Gênero e sexualidade

Brazilian housing movements and the right to the city

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
D’Ottaviano, Camila
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
2399-6544
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1177/23996544241246945
Título do periódico
Environment & Planning C: Politics & Space
Volume
43
Ano de Publicação
2025
Local da Publicação
Londres
Página Inicial
266
Página Final
282
Idioma
Inglês
Palavras chave
Housing movements
right to the city
self-management
Brazil
São Paulo
Resumo

Since the 1970s, popular movements organized around the struggle for housing have been strong in São Paulo. Based on four central agendas – slums and precarious neighborhoods upgrading; better rental conditions; urban improvements and land tenure in peripheral subdivisions; and public funding for housing production – housing movements have consolidated as an essential political player in São Paulo, intersecting with the struggles for health, education, transportation, and urban infrastructure. With local action and national organization, São Paulo’s housing movements are responsible for empowering the community, qualifying their dialogue, preparing for confrontations with the public authorities, and ensuring access to housing through public programs via organized building squatting. This paper analyzes the importance of São Paulo housing movements and its prominent female participants in São Paulo in conquering social rights.

Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1980-2022
Localização Eletrônica
https://journals.sagepub.com/doi/epub/10.1177/23996544241246945

Intersections in Subaltern Urbanism: The narratives of women in urban occupations in Brazil

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Cruz, Mariana de Moura
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Silva, Natália Alves da
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
2399-6544
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1177/2399654419887969o
Título do periódico
Environment & Planning C: Politics & Space
Volume
42
Ano de Publicação
2024
Local da Publicação
Londres
Página Inicial
800
Página Final
816
Idioma
Inglês
Palavras chave
Urban occupations
southern theory
feminism
Resumo

In the past decade in Brazil, we have witnessed the rise of a new subaltern space, which has prompted a new theoretical category, incorporated in the contemporary epistemologies of Subaltern Urbanism: Urban Occupations. These new terrains of livelihood and self-organization have prompted a series of new resistance strategies, everyday practices and narratives that must be understood and decodified. The Metropolitan Region of Belo Horizonte —third largest in the country— accounts for over 25 housing occupations in its territory, more than half of which settled in the last five years. Occupation Rosa Leão, established in 2013, is one of them. As it happens in many other occupations, most of its dwellers are black women. They constitute majority in the coordination groups and are often more closely involved in the collective necessities of the community. The present article draws upon the experiences of these women as subjects of their own history to showcase urban occupation as a powerful place for understanding and dismantling the always existing but often overlooked intersection between coloniality and gender. It relies on the activist and academic engagement of both authors in these territories, and specifically in the experience with a women-only self-construction workshop organized in October 2017. Through this workshop, we sought to understand how “usually male” construction knowledge was employed (or not) by women, how it could be used as a tool for domination/emancipation and how gender relations intertwined with such issues in the process.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Belo Horizonte
Bairro/Distrito
Ocupação rosa leão
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
2013-2023
Localização Eletrônica
https://journals.sagepub.com/doi/epub/10.1177/2399654419887969

Geographies of missing data: Spatializing counterdata production against feminicide

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
D’Ignazio, Catherine
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Cruxên, Isadora
Cuba, Angeles Martinez
Suárez Val, Helena
Dogan, Amelia
Ansari, Natasha
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
1472-3433
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1177/02637758241275
Título do periódico
Environment and Planning D: Society and Space
Volume
43
Ano de Publicação
2025
Local da Publicação
Londres
Página Inicial
29
Página Final
50
Idioma
Inglês
Palavras chave
Feminist geographies
gender violence
data activism
feminism
data justice
Resumo

Feminicide is the gender-related killing of cisgender and transgender women and girls. It reflects patriarchal and racialized systems of oppression and reveals how territories and socio-economic landscapes configure everyday gender-related violence. In recent decades, many grassroots data production initiatives have emerged with the aim of monitoring this extreme but invisibilized phenomenon. We bridge scholarship in feminist and information geographies with data feminism to examine the ways in which space, broadly defined, shapes the counterdata production strategies of feminicide data activists. Drawing on a qualitative study of 33 monitoring efforts led by civil society organizations across 15 countries, primarily in Latin America, we provide a conceptual framework for examining the spatial dimensions of data activism. We show how there are striking transnational patterns related to where feminicide goes unrecorded, resulting in geographies of missing data. In response to these omissions, activists deploy multiple spatialized strategies to make these geographies visible, to situate and contextualize each case of feminicide, to reclaim databases as spaces for memory and witnessing, and to build transnational networks of solidarity. In this sense, we argue that data activism about feminicide constitutes a space of resistance and resignification of everyday forms of gender-related violence.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Cidade/Município
Londrina
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Paraná
País estrangeiro
Costa Rica
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Pernambuco
País estrangeiro
Peru
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Argentina
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
México
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Guatemala
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/02637758241275961

