Serviços, espaços e práticas de lazer

Nos bares da cidade: lazer e sociabilidade em Brasília

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Barral, Gilberto Luiz Lima
Sexo
Homem
Orientador
Teixeira, João Gabriel Lima Cruz
Ano de Publicação
2012
Local da Publicação
Brasília
Programa
Pós Graduação em Sociologia
Instituição
UNB
Idioma
Português
Palavras chave
Sociologia da Cultura
Redes de Interdependência
Interação Social
Lazer
Comportamento
Resumo

O bar, em determinado espaço e tempo, aparece como lugar do advento da opinião pública, como um lócus de experiências e conhecimentos das coisas pela vivência e/ou observação, transformando-se em local de conversas e práticas de lazer políticas e culturais. Nesse sentido, esta tese de doutorado situa-se no campo de estudo das formas de sociabilidade pro-piciadas pelas práticas de lazer. O objetivo é observar determinada prática de lazer, particularmente no bar, com a finalidade de produzir uma sociologia do cotidiano e uma sociologia do lazer e da cultura. Investiga-se a organização e o funcionamento do bar, buscando compreender que sociabilidade se desenvolve em determinados bares de Brasília e, ainda, apresentar as redes de interdependência que envolvem e propiciam formas de ocupação e uso dos espaços da cidade. Com essa perspectiva, o objeto de estudo da tese construiu-se em torno do pensar o espaço do lazer e as formas de sociabilidade envolvidas nessas prá-ticas em bares como configurador de uma sociabilidade específica, ora apresen-tada como uma sociabilidade de bar. O estudo teve, como referenciais teóricos, as ideias de autores como Erving Goffman, Georg Simmel, Johan Huizinga, Joffre Dumazedier, Norbert Elias, Michel Maffesoli, Karl Mannheim, entre outros.

Para dar suporte ao argumento da tese, foi realizada uma pesquisa qualitativa, com ênfase em uma etnografia de alguns bares: observação direta, prolonga-da e aberta, voltada para um olhar interdisciplinar (MANNHEIM, 2001; CUNHA, 1982). Em campo, foram feitas anotações de observações, de conversas, de ideias. Ainda foram realizadas entrevistas, fotografias e produzidos registros au-diovisuais que se transformaram, em parte, em vídeos. Buscando realizar uma sociologia da vida cotidiana nos bares da cidade, a pesquisa se apoiou ainda nas metodologias da sociologia da imagem e da fotografia (ACHUTTI, 1997; MARTINS, 2009). O recorte empírico proposto para se estudar a relação entre lazer e sociabilidade são alguns bares da Asa Sul de Brasília, situados nas áreas comer-ciais das quadras 109, 113 e 403. Na Asa Norte da cidade, as quadras comerciais 115, 216, 403, 408 e a Vila Planalto. As considerações relativas ao percurso da pesquisa e seus resultados face à construção do problema teórico e empírico proposto apontam o crescimento dos bares na cidade como espaços de lazer e sociabilidade; a projeção desses espaços nas vivências, comportamentos e representações dessas práticas de lazer; e as redes de interdependência que se articulam e redesenham os espaços de lazer em Brasília.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Brasília
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
Anos 2010
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/5694/5182

A escrita como arma: uma análise do pensamento social na Literatura Marginal

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Benevenuto, Silvana José
Sexo
Mulher
Orientador
Tolentino, Célia Aparecida Ferreira
Ano de Publicação
2010
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Sociologia
Instituição
UNESP/MAR
Idioma
Português
Palavras chave
literatura marginal
violência
literatura e sociedade
periferia
Resumo

