Serviços, espaços e padrões de consumo

The Mobilities of the Favela and the Social Life of Souvenirs

Tipo de material
Capítulo de Livro
Autor Principal
Freire-Medeiros, Bianca
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Menezes, Palloma
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (ISBN)
ISBN 9780367172770
Edição (nome da editora)
1.ed
Ano de Publicação
2020
Local da Publicação
Londres, UK
Página Inicial
72
Página Final
60
Idioma
Inglês
Palavras chave
souvenir
favela
cultura material
mega eventos
turismo
Resumo

This article examines the biography of the touristic favela in reference to its material culture. Souvenirs produced and sold in two Rio de Janeiro favelas, Rocinha and Santa Marta, are the focus of observation, aiming to understand spirals of meaning created in the confluence between imagination and materiality, art and topography. We begin with the colors that are born on canvas painted for the consumption of tourists and are reproduced on the walls of the favelas, understanding them as the spawn of poltics based on new visibility regimes and poverty control. Final remarks reflect on the death of (anti)souvenirs, or what appears to be the lack of further possibilities for the representation of favelas as a brand which is capable of adding value to different products on the global market.

Autor do Resumo
AUTORAS DO ARTIGO
Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Rocinha; Santa Marta
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
1990-2014

Corpo e Artes Visuais nos anos 1990: Panorama de 97 e Bienal de 98

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Silva, Priscilla Ramos da
Sexo
Mulher
Orientador
Couto, Maria de Fatima Morethy
Ano de Publicação
2007
Local da Publicação
(N/I)
Programa
Artes
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Arte moderna
Corpo
Arte brasileira - 1990
Bienal Internacional de São Paulo
Resumo

Este trabalho — uma investigação sobre a emergência do tema do corpo nas artes visuais da década de 1990 — é composto de três capítulos. O primeiro parte da premissa de que a irrupção do corpo como um tema privilegiado na arte dos anos 1990 relaciona-se ao estabelecimento de uma crise. Ao examinar esta crise, através de uma análise dos debates levantados por alguns teóricos do corpo na contemporaneidade, o capítulo tece um panorama para a compreensão da arte do corpo produzida nos anos 1990. Já o segundo capítulo trata de como a emergência do corpo enquanto um "problema" na cultura contemporânea refletiu-se no campo das artes visuais. Além de analisar alguns artistas e exposições que obtiveram destaque internacionalmente nos anos 1990, o capítulo discute as teorias ou conceitos do "abjeto" e do "pós-humano", largamente empregados pela crítica na caracterização da arte do corpo do período. Já o terceiro e último capítulo examina a arte do corpo realizada no Brasil tendo como parâmetros o 25º Panorama de Arte Brasileira (1997) e o segmento Um e Outro da XXIV Bienal de São Paulo (1998). Duas das mostras periódicas de maior prestígio no país, o Panorama e a Bienal atestam a importância assumida pelo tema do corpo na arte brasileira dos anos 1990

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
década de 1990
Localização Eletrônica
http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/284269

Consumo e Cultura Material, São Paulo Belle Époque (1890-1915)

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Oliveira, Milena Fernandes de
Sexo
Mulher
Orientador
Novais, Fernando Antonio
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
(N/I)
Programa
Desenvolvimento Econômico
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Consumo (Economia)
Conflito social
Capitalismo
Modernidade
Resumo

Apesar de muito estudado em economia, sociologia e antropologia, poucos são os trabalhos produzidos sobre o consumo na área de História. Apesar disso, o consumo é um importante instrumento de análise do capitalismo e de sua dinâmica. Ao conectar duas dimensões, a econômica e a cultural, permite a interpretação dos conflitos de classe para além da esfera da produção, ampliando as possibilidades de estudo do materialismo histórico. Ao se relacionar com a esfera produtiva, durante o processo social de diferenciação e massificação que o caracteriza, o consumo permite a compreensão das especificidades que caracterizam o capitalismo em suas diferentes nuances nacionais. O consumo é, assim, aplicado, neste trabalho, como instrumento de compreensão da formação do capitalismo periférico, utilizando-se, para isso, o exemplo de São Paulo na passagem do século XIX para o XX.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1890-1915
Localização Eletrônica
http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/285721

