Modo de vida, imaginário social e cotidiano

Lado B lado A - uma crônica social: análise semiótica do CD do Rappa

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Silva, Maria Rita Aredes da
Sexo
Mulher
Orientador
Tatit, Luiz Augusto de Moraes
Código de Publicação (DOI)
33002010103P3
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Linguística
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
103
Idioma
Português
Palavras chave
O Rappa
Texto musical
Análise semiótica
Resumo

O Rappa, apesar de ser uma banda de pop rock, tem um importante destaque no cenário HIP HOP e o CD Lado B Lado A, de 1999, aborda um tema extremamente relevante para a sociedade acadêmica e para a sociedade como um todo: a violência urbana. No CD, sob o jugo das leis do tráfico de drogas, a população das favelas e dos morros cariocas que convive com leis impostas pelos traficantes, como a lei do silêncio, por exemplo, tem outros problemas: de um lado a polícia, representante do Estado, que sobe os morros em carros blindados (caveirão) e que tem se mostrado ineficiente no combate ao tráfico, utilizando uma política ostensiva, que deixa como saldo um alto número de mortes. De outro lado tem a milícia que, de forma organizada e extraoficialmente, cobra propinas em troca de segurança. A banda, através de seu enunciador, leva o grito das ruas para os palcos e as letras, quase todas compostas por Marcelo Yuka (fora da banda desde 2002), tiveram essa missão. Com forte apelo político, as canções protestam contra a desigualdade social e retratam a vida de quem está à margem da sociedade. Todas as canções de Lado B Lado A serão examinadas para evidenciar as estratégias utilizadas na construção do sentido de unidade desta obra. Veremos, pelo olhar do enunciador, como se estabelecem as relações entre os moradores, a polícia e o narcotráfico nas favelas da cidade do Rio de Janeiro e mais especificamente na comunidade do Engenho Novo. É imprescindível mostrar que a violência urbana não é uma célula separada do restante da sociedade, e ainda que aparentemente esteja confinada aos guetos e periferias somente, atinge a sociedade como um todo. Lado B Lado A descortina um pouco dos bastidores que ficam escondidos no pé do morro vigiado por fuzis AR15 e garotos/sentinelas. Além disso, é um importante documento dos bastidores das periferias brasileiras e mais um estudo sobre a produção musical dos anos 90. A metodologia utilizada será a teoria de analise semiótica, a partir dos instrumentos de análise propostos por Algirdas Julien Greimas. E também será utilizada a teoria de análise da canção, desenvolvida por Luiz Tatit.

Autor do Resumo
Autor
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Engenho Novo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
1999 - anos 2000
Localização Eletrônica
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8139/tde-04122009-165335/pt-br.php

Por que é cidadão o jornalista-cidadão? História das mídias e jornalismo cidadão de base comunitária na Maré

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Chagas, Viktor Henrique Carneiro de Souza
Sexo
Homem
Orientador
Lattman-Weltman, Fernando
Código de Publicação (DOI)
31011012012P8
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
História, política e bens culturais
Instituição
FGV RJ
Página Inicial
1
Página Final
242
Idioma
Português
Palavras chave
Jornalismo cidadão
Comunicação comunitária
História das mídias
Resumo

Afinal, por que é cidadão o jornalista cidadão? Foi esta a pergunta que desencadeou todo um esforço de pesquisa no sentido de identificar práticas comuns nas diferentes experiências de jornalismo cidadão. Para desenvolver e tentar ampliar o conceito trabalhado, a opção foi de analisar o espectro da comunicação comunitária, sobretudo em veículos que tiveram origem na área da Maré, no Rio de Janeiro, nas últimas três décadas. Assim, mapeando algumas dessas experiências e selecionando casos entre os que chamaram mais atenção pela propriedade com que trabalham os aspectos relacionados ao jornalismo cidadão, esta dissertação se detém sobre o significado da cidadania para o cidadão-jornalista e a contribuição à identidade local prestada pela comunicação comunitária. Minha idéia é demonstrar como experiências deste gênero são capazes de não apenas de pautar meios tradicionais de mídia, mas sobretudo de ajudar a estabelecer dentro da própria comunidade uma cultura de mídia e uma esfera pública local, desenvolvendo uma reapropriação da identidade da favela e de seus moradores e contribuindo para a busca e/ou exercício da cidadania.

