Espaço urbano

Produção e consumo do lugar: espaços de desindustrialização na reprodução da metrópole

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Padua, Rafael Faleiros de
Sexo
Homem
Orientador
Fani, Ana
Código de Publicação (DOI)
10.11606/T.8.2012.tde-04072012-132838
Ano de Publicação
2012
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Industrialização
Produção do espaço
Reprodução da metrópole
Segregação
Urbanização
Resumo

Presenciamos hoje em São Paulo uma expansão acelerada do setor imobiliário (incorporadoras, construtoras, imobiliárias) para regiões tradicionalmente industriais da metrópole que sofrem, a partir da década de 1990, profundas reestruturações em suas atividades, com o retraimento da atividade industrial. Esse movimento se deve à progressiva escassez de terrenos nas regiões mais valorizadas da cidade para a incorporação imobiliária, contexto no qual os espaços de desindustrialização aparecem como lugares propícios para este avanço, pois contam com grande disponibilidade de terrenos e localização relativamente privilegiada em relação a regiões mais valorizadas e eixos viários importantes. O nosso estudo busca apreender o movimento de transformação de lugares cuja urbanização foi profundamente marcada pela grande industrialização ocorrida a partir da década de 1950, em lugares que atualmente são forjados pelos agentes hegemônicos da produção do espaço (Estado e empreendedores imobiliários privados) como localizações privilegiadas na metrópole. Estudamos a expansão do setor imobiliário sobre a Vila Leopoldina e Santo Amaro, que se tornam no momento atual objeto das estratégias dos agentes hegemônicos da produção do espaço no sentido da formação de novas fronteiras econômicas na cidade de São Paulo. O discurso hegemônico busca sedimentar a ideia de que a construção de novos empreendimentos residenciais nesses lugares se trata de uma revitalização dos lugares, como se se tratasse de um espaço vazio, como se os lugares não contassem com moradores e uma vida social ligada ao cotidiano desses moradores. Desenvolvemos a hipótese de que nesse processo, há um aprofundamento da fragmentação e da segregação na vida urbana, já que se constituem nos lugares novas desigualdades e descompassos entre o novo e o que permanece. Nosso ponto de partida é a prática socioespacial, tentando visualizar como o processo de transformação se realiza na vida dos moradores, numa intrincada relação das mudanças na paisagem com as mudanças nas relações sociais no lugar. Nesse processo, verificamos que há a destituição dos espaços habituais de sociabilidade dos moradores, com a imposição de um novo ritmo aos lugares, com a chegada dos grandes condomínios-clube voltados para classes com maior poder de consumo. Trata-se da imposição de uma sociabilidade baseada no alto-consumo, a vida circunscrita a espaços fechados (casa, trabalho, shopping, clube, etc.) cujo acesso se faz com o deslocamento de carro pela cidade. Nesse movimento, a segregação se realiza não somente quando a população tradicional do lugar é expulsa do lugar (seja compulsória e arbitrariamente seja pela valorização do espaço), mas se realiza também quando os próprios moradores antigos dos lugares passam a viver os lugares como exterioridade, quando não podem mais usufruir dos seus espaços tradicionais do cotidiano. Grande parte da vizinhança não permanece no lugar, novos comércios voltados para outro padrão de consumo se instalam nas pequenas casas, há o aumento do fluxo de carros, a imposição de outro ritmo aos lugares. É a perda de laços e referências concretas dos moradores, numa transformação radical e rápida dos lugares, na sua paisagem e em seus conteúdos. Os lugares vão perdendo uma unidade residual que pudessem ainda conter, para serem integrados aos mecanismos mais gerais da reprodução da metrópole. Do ponto de vista da realização do setor imobiliário, é produzido um novo lugar, com discursos ideológicos potentes (sustentabilidade, qualidade de vida, segurança) que mascaram os conteúdos do processo social e naturalizam a segregação produzida. Esses aparatos ideológicos difundem e justificam uma determinada prática socioespacial que se impõe como norma, se realizando para uns como consumo do espaço e para outros como privação do espaço. Para os pobres e as comunidades carentes dos lugares, o processo é vivido como a mais radical segregação, numa ameaça contínua e violenta da expulsão do seu lugar. Essas populações são expulsas ou sofrem violentas pressões para a sua saída dos lugares, mas há resistências que trazem para a nossa análise elementos concretos da cidade como o lugar da reprodução da vida, mostrando que a luta pela permanência no lugar pode apontar para outras lutas que transcendem a luta pela moradia, apontam para a luta por uma outra cidade possível.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Bairro/Distrito
Vila Leopoldina; Santo Amaro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-04072012-132838/pt-br.php

