Espaço urbano

Assim como nasce um bebê, nasce uma mãe? Para além da depressão pós-parto

Tipo de Material
Resenha
Autor Principal
Carneiro, Rosamaria
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/s0102-6992-202136030013
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
36
Ano de Publicação
2021
Local da Publicação
Brasília
Página Inicial
1123
Página Final
1129
Idioma
Português
Palavras chave
Maternidade
Depressão pós-parto
Narrativas
Resumo

Resenha da obra:

CRONEMBERG, Lorena; FRANCH, Monica. Ser mãe é padecer no paraíso? Narrativas de depressão pós-parto. João Pessoa: Editora UFPB, 2020

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Recife
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Pernambuco
Cidade/Município
João Pessoa
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Paraíba
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/36335

Uma sociologia das políticas de waterfront regeneration no Brasil: análise de três casos emblemáticos

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Fedozzi, Luciano
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Vivian, Mariana
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/s0102-6992-202136020015
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
36
Ano de Publicação
2021
Local da Publicação
Brasília
Página Inicial
719
Página Final
743
Idioma
Português
Palavras chave
Sociologia política
Neoinstitucionalismo
Urbanismo
Waterfront regeneration
Casos múltiplos
Resumo

Este artigo discute o tema das políticas de waterfront regeneration (WR) no Brasil. Especificamente, propõe uma sociologia política dos processos institucionais de produção de tais intervenções através da análise dos casos dos projetos Porto Maravilha, no Rio de Janeiro (RJ), do Cais Mauá, em Porto Alegre (RS), e do Porto Novo e Novo Recife, em Recife (PE). Para tanto, articula uma leitura teórica de diferentes abordagens direcionadas aos fenômenos do político e do urbano a uma pesquisa empírica qualitativa de estudo de casos múltiplos baseado em análises documentais e entrevistas. Ao final, propõe um modelo analítico para interpretação dos casos com base na síntese teórica desenvolvida e, especialmente, na perspectiva neoinstitucionalista, e apresenta um enquadramento possível de leitura dos processos de produção de tais políticas no Brasil.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Central
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Localidade
Porto Maravilha
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Cidade/Município
Porto Alegre
Localidade
Cais Mauá
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Sul
Cidade/Município
Recife
Localidade
Porto Novo e Novo Recife
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Pernambuco
Referência Temporal
1980-2020
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/32894

Medo do Crime, Desordens e Coesão Social no Distrito Federal

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Costa, Arthur Trindade M.
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Durante, Marcelo Ottoni
Sexo:
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/s0102-6992-202136020011
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
36
Ano de Publicação
2021
Local da Publicação
Brasília
Página Inicial
613
Página Final
637
Idioma
Português
Palavras chave
Medo do Crime
Desordens
Coesão Social
Serviços Públicos
Distrito Federal
Resumo

Neste artigo analisamos o medo do crime entre os moradores do Distrito Federal utilizando os dados da Pesquisa Distrital de Vitimização, realizada em 2015. Inicialmente apresentamos as principais abordagens sobre o medo do crime e seus achados mais importantes. Em seguida, após descrever o medo do crime entre os moradores do DF, exploramos sua correlação com alguns fatores ambientais: a presença de desordens, a coesão social e a qualidade dos serviços públicos. Verificamos que dentre esses fatores ambientais, as desordens e a qualidade dos serviços públicos estão mais fortemente associadas ao medo do crime, ao passo que a coesão social se mostrou menos importante para explicar o fenômeno.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
2015
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/34151

A segunda geração de latino-americanos na cidade de São Paulo: a questão do idioma

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Oliveira, Gabriela Camargo de
Sexo
Mulher
Título do periódico
Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana - REMHU
Volume
22
Ano de Publicação
2014
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
segunda geração
migração internacional
idioma
linguagem
Resumo

Embora São Paulo receba imigrantes provenientes de todo o mundo, a partir principalmente da década de 1970 podemos observar um aumento na entrada de imigrantes latino-americanos, especialmente bolivianos, paraguaios e peruanos. Os imigrantes latino-americanos têm construído suas vidas na cidade, estabelecendo residência, constituindo famílias e tendo filhos em São Paulo. Filhos estes que levantam a questão das gerações, sobretudo da segunda geração, que pode ser definida como a geração de filhos dos imigrantes adultos, que nasceram ou chegaram ainda novos ao país receptor. Compreender como a segunda geração tem se inserido na cidade e que relações mantêm com a comunidade local é fundamental para entender os efeitos da imigração para a sociedade. Portanto, este estudo busca explanar como vive a segunda geração latino-americana em São Paulo e suas experiências na cidade, destacando a questão do idioma.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2011
Localização Eletrônica
https://www.scielo.br/j/remhu/a/LqsY4hCRzrHKRmGDty6qy8J/?lang=pt

