Espaço urbano

O Programa Minha Casa Minha Vida na metrópole paulistana: atendimento habitacional e padrões de segregação

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Marques, Eduardo
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Rodrigues, Leandro
Sexo:
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2013v15n2p159
Título do periódico
RBEUR
Volume
15
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Revista Online
Página Inicial
159
Página Final
177
Idioma
Português
Palavras chave
Minha Casa Minha Vida
segregação
periferia
São Paulo
Política habitacional
Resumo

Este artigo analisa a produção do programa Minha Casa Minha Vida na região metropolitana de São Paulo. O trabalho parte de uma revisão das principais características e críticas ao programa para investigar o volume de produção, sua adequação à demanda habitacional para cada faixa de renda na região, assim como a localização dos empreendimentos. Utilizando técnicas de geoprocessamento, são levantados os padrões de segregação dos empreendimentos com relação a distâncias a centralidades, a equipamentos públicos e aos conjuntos produzidos pelas políticas habitacionais prévias. Os dados confirmam análises anteriores com relação à localização periférica dos empreendimentos, em especial para a primeira faixa de renda. Entretanto, considerando os padrões de localização dos conjuntos existentes e faixas de renda comparáveis, os resultados sugerem que o programa tem produzido conjuntos menos isolados do que as políticas prévias, não sendo possível afirmar que o programa apresente os mesmos resultados territoriais que as políticas precedentes.

Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Região
Metrópole paulistana
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/4740

Subsidiariedade e planejamento urbano em contextos comparados: uma análise entre Portugal, Itália e Brasil

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Geraldi, Juliano
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2013v15n2p139
Título do periódico
RBEUR
Volume
15
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Revista Online
Página Inicial
139
Página Final
157
Idioma
Português
Palavras chave
subsidiariedade
planejamento urbano
Portugal
Itália
Brasil
Resumo

O presente ensaio tem como objetivo compreender como o conceito de subsidiariedade opera os instrumentos de planejamento urbano em contextos comparados. Entendemos que o que se deve estabelecer como ponto de partida não é uma simples análise do grau de descentralização e participação dos países escolhidos, mas sim de como se dá a relação entre Estado e sociedade no planejamento urbano. A escolha de Portugal, Itália e Brasil para a análise comparada se dá por representarem as três formas de organização vertical do Poder: unitária, regional e federativa. Para a interpretação dos casos decidiu-se por diferenciar subsidiariedade vertical de subsidiariedade horizontal na utilização dos parâmetros de análise, nomeadamente: os sujeitos, os objetos e as asserções normativas.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Portugal
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Itália
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/4739

Economía urbana y economia social. Un reconocimiento pendiente

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Muñoz, Ruth
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2013v15n2p107
Título do periódico
RBEUR
Volume
15
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Revista Online
Página Inicial
107
Página Final
120
Idioma
Espanhol
Palavras chave
economía urbana
dos circuitos de la economía urbana
economía social
economía social y solidaria
economía popular
Resumo

La economía urbana (EU) surgió de la mano de propuestas espacialistas y economicismos y continúa siendo tallada por estas A pesar de una evidente institucionalización de la economía social y solidaria (ESS) en América Latina, que da cuenta de un creciente pluralismo económico, en la EU perdura la hegemonía del enfoque del sector informal urbano y sus presiones por transformar en capitalistas cada práctica de economía popular. Buscando el reconocimiento de la economía social (ES) en este campo, el artículo ilustra brevemente la institucionalización de la ESS y plantea una provocativa exploración por poner en diálogo a la ES con la teoría de los dos circuitos. Un diálogo como este constituye una deuda pendiente que puede aportar a la disputa del campo así como a encontrar mejores comprensiones y, también, a transformar las economías de nuestros territorios en un sentido progresivo.

 

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Brasil
Habilitado
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Argentina
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Equador
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Venezuela
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Bolívia
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/4737

Empresas recuperadas por trabalhadores no Brasil e na Argentina

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Chedid Henriques, Flávio
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Jean-Marie Thiollent, Michel
Sexo:
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2013v15n2p89
Título do periódico
RBEUR
Volume
15
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Revista Online
Página Inicial
89
Página Final
105
Idioma
Português
Palavras chave
empresas recuperadas por trabalhadores
organização do trabalho
autogestão
estudos organizacionais críticos
Resumo