O presente trabalho analisa a coletânea Literatura marginal: talentos da escrita periférica (2005). Organizada por Ferréz, um dos mais importantes idealizadores deste projeto literário e responsável pela rubrica Literatura Marginal, que nomeia a obra, tem o peso de lançar em livro onze autores, incluindo o organizador, alguns deles completamente desconhecidos pelo público nacional. Interessa-nos discutir o que escreve e o que pensa este narrador que se autodefine “marginal” e, com isso, colocar em evidência sua visão de mundo, o que, segundo entendemos, pode ser apreendido não restritamente naquilo que discursam, mas sim a partir da análise da relação existente entre o conteúdo e a forma desta manifestação literária. Mais que os escritores, estamos propondo pensar a própria narrativa como expressão de um coletivo, de um grupo que em comum traz consigo a condição de ser morador de periferia e acreditar que as letras podem ser uma arma. Para combater o quê e a quem? É a pergunta que norteia esta nossa análise e que nos faz dedicar a uma discussão sobre o narrador desta literatura. Destaca-se a forma que a própria matéria literária assume quando, em alguns momentos, o narrador elabora um discurso “violento” em contrarresposta à violência sofrida, ou, ainda, quando deixa suscitar a noção de destino como explicação para uma situação ao qual se vê submetido. Para tanto, a literatura é pensada a partir de sua relação com a matéria social, particularmente a violência, discutindo a intersecção entre literatura e sociedade.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2004
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/entities/publication/30a73fe5-face-46e2-9654-6de3d43f8467

Personalidade artística nos negócios mundanos: a celebração do “gosto do povo” em Joãosinho Trinta*

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Farias, Edson
Sexo
Homem
Título do periódico
Revista Sociedade e Estado
Volume
27
Ano de Publicação
2012
Local da Publicação
Brasília
Página Inicial
594
Página Final
625
Idioma
Português
Palavras chave
Personalidade Artística
Negócios Mundanos
Gosto Popular
Desfile de Escola de Samba
Carnavalesco
Resumo

Ao escrever "Mozart: a sociologia de um gênio" e "A Peregrinação de Watteau à  Ilha do Amor", Norbert Elias deixou importante legado ao tratamento sociológico da formação das subjetividades artísticas e das expressões estético-culturais, a partir do problema em torno da relação entre transformação e conservação sócio-históricas, mas do ponto de vista das possibilidades e limites na conduta de indivíduos. Desse modo, neste artigo, a proposta de focar a trajetória de Joãosinho Trinta, no âmbito da cultura urbana do Carnaval do Rio de Janeiro, situa-se na contrapartida da aplicação do modelo figuracional e, assim, voltarmos à discussão sobre a funcionalidade arte-cultura enquanto espaço estratégico à catalisação de valores e à  produção e difusão de significados. Isso, em busca das duas seguintes questões: Que dinâmica sócio-histórica é caracterizada pela ascendência do gosto popular na valoração do fazer e dos bens artístico-culturais? E, no reverso da medalha, em que medida esse mesmo processo se traduz na relação entre personalidade artística e negócios mundanos, encarnada na figura histórica do carnavalesco?

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
1970-1980
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/5684?articlesBySimilarityPage=6

E a festa, onde foi parar?

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Evelyn, Suzanna Sochaczewski
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.48213/travessia.i1.273
Título do periódico
Travessia - Revista do migrante
Volume
1
Ano de Publicação
1988
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Migração interna
Migrante temporário
São Paulo
Resumo

É o trabalho em São Paulo que permite a sobrevivência e permanência do migrante temporário no campo. É por isso que ele vem para a cidade, mas o preço que paga é algo, pois o trabalho que o mantêm é aquele que o embrutece e que o desumaniza. O tra­balho que remunera e que volta pa­ra o sertão sob a forma de dinheiro, roupas, enxadas, arados é também aquele que dá ao migrante tempo­rário na cidade as piores condições de vida. O trabalho que garante a sua sobrevivência não garante a vida como festa em São Paulo. E assim enquanto a festa não migrar também a migração continua pro­visória recriando, a cada vez, este personagem contraditório, dividido, operário e lavrador que é o migran­te temporário.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Anos 1980
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/273

O lazer da população de origem migrante na metrópole

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Magnani, José Guilherme Cantor
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.48213/travessia.i7.169
Título do periódico
Travessia - Revista do Migrante
Volume
3
Ano de Publicação
1990
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Lazer
Cultura
Identidades
Resumo

Existe, na cidade de São Paulo, um es­paço comumente associado a migrantes de origem nordestina, que fazem dele, pre­ferencialmente, um ponto de encontro e lu­gar de desfrute de diversas formas de la­zer com características regionais: é a Pra­ça da Sé. Com efeito, uma rápida obser­vação dos objetos ali vendidos, das atrações oferecidas e do inconfundível so­taque mostra a veracidade da afirmação. Mas é verdade, também, que migrantes de outras regiões, e pessoas nascidas em São Paulo frequentam a Praça da Sé, as­sim como é verdade que os próprios mi­grantes nordestinos têm outros lugares de encontro, não tão badalados como esse, mas igualmente importantes para o estabe­lecimento e manutenção de seus laços de sociabilidade e referência.

