Antropologia

Forjaria Solidária: movimento sindical e economia solidária em uma indústria metalúrgica recuperada no ABC paulista

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Calandro, Raffaele Enrico
Sexo
Mulher
Orientador
Ramalho, José Ricardo Garcia Pereira
Ano de Publicação
2016
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
Sociologia e Antropologia
Instituição
UFRJ
Idioma
Português
Palavras chave
movimento sindical
economia solidária
metalúrgica
Resumo

Esta dissertação pretende observar a relação entre movimento cooperativista e o movimento sindical a partir do estudo do caso da UNIFORJA, um sistema de cooperativas localizado na região do ABC Paulista. As cooperativas foram criadas no final da década de 1990, sob a gestão dos trabalhadores que recuperaram uma metalúrgica em situação falimentar. Acredita-se que os agentes sindicais, no campo da economia solidária, têm concepções e modos de ação próprios e influenciam nas experiências de trabalho cooperativo. Realizou-se dez entrevistas semiestruturadas, observação participante e pesquisas em acervos de mídias impressas e digitais, e secções de documentação e memória locais. Tratou-se a economia solidária a partir do conceito de campo. Assim, foi possível tratar a multiplicidade de agentes e organizações e suas distintas concepções a respeito das práticas cooperativas, associativistas e autogestionárias.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
ABC Paulista
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Final da década de 1990-2016
Localização Eletrônica
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3821322

Mulheres, direito à cidade e estigmas de gênero: A segregação urbana da prostituição em Campinas

Tipo de material
Livro
Autor Principal
Ramos, Diana Heléne
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISBN)
978-8539109579
Edição (nome da editora)
Annablume Editora
Ano de Publicação
2022
Idioma
Português
Palavras chave
Gênero Feminino
Estigma
Prostituição
Violência
permanência
Resumo

A história e as representações acerca do bairro de prostituição Jardim Itatinga demostram como se organizam diferentes territórios prostitucionais na cidade de Campinas, Estado de São Paulo, Brasil. A “Zona” foi planejada pelo poder público, na década de 1960, e, desde então, tornou-se o lugar da prostituição na cidade. Essa política de segregação resultou na perseguição das prostitutas que, contudo, persistem trabalhando fora dali. Entre suas estratégias de proteção e permanência, a mais expressiva é a fundação da Associação Mulheres Guerreiras, localizada no centro da cidade. O livro examina, portanto, as tensões, os conflitos, as táticas e as estratégias de um grupo social historicamente estigmatizado e com forte presença em áreas urbanas centrais, face às intervenções do planejamento urbano. Sua circulação nos diferentes locais de prostituição em Campinas, suas estratégias para o estabelecimento de “pontos” de permanência em espaços não planejados oficialmente para sua presença, suas redes e articulações com outros pares “desviantes” e, principalmente, suas táticas de resistência à expulsão e luta por reconhecimento são objetos de atenção. Busca-se compreender como se estrutura, nos espaços físicos e políticos da cidade essa disputa particular – marcada por recortes de classe, de raça e especialmente de gênero – que tem a prostituição como foco de interesse. Pretende-se, por fim, possibilitar o vislumbramento de uma organização urbana generificada que se justifica em discursos ora sanitários, ora econômicos, ora morais e cuja história registra a constante tensão entre o planejamento urbano oficial e os habitantes da cidade, com suas reivindicações pelo direito a nela existirem. Baseado na tese “‘Preta, pobre e puta’: a segregação urbana da prostituição em Campinas: Jardim Itatinga” (2015, IPPUR-UFRJ), ganhadora do Prêmio Capes de tese 2016 em planejamento urbano e regional.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1960 - 2016
Localização Eletrônica
N/A

Elites em disputa por mercados populares: concorrência e confiança na economia (i)legal de veículos

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Dias Motta, Luana
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Gustavo Simão, Luiz
Fromm, Deborah
Alcantara, Juliana
Sexo:
Homem
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2023.204350
Título do periódico
Carros globais e a economia (in)formal de veículos
Volume
35
Ano de Publicação
2023
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
45
Página Final
66
Idioma
Português
Palavras chave
Elites
Mercados populares de carros
Confiança
Leilões
Seguros
Resumo