Unidade e diversidade do mundo contemporâneo. Holambra: a existência do mundo no lugar

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Kahil, Samira Pedute
Sexo
Mulher
Orientador
Santos, Milton
Ano de Publicação
1997
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Globalização
Holambra
Diversidade
Resumo

O trabalho manteve a preocupação de reconstituir os aspectos principais do tema globalização no processo histórico das grandes transformações técnicas reconhecendo-o num lugar: Holambra. Em sua unidade com o mundo, o lugar em determinadas circunstâncias, o (re)produz, produzindo a diversidade. Discute-se Holambra como um lugar onde encontramos as tendências de realização do mundo na manifestação do fenômeno técnico, em si mesmo um modo de ação, força motriz e explicativa do processo de unificação entre o lugar e o mundo. Há uma vocação dos holambrenses quanto a essas realizações, que forma o mito coletivo do fazer. Um fazer simultâneo e que se equilibra, iguala em necessidade, impulso e objetivos. Na escala, nos limites e nas condições possíveis do humano. E é por essa razão que se pode enxergar a nova localidade sempre à luz de novas realidades.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de Campinas
Cidade/Município
Holambra
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1992-1997
Localização Eletrônica
https://pos.fflch.usp.br/node/43662

Implicações da aceleração contemporânea na escala local: o caso do Estado de São Paulo

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Silva Neto, Manoel Lemes da
Sexo
Homem
Orientador
Santos, Milton
Ano de Publicação
1999
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Globalização
Urbanização
Infraestruturas urbanas e regionais
Organização regional
Estado de São Paulo
Resumo

O objeto de estudo é a organização do espaço e busca conhecer as repercussões espaciais na escala local - urbana regional - do fenômeno de globalização. A hipótese central é que algumas unidades regionais herdadas de um passado recente estão se fragmentando e formando novas -regiões-. Podemos chamá-las de regiões científico-técnico-informacionais, sistemas locais projetados para funcionar como "máquinas", hardwares territoriais. A modernização seria a ideia motora dessas novas regionalizações. Desenvolvendo essa problemática, buscou-se compreender a matriz regional paulista a partir da formação dos municípios e do processo de constituição das regiões político-administrativas. No Estado de São Paulo, a aceleração contemporânea na escala local estaria interferindo nessa matriz historicamente formada pelas municipalidades e pela regionalização institucional. Como forma de conduzir a investigação de implicações como essas, contrapôs-se uma tendência recente de regionalização. No caso, a de um sistema de engenharia: a Hidrovia Tietê-Paraná. Buscou-se verificar se esse processo, que reúne um sistema de cidades, detém força de regionalização, é capaz de institucionalizar-se como região.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Década de 1990
Localização Eletrônica
https://dedalus.usp.br/F/SIPMFM63G147F7EAQDFQ1K4R12HM1PRVVF6HS17TE83GLC77X8-17336?func=direct&doc%5Fnumber=001065691&pds_handle=GUEST

Os mendigos na cidade de São Paulo: ensaio de interpretação sociológica

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Stoffels, Marie Ghislaine
Sexo
Mulher
Orientador
Kowarick, Lúcio
Ano de Publicação
1976
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Sociologia
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Pobreza
Pessoas em situação de rua
São Paulo
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1970-1976
Localização Eletrônica
https://dedalus.usp.br/F/MBL2KJPCDUGLB48QH81LE2M2N31K3MGV358LFK5R3CUAFF1IBT-42180?func=full-set-set&set_number=008019&set_entry=000003&format=999

