Movimentos sociais

Poderá o mundo hoje ser representado pelo teatro? – algumas experiências no Brasil.

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Kropf, Paula dos Santos
Sexo
Mulher
Orientador
Menegat, Marildo
Ano de Publicação
2011
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
Serviço Social
Instituição
UFRJ
Idioma
Português
Palavras chave
cultura
teatro
história
condições econômicas
Resumo

O presente trabalho buscou observar as relações desenvolvidas no campo da cultura, especificamente no teatro, no que diz respeito a uma tentativa de representação do mundo atual. Neste movimento, foi considerada a apreensão da realidade contemporânea, marcada pelo estágio de regressão social decorrente do desenvolvimento das forças produtivas capitalistas. Dois momentos expressivos da experiência teatral brasileira foram pensados a partir do debate acerca da possível atualidade da proposta de um teatro dialético de brecht. São eles: os anos 60 com o Teatro de arena e o cpc; a companhia do latão e o teatro de grupo em São Paulo na década de 90.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
década de 1960 e década de 1990

Grupos semi-autônomos e times de produção: novas formas de gestão do trabalho em duas montadoras de caminhões e ônibus (Mercedes Benz e Scania)

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Furtado, Olavo Henrique Pudenci
Sexo
Homem
Orientador
Araujo, Angela Maria Carneiro
Ano de Publicação
2004
Local da Publicação
Campinas
Programa
Ciências Sociais
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Grupos de trabalho
Indústria automobilística
Administração da produção
Resumo

Em nossa pesquisa procuramos analisar as modalidades particulares de trabalho em grupo na organização da mão-de-obra fabril no processo de produção de veículos comerciais pesados (caminhões e ônibus) tendo como objeto de estudo duas montadoras multinacionais com fábricas sediadas no Brasil: Mercedes-Benz (MBB) e Scania, ambas localizadas em São Bernardo do Campo (SP). Nosso foco serão as mudanças organizacionais decorrentes da implantação e desenvolvimento de grupos de trabalho ao nível do chão de fábrica em duas montadoras de veículos pesados, a Scania e a Mercedes-Benz. O objetivo central desta pesquisa, portanto, é explicar quais razões levaram estas empresas a implantar os grupos de trabalho, quais os objetivos destas empresas ao adotarem esta forma de organização do trabalho e verificar o funcionamento efetivo destes grupos no sentido de questionar se a pratica concreta dos grupos corresponde ao modelo e aos objetivos propostos. Se o grupo de trabalho (teamwork) representa um avanço em termos de democratização das relações de trabalho, o mesmo deve ser decorrente de um processo democrático de negociação entre a empresa e as representações de trabalhadores, no caso, comissões de fábrica e sindicato.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Grande ABC Paulista
Cidade/Município
São Bernardo do Campo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
http://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/307280?guid=1666368706567&returnUrl=%2fresultado%2flistar%3fguid%3d1666368706567%26quantidadePaginas%3d1%26codigoRegistro%3d307280%23307280&i=1

Vamos acampar: a luta terra e a busca pelo assentamento de novas relações de gênero no MST do Pontal do Paranapanema

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Gonçalves, Renata Cristina
Sexo
Mulher
Orientador
Moraes, Maria Lygia Quartim de
Código de Publicação (DOI)
10.47749/T/UNICAMP.2005.357945
Ano de Publicação
2005
Local da Publicação
Campinas
Programa
Ciências Sociais
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra
Acampamentos
Relações de gênero
Movimentos sociais rurais
Conflito social
Resumo

Neste trabalho procura-se examinar as formas de participação das mulheres no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na região do Pontal do Paranapanema. Recorre-se a entrevistas realizadas com acampados/as, assentados/as, militantes homens e mulheres inserido(a)s na luta pela terra naquela região; à sistemática ín loco como principal meio de burlar as dificuldades que muito(a)s têm com o gravador; e à vasta bibliografia crítica sobre o assunto. Ao longo da pesquisa, foram identificados dois momentos e espaços diferentes de participação feminina na luta pela terra. O primeiro corresponde à fase do acampamento, em que se começa a viver coletivamente sob as regras materializadas no chamado "regimento interno", que estabelecem os "códigos" de conduta de cada membro do acampamento, com novas aprendizagens podendo levar à ruptura das cercas de gênero. O segundo é o do assentamento. Este representa um desfecho positivo para os sem terra contra o monopólio do latifúndio. É o momento de um novo processo que implica criar condições para a permanência na terra conquistada. No entanto, o que se verifica são condições precárias de assentamentos revelando que estes se tomaram uma estratégia para amenizar conflitos sociais. Uma vez no assentamento, aspectos econômicos e tecnológicos adquirem formas em que o tempo e o espaço são regidos pelo modo de produção dominante. Para além da sobrevivência, é necessário produzir para pagar os empréstimos feitos junto ao Estado, ao banco, etc. A luta para permanecer na terra se toma imediatista e o aspecto econômico se impõe e acentua retomo da velha divisão sexual do trabalho, colocando em xeque as aprendizagens de gênero durante os anos de luta nos acampamentos. Frente a estas dificuldades, o MST propõe novos modelos de assentamento que permitam combinar independência, com relação do modo de produção dominante, e novas relações que permitam eliminar as trincheiras machistas do movimento.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Pontal de Paranapanema
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Século XXI
Localização Eletrônica
http://repositorio.unicamp.br/Acervo/Detalhe/357945

