Sociologia

A passos largos: meninas da periferia rumo à universidade e seus dilemas psicossociais

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Almeida, Tania Mara Campos de
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Brasil, Katia Tarouquella
Viana, Dianne Magalhães
Lisniowski, Simone
Ganem, Valérie
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/s0102-6992-202035010006
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
35
Ano de Publicação
2020
Local da Publicação
Brasília
Página Inicial
101
Página Final
134
Idioma
Português
Palavras chave
gênero
educação
saúde mental
extensão universitária
Resumo

A divisão sexual do trabalho ainda é marca discriminatória na sociedade brasileira, cabendo à mulheres os trabalhos precarizados e menos valorizados. Ao refletir sobre os temas gênero e educação, o artigo identificou as contribuições do “Meninas velozes”, projeto de extensão e pesquisa interdisciplinar, no enfrentamento a esse cenário, a partir do fortalecimento do aprendizado e de dimensões psicossociais. Tal projeto é conduzido por professoras e pesquisadoras das engenharias, ciências sociais e humanas da Universidade de Brasília (UnB) e da Université Paris 13 (França). Suas ações ocorrem em escola pública na periferia do Distrito Federal desde 2013 e atingiu, nestes seis anos, mais de 100 meninas. Foram aplicados questionários para coleta de dados socioeconômicos e entrevistas semiestruturadas junto a 16 alunas da UnB, egressas do projeto. Seus relatos evidenciaram situações que ameaçam sua permanência e integração na universidade e que fragilizam a saúde mental, como assédio, restrições materiais e conflitos pessoais.

Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
2013-2019
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/28305

Covid-19 e imigração internacional na Região Metropolitana de São Paulo

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Magalhães, Luís Felipe Aires
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Bógus, Lucia
Baeninger, Rosana
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Título do periódico
Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana - REMHU
Volume
29
Ano de Publicação
2021
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Covid-19
Imigração Internacional
Região Metropolitana de São Paulo
Trabalho
Direitos Sociais
Resumo

A pandemia da Covid-19 tem evidenciado o efeito das múltiplas formas de desigualdades sobre as condições de vida da população. Seu padrão de disseminação demonstra que a metropolização, produto e produtora da mobilidade humana, constitui fator central da expansão do número de casos e de óbitos. O Brasil, país estruturalmente desigual, apresenta dificuldades importantes para entendermos a forma específica com que a Covid-19 afeta os imigrantes, pois a nacionalidade não é um quesito dos registros médico-hospitalares. Este artigo tem como objetivo analisar os impactos da Covid-19 entre imigrantes internacionais na Região Metropolitana de São Paulo, utilizando dados da pesquisa “Impactos da Pandemia de Covid nas Migrações Internacionais” (PUC-MG, UNICAMP, 2020). Abordaremos, especialmente, o perfil sócio-demográfico dos respondentes e os impactos da pandemia nas condições de trabalho e acesso à direitos. Parte de estudo mais amplo em andamento, este artigo visa ainda explicitar as relações entre epidemiologia e mobilidade humana.

 
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2020
Localização Eletrônica
https://www.scielo.br/j/remhu/a/NtCHFM96HG7pnnGPYcYJSWp/?lang=pt

Imigração e periferias urbanas: experiências haitinanas em São Paulo

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Butikofer, Erika Andrea
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Silva, Eliane Alves da
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/1980-85852503880006210
Título do periódico
Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana - REMHU
Volume
29
Ano de Publicação
2021
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Imigração haitiana
Periferia
Migrações Sul-Sul
Resumo

Este artigo discute as formas como imigrantes haitianos se estabelecem nas periferias de São Paulo tomando o caso particular do distrito de Guaianases, distrito do extremo leste da capital paulista. Busca entender as mediações que operam no acesso desses imigrantes à moradia, entendendo-se que é a partir daí que pode se estabelecer, ou não, uma abertura mais ampla para o acesso à cidade e aos direitos. O artigo se baseia em pesquisa qualitativa, notadamente entrevistas e observação etnográfica e usa como referencial teórico a bibliografia sobre migrações do Sul Global (migrações Sul-Sul).