Uma infraestrutura muçulmana de chegada no Rio de Janeiro

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Heil, Tilmann
Sexo
Homem
Título do periódico
Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana - REMHU
Volume
26
Ano de Publicação
2018
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Infraestrutura de chegada
murids
migração
cidade
Rio de Janeiro
Resumo

Nos últimos dez anos, uma dahira, coletivo religioso de migrantes senegaleses, surgiu e se desenvolveu no Estado do Rio de Janeiro. Acompanhei seu singular processo de institucionalização e a maneira como ela chegou a fazer parte das redes internacionais dessa confraria religiosa. Neste artigo, discuto como a dahira se tornou uma infraestrutura de chegada no contexto específico do Rio de Janeiro e comparo as iniciativas do coletivo da dahira com outras estruturas senegalesas, evidenciando a complexidade das relações sócio-materiais entre os senegaleses.

 
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana do Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2014-2018
Localização Eletrônica
https://www.scielo.br/j/remhu/a/cQW5hpwqQnxZmyCtZX8n5mJ/?format=pdf&lang=pt

Migrantes haitianos e bolivianos na cidade de São Paulo: transformações econômicas e territorialidades migrantes

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Magalhães, Luís Felipe Aires
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Bógus, Lucia
Baeninger, Rosana
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Título do periódico
Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana - REMHU
Volume
26
Ano de Publicação
2018
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Migração Internacional
Imigração haitiana
Imigração boliviana
Território
São Paulo – SP
Resumo

Nos últimos anos, transformações na divisão internacional do trabalho têm promovido repercussões na dinâmica das migrações internacionais, como a emergência das migrações Sul Sul. Neste sentido, a cidade de São Paulo tem se consolidado como destino para muitos novos imigrantes internacionais e solicitantes de refúgio. Este artigo tem por objetivo analisar a inserção social de imigrantes haitianos e bolivianos em São Paulo. A metodologia contempla revisão teórica sobre migrações contemporâneas e território, bem como trabalho de campo de natureza qualitativa nos espaços sociais da capital paulista com maior presença de trabalhadores imigrantes destas nacionalidades.

 
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2017-2018
Localização Eletrônica
https://www.scielo.br/j/remhu/a/9kdWZs7YHDsstr8LLrFGNGR/?format=pdf&lang=pt

Violência e negociação na construção da ordem nas prisões: a experiência paulista

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Dias, Camila Nunes
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Salla, Fernando
Sexo:
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/s0102-6992-201934020008
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
34
Ano de Publicação
2019
Local da Publicação
Brasília
Página Inicial
539
Página Final
564
Idioma
Português
Palavras chave
Prisões
PCC
Estatutos
Ordem prisional
Legitimidade
Resumo

O artigo discute a construção da ordem nas prisões a partir do referencial teórico da sociologia das prisões e de um contexto empírico muito específico: o cenário paulista, marcado pela hegemonia do grupo Primeiro Comando da Capital (PCC). Nosso argumento é que esse grupo reconfigurou a dimensão da ordem nas prisões; enquanto organização, estabeleceu um novo padrão de relações com a administração prisional; redesenhou as formas de exercício do poder no interior da massa carcerária, tanto em termos dos elementos constitutivos das hierarquizações entre os presos, como dos controles sociais e, ainda, do uso da violência. Além de um diálogo com a literatura voltada para o tema, foram tomados como objeto de análise dois documentos produzidos pelo PCC (estatutos) que refletem dois momentos distintos da trajetória do grupo, cada um deles engendrando elementos e mecanismos que alteraram as dinâmicas na construção da ordem prisional.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/23991

Do pau-de-arara às corporações do transporte : poder de família e política no sistema de transporte público por ônibus no Distrito Federal (1960-2016)

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Vasconcelos, Isamara Martins
Sexo
Mulher
Orientador
Guimarães, Débora Messenberg
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Brasília
Programa
Sociologia
Instituição
UNB
Página Inicial
1
Página Final
201
Idioma
Português
Palavras chave
Sistema de transporte
Transporte por ônibus
Familismo
Patrimonialismo
Corrupção
Resumo

