendo os tecidos urbanos que configuram a região; os tipos edificados, olhando para as formas mais comuns de edificação; e o sistema de espaços livres, mostrando as características dos espaços livres. Finalmente, são lançados algumas hipóteses interpretativas sobre os fenômenos que permitem a constituição das periferias urbanos, sobretudo em seus aspectos morfológicos.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Zona
Norte
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Brasilândia
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Região
Região Metropolitana do Rio de Janeiro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Rocinha
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2008
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-13012012-094402/publico/Sidney_Carvalho_Mestrado.pdf

Cantando a própria história

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Vilela, Ivan
Sexo
Homem
Orientador
Bosi, Eclea
Ano de Publicação
2009
Programa
Psicologia Social
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Cultura popular
Desenraizamento social
História social
Memória verbal
periferia
Resumo

Este trabalho pretende realizar uma leitura da música caipira, de seus componentes e de sua principal porta-voz: a viola caipira, aqui abordada sob o ponto de vista de sua história social e musical. Nessa reflexão questionaremos alguns conceitos, já elaborados por outros autores, sobre a música caipira e sua relação com o mercado fonográfico. Para isso, nosso olhar se debruçará sobre o homem do campo do Centro-Sudeste do Brasil o caipira, a maneira como era entendido aos olhos da urbanidade e o intenso processo migratório para a grande São Paulo entre o início do século XX e os anos 1970. Ao deixarem seus locais de origem, esses migrantes entraram em um processo de perda de raízes, que chamamos desenraizamento. Por uma série de razões aqui abordadas, essas populações foram compondo as periferias das grandes cidades e sua cultura foi sendo tratada como algo menor, não canônico. Um dos aspectos da cultura dos caipiras é sua expressão musical, que teve como base poemática o romance, o contar uma história. Nessas narrativas musicais, sempre ligadas ao universo da oralidade, registraram fonograficamente a sua saga e transmitiram seus valores de vida. Pelas ondas do rádio a história dos caipiras se fez conhecida por todos fato raro num país onde é contada sempre a história dos vencedores. A radiodifusão da música caipira atuou como um fator de reenraizamento sobre os migrantes preservando seus valores e mantendo a sua história. No intuito de confirmação dessas idéias, foram realizadas entrevistas com migrantes de modo a colher suas impressões acerca da perda e aquisição de novos valores.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
século XIX
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47134/tde-14062011-163614/pt-br.html

Subúrbios de veraneio: condicionantes históricas, sociais, econômicas e ambientais da urbanização às margens de represas no entorno do Rio Grande (SP/MG)

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Larrabure, Sara Pugliesi
Sexo
Mulher
Orientador
Cruz, Rita de Cassia Ariza da
Ano de Publicação
2009
Programa
Geografia Humana
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
segunda residência
turismo residencial
urbanização às margens de represas
periferia
Resumo

Esta dissertação aborda o fenômeno da segunda residência, propagado em forma de ranchos, ao redor de diversas represas formadas a partir da implantação de usinas hidrelétricas que se localizam no Rio Grande, a norte do Estado de São Paulo e sudoeste de Minas Gerais, mais especificamente entre a Usina de Volta Grande e de Furnas. O objetivo principal foi compreender o papel desta forma de consumo do espaço na apropriação e ordenamento do território na região estudada. Para isso, buscou-se analisar os diferentes vetores que contribuíram para a ressignificação da região e formaram, na orla fluvial do Rio Grande, grandes áreas de subúrbios de veraneio que servem às cidades economicamente mais pujantes da região, como Franca, Ribeirão Preto e Uberaba. No intuito de compreender esse fenômeno, além do suporte bibliográfico, foi necessária a realização de trabalhos de campo na região estudada. Observou-se que esse fenômeno acaba produzindo a fragmentação do espaço, dada por um uso especializado e elitista de parte do território regional, pela apropriação e privatização de áreas de preservação permanente. A ocupação das margens do Rio Grande vem crescendo de uma forma acelerada, novos empreendimentos estão sendo comercializados e as áreas livres lindeiras ao Rio são objeto de interesse por parte de loteadores e outros empreendedores imobiliários. Este estudo nos permitiu perceber que os subúrbios de veraneio são um dos principais fenômenos promotores da urbanização na região, e que existe um sistema de ações que incentiva a proliferação desses subúrbios de veraneio pelas margens do Rio, como a ampliação das zonas urbanas, criações de zonas de interesse social e ausência efetiva de fiscalização

