Mobilidade urbana

Do pau-de-arara às corporações do transporte : poder de família e política no sistema de transporte público por ônibus no Distrito Federal (1960-2016)

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Vasconcelos, Isamara Martins
Sexo
Mulher
Orientador
Guimarães, Débora Messenberg
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Brasília
Programa
Sociologia
Instituição
UNB
Página Inicial
1
Página Final
201
Idioma
Português
Palavras chave
Sistema de transporte
Transporte por ônibus
Familismo
Patrimonialismo
Corrupção
Resumo

O sistema de transporte por ônibus no Distrito Federal, em funcionamento antes mesmo da criação de Brasília, funda-se sob o protagonismo das famílias empresárias do ônibus, autointituladas pioneiras do transporte de passageiros. A agência desses empresários quanto ao sistema de transporte urbano brasiliense representou a instauração do chamado ethos familista, segundo inspirações do familismo amoral em Edward Banfield. Do ponto de vista histórico, o familismo do transporte é analisado a partir de dinâmicas específicas ocorridas nas chamadas fases do transporte coletivo por ônibus na Capital: a primeira fase (1957-1970), liderada pelos transportadores pioneiros e pela ascensão da família Matsunaga; a segunda fase (1971-2011), marcada pelo capitalismo de mercado e pela criação das corporações do transporte, tendo por líderes as famílias Canhedo e Constantino de Oliveira; e, por fim, a terceira fase (2012-hoje), período de consolidação do que chamamos de bloco nacional do transporte coletivo no Brasil. Seguindo essa estruturação metodológica, a atualidade do familismo caracteriza-se pela sua capacidade de organização em uma rede de cooperação e apoio a partir de trocas diretas com setores estratégicos do campo político, atuando de modo propositivo no processo legislativo, tanto local quanto nacional. Dados específicos da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, expuseram a público o padrão de concerto do familismo sobre o transporte urbano no país, o qual, por meio de uma rede sofisticada de pagamentos de propinas a membros do executivo e do legislativo, tem conservado o sentido privatista da política pública de transporte nas principais cidades do país, incluindo o Distrito Federal, como meio central da manutenção da acumulação empresarial desses grupos. Essa conformação de elementos e estratégias associadas à especificidade da cultura política brasileira, a funcionalidade dessas trocas para a manutenção do sistema político e a fragilidade do controle pela sociedade civil permite-nos concluir que o domínio familista é um dos aspectos centrais da debilidade da política pública de transporte brasileira.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Brasília
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
1957-2021
Localização Eletrônica
https://repositorio.unb.br/handle/10482/42972

ATLAS DE PARINTINS - PLANEJAMENTO TERITORIAL E URBANO

Tipo de material
Livro
Autor Principal
Bartoli, Estevan
Sexo
Homem
Outro(s) Autor(es) Organizador(es)
Pinheiro, Heitor
Código de Publicação (ISBN)
978-85-5467-184-6
Ano de Publicação
2022
Idioma
Português
Resumo

O Atlas Parintins e Microrregião tem como objetivo oferecer a estudantes, professores e pesquisadores uma variedade de informações acompanhadas de reflexões sobre essa importante fração da maior unidade territorial do país. Além de divulgar pesquisas existentes, o Atlas apresenta temas para repensar o território e sua complexidade humana, ambiental, política e econômica.

Referência Espacial
Cidade/Município
PARINTINS
Macrorregião
Norte
Brasil
Habilitado
UF
Amazonas
Referência Temporal
1990 - 2020
Localização Eletrônica
https://www.academia.edu/73263866/Atlas_de_Parintins_e_Microrregi%C3%A3o

Mover-se ou não mover-se? As múltiplas pandemias a partir de trânsitos e narrativas de uma solicitante de refúgio lésbica ao Sul Global

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Antonucci, Nathalia
Sexo
Mulher
Título do periódico
Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana - REMHU
Volume
29
Ano de Publicação
2021
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Mobilidade
COVID-19
Refúgio
LGBTI
Narrativas
Resumo