Os jovens e as praças dos indignados: territórios de cidadania

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Gohn, Maria da Glória
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.48
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v. 1 n. 2
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Online
Página Inicial
205
Página Final
221
Idioma
Português
Palavras chave
manifestações de jovens
reivindicações
Brasil
Resumo

Na antiguidade, as praças eram locais de oradores. Na Idade Média, no início do processo de urbanização, as praças reuniam os artesãos, o comércio, a arte de rua, e os símbolos do poder. Na Idade Moderna, as praças centrais ganharam status, reuniam os casarões das elites, hotéis, a prefeitura, igreja, câmaras, e o comércio crescente. Em todas essas diferentes épocas, uma função comum: a praça como lócus de manifestação, protesto, reivindicações. Marchas, concentrações, ocupações: as praças tornaram-se lócus por excelência de espaço público para o exercício da cidadania. A partir do século XX estas manifestações ganharam um dado novo: a expressiva participação dos jovens, e recentemente, o uso das novas tecnologias na organização e realização dos protestos. Este trabalho tem como referência manifestações de jovens em territórios distintos: Praça Tahrir, no Cairo/Egito, Praça Mohammad Bouazizi em Túnis/Tunísia, Praça da Puerta del Sol, em Madri/Espanha, Praça Syntagma, em Atenas/Grécia, praça do Parque Zuccoti/Wall Street, em Nova York/Estados Unidos, e Willy-Brandt Platz, em Frankfurt/Alemanha; manifestações de junho de 2013, no Brasil, na Av. Paulista e Largo da Batata, em São Paulo. Nesses territórios, têm ocorrido protestos dos indignados, sob várias formas. Apesar da intensa participação dos jovens, seus impactos na sociedade nem sempre têm sido visíveis, seus resultados nem sempre duradouros para a organização dos movimentos que constroem. O diálogo com os poderes constituídos é tenso ou inexiste. As questões implícitas neste paper são: quais as possibilidades dessas manifestações sob a perspectiva das lutas emancipatórias? Quais desafios teóricos esses movimentos apresentam? Qual o papel simbólico das praças que têm acolhido estas manifestações e movimentos?

Disciplina
Referência Espacial
Zona
Centro
Cidade/Município
São Paulo
Localidade
Avenida Paulista; Largo da Batata
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Século XX; 2013; junho de 2013
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/61

O movimento 150 BPM: técnica, território e a aceleração do andamento no funk carioca

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Dennis Novaes
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.11837
Título do periódico
Ponto Urbe
Volume
1
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
funk
favela
técnica
música
antropologia urbana
Resumo

No presente artigo discorro sobre um movimento recente no funk carioca conhecido como 150 BPM. Por meio de descrições históricas e etnográficas pretendo demonstrar como os fatores técnicos e territoriais fomentaram a aceleração do andamento entre DJs desta cena. A história do funk é marcada por cortes geracionais profundamente influenciados por aparatos cuja inserção altera, autoriza ou impele a novos modos de produção e circulação da música. Ao mesmo tempo, o funk carioca tem nos bailes o seu principal circuito, conectando-se assim aos territórios onde estas festas ocorrem. Esta pesquisa é parte de minha tese de doutorado, fruto de um trabalho de campo realizado entre os anos de 2014 e 2020 com DJs e MCs nas favelas do Rio de Janeiro.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana do Rio de Janeiro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2014-2020
Localização Eletrônica
http://journals.openedition.org/pontourbe/11837

Homicidas e Homicídios: Reflexões sobre a atualidade urbana em São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Manso, Bruno Paes
Sexo
Homem
Orientador
Kowarick, Lúcio
Ano de Publicação
2003
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Ciência Política
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Defesa e seguridade social
Homicídios
Administração pública
Resumo

