Evolução urbana

Diagnóstico Ambiental da Bacia do Rio da Ordem no Bairro do Tatuquara — Curitiba-PR

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Britto, Dirceu Mendes de
Sexo
Homem
Orientador
Santos, Leonardo José Cordeiro
Ano de Publicação
2002
Programa
Geografia
Instituição
UFPR
Idioma
Português
Palavras chave
Impacto Ambiental
Bacia hidrográfica
Ocupação urbana
Uso do Solo
industrialização
Resumo

A presente dissertação tem como proposta apresentar um estudo sobre as transformações ambientais geradas pela urbanização e industrialização dos grandes centros urbanos, que favorecem a ocupação desordenada dos espaços e comprometem seriamente os recursos hídricos. Para tanto, escolheu-se como objeto de investigação a Bacia do Rio da Ordem, pois, pelo fato de estar próxima a Cidade industrial de Curitiba, essa região, desde a década de 90, vem apresentando um considerável crescimento populacional, causado, principalmente, pela instalação de montadoras no entorno do município. Considerando as características dessa Bacia, determinou-se que o cruzamento entre os dados da legislação ambiental, da ocupação e o uso do solo de 1985 e 1999 e da degradação ambiental deveria ser a metodologia adotada por esta pesquisa. Assim, por meio dos dados obtidos, foi possível gerar o mapa que representa o atual zoneamento ambiental dessa Bacia, classificando-se em diferentes níveis: zona 1 — 11% — com forte degradação; zona 2 — 38% — com moderada degradação; e zona 3 — 51% — com fraca degradação. Com base nesse mapa, fez o diagnóstico necessário para concluir a pesquisa com a apresentação das diretrizes a serem implementadas a fim de promover a recuperação e a conservação do espaço estudado.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Quantitativo
Referência Espacial
Região
Bacia do Rio da Ordem
Cidade/Município
Curitiba
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Paraná
Referência Temporal
1985-1999
Localização Eletrônica
https://acervodigital.ufpr.br/xmlui/handle/1884/100053

Entre o rio e a serra: forma urbana e sistema de espaços livres na região norte do município de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Carvalho, Sidney Vieira
Sexo
Homem
Orientador
Macedo, Silvio Soares
Ano de Publicação
2011
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Paisagem Urbana
Forma urbana
periferia
Resumo

O trabalho que se segue pretende debater uma área determinada da cidade, a região norte do município de São Paulo, a partir de dois arcabouços conceituais diversos e complementares: da forma ou morfologia urbana, e o sistema de espaços livres. Dando ênfase à compreensão de uma realidade material, a cidade, a partir de sua observação, montou-se um percurso que partiu dos conceitos básicos desses dois campos disciplinares. Em seguida, fez-se uma aproximação à cidade contemporânea, focando as últimas duas décadas no Brasil e no mundo, de forma a permitir a apreensão dos fenômenos que constituem a área de estudo. Após essa preparação, desenvolve-se um estudo de caso, dividido em três partes: o Casario, compreendendo os tecidos urbanos que configuram a região; os tipos edificados, olhando para as formas mais comuns de edificação; e o sistema de espaços livres, mostrando as características dos espaços livres. Finalmente, são lançados algumas hipóteses interpretativas sobre os fenômenos que permitem a constituição das periferias urbanos, sobretudo em seus aspectos morfológicos.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Zona
Norte
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Brasilândia
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Região
Região Metropolitana do Rio de Janeiro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Rocinha
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2008
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-13012012-094402/publico/Sidney_Carvalho_Mestrado.pdf

Subúrbio, morro e terreiro: a geografia da prática cultural dos negros em meio ao processo de urbanização da cidade do Rio de Janeiro entre 1890 e 1940

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Silva, Marcelo Pereira da
Sexo
Homem
Orientador
Oliveira, Bernadete Aparecida Caprioglio de Castro
Ano de Publicação
2009
Programa
Geografia
Instituição
UNESP-RC
Idioma
Português
Palavras chave
Subúrbio
processo de urbanização
periferia
Resumo