O artigo analisa as disputas entre  elites para expansão de mercados  ligados aos veículos rumo a setores populares. Tomamos dois casos como entrada empírica: o setor de leilões de carros usados, que opõe elite  tradicional e elites financeiras globais;  e as disputas entre seguradoras  tradicionais e elites emergentes ligadas às associações de proteção veicular. Argumentamos que a  recorrência do uso do termo confiança nesses conflitos evidencia a  centralidade do crime, como fato ou  ameaça, para a construção e  funcionamento de mercados legais de veículos e produtos a eles ligados. O artigo é baseado em entrevistas e na  observação participante em eventos;  conferências e entrevistas disponíveis  na internet; materiais secundários  produzidos pelos atores engajados nas disputas; e projetos de lei e  legislações.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://www.revistas.usp.br/ts/article/view/204350/193464

Da “ciclovista” à “ciclovia da morte”: a vida social de uma infraestrutura urbana

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
O’Donnell, Julia
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/s0103-4014.2023.37107.004
Título do periódico
Estudos Avançados
Volume
37
Ano de Publicação
2023
Local da Publicação
São Paulo
Página Inicial
45
Página Final
62
Idioma
Português
Palavras chave
Ciclovia Tim Maia
Paisagem
Infraestruturas urbanas
Sul Global
Rio de Janeiro
Resumo

O texto faz uma análise da vida social da Ciclovia Tim Maia, situada na zona Sul do Rio de Janeiro. Inaugurado em 2016, o equipamento foi saudado por oferecer, além de novas alternativas de mobilidade urbana, novos enquadramentos para a paisagem da orla oceânica. Tal combinação fazia da ciclovia um elemento central de um projeto mais amplo de cidade, que tinha da relação harmoniosa entre homem e natureza um de seus eixos principais. Ao acompanhar o processo de idealização, construção e inauguração do equipamento, bem como seus sucessivos colapsos, o texto visa discutir como esse caso peculiar permite refletir sobre aspectos importantes das infraestruturas urbanas a partir do olhar da Antropologia: suas múltiplas temporalidades, a relação inextricável entre técnica e política e os diferentes projetos de cidade que elas acumulam.

Referência Espacial
Zona
Sul
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Logradouro
Ciclovia Tim Maia
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2016
Localização Eletrônica
https://www.revistas.usp.br/eav/article/view/219482

Tradução intercultural e aprendizagem em diáspora: senegaleses em Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Sanches, Silvana Colombelli Parra
Sexo
Mulher
Título do periódico
Travessia - Revista do migrante
Volume
1
Ano de Publicação
2022
Idioma
Português
Palavras chave
Senegaleses
Diáspora
Migrações
Resumo

Esta pesquisa é parte da tese de doutorado no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Católica Dom Bosco, através da qual lanço um olhar para mim e para o “outro”, considerando categorias importantes como classe social, gênero, condição cultural, enrijecimentos ontológicos, epistemológicos, permeadas por signos imagéticos, movimentos éticos, estéticos e políticos. Este “outro” são senegaleses residentes em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Inventa-se nesta pesquisa um platô pesquisadora-sujeitos, evitando resvalar no binarismo. Utilizando este apenas como ponto de partida, tem-se uma pesquisadora mulher-branca-feminista e africanos, imigrantes, pretos, heteronormativos colaboradores da pesquisa. O (anti) método utilizado é o do rizoma, da cartografia social e da esquizoanálise, através do qual se produzem dados a partir dos acontecimentos em campo e inventam-se platôs. Neste processo, percebo a comunidade senegalesa se hibridizando, por vezes, invisibilizada nas universidades, composta por atores sociais que se reinventam e se traduzem no cotidiano das interações sociais, convivendo ora com a hospitalidade curiosa, ora silenciados frente ao preconceito, diante de dificuldade de comunicação. Tais atores transgridem os marcadores estruturais do racismo à brasileira, ao permanecerem no comércio informal, ao produzirem espaços de resistência chamados dahiras, e ao dialogarem, de forma complexa e artística, com a sociedade brasileira e campo-grandense que os envolve.