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1970-2010
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-17042012-084731/pt-br.html

Os conteúdos sociais da crise ecológica: a reprodução do espaço urbano e a ocupação da Guarapiranga

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Bertoletti, Frederico
Sexo
Homem
Orientador
Carlos, Ana Fani Alessandri
Ano de Publicação
2011
Programa
Geografia
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Indústria
Produção
Reprodução
Mananciai
Periferia
Resumo

O objetivo central do trabalho repousa na tese de que a crise ecológica tem um conteúdo eminentemente social. Para tanto, localizamos a problemática da ocupação das áreas de mananciais da represa Guarapiranga na história da produção do espaço urbano capitalista na metrópole de São Paulo. Realizamos um percurso teórico usando o método regressivo-progressivo como caminho necessário para localizar a problemática dos mananciais no seio dos conteúdos da produção do espaço urbano, possibilitando destacar os fundamentos, processos e contradições sociais obscurecidos pela ótica que representa e reduz a problemática dos mananciais a uma questão ecológica. Nos dedicamos a entender a natureza desse fenômeno social, tentando desvendar os processos, sujeitos e contradições que justificaram a formação e expansão da periferia urbana em todas as direções dos extremos da metrópole de São Paulo; nas últimas décadas essa expansão vem promovendo a ocupação das áreas do entorno da Guarapiranga. Também nos empenhamos criticamente sobre a representação da crise de abastecimento hídrico, na qual buscamos desmistificar a linha de pensamento que responsabiliza os moradores pobres das áreas de mananciais pela crise de abastecimento hídrico.  A pesquisa demonstrou que a formação e expansão da periferia urbana de São Paulo foi um dos resultados da industrialização na primeira parte do século XX e manteve-se nas últimas décadas, quando a indústria foi perdendo hegemonia como principal pólo indutor da acumulação capitalista na capital paulistana, sendo substituída parcialmente pelo setor terciário moderno - capitaneado pelo capital financeiro. O processo de constituição da maior metrópole do país deu-se assentado em relações sociais contraditórias, resultando numa urbanização que não apenas reforçou as contradições sociais derivadas da introdução das relações capitalistas de produção, como elevou-as a patamares superiores, na condição de contradições do espaço. A ocupação das áreas de mananciais utilizadas no abastecimento público na região sul é resultado direto da lógica de acumulação que se consolidou em São Paulo, promotora da precarização do trabalho, por um lado, e da valorização do espaço por outro, resultando na deterioração das condições de vida da classe trabalhadora ao promover a segregação sócio-espacial e a deterioração das condições ambientais da cidade, ao forçar grande parte da população a habitar nas áreas menos valorizadas, em boa parte localizadas nas áreas de proteção ambiental.  A representação hegemônica desse fenômeno reforça uma ideologia que responsabiliza o morador de periferia pela crise de água para o abastecimento público, obscurecendo todas as contradições e fundamentos que estão na base do processo de urbanização, os interesses do setor imobiliário num dos últimos “recantos de natureza” da metrópole e também joga uma “cortina de fumaça” sobre as diferentes estratégias envolvidas na utilização dos recursos hídricos da bacia do Alto Tietê. A pesquisa revelou que a crise de abastecimento hídrico resulta, sobretudo, das estratégias do setor energético na bacia, da gestão dos serviços de saneamento básico na metrópole e do estabelecimento da água como mais uma mercadoria a serviço da diferenciação social através do consumo.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Campo Limpo, Capão Redondo, Jardim Ângela
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2000-2010
Localização Eletrônica
https://gesp.fflch.usp.br/sites/gesp.fflch.usp.br/files/Frederico_pronto.pdf

O GRAFFITI INSTITUCIONAL: construção da imagem positiva de cidade

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Mendez, Mariana Lopez
Sexo
Mulher
Orientador
Cabral, Maria Cristina Nascentes
Ano de Publicação
2018
Programa
Urbanismo
Instituição
UFRJ
Idioma
Português
Palavras chave
street art
espaço urbano
planejamento urbano
direito à cidade
Resumo