Impactos da experiência conselhista sobre as atividades políticas e organizativas dos movimentos sociais na saúde: o caso do movimento popular de saúde de Campinas/São Paulo

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Ferraz, Ana Targina Rodrigues
Sexo
Mulher
Orientador
Dagnino, Evelina
Ano de Publicação
2005
Local da Publicação
Campinas
Programa
Ciências Sociais
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Conselhos de saúde
Saúde pública
Participação popular
Movimentos sociais
Resumo

O presente trabalho busca compreender as mudanças sofridas pelos movimentos sociais organizados desde o final dos anos 70 do século passado em torno dos problemas de saúde da população e da reforma do sistema público de saúde do país, a partir da consolidação de mecanismos participativos (os conselhos) destinados a incluir estes atores políticos no processo decisório em torno desta política pública nos três níveis de governo (municipal, estadual e federal). A constituição destes canais de participação representou o reconhecimento da legitimidade política destes movimentos como interlocutores no espaço público, introduzindo mudanças no modelo decisório, tornando-o descentralizado e possibilitando que estes atores tivessem um espaço não apenas para vocalização de suas demandas, mas para a disputa política em torno de projetos políticos, justiça distributiva, valores e identidades. Ao mesmo tempo em que a consolidação deste novo arranjo político, destinado a incluir estes atores no processo decisório, representou algumas mudanças no modo como tradicionalmente as decisões em torno da política e dos recursos públicos eram tomadas, tornando este processo mais permeável aos interesses e demandas da sociedade, introduziu também modificações no modo como estes movimentos sociais se organizavam, em suas bandeiras e estratégias de luta. A hipótese levantada neste trabalho é a de que estas mudanças são produto de uma disputa política ampla em torno de modelos e de sentidos para a democracia, afetando e modificando tanto os mecanismos decisórios tradicionais e os novos arranjos políticos, quanto os movimentos sociais. Este trabalho investiga um único movimento social, o Movimento Popular de Saúde de Campinas em São Paulo, caracterizado por um papel destacado no Movimento Popular de Saúde em todo o país, ter em seus quadros profissionais de saúde e intelectuais ligados ao Movimento pela Reforma Sanitária e por sua permanência ao longo do tempo, possibilitando, em decorrência destes traços, uma avaliação do quanto algumas das modificações sofridas ao longo de seus quase trinta anos de existência foram influenciadas por sua inserção como interlocutor no espaço político do Conselho Municipal de Saúde da cidade e nas disputas políticas travadas neste espaço.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de Campinas
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
A partir de 1970
Localização Eletrônica
http://repositorio.unicamp.br/Acervo/Detalhe/350893

Bairros negros do Vale do Ribeira: do "escravo" ao "quilombo"

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Carvalho, Maria Celina Pereira de
Sexo
Mulher
Orientador
Almeida, Mauro William Barbosa de
Código de Publicação (DOI)
10.47749/T/UNICAMP.2006.363791
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
Campinas
Programa
Ciências Sociais
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Quilombos
Negros - Ribeira de Iguape
Rio, Vale (PR e SP)
Camponeses
Parentesco
Resumo

