Movimentos sociais

Mobilização social e luta por direitos: um estudo sobre o movimento feminista

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Fanti, Fabíola
Sexo
Mulher
Orientador
Tatagiba, Luciana Ferreira
Ano de Publicação
2016
Local da Publicação
Campinas
Programa
Ciências Sociais
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
mobilização do direito
movimento feminista
movimento social
Poder Judiciário
Resumo

A presente tese tem como objetivo geral investigar as relações entre movimentos sociais, direito e Poder Judiciário. Para tanto, utilizou como marco analítico os estudos sobre a mobilização do direito, desenvolvidos principalmente na literatura estadunidense. Essa agenda de pesquisa é explorada em trabalhos internacionais com mais intensidade desde os anos 1990, mas só recentemente foi incorporada ao caso brasileiro. Assim, a tese pretende contribuir para a expansão desse campo de estudos no Brasil. O objeto de estudo empírico selecionado foi o movimento feminista na cidade de São Paulo. A partir da identificação das organizações mais relevantes nesse campo, foi traçado um panorama geral de seu surgimento no contexto mais amplo do movimento feminista, suas principais características estruturais e estratégias de ação, com ênfase nas táticas que mobilizam o direito e o Poder Judiciário. Ao analisar tais dados, o objetivo foi o de investigar a relação entre a estrutura organizativa dos grupos selecionados pelo estudo e as diversas formas de mobilização do direito identificadas pela pesquisa. Também foi realizado um estudo da campanha do movimento feminista pelo direito ao aborto no Brasil, desde o seu surgimento nos anos 1970 até o momento atual. Com essa investigação argumentou-se que o movimento feminista direcionou ao Poder Judiciário a demanda pelo direito ao aborto, já que os outros canais institucionais (os Poderes Legislativo e Executivo) encontravam-se bloqueados pelos seus adversários no campo político: os grupos conservadores e religiosos.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2012-2016
Localização Eletrônica
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3726363

A crítica como forma: argumento, almanaque e a vida intelectual paulista na década de 1970

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Soares, Ivo Paulino
Sexo
Homem
Orientador
Arruda, Maria Arminda do Nascimento
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Sociologia
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Intelectuais
Universidade
Cultura
Política
Resumo

A dissertação é dedicada à análise das revistas argumento- revista mensal de Cultura (1973-1974) e Almanaque- Cadernos de Literatura e Ensaio (1976-1982) e à compreensão da história coletiva dos intelectuais que se manifestaram nessas publicações. As revistas foram protagonizadas, sobretudo, por críticos de cultura que se preservaram na Universidade de São Paulo durante a Ditadura Militar (1964-1985) e que mantiveram intensa atividade intelectual tanto na academia quanto na imprensa. Entre esses intelectuais, destacam-se aqueles que estavam ao redor da liderança, entre outros, de Antonio Candido, ele próprio um acadêmico sobrevivente à repressão militar, figura aglutinadora de argumento e presença indireta em almanaque, em que teve vários de seus alunos escrevendo e lhe oferecendo homenagem. Embora o eixo central dessas revistas seja a preocupação dos críticos com o universo da cultura nacional, principalmente o da literatura, as duas publicações expressaram também tendências e orientações diversas, oriundas de uma fração mais abrangente de intelectuais que se desdobrava entre a universidade e o debate público no brasil na década de 1970, a partir de um meio de comunicação permeável à conjugação de expressões artísticas, políticas e acadêmicas. Pretende-se, portanto, com o estudo de caso dedicado às revistas, compreender um problema de pesquisa maior, que se refere à relação entre a vida intelectual sedimentada em torno da universidade paulista, que se utilizou das revistas como expressão coletiva, e a conjuntura brasileira da década de 1970, marcada pelo acirramento da Ditadura Militar..