Através deste estudo procuramos debater de forma interdisciplinar a respeito do desdobramento sócio-espacial ocasionado pela reforma urbana realizada no início do século XX na cidade do Rio de Janeiro e continuada por gestores municipais ao longo do século, que mantiveram a lógica burguesa de apropriação do espaço, resultando em sérios impactos sobre as camadas mais pobres da população e, por sua vez, sobre a espacialização das manifestações culturais dos negros, seja no campo religioso, cultural ou festivo. Nossa intenção está justamente em ter como foco principal as práticas religiosas e culturais dos negros na cidade do Rio de Janeiro, fazendo o contraponto com a consolidação de uma sociedade burguesa inspirada nos padrões europeus de comportamento, o que por sua vez acarretou em repressão e rearranjos espaciais para os demais setores sociais. Observa-se na atualidade a nítida divisão do espaço no que tange à prática religiosa, pois enquanto os cultos cristãos tais como catolicismo e protestantismo, reconhecidos socialmente, tem livre fixação em qualquer área da cidade, não vemos na mesma proporção a presença de centros de candomblé e umbanda. O presente trabalho busca traçar a relação entre as mudanças dos conceitos comportamentais da sociedade carioca em inícios do século XX e o peso que essas alterações tiveram sobre os hábitos dos negros e brancos pobres. A absorção do conceito europeu de civilização, sobretudo de influência francesa, estava em desacordo com a conduta dos populares que habitavam o centro do Rio de Janeiro. Muitos trabalhos já se debruçaram sobre os aspectos urbanísticos, habitacionais e sociais que a Reforma Pereira Passos e os governos subseqüentes tiveram sobre a população carioca, porém não encontramos até o presente momento estudo que tente fazer a relação entre a citada reforma e a religião.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana do Rio de Janeiro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Madureira; favela Parque Vila Nova; favela R. Pereira Leitão; favela Vila das Torres; favela Morro do Sossego; favela Sanatório; favela São José; favela Groto; favela Serrinha; Morro do Dendê; favela R. Iguaçu e Morro da Serrinha.
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
1890–1940
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/entities/publication/6c2ed2db-28c1-4229-955c-edcfbda3d64e

Estação da memória: um estudo das entidades de preservação ferroviária do estado do Rio de Janeiro

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Matos, Lucina Ferreira
Sexo
Mulher
Orientador
Fontes, Paulo Roberto Ribeiro
Ano de Publicação
2010
Programa
História, política e bens culturais
Instituição
FGV/RJ
Idioma
Português
Palavras chave
Patrimônio cultural
Ferrovias
Ferrovias e Estado
periferia
Resumo

Esta pesquisa trata da memória, tendo como campo de observação as entidades de preservação ferroviária como organizações civis juridicamente constituídas que cobram do poder público a preservação da memória ferroviária. No levantamento inicial, foram identificadas 16 entidades, das quais são recortadas duas para aprofundamento da análise: a Associação Fluminense de Preservação Ferroviária e o Movimento de Preservação Ferroviária, sediados na cidade do Rio de Janeiro. A proposta é demonstrar como esses grupos se estruturam em torno dessa memória. Aprofundo o debate sobre a consolidação desse conceito como categoria instituída e proponho sua reconstrução à luz dos debates atuais. Abordo em maior detalhe duas maneiras pelas quais os grupos entendem preservar a memória ferroviária: a operação de trens turísticos e o patrimônio cultural. Para alcançar seus objetivos, esses grupos usam de diversas estratégias que vão da inclusão da comunidade à denúncia aos órgãos responsáveis pelo patrimônio da União até mesmo do direito à preservação da memória ferroviária pelo Estado. Há nesses grupos a participação de figuras políticas e acadêmicas que contribuem umas com as outras. Uma das hipóteses é que a extinção da RFFSA intensificou a criação dessas entidades sob a justificativa da perda da identidade do trabalhador ferroviário. Utilizo o método de observação participante, da história oral e da internet – ferramenta comum na divulgação e armazenamento de dados desses grupos. Os referenciais teóricos estão representados nos debates sobre memória, patrimônio cultural e industrial, movimentos sociais, museus e turismo. E concluo que as entidades são exemplos das formas como a sociedade civil se organiza perante a instituição política. As entidades do Rio contribuem para a preservação de uma parcela daquilo que pode representar uma dada memória ferroviária.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana do Rio de Janeiro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Morro da Providência
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2008
Localização Eletrônica
https://repositorio.fgv.br/entities/publication/e0d846d9-fcd1-4ae3-8f3a-bc7301392626