No Vale do Ribeira, em São Paulo, existem algumas dezenas de bairros negros que atualmente reivindicam o reconhecimento como “remanescente de quilombo”. Nessa região, durante os anos de escravidão no Brasil, formaram-se “áreas livres”, nas quais negros fugitivos, juntamente com negros abandonados após o declínio do ciclo minerador na região, formaram agrupamentos que deram origem a esses bairros. Entre estes, estão São Pedro e Galvão, fundados por um africano chamado Bernardo Furquim, que chegou à região com um grupo de fugitivos e fundou um grupo de descendência cognática, incorporando parentelas de grupos já estabelecidos e fugitivos que continuaram chegando. Dessa forma, contribui para a formação de um povo local, relativamente fechado do ponto de vista demográfico. Em suma, Bernardo Furquim, liderando e agrupando africanos desgarrados em um território livre, foi capaz de fundar algo parecido a um pequeno reinado africano em pleno Brasil.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Vale do Ribeira
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
http://repositorio.unicamp.br/Acervo/Detalhe/363791

“Trilhando seu próprio caminho”: Trajetórias e protagonismo de intelectuais/ativistas negras, a experiência das organizações Geledés/SP e Criola/RJ

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Almeida, Lady Christina de
Sexo
Mulher
Orientador
Giacomini, Sonia Maria
Código de Publicação (DOI)
10.17771/PUCRio.acad.17333
Ano de Publicação
2010
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
Ciências Sociais
Instituição
PUC/RJ
Idioma
Português
Palavras chave
intelectuais negras
trajetórias
ativismo
organização de mulheres negras
Resumo

A presente dissertação tem como objetivo realizar um estudo sobre trajetórias e narrativas de algumas intelectuais/ativistas negras brasileiras, tendo como fio condutor duas organizações de mulheres negras no Brasil, Geledés, localizada em São Paulo e Criola, localizada no Rio de Janeiro. A pesquisa busca compreender os trajetos que essas mulheres trilharam, levando em consideração sua atuação política e sua produção de conhecimento; atentando para o processo de constituição das organizações de mulheres negras pesquisadas.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Vila Buarque
Logradouro
R. Santa Isabel, 137 - Vila Buarque, São Paulo - SP, 01221-010
Localidade
Geledés Instituto da Mulher Negra
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Logradouro
Av. Pres. Vargas, 482 - Sobreloja 203 - Centro, Rio de Janeiro - RJ, 20051-00
Localidade
ONG Criola
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=17333@1

Os mártires da causa paulista: culto aos mortos e usos políticos da revolução constitucionalista de 1932 (1932-1957)

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
de Abreu, Marcelo Santos
Sexo
Homem
Orientador
Ferreira, Marieta de Moraes
Ano de Publicação
2010
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
História Social
Instituição
UFRJ
Idioma
Português
Palavras chave
revolução constitucionalista de 1932
culto aos mortos
Resumo

Esta tese procura analisar a relação entre o culto cívico dos mortos e os usos políticos da revolução constitucionalista de 1932. Entre 1932 e 1957, a memória do evento foi estabelecida através da  produção literária e do culto aos soldados mortos em combate. Neste processo, a imagem do sacrifício dos voluntários era associada à unidade regional, autonomia e democracia. Em cada circunstância, o culto aos mortos era usado politicamente, consagrando a unidade regional e legitimando as pretensões políticas de seus organizadores. Tratava-se, então, de asseverar simbolicamente a proeminência dos paulistas na nova ordem política que emergiu a partir de 1930, caracaterizada pela ascensão da política de massas no cenário nacional.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1932-1957
Localização Eletrônica
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=182075

Quando é na favela e quando é no asfalto: controle social repressivo e mobilizações entre lugares de luta

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Almeida, Brena Costa de
Sexo
Mulher
Orientador
Paiva, Angela Maria de Randolpho
Ano de Publicação
2019
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
Ciências Sociais
Instituição
PUC-Rio
Idioma
Português
Palavras chave
Mobilização
Mães e familiares de vítimas de violência estatal
Ciclo de protesto
Militarização
Controle social repressivo
Resumo

A presente tese é construída com o objetivo de contribuir para compreensão das relações entre mobilizações e controle social repressivo, a partir de uma perspectiva socioespacial, tomando como base o ciclo de protestos de 2013 na cidade do Rio de Janeiro e os movimentos de mães e familiares de vítimas de violência de Estado das favelas e periferias da cidade. Trata-se do resultado de uma experiência de pesquisa na qual foi possível acompanhar diretamente as dinâmicas de mobilização e repressão desenvolvidas durante as manifestações de 2013 e, posteriormente, junto aos coletivos e movimentos protagonizados pelas mães e familiares de vítimas de violência de Estado no Rio. Analisa ainda como se constitui a luta dos familiares em torno da reivindicação pública e elaboração política do luto e do sofrimento pela perda de um ente querido. Observou-se que durante o ciclo de protestos uma lógica repressiva de intervenções militarizadas desenvolvidas tanto no “asfalto”, quanto nas “favelas”, alcançou maior expressividade na cena pública, assim como, os eventos de protesto desencadeados pelos atores sociais nos dois contextos. Nesse sentido, a abordagem compreende os efeitos das interações entre repressão e mobilizações e explicita todo um conjunto de repertórios, de enquadramentos e de modos de subjetivação que se produzem, se conservam e se transformam no curso do tempo, resultando, de um lado, na produção da criminalização do “inimigo”, que pode ser o “insurgente” e o “indesejável” da cidade e, de outro lado, na produção de práticas, estratégias e elaborações simbólicas e discursivas por parte dos atores sociais, que constituem enquadramentos de luta por Voz e por direitos.

