Planejamento Urbano

Relações entre a legislação de uso e ocupação do solo e o espaço urbano local: subsídios para o planejamento de bairros

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Campana, Isaura Regina Ferraz Parente
Sexo
Mulher
Orientador
Campos Filho, Cândido Malta
Ano de Publicação
1989
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Engenharia Civil
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
produção do espaço
capitalismo
espacialização
desenvolvimento urbano
Resumo

Este trabalho visa trazer subsídios para a elaboração de uma metodologia de planejamento de bairro. Para tanto são estudadas algumas teorias estruturalistas que explicam a formação do espaço urbano capitalista. São identificados os agentes de produção, consumo e apropriação do mesmo e é salientada a importância do Estado na estruturação do espaço urbano, dando - se ênfase ao nível municipal. Também se discute em termos conceituais os princípios que norteiam a atual legislação de zoneamento da cidade de São Paulo, da qual se abordam aspectos da sua estruturação física. Realiza-se ainda estudo de caso que demonstra o inter - relacionamento entre a legislação e os agentes formadores do espaço urbano, concluindo-se pela importância da participação popular no estudo e fiscalização da legislação local e do planejamento de bairro.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://dedalus.usp.br/F/?func=direct&doc_number=000720745

Embates e questões em torno da preservação de um acampamento de obras em brasília: o caso da Vila Planalto

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Barbosa, Daniela
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Derntl, Maria Fernanda
Sexo:
Mulher
Título do periódico
Memória em Rede
Volume
14
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Pelotas
Página Inicial
144
Página Final
166
Idioma
Português
Palavras chave
Vila Planalto
Brasília
Patrimônio
Acampamento de obras
Resumo

Este artigo discute o processo de regulamentação e tombamento da Vila Planalto, um núcleo derivado de anteriores acampamentos de obras instituídos na segunda metade da década de 1950 para dar apoio à construção de Brasília, capital do Brasil. Considerada ilegal a partir da inauguração de Brasília em 1960, a Vila Planalto conseguiu se manter, em um conturbado processo que acabou por reconhecê-la como patrimônio em 1988 pelo seu papel nos primórdios da cidade, em um movimento que agregou valores pioneiros à imagem monumental da capital. Tendo como referência a bibliografia específica e matérias de jornal da época, nossa análise considera o contexto de preservação da Vila Planalto em meio à regulamentação de outros anteriores acampamentos de obras ocorrida ao longo da década de 1980 – a Metropolitana a Candangolândia e o Paranoá. Este trabalho investiga as razões do singular tombamento da Vila Planalto, diferentemente de outros núcleos de origem similar, que foram apenas regulamentados. Como conclusão, a análise relaciona patrimônio e controle do espaço e aponta como as imagens da Vila Planalto e de Brasília vieram se articular numa única marca de lugar abarcando monumentalidade moderna e acampamento operário.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Brasília
Bairro/Distrito
Vila Planalto
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
1955-1988
Localização Eletrônica
https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/Memoria/article/view/21915/14036

Projeto e Favela: Metodologia de projeto em urbanização de favelas

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Bueno, Laura Machado de Mello
Sexo
Mulher
Orientador
Gunn, Philip Olivier Mary
Ano de Publicação
2000
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
habitação
desigualdade
infraestrutura
ocupação
loteamentos irregulares
Resumo

Esta tese de doutorado apresenta uma síntese metodológica para aprimoramento da elaboração de projetos e obras de urbanização de favelas. Conceitua-se o fenômeno do assentamento ilegal como uma alternativa entre as formas de provisão de moradia da população pobre de países periféricos, mesmo que emergentes, como o Brasil. Apresenta-se um quadro geral da política oficial para favelas no Brasil. Estudamos aqui também o aparecimento e crescimento das favelas e o desenvolvimento de políticas públicas relevantes e da obtenção de direitos a serviços, tendo como foco o município de São Paulo. É traçado o caminho histórico da reformulação, socialmente construída, dos partidos do projeto para as favelas, a partir, principalmente da experiência brasileira, e particularmente, São Paulo e Rio de Janeiro. Destaca-se o processo de desenvolvimento das políticas públicas e dos métodos e paradigmas dos assentamentos e de projetos desenvolvidos a partir de pós guerra em algumas capitais brasileiras. São analisados também casos de obra de urbanização de favelas pesquisados coletivamente em 1999 em cinco cidades brasileiras. A partir da pesquisa empírica refenciada, faz-se uma discussão sobre a questão da estética da paisagem resultante na favela urbanizada, em que a ocupação original não foi orientada por projeto técnico, e resultando em uma qualidade espacial especifica, social e historicamente construída. Ao final, apresenta uma contribuição ao aprimoramento do desenvolvimento de projetos e obras, bem como de uma maior amplitude social e espacial das respostas a uma das graves iniquidades da urbanização brasileira.

Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Anos 1940 - Anos 1990

Nosso Chão: do sagrado ao profano

Tipo de material
Livre Docência
Autor Principal
Marx, Murillo
Sexo
Homem
Ano de Publicação
1987
Local da Publicação
São Paulo
Programa
n.a.
Instituição
USP
Página Final
255
Idioma
Português
Palavras chave
desenvolvimento urbano
secularização
administração municipal
estruturação urbana
Resumo

Estuda a evolução do espaço público urbano no Brasil com base no caso específico da cidade de São Paulo. Confirma a idéia de que houve um claro e vagaroso processo de secularização, que é analisado em quatro aspectos: o conceito, o uso, o âmbito e o tratamento das ruas, praças e jardins. As fontes primárias de pesquisa foram, entre outras, as leis eclesiásticas e civis, documentos oficiais e narrativas de viajantes que visitaram nosso país através dos séculos. A iconografia, mais generosa apenas para os últimos dois séculos, desempenhou um papel auxiliar. Por esta razão não foram mostradas ilustrações neste estudo. As hipóteses levantadas concernentes aos quatro aspectos arquitetônicos foram provadas através do exame das normas determinantes dos espaços públicos de São Paulo, da documentação existente em arquivos públicos e relatórios de visitantes estrangeiros de vários períodos, alguns encontrados em edições antigas e raras. Conclui-se que: 1) no decorrer do tempo, os cânones foram cedendo lugar às leis civis; 2) o uso religioso das ruas foi diminuindo em relação ao seu uso temporal; 3) o contorno do chão público foi se tornando mais preciso e transcendendo os pátios das igrejas; 4) somente recentemente o equipamento urbano das áreas públicas tornou-se mais rico. Restringiu-se intencionalmente o estudo no seu escopo. Ao enfatizar-se o valor dos textos legais, forçosamente outras questões ficaram em segundo plano. Nas conclusões, é frizada a importância da evolução das formas de apropriação do chão para um conhecimento maior da paisagem urbana.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)

Eu Vou de Bike: a ocupação de bicicletas nos espaços públicos de São Paulo

Tipo de Material
Outros
Autor Principal
Abilio, Carolina Cássia Conceição
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Vasconcellos, Maria da Penha
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.3476
Título do periódico
Ponto Urbe - Revista do núcleo de antropologia urbana da USP
Volume
20
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
São Paulo
Descrição Adicional
Ensaios fotográficos
Idioma
Português
Palavras chave
Grafite
Cidade
Espaço urbano
Uso do espaço
Resumo

Desde 2012 na cidade de São Paulo observamos o aumento da mobilidade por meio de bicicletas. Ciclistas a passeio, individualmente ou em grupos, competidores esportivos, e aqueles que fazem uso da bicicleta para trajetos de origem e destino no deslocamento ao trabalho, tomaram as ruas da cidade e podem ser facilmente vistos cruzando suas vias e avenidas.
A incorporação desses atores na dinâmica da cidade foi acompanhada de tensão e agressividade por parte de outros seguimentos da população, particularmente, usuários de outras formas de transporte. Os espaços urbanos pareciam já “ocupados” o suficiente na disputa pelo ir e vir, em circunstancias e entraves que vão desde pouca mobilidade para alguns até mobilidade em excesso de outros. Nesse cenário, a magrela passou a ser vista como intrusa no contexto do espaço da cidade e na disputa por circulação (Urry 2007:12).
A introdução da bicicleta como protagonista e peça-chave da narrativa sobre mobilidade urbana em âmbito municipal ocorre na gestão Fernando Haddad (Partido dos Trabalhadores, 2012-2016), com ampla repercussão nacional e internacionalmente. Um conjunto de ações de políticas públicas drasticamente alteraram a realidade da bicicleta na cidade, mais do que dobrando a quilometragem de ciclovias e ciclofaixas, assim como a abertura de bicicletários públicos e viabilização do transporte de bicicletas em algumas linhas de ônibus da cidade. Frente a isso, o número de ciclistas no meio urbano cresceu exponencialmente e a bicicleta tomou lugar de destaque como ícone de uma mudança de paradigma no campo da mobilidade urbana.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2016
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/3476