Este trabalho busca refletir sobre o emprego da expressão cultural do graffiti em diferentes iniciativas institucionais de intervenção urbana, as funções que a prática cumpre para as instituições e sua relação com práticas neoliberais contemporâneas de desenvolvimento urbano. Nestas práticas, aparentemente prototípicas e as quais estimulam a transformação sócio-espacial impulsionada pelo mercado, diversas formas culturais ressignificadas ganham especial importância. Nessa linha, se visa compreender o processo de ressignificação e legitimação do graffiti em ‘cultura oficial’ para poder ser empregado institucionalmente, as mudanças que tal ressignificação cria nas funções que o graffiti cumpre para seus realizadores, assim como as mudanças que cria na nossa relação com o espaço urbano, e a forma como o transformamos. Para tanto, foram comparados dois exemplos de graffiti institucional que aconteceram no Brasil: o Museu de Arte de Rua, em São Paulo, e o Boulevard Olímpico, no Rio de Janeiro. Para conhecer as iniciativas desde a perspectiva institucional, se analisaram os editais, publicações em meios de comunicação e normatividade de ambos os casos. Conversouse com grafiteiros participantes e não participantes com o objetivo de compreender a relação deles com a prática de graffiti institucional. Finalmente, para entender as diferenças entre o graffiti e o graffiti institucional, comparam-se diversos exemplos de graffiti existente em ambas as cidades com o graffiti institucional dos casos estudados. Conclui-se que, mesmo que o graffiti esteja passando por um processo de ressignificação e dominação institucional, este, por ser uma expressão cultural e um processo social, não é totalmente controlado nem dirigido. O graffiti institucional, por sua parte, não é considerado pelos grafiteiros menos legítimo do que o graffiti, portanto, seu papel no espaço urbano é ambíguo.

Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=6977013

As ações dos grafiteiros e a produção da nova paisagem urbana de Campos dos Goytacazes

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Rangel, Arthur Nogueira
Sexo
Homem
Orientador
Miranda, Elis De Araujo
Ano de Publicação
2018
Programa
Geografia
Instituição
UFF
Idioma
Português
Palavras chave
Graffiti
Paisagem
Arte Urbana
Resumo

O trabalho tem por finalidade propor uma análise das ações dos grafiteiros no processo de formação da paisagem urbana da cidade de Campos dos Goytacazes - RJ. A forma de organização dos grupos de grafiteiros, a partir da sua ação pela cidade é dada a partir do lugar no qual o graffiti é realizado. Dessa forma, o trabalho possibilita um entendimento da criação de uma paisagem para esses grupos, onde o sentido da representação é descrita não sobre a ótica do pesquisador, mas sim a partir do próprio significado gerado pelos grafiteiros, ou seja, o foco é o sujeito da ação e o grupo no qual este sujeito encontra-se inserido e como essas ações recriam a paisagem urbana. Nessa perspectiva, o trabalho objetiva-se, de forma geral, analisar as ações dos grafiteiros na cidade de Campos dos Goytacazes. De maneira mais específica, o trabalho tem como objetivo identificar os graffitis na paisagem de Campos dos Goytacazes na atualidade, relacionando-os aos grafiteiros que os produziram, assim como averiguar a forma de atuação dos grafiteiros na produção dos graffitis (festival, individual e mutirões), e também, destacar as representações impressas em cada uma dessas formas de atuação (festival, individual e mutirões) e os lugares da cidade onde essas representações encontram-se impressas. No que tange aos aportes metodológicos, é utilizado o método fenomenológico, tendo como partes de seus procedimentos à análise da paisagem da cidade de Campos dos Goytacazes, assim como o estudo do perfil e formação do sujeito grafiteiro e por último analisar as obras realizadas e suas representações, bem como o lugar de sua realização. Em relação as fontes de pesquisa utilizada para tal, além da utilização de materiais bibliográficos, iconográficos e periódicos, é utilizado a leitura da própria paisagem da cidade e análises de pontos estratégicos como os pilares do viaduto central, a margem da linha e as favelas e entrevistas semiestruturadas com os grafiteiros no momento em que eles participavam do festival.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Campo dos Goytacazes
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7513979

A CIDADE COMO UM LIVRO ABERTO: caligrafias urbanas nas ruas de Natal/RN

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Azevedo, Paulo Victor Felix De
Sexo
Homem
Orientador
Takeuti, Norma Missae
Ano de Publicação
2018
Programa
Ciências Sociais
Instituição
UFRN
Idioma
Português
Palavras chave
Cidade
Graffiti
Pixo
Literatura menor
Resumo