As viagens da favela e a vida social dos suvenires

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Freire-Medeiros, Bianca
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Menezes, Palloma
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/S0102-69922016.00030005
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
V.31
Ano de Publicação
2016
Local da Publicação
Brasília
Página Inicial
651
Página Final
670
Idioma
Português
Palavras chave
suvenir
favela
turismo
cultura material
megaeventos
Resumo

Este artigo resgata e examina a biografia da favela turística a partir de sua cultura material. Suvenires produzidos e comercializados em duas favelas cariocas (Rocinha e Santa Marta) constituem o ponto de observação privilegiado para o entendimento das espirais de sentido que se erguem na confluência entre imaginação e materialidade, arte e topografia. Partimos das cores que nascem nas telas pintadas para consumo dos turistas e se reproduzem nas paredes das favelas, tomando-as fruto de políticas baseadas em novos regimes de visibilidade e controle da pobreza. As considerações finais refletem sobre a morte dos (anti)suvenires ou o que parece ser um esgotamento das possibilidades de representação da favela como marca capaz de agregar valor a diferentes produtos no mercado global.

Autor do Resumo
AUTORAS DO ARTIGO
Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Rocinha; Santa Marta
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
1990-ATUAL
Localização Eletrônica
https://doi.org/10.1590/S0102-69922016.00030005

Mudanças no consumo e na distribuição de alimentos - o caso da distribuição de hortaliças de folhas na cidade de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Souza, Rubens Antonio Mandetta de
Sexo
Homem
Orientador
Fonseca, Rinaldo Barcia
Ano de Publicação
2005
Local da Publicação
(N/I)
Programa
Desenvolvimento Econômico
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Distribuição de alimentos
Região metropolitana de São Paulo
Resumo