A questão da mobilidade tem ganhado destaque durante a pandemia de Covid-19, onde políticas de restrição vêm sendo implementadas como um dos dispositivos de controle epidemiológico mais comuns ao redor do mundo. Este artigo busca analisar algumas tensões, discursos e silêncios em torno dos fluxos de retorno (“voluntário”?) de migrantes e refugiados venezuelanos na Colômbia e no Brasil no contexto pandêmico. Em seguida, busca evidenciar como marcadores sociais de diferença modulam impactos desiguais da pandemia, sobretudo nas (re)configurações das mobilidades, tomando como foco a narrativa de uma mulher lésbica venezuelana e solicitante de refúgio no Brasil. Pretendendo apresentar e “contar” (no sentido de narrar) a pandemia como um evento biográfico, defendendo ser esta uma das principais contribuições das ciências sociais para a compreensão deste contexto.

 
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
País estrangeiro
Colômbia
Referência Temporal
2018-2020
Localização Eletrônica
https://www.scielo.br/j/remhu/a/cmvDG7Q8VQvFhcm3t8HZszf/?lang=pt

“Andando pelos sertões”: intenções de mobilidade em áreas urbanas diante das secas no Seridó potiguar

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Correia, Isac Alves
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/1980-85852503880006209
Título do periódico
Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana - REMHU
Volume
29
Ano de Publicação
2021
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Migração Ambiental
Deslocamentos da Seca
Intenções de Mobilidade
Resumo

Por meio de uma pesquisa domiciliar urbana realizada em 2017 no Seridó Potiguar (Rio Grande do Norte, Brasil), no semiárido nordestino, esse artigo busca entender como a intenção de mobilidade nas áreas urbanas dessa região pode diferir entre os indivíduos, bem como diante das atribuições como a sua exeperiência com a mobilidade, o sexo e a idade. A metodologia consiste em estatística descritiva e teste de diferença entre proporções, o Qui-quadrado. Os resultados mostram que os indivíduos que percorrem distâncias mais longas consideram mais a mobilidade por causa da seca que os demais grupos. Contudo, o mesmo é observado para os que retornam diariamente e os que passam menos tempo fora de casa. Por fim, esse estudo contribui com a literatura ao fornecer uma análise de como a intenção de mobilidade pode ser influenciada por fatores como o tempo que o indivíduo permanece fora do domicílio de residência habitual.

 
Disciplina
Referência Espacial
Região
Seridó Potiguar
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Norte
Referência Temporal
2017
Localização Eletrônica
https://www.scielo.br/j/remhu/a/g3JqfP9wmKWKpQzHJwGD7Vg/?lang=pt

Recursos performáticos da mobilidade senegalesa: agenciamentos sonoro-musicais migrantes no Brasil

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Venturin, Kelvin
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/1980-85852503880006603
Título do periódico
Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana - REMHU
Volume
30
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Migração
Percussão sabar
África Ocidental
Etnomusicologia
Resumo

Estar em campo, engajando as vidas móveis de jovens migrantes da África Ocidental envolvidos com os mais variados universos de prática musical no Brasil, me levou a indagar quais os significados da performance da cultura musical diante das situações contingentes e precárias da mobilidade. A dimensão sonoro-musical é significativa de múltiplas formas na vida das pessoas e intersecciona um mundo real afetado por desigualdades, doenças, conflitos e deslocamentos. Ela também se torna um recurso valioso de ação diante dessas situações. Neste artigo, a partir de um estudo de caso que acompanha os percursos de mobilidade e os agenciamentos de um jovem senegalês no Brasil, exploro como o universo da percussão africana sabar, sua circulação transnacional e seus fluxos transformativos, informam imaginários performáticos de mobilidade que são acionados por jovens da África Ocidental como fonte criativa de soluções emancipatórias, de caminhos de mobilidade e de agenciamento em contextos do estrangeiro como o brasileiro.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Anos 2010
Localização Eletrônica
https://www.scielo.br/j/remhu/a/FZm7JB6fgrHvqYHKsWW8nFN/?lang=pt

Borders of Citizenship and the everyday life of African migrants’ in the city of São Paulo, southeast of Brazil