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Localidade
Universidade de São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Década de 1970
Localização Eletrônica
HTTPS://SUCUPIRA.CAPES.GOV.BR/SUCUPIRA/PUBLIC/CONSULTAS/COLETA/TRABALHOCONCLUSAO/VIEWTRABALHOCONCLUSAO.JSF?POPUP=TRUE&ID_TRABALHO=5165082

Dos direitos às conquistas, das conquistas à luta”: sindicalismo de trabalhadores rurais, cultura e política na região de Ribeirão Preto, 1964-1985

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Pereira Da Silva Teixeira, Gabriel
Sexo
Homem
Orientador
Araújo, Ângela Maria Carneiro
Ano de Publicação
2017
Programa
Ciências Sociais
Instituição
Unicamp
Idioma
Português
Palavras chave
Sindicalismo
Trabalhadores rurais
Ribeirão Preto
Resumo

Esta tese busca refletir sobre a constituição do sindicalismo rural paulista entre 1964 e 1988. Apresento, nos capítulos que seguem, alguns episódios e experiências concretas de mobilização político-sindical de lavradores e trabalhadores rurais ao longo do período apresentado, tendo sempre como foco os referenciais que orientavam suas ações políticas, suas concepções de lei e de justiça. Explorar essas situações permite problematizar algumas lacunas da literatura, bem como aspectos importantes da visão de mundo de lavradores, trabalhadores rurais e lideranças sindicais da região de Ribeirão Preto no período. Face ao exposto, ao longo do processo de pesquisa, busquei atentar para algumas questões que me pareceram “esquecidas” e que, ao mesmo tempo, auxiliaram a organizar metodologicamente o esforço de análise, expressas a seguir: a) quais os grupos sociais e políticos que se envolveram e/ou auxiliaram no desenvolvimento da mobilização de lavradores e trabalhadores rurais em São Paulo ao longo da ditadura?; b) quais os projetos políticos que esperavam realizar na mediação junto às novas categorias sociais do campo?; c) quais os referenciais de luta e mobilização socializados e estimulados nestes espaços?; d) quais as continuidades e rupturas em relação aos repertórios anteriores de mobilização político-sindical entre os trabalhadores rurais?; e) quais as novas relações sociais inauguradas através destas experiências de mobilização política?

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Ribeirão Preto
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1964-1988
Localização Eletrônica
HTTPS://SUCUPIRA.CAPES.GOV.BR/SUCUPIRA/PUBLIC/CONSULTAS/COLETA/TRABALHOCONCLUSAO/VIEWTRABALHOCONCLUSAO.JSF?POPUP=TRUE&ID_TRABALHO=5036868

Lu Petersen. Militância, Favela e Urbanismo

Tipo de material
Livro
Autor Principal
Cavalcanti, Mariana
Sexo
Mulher
Autor Organizador
Freire, Americo Oscar Guichard
Outro(s) Autor(es) Organizador(es)
Freire-Medeiros, Bianca
Código de Publicação (ISBN)
978-8522507474
Edição (nome da editora)
FGV
Ano de Publicação
2009
Idioma
Português
Resumo

A série Protagonistas urbanos nasceu das gravações dos depoimentos coletados pelo projeto Memória do Urbanismo Carioca, do CPDOC/FGV. Diante da riqueza destes testemunhos, tornou-se indispensável divulgar a experiência pessoal de tantas gerações de profissionais comprometidos com a transformação da paisagem urbana da cidade do Rio de Janeiro. Sempre com muito humor e generosidade, ao compartilharem suas vidas e trajetórias, possibilitaram que conhecêssemos melhor as malhas da história urbana de nossa cidade. Lu Petersen, que abre esta série, foi entrevistada em setembro de 2006. Foram seis longos depoimentos, editados, e que agora disponibilizamos neste livro. A arquiteta e urbanista Maria Lúcia Petersen, mais conhecida como Lu Petersen, é uma brasileira como poucas. Desde os tempos da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Brasil esteve comprometida com as políticas públicas voltadas para a construção de uma cidade menos segregada e mais justa.

Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://wikifavelas.com.br/index.php/Lu_Petersen

Tempos Modernos, Tempos de Sociologia

Tipo de material
Livro
Autor Principal
Freire-Medeiros, Bianca
Sexo
Mulher
Autor Organizador
Bomeny, Helena
Outro(s) Autor(es) Organizador(es)
O’Donnell, Julia
Emerique, Raquel Balmant
Código de Publicação (ISBN)
9788510064750
Edição (nome da editora)
Editora do Brasil
Ano de Publicação
2017
Página Final
384
Idioma
Português
Resumo

Por meio do diálogo com o filme Tempos Modernos, de Charles Chaplin, a obra apresenta os principais conceitos da Antropologia, Ciência Política e Sociologia, com uma linguagem clara e acessível aos alunos do Ensino Médio.

Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://www.editoradobrasil.net.br/tempos-modernos-tempos-de-sociologia-vol-unico/

Corpo e feminismo: a Marcha das Vadias de Campinas/SP

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Galetti, Camila Carolina Hildebrand
Sexo
Mulher
Orientador
Almeida, Tânia Mara Campos de
Ano de Publicação
2016
Local da Publicação
Brasília
Programa
Sociologia
Instituição
UnB
Idioma
Português
Palavras chave
Ciberativismo
Corpo
Feminismo
Marcha das Vadias de Campinas (SP)
Resumo

Esta dissertação buscou expor os resultados de uma pesquisa exploratória que partiu da relação entre corpo, ciberativismo, cidade e expressões de movimentos feministas, mais especificamente a Marcha das Vadias de Campinas, São Paulo. Seu objetivo central foi compreender, por intermédio da aproximação dessa marcha no interior paulista, como o feminismo contemporâneo vem se articulando, quais suas pautas de reivindicações e como se dá a relação de tais expressões com novas ferramentas de ativismo: as redes sociais. A Marcha das Vadias de Campinas é ora tratada e descrita como um fato social. É apresentada, em detalhes, a forma de organização e consolidação de um coletivo feminista na cidade, bem como é debatida a relação desse movimento com representações do Estado no local. No processo de apreensão sociológica desse movimento social, também se revela como fenômenos culturais e sociais atuais reeditam o corpo das mulheres, de antigas bandeiras feministas, reelaborando-o no modo de ser visto e instrumentalizado como prática política de contestação nas ruas e nos espaços virtuais do ciberativismo.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3840496

As condições de trabalho no pós-ocupação da moradia pelo Programa Minha Casa Minha Vida: um estudo de caso da população do condomínio Flor de Jasmim no Município de Osasco - SP

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Borges, Sabrina Dantas Barretto Soares
Sexo
Mulher
Orientador
Borin, Marisa Do Espírito Santo
Ano de Publicação
2016
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Ciências Sociais
Instituição
PUC/SP
Idioma
Português
Palavras chave
Programa Minha Casa Minha Vida
Habitação social
Trabalho e habitação
Osasco - SP
Resumo

O objetivo desta dissertação é analisar o impacto nas relações de trabalho no pós-ocupação da moradia pelo Programa “Minha Casa Minha Vida” - PMCMV, através de um estudo de caso da população do condomínio Flor de Jasmim, no Município de Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo. A partir da apresentação do PMCMV, de suas regras e normas, de sua implementação e desafios enfrentados, é elaborada uma análise pautada em torno da discussão sobre política de habitação social, permeada pela apresentação do cenário sócio-espacial existente em Osasco e o perfil da população atendida pelo PMCMV. A metodologia utilizada para a análise da população do Condomínio Flor de Jasmim foi a elaborada pelo grupo de pesquisadores do projeto “Avaliação do trabalho Social e dos Impactos na Vida das Famílias no PMCMV: Município de Osasco/SP, junto ao Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Movimentos Sociais (NEMOS), do Programa de Estudos Pós-Graduados em Serviço Social e a Coordenadoria de Estudos e Desenvolvimento de Projetos Especiais (CEDEPE), e, PUC-SP, cujos instrumentos de avaliação e indicadores foram organizados em quatro eixos: condições sócio econômicas e inserção no mundo do trabalho; o direito à cidade e inserção urbana; participação, sociabilidade e trabalho social; e, satisfações e necessidades dos moradores.