Esta dissertação investiga os homicídios na Região Metropolitana de São Paulo por meio da análise do discurso de matadores e dos inquéritos de assassinatos. Busca-se compreender a racionalidade que respalda a ação dos homicidas e o espaço em que esta racionalidade se desenvolve. Nos termos de Santos, acaba sendo criada uma legalidade informal neste espaço de produção de poder onde atores se relacionam com o objetivo de ganhar dinheiro por meio de atividades ilegais. Neste espaço, a indisponibilidade de mecanismos oficiais de ordenação e controle social e a ausência de mecanismos não-oficiais comunitários propiciam situações de" conflitos insolúveis". Neste ambiente os homicídios se firmaram com o passar do tempo na maneira padrão de resolver os conflitos. A partir da análise desta realidade fica possível se compreender o rápido crescimento dos homicídios e das mortes tidas como banais na RMSP.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2000-2003
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/001315707

Governo, gestão de populações e subjetividades: balanço e perspectivas analíticas

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Miagusko, Edson
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Jardim, Fabiana A. A.
Côrtes, Mariana
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.242
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v. 6 n. 12
Ano de Publicação
2018
Local da Publicação
Online
Página Inicial
242
Página Final
265
Idioma
Português
Palavras chave
Estado
governamentalidade
margens
Resumo

Apresentamos um  balanço do debate acadêmico sobre  governo  das  populações nas  periferias. Nacionalmente, argumentamos com  base  nas apostas analíticas e políticas: a promessa de integração das  populações marginais pela  mediação dos direitos sociais  dos 1980;  o desmanche neoliberal e o fim da hipótese superadora dos 1990; nos 2000, a compreensão de que a governamentalidade neoliberal opera  pela multiplicação de regimes de governos. Internacionalmente, exploramos três  eixos  teórico-conceituais: a teoria  da  marginalidade; o conceito de  governamentalidade e as antropologias do Estado.  Destacamos, nos avanços, a atenção à complexidade de configurações históricas e a superação de fronteiras disciplinares rígidas, o que  permite recompor perspectivas menos particulares e a constituição de novas  ferramentas de análise para pensar a experiência brasileira.

Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
1980-2000
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/362

Entre os Estudos Urbanos e a Sociologia Urbana

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Guimarães, Iracema Brandão
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Bógus, Lúcia Maria Machado
Carvalho, Inaiá Maria Moreira de
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.240
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v. 6 n. 12
Ano de Publicação
2018
Página Inicial
200
Página Final
221
Idioma
Português
Palavras chave
estudos urbanos
sociologia urbana
sociedade brasileira de sociologia
Resumo

Este trabalho avalia  a trajetória do Grupo  de Trabalho sobre  as questões urbanas da Sociedade Brasileira de Sociologia, discutindo a sua  contribuição para  o avanço científico da disciplina, os avanços do  próprio Grupo  e sua  inserção no  debate acadêmico nacional e internacional. Levando em conta  a trajetória dos estudos urbanos no Brasil,  a referida avaliação está  baseada principalmente na  análise dos  estudos apresentados nos  congressos da  SBS e na  observação direta das autoras, enquanto coordenadoras do Grupo.  Essa análise permitiu identificar o leque de  temas e os grandes eixos  teórico-metodológicos, em que  se inserem os referidos estudos, seus  avanços e limitações, fundamentando algumas considerações e sugestões no  sentido de uma  maior  contribuição do Grupo para o desenvolvimento da Sociologia Urbana do nosso  país.

Disciplina
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/358

Fronteiras e deslocamentos

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Cardin, Eric Gustavo
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Albuquerque, José Lindomar Coelho
Sexo:
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.236
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v. 6 n. 12
Ano de Publicação
2018
Idioma
Português
Palavras chave
fronteira
deslocamento
sociologia
Resumo

O objetivo  do artigo é primeiramente contextualizar e sistematizar algumas referências relevantes da tradição dos  estudos de fronteira nas  ciências sociais. Além  disso,  procuramos refletir sobre  a singularidade das  regiões  de fronteira em termos de lugares, fluxos,  controles e representações. Por último, apresentamos alguns deslocamentos da agenda de pesquisa em fronteiras, apontando para a importância de pensar a fronteira como conceito sociológico em profunda articulação com outras áreas  de conhecimento.

Disciplina
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/350