Imagens, percepções e significados do corpo nas classes populares

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Medeiros, Marília Salles Falci
Sexo
Mulher
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
19
Ano de Publicação
2004
Local da Publicação
Brasília
Página Inicial
409
Página Final
439
Idioma
Português
Palavras chave
Beleza
Representação
Brasil
Esteriótipos
Resumo

Resultado de uma pesquisa mais ampla que foi realizada no Setor de Cirurgias Reparadoras e Estética, obra social sobre a responsabilidade do doutor Ivo Pitanguy na Santa Casa de Misericórdia, situada na cidade do Rio de Janeiro. A pesquisa tem como objetivo refletir sobre a representação da imagem e os significados que as classes populares fazem do corpo e da beleza.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Localidade
Santa Casa de Misericórdia
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/5107

Uma socióloga na cidade: Sylvia Ostrowetsky em Brasília

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Nunes, Brasilmar Ferreira
Sexo
Homem
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
19
Ano de Publicação
2004
Local da Publicação
Brasília
Página Inicial
401
Página Final
408
Idioma
Português
Palavras chave
Ostrowetsky, Sylvia
espaço urbano
pensamento sociológico
lógica urbana
Resumo

Descreve a visita da socióloga francesa a Brasília e à Universidade de Brasília.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/5106

Women and the coloniality of urban atmospheres of terror in Rio de Janeiro’s favelas

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Veillette, Anne-Marie
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
1472-3433
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1177/02637758251334335
Título do periódico
Environment and Planning D: Society and Space
Volume
43
Ano de Publicação
2025
Local da Publicação
Londres
Página Inicial
770
Página Final
788
Idioma
Inglês
Palavras chave
Affective atmosphere
terror
women
coloniality
favelas
Resumo

This essay examines the urban atmospheres of terror in the favelas of Rio de Janeiro, Brazil, from the perspective of women residents. Drawing on two ethnographic projects conducted in various favelas in 2016 and 2019, I argue that terror, as an urban atmosphere, is deeply rooted in a long history of racialized and gendered violence, and that its persistence in the contemporary urban landscape is a consequence of the coloniality of power. The analysis begins by exploring the layers, textures, and complexities of urban atmospheres of terror, providing a deeper understanding of their racialized and gendered nature. It further examines the transformative power of the body in reshaping these urban atmospheres, focusing on how favela women cultivate alternative affective atmospheres within their communities. Drawing on Afrodiasporic and decolonial feminist thinking, I show how Afrodescendant women in the favelas resist and transform these atmospheres, creating spaces that challenge the coloniality of power and its spatial manifestations, such as urban borders. I conclude that a key aspect of favela women's urban politics and resistance to coloniality is rooted in the body and the affective dimensions of urban life.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Morro da Lagartixa
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2016-2019
Localização Eletrônica
https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/02637758251334335

Estigmas, guetos e "gentrificação": segregação homossexual em Brasília

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Queiroz, Cristina Monteiro de
Sexo
Mulher
Orientador
Nunes, Brasilmar Ferreira
Ano de Publicação
2008
Local da Publicação
Brasília
Programa
Sociologia
Instituição
UNB
Página Inicial
1
Página Final
119
Idioma
Português
Palavras chave
Sociologia urbana
Segregação social
Guetos
Gentrificação
Estigma
Resumo