O sistema de transporte por ônibus no Distrito Federal, em funcionamento antes mesmo da criação de Brasília, funda-se sob o protagonismo das famílias empresárias do ônibus, autointituladas pioneiras do transporte de passageiros. A agência desses empresários quanto ao sistema de transporte urbano brasiliense representou a instauração do chamado ethos familista, segundo inspirações do familismo amoral em Edward Banfield. Do ponto de vista histórico, o familismo do transporte é analisado a partir de dinâmicas específicas ocorridas nas chamadas fases do transporte coletivo por ônibus na Capital: a primeira fase (1957-1970), liderada pelos transportadores pioneiros e pela ascensão da família Matsunaga; a segunda fase (1971-2011), marcada pelo capitalismo de mercado e pela criação das corporações do transporte, tendo por líderes as famílias Canhedo e Constantino de Oliveira; e, por fim, a terceira fase (2012-hoje), período de consolidação do que chamamos de bloco nacional do transporte coletivo no Brasil. Seguindo essa estruturação metodológica, a atualidade do familismo caracteriza-se pela sua capacidade de organização em uma rede de cooperação e apoio a partir de trocas diretas com setores estratégicos do campo político, atuando de modo propositivo no processo legislativo, tanto local quanto nacional. Dados específicos da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, expuseram a público o padrão de concerto do familismo sobre o transporte urbano no país, o qual, por meio de uma rede sofisticada de pagamentos de propinas a membros do executivo e do legislativo, tem conservado o sentido privatista da política pública de transporte nas principais cidades do país, incluindo o Distrito Federal, como meio central da manutenção da acumulação empresarial desses grupos. Essa conformação de elementos e estratégias associadas à especificidade da cultura política brasileira, a funcionalidade dessas trocas para a manutenção do sistema político e a fragilidade do controle pela sociedade civil permite-nos concluir que o domínio familista é um dos aspectos centrais da debilidade da política pública de transporte brasileira.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Brasília
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
1957-2021
Localização Eletrônica
https://repositorio.unb.br/handle/10482/42972

Escalas infantis na cidade modernista: como crianças vivem e exploram Brasília

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Naiade Pael Farias, Rhaisa
Sexo
Mulher
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
0102-6992-202237010008
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/s0102-6992-202237010008
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
37
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Criança
Infância
Cidade
Sociabilidade
Brasília
Resumo

O presente artigo analisa formas de sociabilidade de crianças em espaços públicos de Brasília. Para tanto, desenvolveu-se uma pesquisa qualitativa de cunho etnográfico com referência nos estudos sociológicos da infância. Nesse estudo, as crianças são consideradas agentes ativos e reconhecidas como participantes centrais do mesmo. As análises foram elaboradas por meio da codificação de dados, com base na teoria fundamentada. Os resultados evidenciam que a sociabilidade ocorre por meio de distintos usos que as crianças fazem dos espaços públicos, significando-os como lugares onde podem conviver entre pares, sem a necessidade da presença do seu responsável direto. Essa sociabilidade está intrinsecamente relacionada às suas ações na superquadra, como brincar, fazer amizade e criar regras próprias de convívio. As discussões apresentadas apontam o reconhecimento da criança como cidadã e agente social, que tem direito à vida em comunidade.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Brasília
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/36167

Patrimônio territorial na Amazônia urbano-ribeirinha: concepções situacionais a partir das margens.

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Bartoli, Estevan
Sexo:
Homem
Código de Publicação (DOI)
10.51359/2238-6211.2023.260674
Ano de Publicação
2024
Idioma
Português
Resumo

O objetivo do texto é contribuir para análise de sistemas territoriais em regiões “marginais”, cujas dinâmicas são permeadas de processos contraditórios e conflitivos, alicerçando a proposta do Patrimônio Territorial Situacional (PaT-S). A partir de aportes teóricos e resultados de pesquisas, os objetivos específico buscam: i) inserir elementos teóricos críticos para análise do patrimônio territorial considerando as particularidades de um recorte amazônico urbano-ribeirinho; ii) realizar análise das dimensões coevolutivas que sinalizam instabilidades situacionais; iii) realizar análise de sistemas territoriais partindo da mediação das cidades e do fenômeno urbano. Os resultados apresentam cenários de manifestações territoriais sobre Parintins (AM), que nos servem como balizadoras para avanços teóricos: o singrar urbano ribeirinho e o circuito de ilegalidade na extração e comercialização de madeira. 

Referência Espacial
Macrorregião
Norte
Brasil
Habilitado
UF
Amazonas
Referência Temporal
2010 - 2024
Localização Eletrônica
https://periodicos.ufpe.br/revistas/index.php/revistageografia/article/view/260674