Planejamento urbano e atividades econômicas: balanço das experiências na cidade de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Abreu, Giselle Kristina Mendonça
Sexo
Mulher
Orientador
Rolnik, Raquel
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2018.tde-13062017-104848
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Desenvolvimento econômico
Planos diretores
São Paulo (SP)
Zoneamento urbano
Resumo

Este trabalho tem como objetivo investigar o papel dos instrumentos de planejamento urbano na promoção de atividades econômicas na cidade de São Paulo. A partir de uma revisão dos planos diretores e leis de zoneamento municipais e estaduais propostos para a cidade desde meados do século XX até os dias de hoje, bem como de uma pesquisa acerca da territorialidade do uso comercial, de serviços e industrial no espaço intraurbano, identificamos quatro tipos de estratégias empreendidas pelo Estado, através dos instrumentos de planejamento urbano, para orientar a localização das atividades econômicas na cidade. Primeiro, a restrição a esses usos com o objetivo de preservar outras funções urbanas, tais como o uso residencial de alta renda e o patrimônio ambiental; segundo, a reserva de terras através do instrumento zonal para manter ou atrair indústrias; terceiro, a definição de investimentos públicos estratégicos, seja em infraestrutura ou em projetos específicos, nos planos diretores; e, quarto, a adoção de incentivos fiscais e urbanísticos para estimular a localização de novos estabelecimentos comerciais ou industriais em territórios com pouca oferta de emprego. O trabalho apresenta um balanço abrangente e crítico sobre as estratégias adotadas (ou, por vezes, somente propostas), amparado pelo estudo de casos específicos, refletindo sobre o contexto e as condicionantes da construção dos instrumentos e seu impacto efetivo (ou potencial) na localização das atividades econômicas. Buscamos, assim, oferecer uma contribuição para o debate acerca da história, do alcance e dos limites dos instrumentos de planejamento urbano em São Paulo.

Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Meados do século XX-2017
Localização Eletrônica
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16139/tde-13062017-104848/en.php

Relações público-privadas no Metrô de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Pereira, Daniela Costanzo de Assis
Sexo
Mulher
Orientador
Marques, Eduardo
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.8.2017.tde-14062017-090352
Ano de Publicação
2016
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Ciência Política
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Mobilidade urbana
Parceria Público-Privada
Política urbana
Políticas públicas
Resumo

Este trabalho busca compreender a implementação das linhas de metrô em São Paulo e da Companhia do Metropolitano de São Paulo, desde sua formação, nos anos 1960, até os dias atuais. Buscou-se entender quem foram os principais atores nacionais e internacionais, dos setores público ou privado, que participaram das decisões sobre esta política pública em questão. Para isso, foram analisados os processos de tomada de decisão e de implementação das Linhas 1 Azul, 3 Vermelha, 2 Verde e 4 Amarela. Com os achados da pesquisa é possível argumentar que o Metrô de São Paulo, o qual foi constituído como uma empresa pública capacitada, passou por um rebaixamento do seu corpo técnico e de suas capacidades estatais, que deram espaço ao interesse de atores privados dentro da companhia, acarretando em prejuízo para a empresa pública e em atraso de obras. Tal processo se deu com a ascensão e queda de um modelo de Estado desenvolvimentista e do surgimento de novas visões de Estado influenciadas pelo New Public Management.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1960-2016
Localização Eletrônica
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8131/tde-14062017-090352/publico/2016_DanielaCostanzoDeAssisPereira_VOrig.pdf

A provisão habitacional em Franca-SP: uma cidade sem favelas?

