Apresentamos um balanço do debate acadêmico sobre governo das populações nas periferias. Nacionalmente, argumentamos com base nas apostas analíticas e políticas: a promessa de integração das populações marginais pela mediação dos direitos sociais dos 1980; o desmanche neoliberal e o fim da hipótese superadora dos 1990; nos 2000, a compreensão de que a governamentalidade neoliberal opera pela multiplicação de regimes de governos. Internacionalmente, exploramos três eixos teórico-conceituais: a teoria da marginalidade; o conceito de governamentalidade e as antropologias do Estado. Destacamos, nos avanços, a atenção à complexidade de configurações históricas e a superação de fronteiras disciplinares rígidas, o que permite recompor perspectivas menos particulares e a constituição de novas ferramentas de análise para pensar a experiência brasileira.
Governo, gestão de populações e subjetividades: balanço e perspectivas analíticas
Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Miagusko, Edson
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Jardim, Fabiana A. A.
Côrtes, Mariana
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.242
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v. 6 n. 12
Ano de Publicação
2018
Local da Publicação
Online
Página Inicial
242
Página Final
265
Idioma
Português
Palavras chave
Estado
governamentalidade
margens
Resumo
Disciplina
Área Temática
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
1980-2000
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/362