Referência Espacial
Cidade/Município
Osasco
Localidade
Condomínio Flor de Jasmim
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2014-2016
Localização Eletrônica
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=4413272

Forjaria Solidária: movimento sindical e economia solidária em uma indústria metalúrgica recuperada no ABC paulista

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Calandro, Raffaele Enrico
Sexo
Mulher
Orientador
Ramalho, José Ricardo Garcia Pereira
Ano de Publicação
2016
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
Sociologia e Antropologia
Instituição
UFRJ
Idioma
Português
Palavras chave
movimento sindical
economia solidária
metalúrgica
Resumo

Esta dissertação pretende observar a relação entre movimento cooperativista e o movimento sindical a partir do estudo do caso da UNIFORJA, um sistema de cooperativas localizado na região do ABC Paulista. As cooperativas foram criadas no final da década de 1990, sob a gestão dos trabalhadores que recuperaram uma metalúrgica em situação falimentar. Acredita-se que os agentes sindicais, no campo da economia solidária, têm concepções e modos de ação próprios e influenciam nas experiências de trabalho cooperativo. Realizou-se dez entrevistas semiestruturadas, observação participante e pesquisas em acervos de mídias impressas e digitais, e secções de documentação e memória locais. Tratou-se a economia solidária a partir do conceito de campo. Assim, foi possível tratar a multiplicidade de agentes e organizações e suas distintas concepções a respeito das práticas cooperativas, associativistas e autogestionárias.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
ABC Paulista
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Final da década de 1990-2016
Localização Eletrônica
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3821322

“#VemPraRua”: as manifestações de junho de 2013 em São Paulo e a nova esfera pública

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Gomes, Juliana Larissa de Laet
Sexo
Mulher
Orientador
Pait, Heloisa
Ano de Publicação
2016
Local da Publicação
Marília
Programa
Ciências Sociais
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
novos meios de comunicação
esfera pública
espaço urbano
manifestações de junho de 2013
Resumo

A partir de um histórico da relação da cidade de São Paulo com os meios de comunicação, que resgata facetas de nossa cultura política, de um apanhado conceitual que ilumina os vários significados pessoais e coletivos da comunicação mediada e de uma pesquisa empírica viva que destaca imagens, experiências e lugares das manifestações de junho de 2013, essa dissertação oferece uma contribuição teórica que descortina o elo entre as pequenas telas individuais e as grandes telas coletivas que são palco da ação política contemporânea. Investiga-se a constituição de uma nova esfera pública a partir da atuação nas tecnologias móveis de informação e comunicação, que são denominadas pequenas telas. Através das pequenas telas os indivíduos se colocam na esfera pública, a grande tela. Atuar no espaço público, nesse contexto, envolve estar presente em tais telas, mas isso não basta. Os novos meios de informação e comunicação, como ímãs, atraem os indivíduos para determinados locais que se tornam centrais na ação, ao mesmo tempo em que os espaços somente podem se tornar centrais e se constituírem como espaços públicos quando a ação neles ocorre. O registro da selfie, dos vídeos e dos relatos das experiências vividas no espaço público durante a ação política, feito através das pequenas telas, são ferramentas de atuação política através das quais os espaços da cidade são ressignificados numa relação íntima, porém mediada, do usuário com eles. Tal experiência é vivida, então, coletivamente nas grandes telas que são palco da ação política.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Junho de 2013
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/items/1d031ebf-4036-41d1-ad72-f9654aacc5cf

Favelas e metropolização do Rio de Janeiro: O caso da favela da Vila do Vintém, no bairro de Realengo, no segundo pós-guerra

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Mendes dos Santos, Henrique
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Soares Gonçalves, Rafael
Sexo:
Homem
Título do periódico
Espaços urbanos e metropolização no Brasil (1940-1970)
Volume
36
Ano de Publicação
2023
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
1
Página Final
23
Idioma
Português
Palavras chave
Metropolização
Habitação
Favela
Vila do Vintém
Resumo

O artigo visa compreender as particularidades de expansão da favela Vila do Vintém (localizada no bairro de Realengo) em um contexto de metropolização da cidade do Rio de Janeiro. A partir de análise do fundo Polícia Política do Arquivo do Estado do Rio de Janeiro e de reportagens de jornais do final dos anos 1940 e início dos anos 1950, o artigo procura analisar a articulação política dos moradores, identificando que a luta pela permanência e pelo direito à moradia também ocorria nas favelas mais distantes dos bairros mais centrais.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Realengo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://revista.an.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/1912/1822