Referência Espacial
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Mato Grosso do Sul
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/1109

Coletivo Conviva Diferente e a experiência do curso de português para migrantes em Guaianases/SP

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Almeida, Alexandra C. Gomes de
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Siqueira, Daniel V. Tapia Lira de
Butikofer, Erika Andrea
Sexo:
Homem
Sexo:
Mulher
Título do periódico
Travessia - Revista do migrante
Volume
1
Ano de Publicação
2022
Idioma
Português
Palavras chave
Periferia
Migrações
Português como Língua de Acolhimento
Resumo

O presente trabalho é um relato de caso sobre o Coletivo Conviva Diferente, uma equipe multidisciplinar de professores de português para migrantes, que atua no CEU Jambeiro, em Guaianases, desde 2016. A equipe voluntária faz parte do trabalho desenvolvido pelo Coletivo que atua desde 2014 com migrantes, principalmente haitianos e africanos de diferentes países. Analisando o processo de imigração, identificamos que uma das maiores barreiras, enfrentadas na chegada ao novo país, é a dificuldade de comunicação, ou seja, compreensão do idioma local. Esta dificuldade restringe o acesso às informações essenciais, condição primordial para sua integração e estruturação mínima no país para obter moradia e emprego dignos.

 
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/1105

A mulher Warao em contexto migratório na cidade de Boa Vista-RR: O “trabalho” da mendicância

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Ortiz, Sandra Milena Palomino
Sexo
Mulher
Título do periódico
Travessia - Revista do migrante
Volume
1
Ano de Publicação
2023
Idioma
Português
Palavras chave
Mulher
Mendicância
Cultura
Warao
Resumo

O povo Warao foi o primeiro grupo que chegou ao Estado de Roraima em 2015. Esse povo ocupa tradicionalmente o estado Delta Amacuro, localizado ao leste da Venezuela, formado pela desembocadura do rio Orinoco, um dos maiores rios do mundo e é caracterizado por uma exuberante riqueza paisagista. Este trabalho apresenta resultados referentes à pesquisa de campo desenvolvida no Abrigo da Pintolandia (Boa Vista-RR), no ano de 2016 e que teve como objetivo identificar de que forma os indígenas imigrantes venezuelanos da etnia Warao conservam sua língua, cultura, costumes e rituais, em especial, analisando a mulher warao no seu trabalho não mais como coletora de frutos na comunidade mas, sim, como coletora de dinheiro na cidade. Como metodologia, foi utilizado o método de pesquisa-ação com enfoque de caráter exploratório qualitativo (indutivo), permitindo uma observação espontânea e coleta de dados, por meio de instrumentos como entrevistas; questionários previamente elaborados, abrindo espaços para a interpretação e facilitando a identificação dos aspectos culturais presentes nesse espaço de convivência. Os Warao têm se adaptado a seu novo estilo de vida e à convivência com os criollos (não índios). Há aumentado o número dos habitantes, mas não sua qualidade de vida. Seu estado de saúde, no geral, o mesmo que seu padrão de nutrição, parece ter-se deteriorado. Quanto ao seu acervo cultural, constata-se a grande quantidade de material mitológico Warao em forma de literatura oral. A comunidade warao procura manter sua língua e sua cultura por meio do ensino bilíngue, do trabalho com artesanato e das danças típicas na cidade de Boa Vista-RR. Alguns já migraram para Manaus, Santarém, Belém e Brasília, porém levando consigo o costume de coletar dinheiro nas cidades, o qual é considerado como um trabalho para a mulher warao. Elas não se consideram pedintes de esmola. Ao contrário, afirmam que estão coletando dinheiro como faziam outrora, coletando frutos na comunidade indígena do Delta Amacuro, constituindo uma sociedade matriarcal com inversão de papéis e empoderamento da mulher warao, sendo em muitas ocasiões, única provedora da família. No entanto, os resultados da pesquisa apontam que apesar da mulher warao manter suas crenças espirituais, tradições, custódia dos filhos e, especificamente, sua contribuição e aporte no trabalho como unidade produtiva e provedora da consecução de alimentos para a família, sua entrega e submissão ao homem em seu perseverante compromisso “feminino” da maternidade marcam seu processo de sujeição e serviço no lar.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Boa Vista
Macrorregião
Norte
Brasil
Habilitado
UF
Roraima
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/1165

Oásis entre os subúrbios cariocas: disputas materiais e simbólicas do bairro Marechal Hermes/RJ

