Sociologia

Entre a margem e o culto: graffiti na sociedade contemporânea

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Perdigao Leite, Leonardo
Sexo
Homem
Orientador
Arendt, Ronald João Jacques
Ano de Publicação
2020
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
Psicologia Social
Instituição
UERJ
Página Inicial
1
Página Final
207
Idioma
Português
Palavras chave
Graffiti
Entre
Museu
Teoria Ator-Rede
Cidade
Resumo

O presente trabalho pensa a manifestação do graffiti na contemporaneidade como um movimento do entre, ou seja, da encenação e performance dessa atividade nos diversos contextos. Não se trata de identificar o graffiti em polos binários ou opostos, nem de propor uma conceituação precisa e fechada, mas de considerar que há trocas entre os atores humanos, não humanos e ambientes. Para isso, adoto os pressupostos teórico-metodológicos da Teoria Ator-Rede, principalmente de Bruno Latour (2005), na descrição dos trabalhos de campo realizados em três locais da cidade do Rio de Janeiro: o Museu de Favela, localizado no Pavão-Pavãozinho Cantagalo; a Galeria Providência, localizada no Morro da Providência; e o Museu Nami, localizado na comunidade Tavares Bastos. É possível ver através das etnografias que os três espaços têm algumas questões comuns, como o uso do graffiti em corredores a céu aberto, a reafirmação das favelas como parte constituinte das cidades e o uso da arte como forma de gerar afetos e afetações. Mas em cada um dos locais há peculiaridades, particularidades que se dão de acordo com as articulações, conexões e alianças que se compõem, desfazem e recompõem. Nesse sentido, questões como gênero, remoções, direito à cidade, memórias locais, patrimônios, dentre outras, emergem dos vínculos entre os atores e os locais.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=9153728

Trabalhadores pobres: privação, exclusão e rebeldia

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Sousa, Nair Heloisa Bicalho de
Sexo
Mulher
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
10
Ano de Publicação
1995
Local da Publicação
Brasília
Página Inicial
439
Página Final
473
Idioma
Português
Palavras chave
trabalhadores urbanos pobres
cidadania
protestos
periferias
Resumo

Os trabalhadores pobres da construção civil, sujeitos à privação e à exclusão social, estão em processo de constituição de um “sujeito coletivo” através da formação de uma identidade de grupo, da experiência do conflito e da capacidade de criação de direitos. As suas lutas cotidianas no interior dos canteiros de obra, os quebras e as greves apontam em direção à construção de uma cultura da cidadania, através da luta sindical e política enquanto um canal para tomá-los “sujeitos coletivos de direitos”.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/44061

Violência e dominação: as favelas voltam à cena

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Neto, Ana Maria Quiroga Fausto
Sexo
Mulher
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
10
Ano de Publicação
1995
Local da Publicação
Brasília
Página Inicial
417
Página Final
438
Idioma
Português
Palavras chave
favelas cariocas
representações sociais
violência urbana
Resumo

As favelas cariocas voltam a ser tema de reflexão sociológica nos anos 90 na medida em que expressam fenômenos novos, para além da mera "pobreza" em termos de renda. Sua nova dinâmica aponta para uma sociedade “fraturada", na qual as leis universais não são efetivamente para todos e a identidade do pobre enquanto “trabalhador" confunde-se com a do “bandido". Nesse contexto a autoridade do crime organizado ganha espaço e legitimidade nas favelas, ao mesmo tempo em que decresce a experiência histórica de luta das associações de moradores e seus ideais políticos. As políticas do Estado para as favelas, voltadas quase que exclusivamente para a repressão e controle do narcotráfico parecem conduzir a um obscurecimento das verdadeiras questões subjacentes à nova dinâmica social das favelas: as da exclusão social moderna e da globalização e suas consequências sociais e políticas.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/44060