A pesquisa tem como objetivo entender a segregação homossexual nos espaços de lazer na cidade de Brasília, abordando os conceitos de segregação espacial - especialmente os de guetos e gentrificação - e a noção de estigma. A intenção é compreender como os próprios homossexuais entendem e percebem os lugares que frequentam. Para tanto, foram estabelecidas três hipóteses na pesquisa: i. Hipótese do gueto afirmando que a segregação social nas metrópoles - neste caso, Brasília -, produz uma articulação entre espaço social e espaço físico que qualifica certas áreas da cidade como guetos e não como áreas gentrificadas; ii. Hipótese do estigma inferindo que a imposição ou voluntarismo de certos grupos a guetos está intimamente ligada ao tipo de estigma (desacreditado ou desacreditável) sofrido pelos integrantes desses mesmos grupos; e iii. Hipótese do voluntarismo classificando os homossexuais como desacreditáveis e, portanto, a sua segregação a certos tipos de espaços é tida como voluntária por eles mesmos. Durante a pesquisa de campo realizada em três espaços da cidade reconhecidos por sua freqüência homossexual - bar Barulho, bar Beirute e Café Savana - verificou-se que esses espaços freqüentados por homossexuais na cidade se aproximam mais do conceito de gueto do que de áreas gentrificadas. Da mesma forma, também foi verificado que a maioria dos entrevistados se posiciona como desacreditável, uma vez que muitos deles pontuam a existência do preconceito como uma conseqüência de atos individuais e, portanto, passíveis de serem encobertos. Já a hipótese do estigma foi evidenciada a partir da contraposição dos estudos de Louis Wirth e Loic Wacquant acerca do gueto judeu e negro, respectivamente. Constatou-se, ainda, durante o estudo, como Brasília - enquanto palco da pesquisa - exerce influência sobre os comportamentos sociais em razão de sua arquitetura particular, evidenciando o reflexo das relações espaciais da cidade nas relações sociais de seus habitantes.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Brasília
Localidade
Bar Barulho
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Cidade/Município
Brasília
Localidade
Café Savana
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Cidade/Município
Brasília
Localidade
Bar Beirute
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
2006-2008
Localização Eletrônica
https://www.repositorio.unb.br/handle/10482/2065

Cenários modernos e pós-modernos no Brasil: juventude, política e rock-and-roll

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Benevides, Rubens de Freitas
Sexo
Homem
Orientador
Santos, Mariza Veloso Motta
Ano de Publicação
2008
Local da Publicação
Brasília
Programa
Sociologia
Instituição
UNB
Página Inicial
1
Página Final
359
Idioma
Português
Palavras chave
Goiás (Estado)
Sociologia
Rock
Juventude
Resumo

Dentre as principais motivações desta pesquisa encontra-se o fato de que em menos de uma década a imagem (e provavelmente a auto-imagem) da cidade de Goiânia sofreu uma transformação radical. O ano de 1995 pode ser considerado como um marco desta mudança e dois fatos ocorridos na cidade foram os seus deflagradores. O primeiro se trata da tentativa do então prefeito da cidade de outorgar o título de "Goiânia Capital Country" à capital do estado de Goiás. Contudo, no mesmo ano outra expressão cultural passou a adquirir visibilidade e a dar notoriedade à Goiânia, trata-se da cena de rock independente de Goiânia, seu marco inicial é o primeiro Goiânia Noise Festival. A cena independente notabilizou Goiânia no contexto nacional como a "capital do rock independente", sem qualquer iniciativa ou apoio público ou governamental para tanto, através de uma forma de produção cultural totalmente improvável em Goiás, o rock and roll. O problema deste trabalho consiste em como a cultural musical roqueira da cena independente se expressa politicamente. A resposta deve que passar, necessariamente, pelo conceito de performatividade, pois, esta se apresenta, em sua forma forte, através dos processos de identificação, enquadrados pelo "imperativo social do desempenho". As performances realizadas pelos músicos no palco possibilitam a identificação com posições normativas excluídas e, neste sentido, são homólogas às performances dos atores coletivos no espaço público. Em Goiânia isto pode ser verificado através da presença significativa de homossexuais nas mais diversas práticas existentes na cena independente, desde produtores e músicos até o público, conforme relataram alguns entrevistados. Em uma cidade cuja cultura é identificada, local e nacionalmente, com o estilo country, com as raízes rurais e com tradições machistas, a produção cultural e estética, o estilo, as práticas estabelecidas, que são completamente fora dos padrões goianienses, ao se constituírem como totalmente inclusivas às minorias e identidades marginalizadas e discriminadas deixam antever a faceta política progressista da cena independente de Goiânia, que denominamos de política da diferença.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Goiânia
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Goiás
Referência Temporal
1995-2008
Localização Eletrônica
https://repositorio.unb.br/handle/10482/5014