História, Memória e Patrimônio da Escola Militar do Realengo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Viana, Claudius Gomes de Aragão
Sexo
Homem
Orientador
Castro, Celso Corrêa Pinto de
Ano de Publicação
2010
Programa
História, política e bens culturais
Instituição
FGV/RJ
Idioma
Português
Palavras chave
Exército Brasileiro
Escola Militar
Realengo
periferia
Resumo

Esta dissertação analisa a influência das instituições militares, particularmente a Escola Militar, no período de 1912 a 1944, na configuração urbana de Realengo, bairro localizado no subúrbio do município do Rio de Janeiro. Tendo como principal corpus documental os relatórios do Ministério da Guerra e a legislação pertinente, são estabelecidos marcos históricos para análise do processo de transformação da antiga zona rural do município em uma área militar, enfatizando os impactos que incidiram sobre a região em decorrência da transferência da sede da Escola Militar do Brazil, da Praia Vermelha para o Realengo. Preliminarmente, são identificadas as primeiras unidades militares que ocuparam a região, estabelecendo conexões entre o funcionamento dessas organizações, a constituição do seu patrimônio e o desenvolvimento urbano de Realengo. Para contextualização, também são apresentadas as sedes ocupadas pela Escola Militar ao longo do século XIX e as circunstâncias que motivaram sua saída da Praia Vermelha no início do século XX. O recorte temporal se inicia no período compreendido entre o início do século XIX, quando as chamadas terras realengas foram doadas à Câmara da cidade do Rio de Janeiro por D. João VI; atravessa o século XX, quando se consolidaram o patrimônio da Escola Militar em Realengo e a urbanização do bairro; e chega aos dias atuais, quando, após a extinção da escola, a decadência e o abandono são as marcas das antigas edificações militares do bairro. Também são assinalados o funcionamento da Fábrica de Cartuchos e a criação de duas grandes áreas militares, a Vila Militar de Deodoro e o Campo dos Afonsos. Por fim, são levantadas as perspectivas e ações do Exército Brasileiro e de outros órgãos da sociedade na preservação do patrimônio e da memória da antiga escola.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana do Rio de Janeiro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Realengo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
1912–1944
Localização Eletrônica
https://repositorio.fgv.br/entities/publication/2aadb9e1-c45c-443c-ac08-05f2424b6489

A preservação ambiental e a urbanização na Serra do Cipó.

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Oliveira, Alexandre Magno de
Sexo
Homem
Orientador
Costa, Heloisa Soares de Moura
Ano de Publicação
2002
Programa
Geografia
Instituição
UFMG
Idioma
Português
Palavras chave
Preservação ambiental
Urbanização
Serra do Cipó
Urbanização
Problemáticas socio-ambientais
Resumo

