Movimentos sociais

A batalha política pela cidade: rupturas e continuidades nos trajetos de protestos em junho de 2013 na cidade de São Paulo

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Souza, Rafael de
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.730
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v.8 n.20
Ano de Publicação
2020
Local da Publicação
Online
Página Inicial
128
Página Final
152
Idioma
Português
Palavras chave
junho de 2013
espaço morfológico urbano
confronto político
São Paulo
Resumo

O artigo investiga a variedade de trajetos das manifestações percorridos por uma gama de atores coletivos presentes no ciclo de confrontos de 2013, apresentando os mecanismos responsáveis pela ocupação, concentração e dispersão de protestos no espaço urbano. Quais foram os obstáculos e constrangimentos para a execução dos trajetos de protesto em junho de 2013? Através da análise espacial dos protestos, foi possível elencar os mecanismos pelos quais os diferentes usos situacionais do espaço urbano produzem e disseminam os trajetos de protesto. O argumento principal é de que a dispersão dos trajetos no cenário urbano paulistano resultou de dois fatores: 1) a morfologia espacial da cidade; 2) as disputas entre atores políticos (polícia vs. manifestantes; e ativistas com diferentes agendas) pelo controle de espaços da cidade visando objetivos específicos.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2013; junho de 2013
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/rbs.730

Da ação coletiva ao crime: repertórios de movimentos sociais e facções prisionais

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Gomes, Simone
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
2318-0544
Código de Publicação (DOI)
http://dx.doi.org/10.20336/rbs.465
Título do periódico
Dossiê Crime Organizado
Volume
7
Ano de Publicação
2019
Local da Publicação
Sergipe
Página Inicial
1
Página Final
251
Idioma
Português
Palavras chave
Facções prisionais
Ações coletivas
Movimentos sociais
Resumo

O trabalho discute a organização prisional em facções a partir de paralelos com ações coletivas, com teorias dos movimentos sociais para lançar luz às práticas das fac-ções prisionais. Dessa forma, baseado em um trabalho de inspiração etnográfica em prisões masculinas e femininas no Rio de Janeiro, Manaus e Fortaleza, abordare-mos convergências e diferenças entre o modus operandi das facções prisionais do país, Primeiro Comando da Capital (PCC), Comando Vermelho (CV), Facção do Norte (FDN) e Guardiões do Estado (GDE) e movimentos sociais. Desde 2006, aumentaram significativamente as rebeliões, queima de veículos e transferência de presos, como instrumentos de barganha, aqui entendidas como repertórios. A pesquisa aponta para um funcionamento das facções que, por ser empiricamente orientado, traz elementos inovadores para pensar os limites e as possibilidades das teorias da ação coletiva.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Cidade/Município
Manaus
Macrorregião
Norte
Brasil
Habilitado
UF
Amazonas
Cidade/Município
Fortaleza
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Ceará
Referência Temporal
s/i
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/465/pdf_35

“Todos reunidos pela pixação”: uma abordagem etnográfica do complexo circuito dos pixadores de Belo Horizonte-MG

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Rodrigo Amaro de Carvalho
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.12144
Título do periódico
Ponto Urbe
Volume
1
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
pichadores
galeras
festas
sociabilidade
Belo Horizonte
Resumo

O presente artigo aborda o complexo circuito de jovens no qual os pixadores de Belo Horizonte estão inseridos. Apresentaremos, portanto, dados da pesquisa de campo que resultaram em minha dissertação (CARVALHO 2013), abordando especificamente os elementos relativos à importância dada pelos pixadores da capital mineira às festas e eventos de lançamentos de DVDs produzidos pelos próprios interlocutores da pesquisa. Os elementos etnográficos que serão apresentados foram obtidos da observação participante em tais eventos. Sendo assim, as festas das galeras de pixação e os lançamentos de DVDs demonstram a importância que a sociabilidade tem dentro deste fenômeno, endossando a partir de outros elementos a relevância das relações dentre os pixadores.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de Belo Horizonte
Cidade/Município
Belo Horizonte
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
N/A
Localização Eletrônica
http://journals.openedition.org/pontourbe/12144

A gestão Luiza Erundina (1989-1992): participação popular nas políticas de transporte

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Lima e Silva, Milena de
Sexo
Mulher
Orientador
Rizek, Cibele
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.102.2018.tde-17042018-152926
Ano de Publicação
2016
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Direito à cidade
Movimentos sociais
Participação
Políticas públicas
Transporte urbano
Resumo