O que se quer ressaltar, com essas constatações, é a necessidade de relativizar vinculações excessivamente rápidas e fáceis entre “ lazer” e "migrante” e buscar uma correta interpretação do significado do lazer para a população trabalhadora. Se, de um lado, se insiste na tentativa de cata­logar lugares, formas de expressão, etc., exclusivamente ligados à condição de mi­grante, corre-se o risco de “folclorizar” a questão, ou seja, de associar essas for­mas de entretenimento e cultura com um modo de vida que já não corresponde àquele que constitui a realidade do dia-a- dia dos seus usuários, na cidade. É preci­so associar as modalidades de lazer, os lugares de encontro e as regras de socia­bilidade às reais condições de vida da po­pulação. Ainda é fundamental identificar que é na troca, no intercâmbio, no contato - e no conflito - que se dá a dinâmica cultural da cidade, e não na tentativa de resguar­dar uma suposta autenticidade.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Anos 1990
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/169

O tempo de festa é sempre

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Amaral, Rita de Cássica
Sexo
Mulher
Título do periódico
Travessia - Revista do Migrante
Volume
6
Ano de Publicação
1993
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Festa
Lazer
Candomblé
Terreiro
Resumo

A vida nas cidades frequen­temente é apontada como a fonte da maioria dos males sociais como a violência, a pobreza, os desvios comportamentais, as neuroses. Na cidade, até o tempo perderia o sentido, pois seria sempre vivido como o tempo do trabalho, sendo o descanso dos finais de semana apenas "um intervalo" entre dois períodos de produção, um tem­po reservado à reprodução da força de trabalho, e que os trabalhadores não teriam condições de desfrutar como lazer devido à falta de recursos, oportunidades ou mesmo de disposição.

Entretanto, as atividades de lazer fazem parte constitutiva da parte dos sujeitos na cidade. Todas estas ati­vidades implicam, para uma população pobre, a organização dos indivíduos em termos de seu tempo disponível e do di­nheiro necessário para sua realização, ocu­pando o pensamento das pessoas de modo significativo e dando sentido ao trabalho (pois é o trabalho que proporciona os recursos para a sua participação nos gru­pos) e à própria vida como fonte de pra­zeres). Um bom exemplo de como a vida pode readquirir seu sentido pela participação num grupo, que através de suas práticas reconstrói relações pessoais e sociais mais “diretas” , pode ser dado pelo “povo-de-santo”, que é como se autodenominam os adeptos do candomblé. Para este grupo, formado majoritariamente por indivíduos das classes pobres, geral mente migrantes nordestinos (que trouxeram o culto para cá), mulatos, pouco escolarizados, esta religião, mais do que corresponder às necessidades de transcendência constitui mes­mo um estilo de vida, reconhecível por sinais próprios como a linguagem, o jeito, o gosto. Esta participação no candomblé organiza, como veremos e influencia também a vida fora do terreiro.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Anos 1990
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/339

As associações recreativas nas regiões de colonização alemã no sul do Brasil Kultur e etnicidade

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Seyferth, Giralda
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.48213/travessia.i34.687
Título do periódico
Travessia - Revista do migrante
Volume
12
Ano de Publicação
1999
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
associações
imigração alemã
teuto-brasileiros
etnicidade
Resumo

Na segunda metade do sé­culo XIX surgiram nas regiões de colonização do sul, e nas cidades bra­sileiras que receberam imigrantes alemães, numerosas associa­ções criadas para diversos fins - predomi­nando, numericamente, aquelas identificadas com atividades culturais e esportivas.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Itajaí
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Santa Catarina
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Paraná
Cidade/Município
Porto Alegre
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Sul
Referência Temporal
Século XIX - Século XX
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/687

