Pobreza e desigualdade

Riqueza e status entre mulheres negras no Brasil

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Rocha, Emerson Ferreira
Sexo
Homem
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
32
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
Brasília
Página Inicial
217
Página Final
244
Idioma
Português
Palavras chave
Desigualdade racial
Desigualdade de gênero
Riqueza
Status
Endogamia racial
Resumo

Este artigo estuda a participação das mulheres negras no grupo dos ricos no Brasil. São definidos como ricos aqueles que integram o conjunto de 1% com maiores rendimentos advindos do trabalho principal. Através de modelos logísticos, estima-se em que medida a escolaridade, incluindo a segmentação por áreas de formação superior, contribui para as desvantagens desse grupo de mulheres quanto a participação entre os ricos. Estima-se também a contribuição relativa da remuneração discriminatória dos níveis educacionais. O estudo aborda também como a condição racial afeta a condição de status das mulheres negras ricas, sendo o conceito de status operacionalizado a partir das dinâmicas conjugais. O que se observa é que mulheres negras ricas, além de tenderem a não contar com um cônjuge, experimentam maiores probabilidades de estarem unidas a cônjuges não ricos, em comparação com as mulheres brancas. Isso indica que a condição racial deprecia suas possibilidades de conversão da afluência econômica em status social. A análise da dinâmica matrimonial é realizada com base em modelos logísticos multinominais. Os dados são provenientes do Censo Demográfico de 2010.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
2010
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/6259

Envelhecer com HIV/Aids: Um estudo sobre a proliferação do HIV/Aids em mulheres na cidade de Goiânia

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Nascimento, Ana Júlia Rodrigues do
Sexo
Mulher
Orientador
Bandeira, Lourdes Maria
Ano de Publicação
2016
Local da Publicação
Brasília
Programa
Sociologia
Instituição
UNB
Idioma
Português
Palavras chave
Envelhecimento
Mulheres
HIV/Aids
Sexualidade
Saúde
Resumo

A partir de observações empíricas e dados estatísticos divulgados pelo Ministério da Saúde, pela mídia e trabalhos acadêmicos na área da saúde e das ciências sociais, sabe-se que o número de mulheres infectadas pelo vírus HIV e doentes de AIDS aumentou consideravelmente no Brasil nos últimos anos. As causas do aumento são instigantes e motivaram o desenvolvimento dessa tese, que investiga o aumento dos índices de contaminação de mulheres na faixa etária a partir dos 35 anos, na cidade de Goiânia (Goiás). Esta tese sustenta a hipótese de que as mudanças na sexualidade feminina - a desvinculação do sexo do fator reprodutivo, as conquistas feministas, a liberdade sexual das mulheres ”“ e, em contrapartida, a falta significativa de informação desse segmento sobre a necessidade do uso de métodos preservativos, principalmente porque mulher não era considerada população de risco e não fez parte de sua cultura. A utilização de métodos preservativos veio a ocorrer mais tarde, uma vez que a elas cabia apenas o sexo para reprodução, sobretudo com um parceiro fixo, o marido ou o companheiro.  A invisibilidade das doenças sexualmente transmissíveis - situações causais paradoxais que culminaram no aumento da contaminação do grupo de mulheres na faixa etária a partir dos 35 anos não era considerada prioridade. Além desses fatores, evidenciaram-se outros, tais como o machismo, a ampliação do uso de medicamentos para manter a ereção masculina e a falta de negociação das mulheres com seus parceiros, cônjuges, maridos, namorados e companheiros sobre o uso de preservativos, visto que a mulher não tem pleno controle sobre seu corpo. Consequentemente, não parece caber a ela o poder de decidir ou de afirmar sua vontade de usar o preservativo, principalmente quando de relações mais longas e duradouras. Esses argumentos reforçam que o feminismo e a liberdade sexual conscientes não ocorreu de forma equivalente em todos os segmentos de mulheres.  É nesse contexto que a pesquisa empírica se realiza.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Goiânia
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Goiás
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/6179