Gênero e trauma

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Soares, Gláucio Ary Dillon
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Miranda, Dayse
Sexo:
Mulher
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
20
Ano de Publicação
2005
Local da Publicação
Brasília
Página Inicial
135
Página Final
162
Idioma
Português
Palavras chave
Violência urbana
Vítima oculta
Estresse pós-trauma
DEPT
Gênero
Resumo

As conseqüências sociais e psicológicas da violência urbana sobre os parentes e amigos de pessoas vitimadas por mortes violentas (homicídio, suicídio ou acidentes) são analisadas à luz das diferenças de gênero. A literatura especializada nesta área propõe que mulheres e homens vivenciam experiências traumáticas de forma peculiar. Porém, os traumas típicos são diferentes em cada gênero, deixando em aberto a questão sobre quanto das diferenças entre as respostas se devem a gênero e quanto se devem ao tipo de trauma. Testamos a hipótese de que as mulheres são mais suscetíveis à desordem de estresse pós-trauma (DEPT) numa situação traumática comum, usando dados qualitativos e quantitativos. Comparamos os sintomas do trauma e as percepções sobre o significado da perda de seus entes queridos. A amostra, de 425 mulheres (62%) e 265 homens (38%), foi retirada de uma lista de parentes de pessoas que sofreram morte violenta na cidade do Rio de Janeiro. Incluímos trinta relatos de parentes e amigos próximos das vítimas diretas. Os resultados revelaram que 54% das mulheres e 41% dos homens tiveram o cotidiano alterado depois da morte de um parente/amigo. Há diferenças estatisticamente significativas nos problemas de saúde e na diversão. Essa área foi a mais afetada, atingindo metade dos entrevistados. Uma variável intimamente correlacionada com os sintomas da DEPT é o contato com o corpo: controlando a extensão do contato (fez o reconhecimento do corpo; viu, mas não reconheceu e nem viu nem reconheceu). Em cada uma dessas categorias, as mulheres foram mais afetadas do que os homens. O artigo conclui que as mulheres sentem mais as perdas do que os homens, mas que parte das diferenças não são internas aos gêneros, mas externas a eles, dependendo das interações e dos contatos pessoais.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/5142

Projetos de futuro de jovens universitários no Distrito Federal: um estudo de caso

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Ojala, Raisa Maarit Paulina
Sexo
Mulher
Orientador
Martins, Carlos Benedito
Ano de Publicação
2008
Local da Publicação
Brasília
Programa
Sociologia
Instituição
UNB
Página Inicial
1
Página Final
256
Idioma
Português
Palavras chave
Sociologia
Estudantes universitários
Distrito Federal (Brasil)
Resumo

A presente tese de doutorado insere-se no campo de sociologia de juventude. O seu tema foca os estilos e projetos de vida de jovens estudantes universitários nas duas universidades em Brasília, Distrito Federal: a Universidade de Brasília (UnB) e a Universidade Católica de Brasília (UCB). Três cursos diferentes foram escolhidos para a pesquisa empírica. São estes: Pedagogia, Física e Direito. O principal objetivo da pesquisa era saber como é a vida dos jovens universitários no Distrito Federal. Estudou-se qual é a sua relação com atividades políticas e movimentos culturais, como são suas famílias e que tipo de família pretendem construir no futuro e quais são seus planos profissionais. Os resultados da pesquisa incluem a conclusão que os jovens diferem em termos de condição socioeconomica em relação aos planos de futuro profissional. Os jovens das camadas mais altas da sociedade procuram se realizar sem se preocupar com a sobrevivência enquanto os estudantes de origem social inferior procuram estabilidade. Quanto aos papéis na futura família, além das diferenças sócioeconômicas, os jovens diferem em termos de gênero. Nas futuras famílias os jovens de origem mais confortável começam a repensar os papéis sociais e as diferenças entre os gêneros não se destacam. Já os jovens de origem menos privilegiada reproduzem na futura família os papéis sociais tradicionais, sendo que a mãeesposa, neste caso, abre mão da sua realização pessoal. Já em relação à participação política, a atitude crítica foi comum em todos os grupos pesquisados. Entretanto, a sua atuação difere significativamente das gerações anteriores.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Brasília
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
2005-2008
Localização Eletrônica
https://www.repositorio.unb.br/handle/10482/1747