Autor do Resumo
Autor
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
1990-2009
Localização Eletrônica
http://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/handle/10438/2676

"A realidade da vida é que o bagulho é doido": Percepções de jovens moradores da Maré sobre Favela, Juventude e Violência em diálogo com Falcão

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Santos, Andreia Cesar dos
Sexo
Mulher
Orientador
Leite, Marcia da Silva Pereira
Código de Publicação (DOI)
31004016020P8
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
Niterói
Programa
Ciências Sociais
Instituição
UERJ
Página Inicial
1
Página Final
118
Idioma
Português
Palavras chave
Mídia
Juventude
Violência
Maré
Resumo

Na noite de 19 de março de 2006, o documentário Falcão: Meninos do Tráfico aparecia na grande mídia pela primeira vez. Sua proposta era desvelar a vida de jovens integrantes do tráfico de drogas a partir da fala dos mesmos. Esta dissertação examina as condições de produção do projeto Falcão, situando-o no contexto mais amplo do debate contemporâneo sobre violência urbana e segurança pública no Brasil, e analisa como jovens moradores de uma favela carioca percebem e interpretam os principais argumentos apresentados por este projeto

Autor do Resumo
Autor
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Complexo da Maré
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
Século XXI
Localização Eletrônica
https://cetadobserva.ufba.br/pt-br/publicacoes/realidade-da-vida-e-que-o-bagulho-e-doido-percepcoes-de-jovens-moradores-da-mare-sobre

"Deus e o Diabo na terra do sol": visões de espaço público, ética profissional e moral religiosa entre policiais militares evangélicos do Rio de Janeiro

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Albernaz, Elizabete Ribeiro
Sexo
Mulher
Orientador
Vilaca, Aparecida Maria Neiva
Código de Publicação (DOI)
31001017021P5
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
Antropologia social
Instituição
UFRJ
Idioma
Português
Palavras chave
Democracia
Discricionariedade
Evangélicos
Polícia militar
Resumo

Gerada no âmbito do conturbado relacionamento entre a polícia e as camadas pobres urbanas cariocas, fortaleceu-se no debate público sobre segurança uma concepção de mal como anomalia social, um lugar ocupado hoje majoritariamente pela figura do tráfico de drogas e da violência urbana em geral. Em um campo semântico altamente maniqueísta, o traficante encarnaria o poder nefasto e desagregador das forças do mal, que estabelecem o caos social, em oposição encontrar-se-iam os policiais, representantes dos esforços do bem em restabelecer a ordem pública. Na prática, entretanto, sabe-se que essas dicotomias não se sustentam com clareza, servindo apenas para polarizar discursos e atitudes em torno do tema. Analisando as políticas de segurança pública adotadas pela gestão estadual desde 1983, pode-se perceber que a demonização do crime tem sido utilizada como embasamento ideológico para uma série de violações perpetradas contra segmentos marginalizados da sociedade, como os moradores de favelas e periferias. As ações arbitrárias e violentas da polícia acabam sendo legitimadas pelo medo de uma sociedade que erigiu a segurança pública como um fim em si mesmo, independente dos meios e custos humanos. Para os policiais militares evangélicos, o imperativo de trilhar o caminho da salvação em um campo impregnado de maniqueísmos tende a submeter os sujeitos a um amplo espectro de tensões entre suas opções religiosas e condutas profissionais concretas. Os riscos, perigos e tentações do cotidiano do policiamento apresentam-se para estes atores como reflexo da guerra ontológica entre as milícias celestes e as odes demoníacas, cujos desdobramentos atualizar-se-iam nas escolhas sobre os procedimentos adotados em cada ocorrência concreta atendida. Revelada pela conversão, essa realidade transcendente parece informar a construção de padrões éticos evangélicos de atuação policial, em que os conflitos cotidianos são encaminhados como expressões visíveis da influência nefasta do demônio, responsável pelo crime, devassidão e toda sorte de comportamentos socialmente reprováveis.