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Fernandes, Caio Silveira
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/1980-85852503880006713
Título do periódico
Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana - REMHU
Volume
31
Ano de Publicação
2023
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Inglês
Palavras chave
citizenship
international migration
borders
Brazil
African migration
Resumo

This paper proposes the notion of the “Borders of Citizenship” to emphasize people and mobility infrastructures (Jung, Buhr, 2021) that mediate citizenship through many places, actors, and social codes of and beyond the State. Thus, based on the concept of relational citizenship (Staheli et al., 2012), I present an Ethnography carried out from 2019 to 2022 in a Cultural Center, founded by African migrants in the city of São Paulo. More specifically, I draw attention to the center’s creation through Mamadou’s trajectory, the owner of the center, to highlight how mobility infrastructures play a decisive role in mediating migrant’s everyday life through many places, actors, and scales expanding their “sustainability of life”, materially and immaterially. I argue that these ordinary spaces are not politically inconsequential for the city or for the migrants. 

 
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2019-2022
Localização Eletrônica
https://www.scielo.br/j/remhu/a/Gbh9NSPZdskZWvQQB8w67Mn/?lang=en

Lugares, desigualdades e (i)mobilidades: reflexões em diálogo com o audiovisual "periférico" paulista

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Aderaldo, Guilhermo André
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Peralta, Diego Edmilson
Sexo:
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2179-7331
Código de Publicação (DOI)
http://dx.doi.org/10.22409/antropolitica2024.v56.i2.a60094
Título do periódico
Antropolítica: Revista Contemporânea de Antropologia
Volume
56
Ano de Publicação
2024
Local da Publicação
Niterói, RJ
Página Inicial
60094
Idioma
Português
Palavras chave
Audiovisual
Periferias
Cidade
Mobilidades
Epistemologia
Resumo

Tomando como plano de referência experiências compartilhadas de pesquisa a respeito da cena audiovisual protagonizada por coletivos, produtoras independentes e jovens realizadores autônomos autodesignados “periféricos” em São Paulo, a proposta do artigo é refletir a respeito das convenções socioespaciais que vêm sendo produzidas e compartilhadas por uma leva recente de obras realizadas por tais interlocutores, com a finalidade de evidenciar como a interpelação crítica que essas obras têm feito às interpretações “sedentárias” e dualistas da fronteira centro/periferia desdobram-se em formas renovadas de interpretar e representar a paisagem desigual da metrópole paulista. A partir da pesquisa etnográfica e da análise fílmica, o artigo reflete sobre o contexto de produção de duas obras audiovisuais recentes, a saber, o filme documentário Até onde a gente vai?, produzido pelo Coletivo da Quebrada, em 2020, e Oxente, Bixiga!, realizado pela produtora independente Caramuja: pesquisa, memória, audiovisual, lançado em 2021. Na observação participante dessas produções, concluiu-se que, mais do que filmes interessados em abastecer os circuitos audiovisuais hegemônicos ou alternativos, tais obras são, no fundo, resultado de uma investigação intelectual profunda acerca das dinâmicas socioespaciais contemporâneas, por parte de seus e suas realizadores/as, todos/as pertencentes a setores populares. A partir do roteiro, a construção das personagens e a montagem de seus relatos, essas duas obras selecionadas tensionam discursos hegemônicos sobre os territórios urbanos, produzem alteridade e propõem interpretações sensíveis sobre a cidade, se tornando verdadeiros experimentos epistemológicos voltados à descolonização do imaginário urbano, que não apenas “representam”, mas, efetivamente, “produzem” territorialidades insurgentes.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Zona
Centro
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Bixiga
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Cidade/Município
Mombaça
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Ceará
Referência Temporal
2020-2021
Localização Eletrônica
http://dx.doi.org/10.22409/antropolitica2024.v56.i2.a60094

Até onde a gente vai?: coletivos culturais, mobilidade urbana e produção de conhecimento em São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Peralta, Edmilson Diego
Sexo
Homem
Orientador
Freire-Medeiros, Bianca
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.11606/D.8.2024.tde-20012025-110149
Ano de Publicação
2025
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Sociologia
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Audiovisual
Coletivos culturais
Mobilidade urbana
Periferia
Resumo