O discurso ambiental alimentou o mito da natureza intocada pelo homem durante muito tempo, e mesmo na atualidade ainda é comum referir-se à "sustentabilidade" deslocando-se do "urbano". Essa pesquisa enriquece essa discussão no tocante ao fenômeno da urbanização e sua relação com a gestão ambiental nas áreas protegidas. Em Santana do Riacho, no distrito de Cardeal Mota, encontram-se essas evidências empíricas nas "áreas protegidas" da Serra do Cipó. A Área de Proteção Ambiental Morro da Pedreira e o Parque Nacional da Serra do Cipó localizam-se na Serra do Espinhaço, com acesso principal pela rodovia MG-010, a cerca de 100 km de Belo Horizonte. Comumente presencia-se problemas sócio-ambientais nessa região, destacando-se: a questão fundiária associada à especulação imobiliária; o lixo gerado e dissipado pelo local, a ausência de uma rede de esgoto com tratamento dos efluentes líquidos, a falta de acompanhamento das hospedarias e áreas de camping que abrigam em épocas festivas mais turistas do que o suportado, contribuindo para a dilapidação do meio físico, entre outras formas de poluição. É nesse clima de litígio, diante de um discurso de preservação e uma prática predatória, que cada uma das partes possui sua própria razão, sob cada "lógica". Os atores sociais lidam e ajustam-se com esses problemas e muitas políticas adotadas são à revelia de qualquer trabalho científico, já que por enquanto existem poucas pesquisas sobre este tema. Este processo movimenta e acumula rendas e problemas, mesmo lá, "no mato", os conflitos tidos como urbanos também se manifestam, associados tanto aos interesses divergentes em termos de uso do espaço, quanto a conflitos entre os modos de vida mais tradicionais e outros mais modernos, típicos das cidades. Tudo se mistura num mesmo espaço e tempo. Qualquer distrito, por menor que seja, faz mais do que simplesmente ocupar um território, ele produz e reproduz processos sócio-espaciais, que se materializam ao longo do tempo. Para compreender esses processos e os conflitos inerentes na formação do "tecido urbano" é necessário desvendarmos os modos historicamente construídos. No que se refere aos procedimentos metodológicos, foi realizada uma revisão da literatura científica, em torno dos conceitos de sustentabilidade, qualidade de vida, justiça sócio-ambiental, entre outros. Foi resgatado as referências histórico-geográficas de Santana do Riacho para compreender a (re)produção do espaço urbano e os problemas sócio-ambientais vividos na atualidade. Neste percurso, foi sintetizado como ocorreu o surgimento da sociedade urbano-industrial e suas repercussões no Estado brasileiro e os reflexos em Santana do Riacho. Posteriormente, foi adicionado o discurso ambiental à questão urbana, inclusive com referências do próprio ordenamento jurídico. O debate da questão conceitual, a visão antagônica de meio ambiente natural e meio ambiente construído, construiu a tese que o urbano é um processo infinitamente maior e que engloba o próprio discurso ambiental. Busca-se em linhas gerais explicar criticamente de que forma a urbanização ocorre no entorno das "áreas protegidas" da Serra do Cipó e como são incorporados (ou não) os discursos ambientais, legitimamente aceitos pelo senso comum. Em Santana do Riacho fica explicita a vulnerabilidade das instituições estatais para tudo isto. Outras localidades já compreenderam que o preço da degradação urbana é muito alto e não pode ser pago com os direitos coletivos dos cidadãos. Apesar da gestão compartilhada, com participação popular, necessitar de muitos aperfeiçoamentos (inclusive em termos de sua real implantação em Santana do Riacho), constitui ainda um caminho possível de mudança social. Assim, com o fortalecimento da gestão coletiva, acredita-se numa sociedade mais justa!

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de Belo Horizonte
Cidade/Município
Santana do Riacho
Bairro/Distrito
Cardeal Mota
Localidade
Parque Nacional da Serra do Cipó
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
2001-2002

Análise de susceptibilidade a riscos naturais relacionados às enchentes e deslizamentos do setor leste da Bacia Hidrográfica do rio Itacorubi, Florianópolis, SC

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Cristo, Sandro Sidnei Vargas de
Sexo
Homem
Orientador
Herrmann, Maria Lucia de Paula
Ano de Publicação
2002
Local da Publicação
Florianópolis
Programa
Geografia
Instituição
UFSC
Idioma
Português
Palavras chave
Áreas de risco
Deslizamento
Enchente
Planejamento
Prevenção de acidentes
Resumo