 
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Zona
Zona Leste
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Guaianases
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2017-2021
Localização Eletrônica
https://www.scielo.br/j/remhu/a/GcLfNdWTc8vQ5JtRQFxGTcG/?lang=pt

Uma missão eminentemente humanitária? Operação Acolhida e a gestão militarizada nos abrigos para migrantes venezuelanos/as em Boa Vista- RR

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Vasconcelos, Iana dos Santos
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Machado, Igor José de Reno
Sexo:
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/1980-85852503880006307
Título do periódico
Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana - REMHU
Volume
29
Ano de Publicação
2021
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Migração
Venezuelanos/as
Boa Vista
Abrigo
Militares
Resumo

Em 2018, o governo brasileiro lançou mão das forças armadas para administrar abrigos e gerir o crescente fluxo de migrantes venezuelanos/as na fronteira norte, estado de Roraima. Justificada enquanto missão humanitária, a Operação Acolhida, com sede em Boa Vista, revela os paradoxos de um duplo comprometimento entre acolher e manter a ordem. Por um lado, militares organizam abrigos, distribuem comida e doações e, por outro, seguem protocolos que exigem a vigilância e controle sobre os corpos e documentos. Com base em pesquisa de campo, com visita aos abrigos militarizados, o artigo aborda: as políticas que circunscrevem as novas práticas; os critérios que legitimam a intervenção militar na gestão do acolhimento; as críticas da sociedade civil organizada; e algumas implicações desse processo para as políticas migratórias no Brasil.

 
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Boa Vista
Macrorregião
Norte
Brasil
Habilitado
UF
Roraima
Referência Temporal
2018-2022
Localização Eletrônica
https://www.scielo.br/j/remhu/a/4hzGrGZdnbGsgsch6SCLgpw/?lang=pt

Contrate quem luta: movimento dos trabalhadores sem-teto, tecnologias e economia digital solidária

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Salvagni, Julice
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Grohmann, Rafael
Silva, Victória Mendonça da
Sexo:
Homem
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/s0102-6992-20243903e50567
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
39
Ano de Publicação
2024
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Movimentos Sociais
Economia digital solidária
MTST
Tecnologia
Trabalho
Resumo

Este artigo tem o objetivo de analisar elementos de organização da iniciativa Contrate Quem Luta, do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), enquanto experiência de tecnologia e trabalho em contexto de economia digital solidária. A partir de entrevistas com trabalhadores do projeto, reflete-se sobre a organização do trabalho e a perspectiva da economia digital solidária; a práxis do movimento social; e a organização da política de base. O MTST se organiza a partir do território, que precede a construção de tecnologias, e da práxis, articulada à construção de conceitos como o de soberania digital popular. Diante disso, pode-se argumentar que o Contrate Quem Luta tem a vantagem do estofo institucional do movimento social para se estabelecer, o que possibilita um fortalecimento da luta e da organização. Os trabalhadores não são apenas prestadores de serviço, eles auxiliam, também, na circulação das palavras e das lutas dos sem-teto.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/50567

Oração e ativismo social: narrativas das mulheres negras em igrejas evangélicas progressistas no DF, em período pandêmico e pós-pandêmico

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Cardoso, Elna Dias
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/s0102-6992-20243903e53574
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
39
Ano de Publicação
2024
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Mulheres Negras
Movimentos Sociais
Movimento Evangélico
Processos de Aprendizagem não formais
Igrejas Progressistas
Resumo

Este artigo analisa as narrativas das mulheres negras evangélicas ativistas dos movimentos sociais a respeito do processo de composição e ordenamento das igrejas progressistas no Distrito Federal, no contexto da pandemia e pós-pandemia, apresentando dados empíricos para uma análise sociológica desses movimentos e suas intersecções entre gênero, raça e processos de aprendizagem não formais, mediante a realização de análise de jornais impressos, mídias sociais (2020-2022) e de narrativas de mulheres que integram esses movimentos. Nos repertórios analisados, observou-se que o contexto pandêmico suscitou mudanças nas atividades pastorais, seja na forma de olhar as necessidades emocionais e de sobrevivência material das pessoas naquele momento, assim como de propagar o Evangelho ao mundo. Essa anunciação vem acompanhada de demandas sociopolíticas e rupturas às práticas conservadoras das igrejas, iniciando-se assim a construção de novos modos e lugares de enunciação das mulheres negras no campo religioso.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
2020-2022
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/53574

A criminalização do baile funk e do rap e o genocídio negro nas cidades do Rio de Janeiro e de Lisboa

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Araujo, Danielle Pereira de
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Muniz, Bruno
Sexo:
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/s0102-6992-20243902e48167
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
39
Ano de Publicação
2024
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Rap
Baile funk
Juventude negra
Criminalização
Resumo