Esta dissertação tem como objetivo investigar a cidade contemporânea a partir do fenômeno da “Arte Urbana”, especificamente os segmentos - graffiti e pixo -, na cidade de Natal. Tendo como base a proposta de pensar “a cidade como um livro aberto”, para articular os conceitos teóricos com a experimentação artística na qual se insere o pesquisador, a superfície da cidade é pensada nesse contexto como material de análise científica ao mesmo tempo que densa descrição narrativa. Para tal finalidade, são explorados três conceitos principais; o de literatura menor (DELEUZE; GUATTARI, 1977); a partilha do sensível (RANCIÈRE, 2005); e heterotopia (FOUCAULT, 2013). Nesse sentido, a pesquisa encadeia o exercício intelectual com a sensibilidade poética, para perceber e pensar as escritas citadinas. Sendo assim, o trabalho tem como propósito evidenciar as narrativas enunciadas por essas práticas, questionando como elas ressignificam o espaço urbano de modo estético e político, na medida em que desafiam a arquitetura da cidade.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Natal
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Norte
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=6629411

Cidade: Modos de ler, usar e se apropriar - Uma etnografia das práticas de graffiti de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Leal, Gabriela Pereira De Oliveira
Sexo
Mulher
Orientador
Junior, Heitor Frugoli
Ano de Publicação
2018
Programa
Antropologia Social
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Graffiti
Arte Urbana
Usos da Rua
Espaço Urbano
Citadinidade
Resumo

Nesta etnografia, as práticas de graffiti de São Paulo, ao mesmo tempo em que ocuparam um lugar central enquanto foco de análise e reflexões, foram tomadas como uma janela para pensar e produzir conhecimento sobre a cidade. Partiu-se de dois objetivos centrais: investigar os usos da rua destas práticas e as possibilidades de cidades que emergem nesta interação. O trabalho de campo voltou-se, principalmente, aos processos de pintura na rua, o que colocou a pesquisa em movimento pelo espaço urbano e configurou uma etnografia multisituada. Na escrita da dissertação, os dados etnográficos e as análises foram organizados em duas partes complementares. Na primeira, a trajetória das práticas de graffiti na cidade de São Paulo conduz as reflexões, mas sem perder de vista a relação estabelecida com outros contextos, as trocas com outras práticas de pintura na rua, as narrativas que elaboram representações distintas deste fazer e a interação complexa estabelecida com diferentes agentes e esferas do poder público. Na segunda parte, a partir da análise situacional de três processos de pintura, são apresentados modos de ler, usar e se apropriar da cidade, que são ao mesmo tempo condição e consequência de fazer graffiti, bem como produzem efeitos nos sujeitos e nos espaços urbanos. A partir desta aproximação é possível apreender as práticas de graffiti enquanto um fazer que não apenas modifica esteticamente as superfícies construídas, como também coloca em questão a eficácia de certos postulados urbanísticos e jurídicos. Esta investigação identificou uma forma de citadinidade, constituída pelas experiências de pintar na rua, que nos lembra da condição de possibilidade de fazer e praticar a cidade.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=6432107

Graffiti: um estudo da consolidação da cena da pixação em Vitória.

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Augusto, Tuani Guimaraes De Avila
Sexo
Mulher
Orientador
Lopes, Ruy Sardinha
Ano de Publicação
2018
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Graffiti
Cena
Pixação
Pichação
Resumo

A categoria cena é utilizada neste trabalho para auxiliar na descrição da sociabilidade e dos espaços usados pelos pixadores em Vitória. Esta categoria de análise é descrita tanto a partir de uma abordagem do conceito de Will Straw, e da forma como o termo aparece nas interlocuções. A pixação é compreendida nesta pesquisa como uma das vertentes do graffiti, e por isso trazemos uma discussão bibliográfica sobre os usos dos termos graffiti e pixação. Para apresentar a cena da pixação em Vitória, partimos territorialmente do aglomerado metropolitano de Vitória. Devido à maneira como a cena da pixação se conforma em Vitória realizamos uma aproximação histórica da cena do graffiti e sobre o entrelaçamento das cenas do graffiti e da pixação ao longo do tempo e os momentos em que tornam-se autônomas, a cena do graffiti em relação ao hip hop e a da pixação em relação ao graffiti.

Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de Vitória
Cidade/Município
Vitória
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Espírito Santo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=6368234