A pesquisa se cerca de teses sobre o direito urbano, para tratar do objeto principal desta dissertação: as inovadoras políticas urbanas de transporte elaboradas pela administração Luiza Erundina (1989-1992), como a Tarifa Zero e a Municipalização dos transportes coletivos por ônibus, na cidade de São Paulo. O caminho das políticas públicas de transporte foi tortuoso no entremeio à democracia (1978-1988), em parte foi inicialmente abordado por uma construção coletiva de movimentos sociais (como o Movimento Nacional pela Reforma Urbana-MNRU) e de grupos de trabalho com a temática dos transportes criados por partidos do campo democrático-popular. Em outra parte, configura-se um marco que tem as figuras do secretário de transportes Lúcio Gregori, e da prefeita Luiza Erundina como centrais para o desenvolvimento e articulação dos projetos políticos, esses que hoje (na contemporaneidade) alcançaram o devido debate público no país. As conclusões da pesquisa apontam para uma realidade de esforços administrativos, conjunta à falta de engajamento populacional na participação das políticas de transporte. Expõem também os limites metodológicos das diferentes propostas participativas conduzidas pela administração quando comparadas às ações de diferentes secretarias, sendo essas ações: conselhos ou fóruns de negociação. Contudo apresenta que a não efetivação das políticas urbanas elaboradas pela administração Luiza Erundina não é um resultado direto da simples existência ou não de movimento social prévio à gestão. Trata-se sim (no presente) do efetivo poder popular de modificar o estado do urbano, desde a sua forma prática à sua forma sensível, desde sua forma econômica, à forma de partilhar o poder entre todo o conjunto social.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1989-1992
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/102/102132/tde-17042018-152926/pt-br.php

Às margens do Programa Minha Casa Minha Vida: um estudo sobre a modalidade Entidades na Região Metropolitana de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Castro, Andrea Quintanilha de
Sexo
Mulher
Orientador
Rizek, Cibele
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.102.2018.tde-17042018-091934
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Autogestão
Habitação de interesse social
Movimento social
Política pública
Programa Minha Casa Minha Vida - Entidades
Resumo

O trabalho apresenta o modelo de produção habitacional autogestionário do Programa Minha Casa Minha Vida a modalidade Entidades que se concentrou no contexto social e político construído por aquilo que se entende como lulismo, iniciado em 2003. Através de um retrato específico dos únicos nove conjuntos habitacionais concluídos na Região Metropolitana de São Paulo por esse modelo até dezembro de 2016, problematiza-se os limites entre política/programa, desejo/direito, centro/periferia, virtude/exceção, legal/ilegal, público/privado. Para tanto, localizamos esse modelo específico de produção de moradias de interesse social na ideia de margens, que é montada progressivamente ao longo da pesquisa em três escalas de leitura. Partimos das margens do lulismo para localizar a produção geral do Programa Minha Casa Minha Vida; em seguida, mergulhamos mais detalhadamente nas margens do PMCMV a fim de observar a produção específica de sua modalidade Entidades; e concluímos o trabalho analisando as margens do Entidades para, finalmente, alcançar os limites e injunções dessa produção na metrópole paulista.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2003-2016
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/102/102132/tde-17042018-091934/pt-br.php

Os jovens e as praças dos indignados: territórios de cidadania

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Gohn, Maria da Glória
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.48
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v. 1 n. 2
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Online
Página Inicial
205
Página Final
221
Idioma
Português
Palavras chave
manifestações de jovens
reivindicações
Brasil
Resumo

Na antiguidade, as praças eram locais de oradores. Na Idade Média, no início do processo de urbanização, as praças reuniam os artesãos, o comércio, a arte de rua, e os símbolos do poder. Na Idade Moderna, as praças centrais ganharam status, reuniam os casarões das elites, hotéis, a prefeitura, igreja, câmaras, e o comércio crescente. Em todas essas diferentes épocas, uma função comum: a praça como lócus de manifestação, protesto, reivindicações. Marchas, concentrações, ocupações: as praças tornaram-se lócus por excelência de espaço público para o exercício da cidadania. A partir do século XX estas manifestações ganharam um dado novo: a expressiva participação dos jovens, e recentemente, o uso das novas tecnologias na organização e realização dos protestos. Este trabalho tem como referência manifestações de jovens em territórios distintos: Praça Tahrir, no Cairo/Egito, Praça Mohammad Bouazizi em Túnis/Tunísia, Praça da Puerta del Sol, em Madri/Espanha, Praça Syntagma, em Atenas/Grécia, praça do Parque Zuccoti/Wall Street, em Nova York/Estados Unidos, e Willy-Brandt Platz, em Frankfurt/Alemanha; manifestações de junho de 2013, no Brasil, na Av. Paulista e Largo da Batata, em São Paulo. Nesses territórios, têm ocorrido protestos dos indignados, sob várias formas. Apesar da intensa participação dos jovens, seus impactos na sociedade nem sempre têm sido visíveis, seus resultados nem sempre duradouros para a organização dos movimentos que constroem. O diálogo com os poderes constituídos é tenso ou inexiste. As questões implícitas neste paper são: quais as possibilidades dessas manifestações sob a perspectiva das lutas emancipatórias? Quais desafios teóricos esses movimentos apresentam? Qual o papel simbólico das praças que têm acolhido estas manifestações e movimentos?