Autor do Resumo
Autor
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
1983 - anos 2000
Localização Eletrônica
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=134007

Espaços públicos e infâncias urbanas: a construção de uma cidadania contemporânea

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Dias, Marina Simone
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Ferreira, Bruna Ramos
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2015v17n3p118
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
17
Ano de Publicação
2015
Página Inicial
1
Página Final
16
Idioma
Português
Palavras chave
infância
espaços urbanos
cidade
espaços públicos
cidadania
Resumo

Este artigo discute o lugar da criança nos espaços urbanos e sua relação com a sociedade contemporânea, tendo como fundamento a ideia de que a cidadania é estruturada a partir da experiência, da apropriação e da identificação dos sujeitos com a cidade. Busca-se dar voz a atores sociais excluídos dos processos de mobilização social. Pela análise da dinâmica socioespacial brasileira, observa-se que as cidades são planificadas sem considerar os desejos e as necessidades das crianças, normalmente confinadas em espaços privados e especializados, o que reforça sua marginalização e segregação social. Fundamentado na participação das crianças em uma coletividade, o artigo evidencia que a apropriação dos espaços urbanos pela infância pode contribuir tanto para a reelaboração da noção de cidade como espaço comum, igualitário e compartilhado, quanto para a construção e a vivência da cidadania na infância.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/5150

The appropriation of streets in Belo Horizonte by contemporary carnival blocks

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Dias, Paola Lisboa Codo
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2015v17n3p86
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
17
Ano de Publicação
2015
Página Inicial
1
Página Final
18
Idioma
Inglês
Palavras chave
socio-spatial appropriation
street carnival
contemporary carnival street blocks
festive
political manifestations
Resumo

Carnival blocks (roving carnival street parties) in Belo Horizonte have emerged ever since the city was first founded in the late nineteenth century. However, during the 1930s, this kind of carnival manifestation went into decline and lost its importance. During the 1990s, Belo Horizonte became known for its quiet, peaceful streets during the carnival holiday period. However, the first decade of the twenty-first century marked a change in this process during the pre-carnival period, and 2009 marked the beginnings of a movement to re-establish street carnival blocks during the official carnival holiday period. Over the years, carnival in Belo Horizonte has undergone a complete transformation, moving from a decadent festival, marginalized and almost forgotten by most of the population to a very successful effervescent, exuberant celebration. Hence, this article aims to introduce discussions and some unusual perspectives regarding space in the contemporary metropolis with a reflective viewpoint regarding appropriation of the city by carnival celebrations.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Belo Horizonte
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/5134

Recife, a noiva da revolução: entre os circuitos espaciais da inclusão/exclusão e a resistência urbana contemporânea

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Nascimento, Alexandre Sabino do
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2015v17n3p49
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
17
Ano de Publicação
2015
Página Inicial
1
Página Final
19
Idioma
Português
Palavras chave
cidades rebeldes
circuitos espaciais da inclusão/exclusão
movimentos sociais
metrópole
reestruturação urbana
Resumo

Para alcançar o conclamado direito à cidade são necessárias políticas urbanas de estruturação e planejamento verdadeiramente democráticas e que atuem, sobretudo, na regulação do uso e ocupação do solo. Tais políticas só são possíveis por meio de uma práxis urbana fundamentada em instrumentos de democracia direta. Neste artigo, analisamos o caráter protagonista e revolucionário do Recife na história brasileira, ligando-o às contradições sociais e à evolução dessa cidade como uma das mais desiguais do país. O Recife é, atualmente, palco de uma produção do espaço associada a inovações e a projetos urbanos que produzem circuitos espaciais de inclusão/exclusão, com destaque para o Projeto Novo Recife. Todo esse conjunto de elementos recrudesce o caráter segregativo da cidade e também dá margem para o surgimento de movimentos sociais com estratégias e táticas voltadas para a construção de uma nova prática social, marcada por tentativas de educação para a práxis urbana e por atos de ocupação do espaço público, como pode ser visto, por exemplo, nas atividades culturais e políticas realizadas na região do Cais Estelita. Esse cais, além de ser o local onde se insere o Projeto Novo Recife, é cenário de experiências revolucionárias relacionadas à questão urbana.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Recife
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Pernambuco
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/5153

Entre manezinhos e haules: velhos e novos conflitos na identidade socioespacial florianopolitana

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Siqueira, Marina Toneli
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2016v18n1p40
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
18
Ano de Publicação
2016
Página Inicial
1
Página Final
17
Idioma
Português
Palavras chave
direito à cidade
identidade cultural
produção do espaço urbano
dissenso urbano
Florianópolis
Resumo