A presente pesquisa trata-se de uma análise dos problemas ambientais do setor leste da bacia hidrográfica do rio Itacorubi, localizada na porção central da Ilha de Santa Catarina, município de Florianópolis, relacionados, principalmente, com as áreas de riscos naturais sob o processo de expansão urbana. Este processo de expansão urbana, que ocorre tanto nas encostas declivosas quanto nas planícies de inundação, acentua os impactos negativos causados pelas chuvas intensas que são as enchentes e deslizamentos. Diante desse problema sócio-ambiental, o objetivo principal do estudo é identificar as áreas de riscos naturais, através da análise integrada dos fatores físicos e humanos, tendo como produto final à elaboração do Mapa de Susceptibilidade a Riscos Naturais de Deslizamentos e Enchentes. Para atingir o objetivo proposto, adotou-se os seguintes procedimentos metodológicos: primeiramente, foram analisados os aspectos geológicos, geomorfológicos, pedológicos, declividade, formas de encosta e o uso da terra, através da interpretação de fotografias aéreas, imagens de satélite e trabalhos de campo apoiados com GPS (Global Position System). Com os diversos aspectos analisados, foram confeccionados mapas temáticos, onde para cada uma das características identificadas foram atribuídos valores (pesos) a fim de estabelecer as classes de susceptibilidade a riscos de deslizamentos e enchentes, que foi realizado mediante o cruzamento de todos os elementos considerados por intermédio de um software gerenciador de SIG (Microstation GeoGraphics), resultando no Mapa de Susceptibilidade, com a hirarquização das diversas classes de susceptibilidade à enchente (baixa e alta) e a deslizamento (nula, baixa, moderada, alta, muito alta e crítica). Em áreas de expansão urbana, como a da presente pesquisa, os locais inadequados, como as encostas e as planícies de inundação, além de representarem vários problemas sociais, ambientais e econômicos, também revelaram a falta de preocupação dos órgãos de planejamento com o processo de desenvolvimento urbano. Dessa forma, com o elaboração dessa pesquisa, espera-se contribuir para melhoria das condições sócio-ambientais da área e da qualidade de vida dos moradores locais, com a disponibilização de informações para a aplocação em ações de melhorias no planejamento do uso do solo urbano municipal, buscando-se direcionar as ocupações humanas para locais adequados, evitando-se, assim, novas instalações em áreas que oferecem risco de vidas e de perdas materiais, e principalmente, para elaboração e aplicação de um Plano Emergencial de Defesa Civil em Florianópolis com a adoção de medidas preventivas que evitem acidentes e não apenas contabilizem os danos decorrentes das chuvas intensas.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Quantitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Florianópolis
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Santa Catarina
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/82704

Os circuitos de grafite na cidade de São Paulo (SP) e os diferentes usos do território na metrópole corporativa e fragmentada.

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Shishito, Anderson Akio
Sexo
Homem
Orientador
Gallo, Fabricio
Ano de Publicação
2018
Programa
Geografia
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
circuitos de grafite
grafite
uso do território
metrópole
Resumo

Essa pesquisa objetiva discutir o grafite na cidade de São Paulo (SP), como uma manifestação territorial - criadora de materialidades que se relacionam de formas distintas nos lugares -, proporcionando, assim, diferentes usos do território. Estas manifestações, mesmo tendo natureza efêmera, congregam uma memória visual aos ambientes aos quais estão inseridos e, por se tratar de expressões genuínas do indivíduo que as produzem, em consonâncias com suas experiências cotidianas, a dialética socioespacial contida em si as tornam importantes instrumentos de representação da cidade. A partir da distinção de circuitos de grafite na cidade - circuitos de “grafite para a metrópole”, de valor artístico/mercadológico, e circuitos de “grafite da metrópole”, de valor artístico/cultural -, propôs-se discutir o grafite por dois vieses distintos. O primeiro, ligado aos circuitos de “grafite para a metrópole” buscou compreender como o capital hegemônico pode atuar a partir dessas manifestações, cooptando o discurso do grafite para se promover e se reproduzir no espaço. O segundo, ligado aos circuitos de “grafite da metrópole”, abordou o grafite pautado em solidariedades criadas pela força do lugar cotidiano, guiado pela racionalidade dos de baixo, atuando como elo entre as pessoas e o lugar na produção de cidadanias insurgentes. Tratou-se de argumentar como o grafite pode metamorfosear seu sentido ao realizar-se em diferentes lugares e esclarecer como o meio ambiente construído, conduzido pelas contradições da metrópole corporativa e fragmentada, ao abrigar algumas situações geográficas, resulta em formas de usar o território alicerçada em solidariedades variáveis e intencionalidades distintas.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7169945