Disciplina
Referência Espacial
Zona
Centro
Cidade/Município
São Paulo
Localidade
Avenida Paulista; Largo da Batata
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Século XX; 2013; junho de 2013
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/61

Prevenção à violência contra a mulher: experiências do município de Santo André (1989-2004)

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Sequeira, Daniela Corrêa de
Sexo
Mulher
Orientador
Kowarick, Lúcio
Ano de Publicação
2005
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Ciência Política
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Movimentos feministas
Santo André
Redemocratização
Resumo

No ano de 2005 grupos de mulheres espalhados pelo Brasil comemoram trinta anos de feminismo no país. Os avanços na legislação foram muitos, porém, no ano de 2001 o Instituto de Pesquisa Perseu Abramo constatou que, aproximadamente, uma em cada cinco mulheres brasileiras já sofreu algum tipo de violência. A questão da violência contra a mulher continua a ser um problema ainda não completamente desmascarado diante da sociedade brasileira. Para trazer à tona esse problema, o presente trabalho tem como objetivo relatar as experiências do município de Santo André, no estado de São Paulo, para o combate e prevenção da violência contra a mulher. Para que se compreenda melhor essa trajetória, os capítulos dessa dissertação esboçarão um breve histórico do movimento de mulheres no Brasil desde a redemocratização, assim como as ações do estado de São Paulo nesse sentido. Santo André, a primeira cidade brasileira a criar uma Assessoria Especial dos Direitos da Mulher, terá seus programas e ações para o combate e prevenção da violência contra a mulher esmiuçados, com objetivo de dar exemplo para possíveis ações de outros municípios, brasileiros ou não, que tenham interesse em atuar diretamente nesse problema.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
Santo André
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1989-2004
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/001466488

Conexões, atores, políticas sexuais e cidade: Uma reflexão a partir da trajetória do grupo Identidade de Campinas/SP

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Zanoli, Vinícius Pedro Correia
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Facchini, Regina
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.226
Título do periódico
Ponto Urbe
Volume
10
Ano de Publicação
2012
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Homossexualidade
Movimento LGBT
Movimentos sociais
Brasil
Resumo

Este artigo tem por foco a trajetória do Identidade, grupo ativista do movimento LGBT (de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), atuante a partir de 1998 na cidade de Campinas. O que pretendemos apresentar é uma análise da trajetória do grupo, acentuando as mudanças no ideário e na identidade institucional e política adotadas pelo mesmo, bem como as relações entre tais processos e as conexões do grupo com os atores sociais envolvidos em seu campo ativista. A exploração da articulação entre o ideário do grupo e o espaço da cidade, por meio da análise de sua atuação, é a base para relativizar tendências apontadas por pesquisas realizadas a partir da realidade de redes ativistas de ampla visibilidade nacional e de organizações atuantes em capitais brasileiras.

 

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1998-2011
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/226

Arquitetura e Urbanismo: Disputas Profissionais e Estratégias de Atuação

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Pacheco, Cristiano Ricardo de Azevedo
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.425
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v. 6 n. 14
Ano de Publicação
2018
Local da Publicação
Online
Página Inicial
152
Página Final
177
Idioma
Português
Palavras chave
arquitetura e urbanismo
conflitos extraprofissionais
mecanismos sociais
Resumo

Este artigo aborda a análise da profissão do arquiteto e seus  espaços de atuação, buscando-se definir as circunstâncias sociais, institucionais e políticas de participação profissional em  instâncias do  mercado de trabalho. Nessa  direção, percebe-se que a nova  regulamentação profissional dos arquitetos trouxe à tona  debates sobre  confrontos extraprofissionais e estratégias de reserva de mercado em atividades inerentes à construção civil.  Portanto, as discussões, em torno  da instalação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), possibilitam mostrar a luta  pela  definição dos investimentos para  inserção profissional e ascensão na carreira.

Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/425

Marcos Referenciais Teóricos que têm dado Suporte às Análises dos Movimentos Sociais e Ações Coletivas no Brasil – 1970-2018

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Gohn, Maria da Glória
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.430
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v. 6 n. 14
Ano de Publicação
2018
Local da Publicação
Online
Página Inicial
1
Página Final
29
Idioma
Português
Palavras chave
Movimentos sociais
Ações coletivas
Abordagens teóricas
Resumo

O artigo faz um levantamento das abordagens teóricas que têm dado  suporte aos estudos sobre os movimentos sociais  e as ações coletivas no Brasil ao longo das últimas décadas, mapeando sua  diversidade, paradigmas teórico-metodológicos que  as fundamentam, categorias e seus  autores. Recuperam-se a construção, a transformação e a diversificação destas teorias segundo momentos da  conjuntura histórico-política do  país,  fornecendo elementos para  avaliar sua  adequação à realidade brasileira. Como resultado, apresentamos cinco  blocos  de teorias – neomarxistas, culturalistas ou identitárias, institucionalistas, autonomistas e neoliberais. Elas têm influenciado, informado e orientado a produção brasileira sobre  os movimentos sociais  ao longo de cinco  ciclos histórico-políticos distintos: 1º- na década de 1970; 2º- transição democrática dos anos  de 1980;  3º pós-Constituição de 1988;  4º- na década de 2000;  e 5º- pós-junho de 2013.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
1970-2013; 1970; 1980; 1988; 2000; 2013
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/430