Racismo e sexismo em instituições de saúde do DF: pré-natal, parto e pós-parto de mulheres negras

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Ferreira, Kauara Rodrigues Dias
Sexo
Mulher
Orientador
Almeida, Tânia Mara Campos de
Código de Publicação (DOI)
http://dx.doi.org/10.26512/2015.10.D.21201
Ano de Publicação
2016
Local da Publicação
Brasília
Programa
Sociologia
Instituição
UNB
Idioma
Português
Palavras chave
Pré-natal
Pós-parto
Mulheres negras - saúde
Sexismo
Mulheres - saúde e higiene
Resumo

A presente dissertação traz como tema as experiências de mulheres negras durante o pré-natal, parto e pós-parto/puerpério na relação com serviços e profissionais de saúde do Distrito Federal/DF. O objetivo central foi investigar e analisar como a cor/raça, em sua articulação com o gênero, participa das interações das mulheres negras com instituições e profissionais de saúde durante o pré-natal, parto e pós-parto/puerpério, gerando discriminações e violências sobre elas. Entrevistas semiestruturadas foram realizadas com quinze mulheres, que fizeram pré-natal e pariram no DF. A partir, então, da articulação e diálogo entre diferentes pesquisas teóricas e empíricas, dados oficiais do governo brasileiro e os relatos das entrevistadas, foi possível ampliar o entendimento sobre como as mulheres negras vivenciam e elaboram suas experiências acerca desses três importantes momentos relacionados à saúde reprodutiva, bem como obter elementos sobre o racismo e o sexismo institucional. Constatou-se que os tratamentos recebidos, somados aos entraves à garantia de seus direitos, se manifestam em uma dinâmica relacional que envolve discriminação racial interconectada com a reprodução das desigualdades de gênero, associadas a diferentes marcadores sociais, que reforçam ou amenizam os efeitos do racismo e do sexismo. Foram também encontradas aproximações com representações sociais racistas e sexistas acerca dos corpos e papéis sociais das mulheres negras por meio de sua interação com serviços e profissionais de saúde.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://repositorio.unb.br/handle/10482/21201?locale=pt_BR

Metropolização, Homicídios e Segurança Pública na Área Metropolitana de Brasília: o Município de Águas Lindas de Goiás

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Batista, Analía Laura Soria
Sexo
Mulher
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
31
Ano de Publicação
2016
Local da Publicação
Brasília
Página Inicial
433
Página Final
457
Idioma
Português
Palavras chave
Metropolização
Segurança Pública
Homicídios
Segregação sócio-espacial
Cidade dormitório
Resumo

Neste artigo se discute o quadro metropolitano dos homicídios em 2010 em um município do Entorno de Brasília, Águas Lindas de Goiás. As externalidades negativas da metropolização de Brasília, em interface com a estrutura e organização da segurança publica  e a fragilidade  das ações da Assistência Social  no município, lançam luz sobre a dinâmica dos homicídios e os fatores estruturais  que  influenciam para  a sua ocorrência. A pesquisa se baseia em dados socioeconômicos secundários e em entrevistas realizadas junto aos atores da Segurança Publica e da Assistência Social. Os resultados apontam para a segregação sócio-espacial e a exclusão social no processo de urbanização do município, o alto grau de interação econômica e social deste último com o Distrito Federal, isto é, a polarização que o DF  exerce  na oferta ao mercado de trabalho e  de serviços básicos de educação e  saúde.  Neste quadro e  em face da alta taxa de  homicídios no município,  o artigo indica a necessidade de políticas cooperadas entre os diferentes entes da federação envolvidos (governo federal, estados e municípios)  na área econômica e social e das políticas de segurança pública.