A arte que colore a cidade: Um estudo sobre o graffiti em Manaus

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Delcaro, Fatima Regina Da Silva
Sexo
Mulher
Orientador
Ramos, Evandro De Morais
Ano de Publicação
2018
Programa
Sociedade e Cultura na Amazônia
Instituição
UFAM
Idioma
Português
Palavras chave
Graffiti
Urbanismo
Cultura
Comunicação
Amazônia
Resumo

Esta pesquisa visa compreender como a arte do Graffiti se manifesta na cidade de Manaus/AM; como os grafiteiros se apropriam de elementos da cultura amazônica e quais os seus propósitos e os sentidos dado a sua arte. Para alcançar tal objetivo, primeiramente aborda-se a gênese da produção do Graffiti entendendo as transformações e desdobramentos ao longo do tempo, que fizeram com que alcançasse o status de Arte. Busca-se também, entender o processo de urbanização de Manaus, a incorporação de novos hábitos e costumes e a formação de grupos urbanos. As análises desdobram-se sobre a história de vida de três grafiteiros atuantes em Manaus: Amazon, Raiz e Erê, que permitiram conhecer em suas trajetórias, obras, estilos e propostas. Trata-se de uma pesquisa qualitativa que utilizou instrumentos da pesquisa etnográfica para a coleta de dados, como a entrevista tipo história de vida e a observação participante. Quanto aos resultados observa-se que a prática do Graffiti em Manaus é dinâmica, fomentada por muitos eventos. Os grafiteiros em sua maioria fazem parte da cultura Hip Hop. Os três grafiteiros entrevistados apresentam técnicas aprimoradas no uso do spray, e através de temáticas amazônicas provocam reflexões sobre questões ambientais, sociais e culturais. Esta pesquisa teve como finalidade contribuir com os estudos sobre a arte do Graffiti em Manaus, e devido à amplitude do tema, deixa em aberto caminhos para outras frentes de pesquisa.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Manaus
Macrorregião
Norte
Brasil
Habilitado
UF
Amazonas
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7233712

A cidade e seus Graffiti: Uma etnografia de rua na região portuária da cidade de Pelotas/RS

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Fuchs, Fabricio Barreto
Sexo
Homem
Orientador
Magni, Claudia Turra
Ano de Publicação
2018
Programa
Antropologia
Instituição
UFPel
Idioma
Português
Palavras chave
Paisagem urbana
Cidade moderna
Arte de rua
Etnografia de rua
Graffiti
Resumo

A região portuária de Pelotas, cidade situada no sul do Rio Grande do Sul, é particularmente profícua em ruínas - herança de um polo industrial próspero que iniciou suas atividades ao final do século XIX, cujos vestígios materiais, ainda visíveis, denunciam a decadência econômica que assolou o município a partir da década de 1970. Os muros abandonados em profusão tornaram-se telas para o graffiti, um agente na constituição da paisagem deste bairro que passa por transformações urbanas consideráveis - seja pela implantação e incremento de polos universitários, seja pela reativação de instalações do porto da cidade. Foi neste universo citadino, em diálogo com uma rede de grafiteiros locais e considerando as interfaces da Antropologia urbana e Antropologia da imagem, que esta pesquisa, fundamentada metodologicamente na etnografia de rua, procurou investigar a arte urbana enquanto fenômeno peculiar às transformações da paisagem da região portuária de Pelotas.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região portuária de Pelotas
Cidade/Município
Pelotas
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Sul
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=6629467