Tecnologias apropriadas em saúde urbana e ambiente na cidade do Rio de Janeiro

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Ewbank, Maria Teresa de Oliveira
Sexo
Mulher
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
10
Ano de Publicação
1995
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
questão urbana
saúde pública
qualidade de vida
metrópole
Resumo

O presente artigo trata da cidade do Rio de Janeiro. Começa com uma breve notícia histórica e prossegue relatando algumas ações que mesmo partindo da academia podem ser encampadas pela administração municipal com o fim de melhorar alguns dos mais importantes problemas urbanos de saúde e ambiente. Faz-se, em seguida, a descrição da Iniciativa Rio-Cidade Satlde da Organização Mundial de Saúde (OMS), formulada sob a ótica do conceito ampliado de saúde e de novos projetos de pesquisa, cuja intervenção prática pretende responder a médio prazo à questão da melhoria da qualidade de vida das populações urbanas mais desfavorecidas.

Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/43896

Espaço urbano, escola e desigualdade social

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Rocha, Maria Zélia Borba
Sexo
Mulher
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
14
Ano de Publicação
1999
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
desigualdade social
cultura política
representações sociais
democracia e escola
Resumo

Este artigo objetiva estabelecer a possível relação existente entre a constituição do espaço urbano e o surgimento do espaço escolar como conceito e como organização. Discute a contribuição dos procederes formativos educacionais aos processos de criação e disseminação das representações sociais e de formação de personalidades democráticas em um contexto de desigualdade social. Conclui que a inserção do indivíduo no mundo do saber escolarizado é imprescindível, na sociedade contemporânea, para a elaboração e difusão de representações sociais, assim como para a constituição de personalidades mais democráticas, consistindo a escola numa instituição fulcral ao processo de consolidação da democracia no Brasil.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Brasília
Bairro/Distrito
Plano Piloto; Lago Sul; Lago Norte
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Cidade/Município
Recife
Bairro/Distrito
Graças; Boa Viagem
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Pernambuco
Referência Temporal
1995-1996
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/44366

O trabalho docente nas instituições de ensino superior privado em Brasília

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Siqueira, Tânia Cristina Alves de
Sexo
Mulher
Orientador
Sobral, Fernanda Antonia da Fonseca
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
Brasília
Programa
Pós Graduação em Sociologia
Instituição
UnB
Idioma
Português
Palavras chave
trabalho docente
identidade profissional
ensino superior privado
Resumo

O esforço ao longo desta tese foi o de buscar uma visão sobre o processo de construção identitária dos docentes do ensino superior privado em Brasília, bem como verificar a importância atribuída à dimensão profissional, considerada neste estudo como um dos principais componentes da identidade desse grupo específico. Essa dimensão assevera-se como um dos principais componentes da identidade dos indivíduos, pois, como assinalado por Dubar (2005), “o emprego, por ter se tornado um bem raro, condiciona a construção das identidades sociais; por passar por mudanças impressionantes, o trabalho obriga a transformações identitárias delicadas”.

Partiu-se da suposição de que a identidade dos docentes das Instituições de Ensino Superior (IES) particulares sofre fortes repercussões tanto das transformações ocorridas no mundo do trabalho, quanto das transformações recentes relativas ao processo de expansão dessas instituições no Brasil nos anos de 1990. Esta suposição, por sua vez, está relacionada a uma definição do trabalho do docente no ensino superior que está condicionada à instituição na qual exerce sua atividade. Assim, o que se pretende, com este trabalho, é responder às seguintes questões: 1) Como as transformações em curso no mundo do trabalho e a expansão do ensino superior privado nos últimos anos têm afetado a identidadedos docentes da IES particulares? 2) Quem são os docentes das IES particulares de Brasília?