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Silva, Rosana da
Sexo
Mulher
Orientador
Rizek, Cibele
Ano de Publicação
2005
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Habitação
Favelas
Autoconstrução
Franca
Resumo

Este trabalho tem como objetivo analisar os fatores políticos, econômicos e sociais que contribuem para a inexistência de favelas na cidade de Franca-SP. Tal proposta se concretizou através da análise da produção de habitações de interesse social pelas três esferas de governo, pela política habitacional local, pela participação do setor privado e pela contribuição da indústria calçadista na aquisição da casa própria.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de Franca
Cidade/Município
Franca
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2000-2005
Localização Eletrônica
https://dedalus.usp.br/F/NSMXL1NRN16NFHP83189G8TLBTNNE8MTI4FA48PNSX9716YTYU-02391?func=direct&doc%5Fnumber=001471732&pds_handle=GUEST

A gestão Luiza Erundina (1989-1992): participação popular nas políticas de transporte

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Lima e Silva, Milena de
Sexo
Mulher
Orientador
Rizek, Cibele
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.102.2018.tde-17042018-152926
Ano de Publicação
2016
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Direito à cidade
Movimentos sociais
Participação
Políticas públicas
Transporte urbano
Resumo

A pesquisa se cerca de teses sobre o direito urbano, para tratar do objeto principal desta dissertação: as inovadoras políticas urbanas de transporte elaboradas pela administração Luiza Erundina (1989-1992), como a Tarifa Zero e a Municipalização dos transportes coletivos por ônibus, na cidade de São Paulo. O caminho das políticas públicas de transporte foi tortuoso no entremeio à democracia (1978-1988), em parte foi inicialmente abordado por uma construção coletiva de movimentos sociais (como o Movimento Nacional pela Reforma Urbana-MNRU) e de grupos de trabalho com a temática dos transportes criados por partidos do campo democrático-popular. Em outra parte, configura-se um marco que tem as figuras do secretário de transportes Lúcio Gregori, e da prefeita Luiza Erundina como centrais para o desenvolvimento e articulação dos projetos políticos, esses que hoje (na contemporaneidade) alcançaram o devido debate público no país. As conclusões da pesquisa apontam para uma realidade de esforços administrativos, conjunta à falta de engajamento populacional na participação das políticas de transporte. Expõem também os limites metodológicos das diferentes propostas participativas conduzidas pela administração quando comparadas às ações de diferentes secretarias, sendo essas ações: conselhos ou fóruns de negociação. Contudo apresenta que a não efetivação das políticas urbanas elaboradas pela administração Luiza Erundina não é um resultado direto da simples existência ou não de movimento social prévio à gestão. Trata-se sim (no presente) do efetivo poder popular de modificar o estado do urbano, desde a sua forma prática à sua forma sensível, desde sua forma econômica, à forma de partilhar o poder entre todo o conjunto social.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1989-1992
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/102/102132/tde-17042018-152926/pt-br.php

Plano Diretor de São Paulo - 1991: avanços e permanências

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Antonucci, Denise
Sexo
Mulher
Orientador
Leme, Maria Cristina da Silva
Ano de Publicação
1997
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Desenvolvimento
Diagnóstico
Legislação urbanística
Plano diretor
Reforma urbana
Resumo

Propomo-nos a analisar o Plano Diretor do Município de São Paulo de 1991 e suas novas propostas de intervenção urbana. Arrolamos as características do modelo de plano diretor anteriormente vigente às quais se contrapõe, o que permanece e o que caracteriza uma inovação. A análise do Plano Diretor de 1991 levou-nos a estudar a Constituição de 1988 e a obrigatoriedade de Planos Diretores contida em seu art. 182, para verificarmos que outras competências caberiam ao municípios ao gerir a política urbana local. O Plano Diretor, por sua vez, surge na Constituição como uma reação dos defensores do planejamento urbano à Emenda Popular de Reforma Urbana, originária das discussões do MNRU - Movimento Nacional Pela Reforma Urbana. A idéia da Reforma Urbana foi ventilada em 1963 e retomada na década de 80. Os integrantes do MNRU participaram da elaboração das Constituições Estatuais, Leis Orgânicas Municipais e Planos Diretores. Em São Paulo, a obrigatoriedade de Plano Diretor coincide com a eleição de um governo municipal democrático. Apesar de não haver sido aprovado, seu processo de elaboração e seu conteúdo influenciaram a elaboração de planos por todo país, contribuindo na formulação de novos princípios de planejamento urbano, enquanto teoria e prática e de novos conceitos urbanísticos.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1988-1991
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/001052851