O filme documentário Até onde a gente vai? (2020, 72 min.), produzido pelo Coletivo da Quebrada, um coletivo de audiovisual periférico de São Paulo/SP, explora o cotidiano no transporte público paulistano por meio da experiência e dos relatos de três moradoras da periferia da cidade. A partir do seu processo de produção e da obra em si, procuro compreender, de modo geral, quais mudanças de interpretações, conhecimentos e práticas sobre o mundo social podem emergir de um processo de produção estético-político conduzido por coletivos culturais. De modo específico, como práticas, percepções e interpretações dos participantes do coletivo sobre a mobilidade urbana, sobre a cidade em que vivem e sobre seu próprio ativismo foram impactados no processo. Inspirada na literatura acadêmica sobre a cena cultural periférica e independente paulistana, a hipótese é que experiências estético-políticas atuam como "catalisadoras" de mudanças epistêmicas, práticas e simbólicas para os coletivos culturais, que fazem da produção artística-cultural seu principal meio de ativismo. Os métodos adotados na prática pelos coletivos culturais para realizarem seus projetos também importam na qualidade dessas mudanças. Minha investigação se baseou em uma observação participante do processo de produção do filme junto ao Coletivo da Quebrada, do qual participei ativamente como produtor financeiro e um dos entrevistadores durante as filmagens. Trata-se de uma etnografia alinhada com os procedimentos dos chamados métodos móveis (Büscher; Urry, 2009) e com o conceito de fazer-cidade (Agier, 2015), ambos ancorados na ideia de que o social e o urbano são compostos fundamentalmente por mobilidades de diversas ordens. Conjuntamente às reflexões de cunho etnográfico, exploro outras fontes de dados, como a análise fílmica da obra em si, do material bruto das gravações, dos documentos produzidos durante o processo e das redes sociais do Coletivo da Quebrada. A pesquisa contribui para a compreensão da produção e circulação dos coletivos culturais, sobretudo aqueles situados nas periferias urbanas; o mapeamento da produção de conhecimentos e interpretações sobre a cidade a partir dessas experiências estético-políticas; e a discussão sobre a mobilidade urbana a partir das práticas e representações dos deslocamentos cotidianos dos sujeitos que habitam as grandes cidades.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8132/tde-20012025-110149/pt-br.php

A mobilidade intra-regional na metrópole: consolida-se uma questão

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Cunha, José Marcos Pinto da
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.48213/travessia.i23.493
Título do periódico
Travessia - Revista do Migrante
Volume
8
Ano de Publicação
1995
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
mobilidade
metrópole
censo
demografia
Resumo

O presente arti­go busca analisar alguns dos dados censitários disponíveis de forma a mostrar a importância crescente destes novos mo­vimentos populacionais na dinâmica demográfica das Regiões Metropolitanas, em detrimento das históricas migrações interestaduais. Além disso, pretende-se apresentar algumas de suas características mais marcantes, para o que se recorre às informações da década de 1970 já que até o momento (1995) não se dispõe de dados mais recentes. Também como forma de situar esta discussão, apresenta-se preliminarmente alguns antecedentes sobre a história mi­gratória nacional, da qual o tema abordado é uma decorrência.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Quantitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
Anos 1970-1990
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/493

Habitantes de rua: um caso de nomadismo urbano

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Magni, Claudia Turra
Sexo
Mulher
Título do periódico
Travessia - Revista do Migrante
Volume
10
Ano de Publicação
1997
Local da Publicação
São Paulo
Página Inicial
34
Página Final
37
Idioma
Português
Palavras chave
nomadismo urbano
trecheiro
deslocamento urbano
mobilidade
Resumo

A ideia vigente de que a popula­ção que vive na rua é migrante, oriunda da zona rural ou de cidades do interior, buscando adaptar-se ao meio urbano, não é de todo desprovida de razão. No entanto, limita o assunto à temática do êxodo e ainda oculta uma questão mais importante: embora haja algumas  exceções, o sujeito que passa a viver na rua tem que se deslocar constan­temente por pressão ou conveniência, de modo a se adaptar às condições sócio-ecológicas do meio urbano.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Porto Alegre
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Sul
Referência Temporal
Anos 1990
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/594