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Brasília
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/5280

Burocracia e participação: a experiência do Orçamento Participativo em Porto Alegre

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Nassuno, Marianne
Sexo
Mulher
Orientador
Coelho, Maria Francisca Pinheiro
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
Brasília
Programa
Pós Graduação em Sociologia
Instituição
UnB
Idioma
Português
Palavras chave
burocracia
participação
orçamento participativo
democracia
igualdade
Resumo

Este trabalho discute a tensão entre burocracia e participação a partir da análise da estrutura, processos, documentos e pessoas que realizaram a institucionalização da participação no Orçamento Participativo de Porto Alegre (OPPA), no período entre 1989 e 2004.

Constata-se a existência de um quadro administrativo participativo em Porto Alegre com características diversas, embora não opostas ao tipo ideal weberiano de burocracia. Os elementos do tipo ideal da burocracia, embora presentes no quadro administrativo do OPPA, não são suficientes para institucionalizar a participação. A tensão entre burocracia e participação é confirmada com uma análise do conceito de participação segundo o pensamento de diversos autores e tendo como referência os conceitos de igualdade e liberdade.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Porto Alegre
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Sul
Referência Temporal
1989-2004
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/5278

Narrativas de reforma psiquiátrica e cidadania no Distrito Federal

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Amaral, Marcela Corrêa Martins
Sexo
Mulher
Orientador
Nunes, Christiane Girard Ferreira
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
Brasília
Programa
Pós Graduação em Sociologia
Instituição
UnB
Idioma
Português
Palavras chave
Sociologia
Reforma psiquiátrica
saúde mental
cidadania
Resumo

A presente pesquisa tem por objetivo conhecer o processo de implementação das políticas de reforma psiquiátrica no Distrito Federal e o alcance das novas práticas de assistência à saúde mental sobre a cidadania das pessoas acometidas por transtornos mentais. Para desenvolvermos tal investigação, optamos por buscar os discursos dos profissionais que atuam nas seguintes instituições: Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, Instituto de Convivência e de Recriação do Espaço Social, Hospital São Vicente de Paula e Instituto de Saúde Mental. Entender os movimentos pela desinstitucionalização da atenção à saúde mental no Distrito Federal torna-se relevante para compreender como os profissionais, que são agentes concretizadores da reforma local, percebem estas transformações, o que nos possibilita, ainda, conhecer suas representações sociais sobre a doença mental.

A análise estende-se ao processo de exclusão social imposto às pessoas acometidas por transtornos mentais foram objeto, ao estigma que se construiu sobre a loucura, bem como a sua institucionalização e às mudanças dos paradigmas que vêm redirecionando o atendimento psiquiátrico à saúde mental. Nesta perspectiva, buscamos demonstrar a relevância dos movimentos sociais em saúde no Brasil, sobretudo a do movimento da luta antimanicomial, desde a década de 1970, para o redirecionamento das políticas de atenção à saúde mental. O trabalho pretende, ainda, analisar a Lei nº 10.216/01, conhecida como a “Lei da Reforma Psiquiátrica”, que trata do redirecionamento da psiquiatria e da proteção aos direitos dos portadores de transtornos mentais.

O foco principal deste estudo é provocar uma reflexão sobre os avanços e os impasses da reforma psiquiátrica no DF e sobre o exercício de uma cidadania plena para as pessoas acometidas por transtornos mentais e, nesse sentido, concluímos que pouco se avançou para desinstitucionalizar a assistência e criar serviços substitutivos ao modelo manicomial. Ademais, não existem ini-ciativas significativas que busquem reinserir as pessoas acometidas por transtornos mentais no convívio em sociedade, exceto pelas atividades desenvolvidas pela ONG Inverso. Quanto à Lei nº 10.216, esta é percebida como um respaldo para a defesa e proteção dos direitos das pessoas acometidas por transtornos mentais, mas não teve influência significativa para que as políticas de reforma fossem implantadas no DF.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
Década 1970-2000
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/5260

As regras da metrópole: campo urbanístico e ordem social na Região Metropolitana de São Paulo

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Martins, Jeová Dias
Sexo
Homem
Orientador
Nunes, Brasilmar Ferreira
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
Brasília
Programa
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituição
Universidade de Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
sociologia urbana
urbanização
produção do espaço
ordem social
metrópole
Resumo