Disciplina
Referência Espacial
Zona
Oeste
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Rocinha
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2013
Localização Eletrônica
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7748641

Em busca do “novo”: intelectuais brasileiros e movimentos populares nos anos 1970/80.

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Perruso, Marco Antonio
Sexo
Homem
Orientador
Pessanha, Elina Gonçalves da Fonte
Ano de Publicação
2008
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
Sociologia e Antropologia
Instituição
UFRJ
Idioma
Português
Palavras chave
pensamento social brasileiro
intelectuais
cultura política
Resumo

Durante as décadas de 1970 e 1980 uma parcela significativa do campo intelectual brasileiro localizado no eixo Rio-São Paulo, composta em grande medida por cientistas sociais com intensa vida acadêmica e vinculados política e ideologicamente à esquerda, passou a dedicar-se privilegiadamente ao estudo dos movimentos populares, notadamente o movimento sindical e os movimentos sociais urbanos. Vários desses intelectuais chegaram a prestar assessoria e outros tipos de apoio aos movimentos populares, inclusive por meio de organizações intelectuais engajadas como o CEDEC e o CEDI. Nesse processo foram recorrentes a utilização de conceitos como “novo sindicalismo” e a caracterização, ainda que mais vaga, dos “novos” movimentos sociais urbanos. Havia uma destacada ênfase intelectual no “novo” emergente em tais movimentos, ainda que com nuances diversas. A aproximação com o campo popular, a crítica à esquerda predominante no pré-64 e a adoção de um padrão universitário de investigação ajudaram a promover uma significativa desenvoltura em termos de pesquisa empírica e reflexão fenomenológica a respeito do movimento sindical e dos movimentos sociais urbanos. Em termos intelectuais, reconhecia-se em ambos os movimentos a legitimidade e a autonomia das experiências políticas, sociais e culturais de setores subalternizados da sociedade brasileira. Assim, essa parte do campo intelectual renovou decisivamente o pensamento social brasileiro dedicado à compreensão da constituição e desenvolvimento dos atores sociais nacionais de cunho popular, abrindo novas perspectivas em termos de transformação de nossa sociedade.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
1970-1980
Localização Eletrônica
https://minerva.ufrj.br/F/?func=direct&doc_number=000697389&local_base=UFR01#.Y02MDXbMJPY

O outro lado da Rua Maria Antônia: a atuação das juventudes de direita em 1960

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Santos, Rafaela Mateus Antunes dos
Sexo
Mulher
Orientador
Ferreras, Norberto Osvaldo
Ano de Publicação
2015
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
História
Instituição
UFF
Idioma
Português
Palavras chave
Movimento estudantil
Juventudes
Direita
Ditadura militar
Brasil
Resumo

 

A proposta desse trabalho consiste em analisar a atuação das juventudes de direita no brasil, como força política, na década de 1960. Para isso, procurei dar ênfase à dois momento importantes desse período: os anos de 1960-1964 e o ano de 1968. Dessa forma, destaquei o papel dessas juventudes, principalmente relacionado ao meio estudantil, em dois momentos emblemáticos da década de 1960: a oposição à greve universitária por um terço, em 1962, que ocorreu em quase todas as universidades do país e o conturbado ano de 1968; de um lado, marcado por diversas manifestações estudantis em repúdio à ditadura, do outro, marcado pelo confronto entre estudantes da usp e do mackenzie na rua maria antônia em são paulo. Esses episódios demonstram a divisão que existia entre os universitários, caracterizada por diferenças ideológicas e políticas, e a disputa por posições importantes dentro do movimento estudantil. 

 

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Logradouro
Rua da Maria Antônia
Localidade
Mackenzie
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Localidade
USP
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
1960-1968
Localização Eletrônica
https://app.uff.br/riuff/handle/1/14360?locale-attribute=en