Este trabalho de dissertação consiste de um estudo sobre as mudanças no consumo e na distribuição de alimentos, e particularmente, na distribuição de hortaliças de folhas na região metropolitana de São Paulo. As pesquisas foram desenvolvidas entre janeiro e agosto de 2003, quando foram entrevistados profissionais das grandes redes de supermercados (entrevistas pessoais); do setor supermercadista em geral — lojas grandes, médias e pequenas (entrevistas por telefone); profissionais dos sacolões particulares e administrados pela Prefeitura Municipal de São Paulo; permissionários atacadistas e produtores da CEAGESP; profissionais feirantes das feiras administradas pela prefeitura municipal de São Paulo; profissionais dos varejões — feiras administradas pela CEAGESP; distribuidores independentes ¿ produtores, atacadistas de origem, distribuidores cujo processo de atendimento aos varejistas ocorre de forma independente da passagem do produto pelo Entreposto São Paulo da CEAGESP. Os objetivos da pesquisa foram de natureza qualitativa, embora alguns levantamentos quantitativos fossem necessários para correlacionar quantidades com a organização dos distribuidores e varejistas. Os levantamentos qualitativos foram feitos para compreensão e análise das formas de compra e aprovisionamento de hortaliças de folhas, buscando identificar: (1) Locais de compra entre os compradores e distribuidores varejistas, bem como suas práticas de distribuição de hortaliças; (2) Se os varejistas entrevistados têm alguma percepção do que o consumidor final entende por qualidade, quais os principais atributos que ele valoriza no produto e quais suas possíveis exigências quanto a embalagem, produtos minimamente processados, orgânicos, hidropônicos etc; (3) Condições de negociação, bem como exigências de distribuidores e varejistas sobre produtores e fornecedores quanto a qualidade, forma de embalagem ou preparo do produto, volume de compra e serviços prestados (pontualidade e periodicidade de entrega, quantidade mínima de produto fornecida por dia ou semana). A primeira etapa consiste em identificar o número de elementos no universo a ser pesquisado dentro de cada segmento do público-alvo. A segunda, na definição do tamanho da amostra e no levantamento de dados, em que constam entrevistas por meio da aplicação de questionários específicos para cada segmento de público-alvo, in loco ou por telefone. A terceira trata do processamento do banco de dados coletados, para posterior análise e interpretação. Grandes mudanças no processo de distribuição de hortaliças de folhas estão ocorrendo no município de São Paulo, orientadas basicamente pelo aumento da competitividade no setor e pelas exigências de qualidade que o consumidor moderno tem feito sobre a cadeia de fornecimento de alimento. Produtos perecíveis, como hortaliças de folhas, mostraram não só fazer parte desse processo, como também ser instrumento importante das estratégias comerciais para atrair o consumidor final. Existe uma clara tendência em todos os segmentos varejistas de buscar abastecimento direto com as regiões produtoras. A maior parte dos distribuidores (92%) é independente (não-permissionária da CEAGESP). Entre os independentes, 60% são produtores. Surgem distribuidores especializados que concentram maior volume de distribuição por dia que os permissionários, oferecendo abastecimento diário de hortaliças de folhas. Cerca de 60% dos distribuidores, tanto permissionários como independentes, preferem negociar com produtores fixos, pois essa forma de trabalho traz vantagens aos varejistas por consolidar uma parceria, favorecer a obtenção de produtos padronizados e de melhor qualidade, conseguir um melhor atendimento das suas exigências, reduzir perdas e facilitar a programação do transporte. O distribuidor independente consegue aplicar uma maior margem de lucro ao seu produto do que o permissionário da CEAGESP. Existe significativa diferença de barganha entre os varejistas e fornecedores, dependendo do tipo e do porte do varejista: os menores varejistas (feirantes) pagam à vista; os supermercados, quanto maiores, pagam com maior prazo, isto é, à medida que cresce o tamanho do supermercado, mais longo fica o prazo de pagamento (semanal, quinzenal e mensal); entre os sacolões, cerca de 1/3 paga à vista; 1/3, semanalmente; e 1/3 quinzenalmente, o que demonstra preocupação crescente desse segmento em garantir aos produtores recursos mínimos para remunerar seus custos de produção. A lei da oferta e procura, presente no mercado físico, já não é o único referencial utilizado no processo de negociação. Todos os agentes varejistas têm buscado estabelecer preços mais estáveis, válidos no mínimo pelo período de uma semana. As embalagens plásticas modernizaram o transporte das hortaliças. As perdas variam em proporção inversa à dimensão do varejista, isto é, quanto maior o porte, menor a perda de hortaliças de folhas. As maiores perdas são dos feirantes (entre 11 e 15%); seguida dos sacolões, de 5% a 15% (média de 10%) e dos supermercados, entre 5% e 10%; para as grandes redes, as perdas variam entre 4,5%, 10% e 15%. A principal estratégia para reduzir as perdas, no caso dos sacolões e supermercados, é diminuir a compra e a exposição, com pouco investimento em treinamento da mão-de-obra. A forma organizacional híbrida já é uma realidade no sistema varejista. Principal forma de organização de compra e abastecimento dos maiores distribuidores varejistas modernos, ela tende a consolidar uma mudança na economia de custo da transação comercial na cadeia de abastecimento alimentar. Foram verificadas imposições de formas de negociação em consequência de exigências do consumidor final, interpretadas pelo varejo e transferidas ao sistema de distribuição como um todo. As mudanças e estratégias comerciais apresentadas para a cadeia produtiva e, principalmente, para o sistema produtivo, são a necessidade de economia de escala, eficiência, uso adequado de tecnologia produtiva e produtos padronizados. Cresce a proporção de supermercados e sacolões que trabalham com hortaliças produzidas ou processadas com tecnologia diferenciada (orgânicas, hidropônicas e pré-processadas) como estratégia de oferta de um produto especial. Melhora a percepção dos varejistas quanto à concepção de qualidade do consumidor. Entre os varejistas e profissionais de lojas entrevistados, essas percepções foram muito semelhantes, porém, com ordem de prioridade variável entre eles: os atributos mais valorizados nas hortaliças pela dona-de-casa envolvem maior frescor, forma de exposição, preço, atendimento, higiene, tamanho e hábito de compra; e a concepção de qualidade pela dona-de-casa consiste em um produto sem folhas estragadas, manchas ou lesões, com boa consistência, coloração e tamanho adequados