Referência Espacial
Região
Região Metropolitana
Cidade/Município
Águas Lindas de Goiás
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
2010
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/6109

O que fazemos do que fazem de nós : trajetórias sociais e militância entre os catadores de materiais recicláveis no Brasil

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Nunes, Christiane Girard Ferreira
Sexo
Mulher
Orientador
Silva, Pedro Henrique Isaac
Código de Publicação (DOI)
http://dx.doi.org/10.26512/2015.07.T.19738
Ano de Publicação
2016
Local da Publicação
Brasília
Programa
Sociologia
Instituição
UNB
Idioma
Português
Palavras chave
Materiais recicláveis
Sociologia ambiental
Movimentos sociais - Brasil
Catadores de materiais recicláveis
Militância
Resumo

Os catadores de materiais recicláveis vêm se constituindo como uma importante categoria de trabalhadores no Brasil. Isso se dá em decorrência não apenas do aumento da importância econômica e ambiental de suas atividades, mas também em função de sua recente organização em cooperativas, associações e em um movimento social de âmbito nacional, conhecido como Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis – MNCR. Esta pesquisa busca compreender a dinâmica de engajamento militante entre os catadores de materiais recicláveis que fazem parte do MNCR. Para tanto, utilizando a abordagem da Sociologia Clínica, buscamos compreender as trajetórias sociais de catadores militantes a partir dos relatos biográficos desses sujeitos. A Sociologia Clínica defende que os fenômenos sociais devem ser compreendidos a partir de uma análise que considere o sujeito a partir de suas múltiplas dimensões: social, existencial e reflexiva. As narrativas mostraram que diversos fatores psíquicos e sociais atuaram no sentido de possibilitar o engajamento militante. Por um lado, mostramos que o engajamento militante proporciona a ascensão social a partir da utilização dos recursos disponíveis para os catadores. Por outro, verificamos que esta ascensão por meio da militância permite conciliar o desejo de satisfação do ideal de ego e do superego, instâncias normalmente conflituosas em processos de ascensão social. Além disso, identificamos que o engajamento militante possibilita a construção de uma identidade coletiva que ressignifica as experiências de invalidação social às quais essas pessoas são submetidas constantemente.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://repositorio.unb.br/handle/10482/19738

Imigrantes, migrantes e refugiados: encontros na radicalidade estrangeira

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Carignato, Taeco Toma
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Rosa, Miriam Debieux
Berta, Sandra Letícia
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Título do periódico
Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana - REMHU
Volume
14
Ano de Publicação
2010
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Refugiados
Casa do migrante
Resumo

O artigo aborda as experiências de atendimento realizadas por psicanalistas e psicólogos ligados à Universidade de São Paulo (USP) e à Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) a imigrantes, migrantes e refugiados abrigados na Casa do Migrante, em São Paulo. Ressalta os esforços desses profissionais em estabelecer vínculos com pessoas em situações de vulnerabilidade geradas por processos de deslocamento, encontrando-se algumas delas em condições radicais de estrangeiridade por não constituírem laços com pessoas, lugares e instituições por onde transitam.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Localidade
Casa do Migrante
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Anos 2000
Localização Eletrônica
https://remhu.csem.org.br/index.php/remhu/article/view/36

Mulheres, migrantes, trabalhadoras: a segregação no mercado de trabalho

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Dutra, Delia
Sexo
Mulher
Título do periódico
Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana - REMHU
Volume
21
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Mulheres Migrantes
Trabalho
Segregação Ocupacional
Resumo

O presente trabalho, ancorado em uma pesquisa desenvolvida no âmbito do Centro Scalabriniano de Estudos Migratórios, analisa a experiência vivida por mulheres migrantes em diversos países centrando a reflexão na dimensão do trabalho no contexto do processo migratório internacional. Tomando como ponto de partida a perspectiva das próprias protagonistas - paraguaias no Brasil, brasileiras nos Estados Unidos, haitianas na República Dominicana, colombianas no Equador, filipinas na Itália e nicaraguenses na Costa Rica -, busca-se identificar dificuldades enfrentadas no que refere à vida profissional dessas mulheres. Parte-se do entendimento de que a migração pode ser vista como uma alternativa para escapar de situações de pobreza e exclusão do mercado de trabalho no país de origem. A pesquisa aponta a existência de segregação no mercado de trabalho.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Costa Rica
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Itália
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
República Dominicana
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Estados Unidos
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Equador
Referência Temporal
Anos 2010
Localização Eletrônica
https://remhu.csem.org.br/index.php/remhu/article/view/370/329

O teletrabalho na pandemia da covid-19: uma nova armadilha do capital?