O estudo analisa o aparecimento e estruturação de um agrupamento social que reivindica o controle do processo de produção do espaço, com ênfase na dimensão institucional-cognitiva, tendo como base empírica a Região Metropolitana de São Paulo. O principal objetivo é contribuir para a explicação da conduta dessa comunidade humana, bem como avaliar a amplitude e profundidade da influência e condicionamento que ela exerce sobre o dever-ser da metrópole e da ordem social. Desse ponto de vista, são postos em relevo os agentes e instituições produtores de esquemas de percepção e apreciação que dão origem a modelos sociocognitivos de metrópole, princípios geradores de práticas sociais de produção, apropriação e consumo do espaço urbano.

A tese central é que a produção do espaço e da ordem social na metrópole não resulta da cooperação espontânea de indivíduos isolados nem do funcionamento do livre mercado como instituição auto-regulável, mas da competição e cooperação de agentes e instituições especializadas no interior de um espaço social específico, a saber, o campo urbanístico. Argumenta que, como espaço social hierarquizado de agentes e instituições que estabelecem relações objetivas, o campo urbanístico desenvolve autonomia relativa, isto é, cria suas próprias regras de funcionamento e de reprodução, em relação a outros espaços sociais (jurídico, político, científico) e à sociedade em geral. Explicita a dinâmica de constituição de modelos de realidade urbana, e como eles são transpostos para o território como uma coleção de objetos interconectados e comunicantes que dão coerência e sentido à dominação organizada da metrópole.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/A
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/5251/4772

Distinção, cultura de consumo e gentrificação: o Centro Cultural Banco do Brasil e o mercado de bens simbólicos

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Vieira, Marco Estevão de Mesquita
Sexo
Homem
Orientador
Santos, Mariza Veloso Motta
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
Brasília
Programa
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituição
Universidade de Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
centro cultural
cultura
política urbana
Resumo

 

O trabalho analisa as condições de emergência dos centros culturais a partir do estudo de caso sobre o Banco do Brasil, a principal instituição financeira do País, que, por ser pioneira na criação de centros culturais corporativos, estabeleceu o paradigma que passou a conduzir os processos de enobrecimento urbano dos centros metropolitanos brasileiros.

A partir da história do Banco do Brasil e de sua ambigüidade de atuação, ora como agente de políticas publicas, ora como banco comercial, o trabalho analisa as estratégias desenvolvidas pela empresa para manter posição ante as perdas processadas com a criação do Banco Central e as ameaças de privatização decorrente da reestruturação capitalista da década de 1980 e do domínio do pensamento neoliberal. Identifica a série discursiva que moldou a invenção de suas tradições e as motivações para instalar um centro cultural na sua antiga sede no Rio de Janeiro.

O sucesso do empreendimento possibilitou recuperar o centro histórico da cidade, fato que transformou o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em âncora do Corredor Cultural, projeto de requalifacação urbana do Rio de Janeiro. Sob esse aspecto, o trabalho analisa as afinidades eletivas entre os interesses da empresa e do município e os resultados e as limitações do projeto de reurbanização carioca, suas conseqüências para o surgimento de processos semelhantes nas demais capitais brasileiras e os seus elos com os pressupostos da pós-modernidade.

A bem-sucedida ação da política urbana carioca levou as demais metrópoles brasileiras a exigir do Banco do Brasil igualdade de tratamento, dando início a uma disputa que levou a instituição a criar novos CCBB em São Paulo e Brasília. Nesse tópico, o trabalho analisa o processo de expansão dos CCBB e as novas orientações mercadológicas que o transformaram em moeda de troca. Estuda também a consolidação da era dos museus e centros culturais no Brasil sob o conceito de distinção e do mercado de bens simbólicos e como conseqüência das ações para tornar as cidades elegíveis para investimentos e trânsito dos agentes da globalização econômica.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
N/A
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/5249/4770