Pensar a cidade contemporânea significa reconhecer que a questão cultural é um fator decisivo na produção do espaço, ainda mais em um contexto de globalização econômica e de competição interurbana que se apropria de traços culturais locais. Este artigo relaciona a produção do espaço urbano de Florianópolis com a formação de identidades socioespaciais que estabelecem relações complexas entre si e com a própria cidade. Resultantes da importação de modelos urbanos externos e da imigração de contingentes populacionais diversos, esses grupos formam relações que se alternam entre conflito e cooperação, tendo como resultado uma visão multifacetada e mutante acerca do desenvolvimento urbano da cidade. Dessa forma, o artigo colabora para a formação de uma visão pluralista da cidade, concluindo que a sua refundação e planejamento a partir das múltiplas narrativas de seus habitantes pode se transformar em um ato de cidadania e de modificação da sua própria cultura política.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Florianópolis
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Santa Catarina
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/5076

Pelos "cantos" da cidade: usos e apropriações dos espaços por trabalhadores de rua no Centro de João Pessoa, Paraíba

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Moura, Alessandra Soares
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Scocuglia, Jovanka Baracuhy Cavalcanti
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2016v18n2p307
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
18
Ano de Publicação
2016
Página Inicial
1
Página Final
18
Idioma
Português
Palavras chave
ambulantes e camelôs
práticas urbanas
cotidiano
espaço público
planejamento urbano
Resumo

Este artigo trata das experiências espaciais e socioculturais vinculadas ao trabalho informal nas ruas do Centro da cidade de João Pessoa, Paraíba, Brasil. É parte dos resultados das pesquisas realizadas em 2014 durante um mestrado no Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, da Universidade Federal da Paraíba (PPGAU/UFPB). Ele representa um esforço de aprofundamento teórico-metodológico do debate acerca da cidade contemporânea e suas dinâmicas socioespaciais. O foco da pesquisa são as formas de produção e reprodução dos espaços públicos atravessados pela diversidade de usos e pelas apropriações que os citadinos neles imprimem por meio de suas práticas e representações cotidianas. O objetivo principal deste artigo é problematizar, a partir da análise de experiências cotidianas de trabalhadores de rua, alguns conflitos contemporâneos no espaço urbano, pondo em debate a experiência urbana, compreendida na relação entre prática cotidiana e urbanismo.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
João Pessoa
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Paraíba
Referência Temporal
2014
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/5152

Rebeliões metropolitanas e planejamento insurgente no século XXI

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Holston, James
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2016v18n2p191
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
18
Ano de Publicação
2016
Página Inicial
1
Página Final
14
Idioma
Português
Palavras chave
planejamento
urbano
insurgente
cidadania
rebelião
Resumo

A insurgência inaugurou o século XXI com uma série de rebeliões metropolitanas. Buenos Aires, Atenas, Reykjavik, Tunes, Cairo, New York, Madri, Phnom Penh, Istambul, São Paulo e inúmeras outras cidades ao redor do mundo rebelaram-se de formas diferentes, rejeitando as políticas existentes e assaltando o Estado com alternativas. Muitas dessas alternativas surgiram da própria produção da vida cotidiana urbana dos manifestantes e foram prefiguradas em seus próprios meios de assembleias e deliberação. Este artigo examina, por um lado, se essas rebeliões metropolitanas constituem um novo tipo de cidadania urbana insurgente que realizaria e demandaria novas formas de democracia direta, e, por outro, como elas podem inspirar um planejamento urbano insurgente. Esse exame é feito por meio da análise da interseção entre os processos de “fazer a cidade acontecer” (city-making), “ocupar espaços urbanos” (city-occupying) e “reivindicar direitos” (rights-claiming). Ademais, é-se considerada a transformação da esfera política e do planejamento por elas produzida.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
País estrangeiro
Argentina
Especificação da Referência Espacial
Buenos Aires
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Islândia
Especificação da Referência Espacial
Reykjavik
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Egito
Especificação da Referência Espacial
Cairo
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Tunísia
Especificação da Referência Espacial
Tunes
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Grécia
Especificação da Referência Espacial
Atenas
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Estados Unidos
Especificação da Referência Espacial
Nova Iorque
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Espanha
Especificação da Referência Espacial
Madri
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Turquia
Especificação da Referência Espacial
Istambul
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Camboja
Especificação da Referência Espacial
Phnom Penh
Referência Temporal
século XXI
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/5162