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Janeiro a Agosto de 2003
Localização Eletrônica
http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/286330

A política de financiamento de uma tecnologia de cuidado. Etnografia do processo de reforma psiquiátrica do Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
SARTORI, Lecy
Sexo
Mulher
Orientador
VILLELA, Jorge Luiz Mattar
Ano de Publicação
2015
Local da Publicação
São Carlos
Programa
Antropologia
Instituição
UFSCAR
Página Inicial
1
Página Final
302
Idioma
Português
Palavras chave
Antropologia política
Financiamento de projetos
Saúde mental
Resumo

Este trabalho analisa a política de financiamento estabelecida no convênio de cogestão entre a Secretaria Municipal de Saúde de Campinas e o Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira (SSCF) desde 1990. A partir do discurso dos profissionais que trabalham nessa instituição, descreve como, no SSCF, fazer política é inerente à prática clínica, às relações de negociação com aquela secretaria, às estratégias de escrita e fabricação de documentos do convênio. A etnografia foi realizada na Comissão de Acompanhamento do Convênio, na Comissão de Moradias, nas reuniões da equipe do Serviço Residencial Terapêutico (SRT), num curso de capacitação para os profissionais desse serviço e num evento comemorativo dos 20 anos de sua implementação. As modificações decorrentes do processo de reforma no modelo psiquiátrico, descritas com base no discurso mnemônico dos profissionais, e seus efeitos na vida de uma moradora do SRT revelam os rearranjos técnicos e arquitetônicos que produziram a reabilitação dos internos, o Projeto Terapêutico Individual (PTI) e uma rede de assistência. No SRT, foi instituída uma ―tecnologia de cuidado‖, elaborada a partir da singularidade dos usuários, que articula procedimentos e saberes não somente psiquiátricos, mas também clínicos, psicológicos e geriátricos, em intervenções de acompanhamento (controle contínuo), monitoramento (vigilância a distância) e gestão com o objetivo de governar a conduta e o projeto de vida daqueles. A ―clínica do detalhe‖, o ―manejo terapêutico‖ e a ―relação de cogestão‖ permitem à equipe avaliar, calcular e problematizar a demanda singular do usuário, racionalizada em dados que são registrados em documentos e transformados em parâmetros que disseminam as informações entre os profissionais e possibilitam medir a efetividade das intervenções terapêuticas, bem como aperfeiçoá-las, planejá-las e gerenciar as metas do SRT. Essa forma de proceder, que transmuta as informações em conhecimento singular, que as inscreve em documentos e as torna visíveis aos administradores municipais, justifica o financiamento e autoriza as práticas de governo no SRT.

Autor do Resumo
Autor
Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
A partir de 1990
Localização Eletrônica
https://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/7047

Aparecida: espaços, imagens e sentidos

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Godoy, Adriano Santos
Orientador
Almeida, Ronaldo Rômulo Machado de
Ano de Publicação
2015
Local da Publicação
Campinas
Programa
Antropologia Social
Instituição
UNICAMP
Página Inicial
1
Página Final
162
Idioma
Português
Palavras chave
Basílica Nossa Senhora Aparecida
Santuários
Catolicismo
Peregrinos e peregrinações
Consumo (Economia)
Resumo
Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Aparecida
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://www.researchgate.net/profile/Adriano-Godoy/publication/304783098_Aparecida_espacos_imagens_e_sentidos/links/577aaa0908ae213761c9c1a1/Aparecida-espacos-imagens-e-sentidos.pdf