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
WILI, Jessica Ojana Araújo
Sexo
Mulher
Orientador
JULIA GALLI O DONNELL
Ano de Publicação
2023
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
Programa de Pós-Graduação de Sociologia e Antropologia (PPGSA)
Instituição
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Página Inicial
1
Página Final
140
Idioma
Português
Palavras chave
Marechal Hermes
Rio de Janeiro
Subúrbios cariocas
Vila Proletária
Resumo

Esta dissertação apresenta uma análise do processo de produção material e simbólica do bairro de Marechal Hermes e sua relação com a construção de imaginários sobre os subúrbios cariocas. O trabalho tem como foco a relação entre as representações construídas em torno do trecho do bairro projetado como uma vila proletária em 1913 e o processo de patrimonialização do bairro como uma Área de Preservação do Ambiente Cultural (APAC) em 2013. Com uma abordagem etnográfica, a pesquisa percorre alguns espaços-tempos que abrangem processos de planejamento, cotidiano e memória na formação deste bairro. Desta forma, o estudo apresenta como o espaço idealizado da vila proletária se consolidou como um bairro suburbano e depois foi reivindicado como oásis entre os subúrbios cariocas. A partir da análise de diversas fontes, dentre elas periódicos e documentos oficiais, explora as estratégias discursivas utilizadas em diferentes períodos da produção material para refletir sobre a construção identitária deste bairro e a produção de identidades suburbanas.

Autor do Resumo
WILI, Jessica Ojana Araújo
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Subúrbios do Rio de Janeiro
Zona
Norte
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Marechal Hermes
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
Início da Primeira República/Atualidade
Localização Eletrônica
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=13699954

OS NOVOS SENTIDOS DA “AMARELINHA”: RELAÇÕES DISCURSIVAS ENTRE POLÍTICO E ESPORTIVO NA CAMISA DA SELEÇÃO BRASILEIRA NA COPA 2018

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Oliveira, Ramon do Nascimento
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Farias, Washington Silva de
Sexo:
Homem
Título do periódico
Recorde
Volume
14
Ano de Publicação
2021
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Idioma
Português
Palavras chave
Seleção Brasileira de Futebol
Discurso Político
Discurso Esportivo
Resumo

Este artigo investiga efeitos de sentido produzidos a partir de materialidades significantes das camisas adotadas por sujeitos-torcedores da seleção brasileira na Copa 2018. As camisas, enquanto espaço de significação, têm relação com os eventos sociopolíticos ocorridos no país, que provocaram inserções do político no esportivo. O corpus é constituído por materialidades sobre as camisas amarela, azul (oficiais) e vermelha (não-oficial) usadas pelo sujeito torcedor na Copa. Verificou-se que a diminuição do uso da camisa amarela foi provocada pelo efeito de rejeição não à seleção, mas à inserção do político na camisa, antes vista como lugar de nacionalismo soberano, provocando uma ressignificação da camisa azul e um efeito de divisão na posição-sujeito torcedor.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
2018
Localização Eletrônica
https://revistas.ufrj.br/index.php/Recorde/article/view/44505

REPRESENTAÇÃO DO FEMININO: AS MÚLTIPLAS IDENTIFICAÇÕES DAS TORCEDORAS DE FUTEBOL

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Araújo, Daniela Torres de
Sexo
Mulher
Título do periódico
Recorde
Volume
15
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Idioma
Português
Palavras chave
Futebol
Torcida
Estádios
Representação Feminina
Resumo

O presente trabalho busca reconhecer as múltiplas formas de identificação das mulheres frequentadoras de estádio, especificamente, entre as torcedoras do Club de Regatas Vasco da Gama, do Rio de Janeiro. A fim de reconhecer as nuances de uma identidade geralmente percebida como um bloco homogêneo em suas formas de torcer, midiática e academicamente, desconsiderando as múltiplas experiências das torcedoras. Para tanto, foi aplicado questionário entre os dias 24 de outubro de 2019 e 30 de novembro de 2019, obtendo um universo de 101 mulheres frequentadoras de estádio. O trabalho concluiu que a identidade de torcedora não é uma categoria de definição única, bem como o conceito mulher abarca uma gama de particularidades do ser.  

Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2019
Localização Eletrônica
https://revistas.ufrj.br/index.php/Recorde/article/view/52790