Este artigo é resultado de uma tese de doutorado que teve como objetivo identificar inovações no campo da organização do trabalho produzidas pelas experiências de empresas recuperadas por trabalhadores no Brasil e na Argentina. A tese central defendida é a de que as limitações impostas pela hegemonia do modo de produção capitalista não encerram a possibilidade de construção de novas relações sociais de produção. Os cinco estudos de caso realizados e a experiência de levantamentos da totalidade das experiências de empresas recuperadas nos dois países forneceram elementos que permitiram problematizar em vários aspectos a organização capitalista do trabalho e, por meio de uma crítica prática, como sugere Rebón (2007), propiciaram a reflexão sobre a possibilidade de superação do modelo hegemônico, que não passa apenas pela inovação no interior das organizações, mas também da relação dessas empresas com seus territórios.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Argentina
Referência Temporal
N/E
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/4736

Novas formas associativas na produção recente de moradia social no Brasil

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Moreno de Camargo, Camilia
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2013v15n2p77
Título do periódico
RBEUR
Volume
15
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Revista Online
Página Inicial
77
Página Final
87
Idioma
Português
Palavras chave
habitação de interesse social
Minha Casa, Minha Vida
entidades
movimentos sociais
política habitacional
Resumo

O presente artigo aborda aspectos relacionados à produção habitacional da modalidade “Entidades” do programa Minha Casa, Minha Vida, a partir de observações de campo. Pretende-se elaborar uma chave de leitura que destaque, no contexto de atendimento do programa federal mencionado, as entidades organizadoras e os diferentes graus de vinculação e relação que estabelecem com os movimentos de luta por moradias nacionais, a sociedade e o próprio Estado. Tais questões vêm se construindo e nos mostram certa urgência de análise e pesquisas mais aprofundadas, no sentido de avançar na discussão acerca da produção habitacional por meio da autogestão no Brasil, visto que, ainda que inexpressivo do ponto de vista quantitativo e em comparação com a produção mais massiva empreendida pelo mercado, ela nos revela uma série de transformações que vem redefinindo as relações sociais e a produção do espaço urbano contemporâneo.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
2009-2012
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/4735

Dos Alagados à terra firme: processo de produção de uma favela, ausência do Estado e impactos das dinâmicas socioespaciais na vida dos moradores

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Brito, Alison Conceição
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Rodrigues, Emília Amélia Pinto Costa
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.rbeur.202234
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
24
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
1
Página Final
25
Idioma
Português
Palavras chave
Políticas Públicas
Urbanização
Periferia
Realocação
Território
Resumo

O bairro dos Alagados caracterizou-se como um conjunto de casas e pontes de madeira, as chamadas palafitas, e os moradores dessa comunidade foram submetidos a um processo de realocação, em que foram retirados das palafitas e direcionados a conjuntos habitacionais em locais de terra firme. Esse processo foi iniciado em 1980 e finalizado somente nos anos 2000, revelando sua complexidade. Diante disso, o presente texto objetiva compreender os impactos que essas mudanças socioespaciais representaram na vida desses moradores. Os principais resultados apontaram que, de fato, houve mudança no que tange à qualidade de vida, à dignidade e a aspectos relacionados à estrutura, demonstrando que as políticas de organização urbana são de suma importância para a qualidade geral da vida dos atores sociais. Em contrapartida, para os moradores entrevistados, as políticas públicas findaram-se na realocação, visto que não houve melhoria em outros aspectos da vida, como acesso a outros direitos, como segurança pública, saúde e lazer.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Salvador
Bairro/Distrito
Alagados
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Bahia
Referência Temporal
1980-2000
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/6908

Desafios para transformação urbana sustentável em São Paulo: visões, interesses e demandas em disputa

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Back, Adalberto Gregório
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Giulio, Gabriela Marques Di
Malheiros, Tadeu Fabrício
Sexo:
Mulher
Sexo:
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.rbeur.202225pt
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
24
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
1
Página Final
29
Idioma
Português
Palavras chave
Arena Regulatória
Planejamento urbano
São Paulo
Transformação urbana sustentável
Resumo

O objetivo deste artigo é mapear os principais atores que buscam exercer influência na arena regulatória da política urbana paulistana e identificar suas convergências ou não com princípios de transformação urbana sustentável, conforme preceitos de uma cidade compacta, de baixa emissão de carbono, que visa a reduzir desigualdades socioterritoriais e promover qualificação ambiental. Elegeu-se como arena de análise duas tentativas de alteração extemporânea da lei de zoneamento, ocorridas em 2018 e 2019. Entre os principais atores e interesses em disputa nessa arena, identificaram-se incorporadoras imobiliárias (aumento da margem de lucro), associações de bairro presentes no centro expandido da cidade (proteção das características da localidade) e movimentos sociais por moradia (habitação digna acessível). Nesse contexto, o artigo discute as principais pressões para alterações do pacto sociopolítico definido pelo Plano Diretor de São Paulo de 2014.

Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2018-2019
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/7002

“Quem manda no Mineirão?” Um estudo sobre a gestão do espaço urbano a partir da transformação do Mineirão de Estádio em Arena

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Elizio, Tharcio
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Salgado, Nayara de Amorim
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.rbeur.202220
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
24
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
1
Página Final
27
Idioma
Português
Palavras chave
Estádio
Arenas
Problemas Públicos
Gestão Pública
Espaço Urbano
Resumo

Este artigo tem como objetivo produzir uma análise sobrea gestão do espaço urbano, baseada no estudo do Estádio Magalhães Pinto, o Mineirão, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Chama-se atenção para a reforma, finalizada em 2012, e que transformou o estádio em termos físicos em uma arena multiuso. Também se comenta seu posicionamento em relação à cidade e à memória afetiva nesse espaço. Amparado em entrevistas e em análises documentais, este estudo investiga a gestão do estádio como um problema público, resultando em uma análise sobre a atuação dos agentes responsáveis, bem como sobre suas funções, responsabilidades, conexões de rede e diferenças do trabalho entre instituições. Identificam-se novas disputas sobre demandas que configuram o caráter de arena do novo Mineirão. Os apontamentos da pesquisa sugerem que o estádio não deve ser visto como um bloco uniforme, uma vez que diferentes instituições a serviço do Estado apresentam diferentes perspectivas sobre o uso do espaço urbano. Além disso, põe-se em perspectiva a atuação do Estado na gestão do Estádio Mineirão, no tocante à presença da iniciativa privada durante sua transformação em arena. Destaca-se o modo como as ações destoantes do Poder Público geram como consequência maior abertura de espaços de poder, aproveitados por outros atores que passam, então, a influenciar a gestão do estádio.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Belo Horizonte
Localidade
Estádio Magalhães Pinto
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/6339

A forma urbana patrimonialista: limites da ação estatal na produção do espaço urbano no Brasil

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Ferreira, João Sette Whitaker
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.rbeur.202228pt
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
24
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
1
Página Final
24
Idioma
Português
Palavras chave
Estado
Formação Urbana
Patrimonialismo
Derivação do Estado
Políticas Públicas Urbanas
Resumo

As políticas públicas urbanas no Brasil se apoiam em uma crença exagerada quanto ao potencial transformador do aparato estatal e do planejamento urbano. Isso porque o modelo de Estado que se utiliza é aquele que se estrutura no contexto das economias reguladas do Estado do bem-estar social, no qual a produção do espaço urbano é decorrente da ação de um Estado forte. O problema é que esse modelo não corresponde à sociabilidade brasileira nem à nossa forma urbana. É necessário elaborar uma teoria do Estado no urbano que seja capaz de abarcar as especificidades da nossa sociedade patrimonialista. Usando a teoria da derivação do Estado, depreendemos que a forma urbana deriva dessa sociabilidade específica, definindo um processo que não é o da produção social do espaço, mas sim da produção patrimonialista do espaço – um padrão de dominação por meio do espaço que sustenta a sociedade de elite.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/7031

Revisitando marginalidades e efeitos institucionais na América Latina

Tipo de Material
Resenha
Autor Principal
Jajamovich, Guillermo
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.rbeur.202216
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
24
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
1
Página Final
6
Idioma
Espanhol
Palavras chave
marginalidade
efeitos institucionais
América Latina
Resumo

Esta é uma resenha do livro “Marginalidade urbana e efetos institucionais. Sociedade, Estado e Território na América Latina no início do século XXI" editado por Javier Ruiz-Tagle, Gricel Labbé e Martin Alvarez em 2020.

El  libro  incorpora  trabajos  sobre  variadas  ciudades  de  América  Latina  a  la vez que se organiza en cinco secciones: 1. Desventajas sociales en espacios de relegación;  2.  Violencia,  delito  y  seguridad  en  los  márgenes;  3. Estigmatización territorial: causas, dinámicas y consecuencias; 4. Instituciones, gobiernos locales y  (des)organización  comunitaria;  y,  5.  Movilización  política y teorización  de  la marginalidad.  La  variedad  de  secciones  y  aproximaciones que  propone  el  libro  se  organiza  a  partir  de  una  introducción  y  una conclusión  que  dan  sentido  a  la  heterogeneidad de enfoques.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Argentina
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Bolívia
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Chile
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Colômbia
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Costa Rica
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Cuba
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Equador
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Guatemala
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Haiti
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Honduras
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
México
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Nicarágua
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Panamá
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Paraguai
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Peru
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
República Dominicana
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Uruguai
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Venezuela
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/7088/5452