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Durães, Bruno
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Bridi, Maria Aparecida da Cruz
Dutra, Renata Queiroz
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/s0102-6992-202136030005
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
36
Ano de Publicação
2021
Local da Publicação
Brasília
Página Inicial
945
Página Final
966
Idioma
Português
Palavras chave
Teletrabalho
Regulação
Precarização
Pandemia
Resumo

Esse artigo tem por escopo discutir o fenômeno do teletrabalho, que foi impulsionado em razão do contexto da pandemia do Covid-19 em 2020. Destaca-se que a nova narrativa do capital, que, ao tempo que exalta seus benefícios, tende a ocultar os riscos, bem como as possibilidades de reformulação dos ganhos empresariais na exploração do trabalho humano. Para tanto, revisa-se o novo cenário do trabalho, a partir do contexto da denominada “modernização” das relações laborais, considerando os processos de intensificação das jornadas, de apropriação do espaço privado da residência dos trabalhadores, de compatibilização entre trabalho e tarefas reprodutivas, sobretudo por mulheres, de isolamento em relação aos coletivos de trabalho e suas articulações políticas, bem como de sofrimento e adoecimento psíquico.  A partir de bibliografia pertinente e da análise de dados secundários sobre o teletrabalho na atualidade é problematizada a regulação incidente sobre esses trabalhadores, como elemento conformador do fenômeno.

Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
2020
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/35816

Resenha Crítica: Vidas, “Trelas” e Falas de Mães de “Micro” - “ um estudo etnográfico em linguagem acessível

Tipo de Material
Resenha
Autor Principal
Yannoulas, Silvia Cristina
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/s0102-6992-202136020018
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
36
Ano de Publicação
2021
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Microcefalia
periferia de Recife
“Mães de micro”
Vírus Zika
Resumo

FLEISCHER, Soraya; LIMA, Flávia. (Orgs.). Micro: contribuições da antropologia. Brasília/DF: Athalaia, 2020

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Recife
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Pernambuco
Referência Temporal
2016-2019
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/34559

Antes das grades: Perfis e dinâmicas criminais de mulheres presas em Minas Gerais

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Ribeiro, Ludmila Mendonça Lopes
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Martino, Natalia Cristina Costa
Duarte, Thais Lemos
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/s0102-6992-202136020012
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
36
Ano de Publicação
2021
Local da Publicação
Brasília
Página Inicial
639
Página Final
667
Idioma
Português
Palavras chave
Criminalidade feminina
Tráfico de drogas
Papeis de gênero
“Amor bandido”
Sistema de justiça criminal
Resumo

O aumento vertiginoso do número de presas no Brasil na última década, especialmente por tráfico de drogas, ocasionou a proliferação de estudos sobre criminalidade e encarceramento feminino. Contudo, parte majoritária desses trabalhos apresenta narrativas ligadas ao papeis tradicionais de gênero para explicar o envolvimento das mulheres em redes ilegais, sendo a expressão “amor bandido é chave de cadeia” uma síntese dessa compreensão. A partir de uma pesquisa qualitativa e quantitativa com custodiadas por tráfico de drogas de unidades prisionais de Minas Gerais, analisamos em que medida esse enquadramento acadêmico condiz com os relatos das mulheres sobre suas trajetórias. De acordo com as presas, há uma convergência entre o campo de estudo sobre criminalidade feminina e o tratamento fornecido pelos atores do sistema de justiça criminal a questão. Essa homogeneidade das ideias, porém, não é suficiente para abarcar a diversidade de pertencimento das mulheres aos mercados ilegais de drogas.

Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
2017-2018
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/34668