Associações e etnia: o Palestra Itália

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Araújo, José Renato de Campos
Sexo
Homem
Título do periódico
Travessia - Revista do migrante
Volume
12
Ano de Publicação
1999
Local da Publicação
São Paulo
Página Inicial
17
Página Final
19
Idioma
Português
Palavras chave
identidade étnica
associativismo étnico
imigração italiana
futebol
etnicidade
Resumo

As associações étni­cas devem somen­te ser entendidas como o local de congregação, representação e defesa de in­teresses de indivíduos de mesma origem étnica? Devemos entender a organização étnica como um campo onde se desenvol­ve o próprio processo de formação desses interesses? Ou ainda, como agente forma­dor do sentimento étnico nos indivíduos? O estudo das associações étnicas sem dúvida nos leva a ter condições para esbo­çarmos algumas respostas a estas questões, além de entendermos como setores da so­ciedade organizam-se através de clivagens diferentes da tradicional categoria “classe social”. Em outras palavras, o estudo do associativismo étnico leva-nos a refletir sobre o processo de “invenção” (Hobsbawm, 1984) da etnicidade, ou como os indivíduos constroem a idéia de que existem laços com outras pessoas por te­rem origens geográficas e culturais co­muns.

A partir destas idéias passemos a exa­minar um caso de uma associação étnica, senão a maior, pelo menos a de maior visi­bilidade, e, também, maior sucesso dentro do grupo migrante mais numeroso da ci­dade de São Paulo, durante o período das grandes migrações para a América - o Pa­lestra Itália, hoje Sociedade Esportiva Pal­meiras.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1914-1999
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/685

Vivências diferenciadas entre três gerações de japoneses em São Paulo

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Demartini, Zeila de Brito Fabri
Sexo
Mulher
Título do periódico
Travessia - Revista do Migrante
Volume
12
Ano de Publicação
1999
Local da Publicação
São Paulo
Página Inicial
10
Página Final
16
Idioma
Português
Palavras chave
imigração japonesa
educação
hábitos culturais
lazer
mobilidade sócio-espacial
Resumo

Estas reflexões estão pautadas em dois estudos complemen­tares realizados junto a famí­lias de imigrantes japoneses. No primeiro abordamos famílias de ori­gem japonesa que vieram para as cidades de Campinas e São Paulo durante as pri­meiras cinco décadas desse século (1908-1950) (Demartini, 1997a). Focalizamos nossa atenção especialmente em temas re­lacionados à educação, aos hábitos cultu­rais e atividades de lazer. Na segunda eta­pa aprofundamos nosso conhecimento so­bre as questões estudadas anteriormente, bem como incluímos novas indagações e elementos de análise, que foram surgindo na medida que avançamos com essa ca­racterização mais ampla do grupo estuda­do. Portanto, os temas relacionados com a mobilidade sócio-espacial dessas fami­lias, os projetos individuais e coletivos de ascensão sócio-econômica, o processo de escolarização das gerações mais jovens e a vivência cultural nas últimas décadas foram examinadas sob um novo prisma, a partir de uma análise de gerações que com­põem cada família e as diferenças sociais, econômicas e sobretudo culturais ao lon­go deste século (Demartini, 1997b)

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Século XX
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/728

“Vizinhos e comunitários” experiências de sociabilidade numa organização popular na periferia de Belém

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Costa, Antonio Maurício Dias da
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.48213/travessia.i38.780
Título do periódico
Travessia - Revista do Migrante
Volume
13
Ano de Publicação
2000
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Sociabilidade
Vizinhança
Terra Firme
Periferia
Resumo

No interior do Bairro da Terra Firme, localizado na periferia da cidade de Belém (PA), as relações de sociabilidade produ­zidas pelos membros de uma organização popular (Associação de Moradores), são claramente expostas pelas suas práticas de lazer. Mais do que isto, é possível dizer que estas relações de sociabilidade vivi­das pelos habitantes das regiões periféri­cas da cidade de Belém são em grande parte definidas pelas suas atividades de lazer, especialmente pelos moradores de regiões de ocupação habitacional (mora­dores sem título de propriedade), como aqueles da “Área do Bosquinho” no bair­ro da Terra Firme.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Belém
Bairro/Distrito
Terra Firme
Macrorregião
Norte
Brasil
Habilitado
UF
Pará
Referência Temporal
1990-2000
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/780