Este trabalho reflete sobre a criminalização do baile funk e do rap no contexto brasileiro e português. Estamos interessados em refletir sobre as condições históricas, políticas e institucionais que normalizam um regime de exceção permanente ao qual a polícia e o sistema de justiça sujeitam as pessoas racializadas e suas formas de expressão artística. A criminalização da arte produzida pela comunidade negra tem servido para associar raça, território e perigo e para deslegitimar as manifestações artísticas que denunciam as práticas de racismo cotidiano vividas por essa comunidade. A criminalização do baile funk e do rap nos leva a problematizar os termos em que os estudiosos brancos discutem as políticas de segurança para a juventude negra e as favelas. Além disso, torna-se imperativo qualificar o debate sobre cidadania. O movimento negro desafia esta gramática e coloca a existência do racismo institucional no centro da discussão sobre a criminalização da juventude negra.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
País estrangeiro
Portugal
Especificação da Referência Espacial
Lisboa
Referência Temporal
2013-2019
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/48167

Violência policial e redemocratização, segundo o protesto negro em sua reorganização no Brasil (1978-1988)

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Ramos, Paulo César
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/s0102-6992-20243902e47953
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
39
Ano de Publicação
2024
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
discriminação racial
violência policial
protesto negro
reconhecimento
Resumo

No contexto de sua reorganização, o movimento negro brasileiro explorou a perspectiva do conflito racial para interpretar as relações raciais no Brasil, a partir do tratamento dedicado ao problema da violação de direitos na atuação policial. Tomando tais mobilizações como lutas por reconhecimento e identificando casos emblemáticos de violência policial, apontamos os sentidos coletivos dentro de um horizonte político ampliado para interpretar a realidade como um conflito social racializado e mais amplo do que o problema da relação entre negros e polícias. Analisamos relatórios, panfletos, cartazes etc., das organizações negras e entrevistas de militantes que registraram os protestos, reagindo a casos de violência policial ou a campanhas de mais longa duração. Demonstramos como a ideia de "discriminação racial" surge como ponte semântica a agregar o conjunto das experiências de violações da população negra entre momentos de convergência e de dispersão das organizações negras.

Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1978-1988
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/47953

O Racismo mais moderno do Brasil: policiamento e relações raciais na Capital Federal

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Caruso, Haydée
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Lima, Laura Gonçalves de
Monteiro, Cláudio Dantas
Guellati, Yacine
Sexo:
Mulher
Sexo:
Homem
Sexo:
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/s0102-6992-20243902e52182
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
39
Ano de Publicação
2024
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
policiamento
segurança pública
racismo
Distrito Federal
segregação
Resumo

Planejada para ser a representação da modernidade brasileira, Brasília – a “cidade mais moderna do Brasil” – foi construída com base em um modelo específico de controle populacional e de segregação sócio-racial. Neste artigo, produto de pesquisa realizada entre 2017-2019, buscamos traçar relações entre dados produzidos pela Polícia Civil do DF, referentes às prisões em flagrante e mortes em decorrência de intervenção policial, com os dados obtidos mediante a realização de entrevistas com oficiais negros da Polícia Militar do DF. Por um lado, questionamos a “supressão de conhecimento” estatístico acerca da raça/cor dos presos em flagrante por parte das instituições de segurança pública; por outro lado, refletimos sobre as narrativas de policiais negros acerca do racismo em suas experiências dentro e fora da PM. Por fim, buscamos entender o papel da polícia na produção e manutenção de fronteiras invisíveis que colaboram com a permanência das dinâmicas de segregação sócio-racial no DF.

Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
2017-2019
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/52182

Prisões em flagrante por crimes de drogas: análise da questão racial em duas metrópoles brasileiras

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Sinhoretto, Jacqueline
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Zilli, Luís Felipe
Couto, Vinícius Assis
Sexo:
Homem
Sexo:
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/s0102-6992-20243902e48073
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
39
Ano de Publicação
2024
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Segurança pública
Polícia
Drogas
Política de Drogas
Racismo Institucional
Resumo

Este artigo discute a atuação das organizações policiais nos chamados “crimes de drogas”. A partir de análise de dados sobre prisões em flagrante nas cidades de São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG), buscou-se mensurar o quanto dimensões socioespaciais (território onde ocorreram as prisões, bem como sexo, idade e raça/cor das pessoas presas) afetam a decisão policial de classificar os casos como “porte de drogas para uso pessoal” ou “tráfico de drogas”. Por serem o que a legislação define como “crimes sem vítimas”, as “ocorrências de drogas” evidenciam processos de suspeição racializada e territorializada que orientam o policiamento ostensivo no Brasil. Em São Paulo, parece haver uma diretriz institucional para que quase todos os casos sejam classificados como “tráfico”. Já em Belo Horizonte, prisões feitas em favelas possuem chances desproporcionalmente mais altas de receber a tipificação mais gravosa. Em ambas as capitais, o perfil racial das pessoas presas influencia a tipificação criminal.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Cidade/Município
Belo Horizonte
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/48073