Educação Ambiental como Instrumento de Desenvolvimento Local: um estudo de caso

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Costa, Andréa Paula de Carestiato
Sexo
Mulher
Orientador
Marta Azevedo Irving
Ano de Publicação
2000
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
Psicologia de Comunidades e Ecologia Social
Instituição
UFRJ
Página Inicial
1
Página Final
178
Descrição Adicional
Resumo: Estuda a contribuição de projetos de Educação Ambiental com visão estratégica para o desenvolvimento Local, entendido como um processo dinâmico de transformação, com a construção de poder endógeno para que uma determinada comunidade possa autogerir-se, desenvolvendo seu potencial socioeconômico, preservando seu patrimônio Ambiental, superando as limitações e assegurando uma melhoria continua de qualidade de vida dos seus indivíduos. A fundamentação teórica dessa proposta baseou-se nos conceitos de Desenvolvimento Sustentável, Agenda 21, Educação Ambiental e, a água, como tema gerador, considerando as tendências e premissas da Política Nacional de Recursos Hídricos. A abordagem dese tema foi baseada em um Estudo de Caso - o Programa Curso D'Agua. O Programa Curso D'Agua foi orientado para atuar no contexto da bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul, atingindo quatro níveis de beneficiários: institucional, professores, alunos e comunidades a partir da implementação de uma metodologia de promoção e, apoio à gestão de recursos hídricos nos municípios participantes. Para orientar a avaliação do Programa, foi definido o conceito de Desenvolvimento Local, utilizado como referência na presente dissertação. Para a avaliação do Estudo de Caso, foram identificados e descritos indicadores de desempenho do Programa, com base nos parâmetros de sustentabilidade e participação de seus beneficiários. A avaliação do Estudo de Caso, inclui também a análise dos impactos indiretos e fragilidades do Programa. Com base na metodologia adotada, os resultados obtidos indicaram que o Programa Curso D'Agua foi capaz, a partir da sua concepção estratégica, de contribuir para Desenvolvimento Local, considerando a área de abrangências do estudos que, inclui os municípios de Caçapava (SP), Piraí(RJ), Cataguases(MG) e Muriaé (MG).
Idioma
Português
Palavras chave
educação ambiental
meio ambiente
desenvolvimento sustentável
gestão ambiental
Resumo
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Caçapava
Piraí
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://pantheon.ufrj.br/handle/11422/2152

O automóvel e a cidade de São Paulo: a territorialização do processo de modernização (e de seu colapso)

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Schor, Tatiana
Sexo
Mulher
Orientador
Seabra, Odette Carvalho de Lima
Ano de Publicação
1999
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia Humana
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
131
Descrição Adicional
Resumo: Podemos com a análise da mercadoria automóvel estudar o processo de modernização. Através do automóvel, pelo fato de seu consumo realizar-se na esfera pública, no urbano, o processo se territorizaliza. Buscamos estudar essa territorialização em um lugar no qual o consumo do automóvel encontra seu limite físico: a cidade de São Paulo. Pode-se analisar tal dificuldade como trava tanto do consumo dessa mercadoria em particular quanto do processo que territorizaliza.
Idioma
Português
Palavras chave
mobilidade
transporte
economia
consumo
automóveis
Resumo
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1995-1999
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/001030207

A Nova Música Popular de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Guimarães, Antonio Carlos Machado
Sexo
Homem
Orientador
Antonio Augusto Arantes Neto
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.47749/T/UNICAMP.1985.17630
Ano de Publicação
1985
Local da Publicação
Campinas
Programa
Antropologia Social
Instituição
UNICAMP
Página Inicial
1
Página Final
150
Descrição Adicional
O objeto desta dissertação é uma produção de música popular do começo dos anos 1980, "nova música" de São Paulo ou "vanguarda" paulista, termos que serviam para reunir, entre outros, os trabalhos de Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção e dos grupos Rumo, Premeditando o Breque e Língua de Trapo. Dada a origem de diversos trabalhos - inicialmente todos tinham sido divulgados em circuitos universitários de música popular - tornou-se necessário que esta produção fosse posta em relação com um debate cultural próprio a este segmento. Por outro lado, o fato desta ser uma produção cultural dirigida ao mercado, obrigou que ela também fosse relacionada tanto a uma articulação crescente da indústria cultural no país, como a seus padrões de produção artística. Neste sentido, coube também uma análise do caso da produção "independente" de música. Ao final, é apresentada uma leitura de algumas canções destes artistas, onde os pontos anteriormente levantados se encontram ilustrados pelas canções.
Idioma
Português
Palavras chave
Manifestação artística
Cultura
Vanguarda paulista
Práticas coletivas
Música popular
Resumo
Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Década de 1980
Localização Eletrônica
https://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/17630