Espaço urbano

Borders of Citizenship and the everyday life of African migrants’ in the city of São Paulo, southeast of Brazil

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Fernandes, Caio Silveira
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/1980-85852503880006713
Título do periódico
Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana - REMHU
Volume
31
Ano de Publicação
2023
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Inglês
Palavras chave
citizenship
international migration
borders
Brazil
African migration
Resumo

This paper proposes the notion of the “Borders of Citizenship” to emphasize people and mobility infrastructures (Jung, Buhr, 2021) that mediate citizenship through many places, actors, and social codes of and beyond the State. Thus, based on the concept of relational citizenship (Staheli et al., 2012), I present an Ethnography carried out from 2019 to 2022 in a Cultural Center, founded by African migrants in the city of São Paulo. More specifically, I draw attention to the center’s creation through Mamadou’s trajectory, the owner of the center, to highlight how mobility infrastructures play a decisive role in mediating migrant’s everyday life through many places, actors, and scales expanding their “sustainability of life”, materially and immaterially. I argue that these ordinary spaces are not politically inconsequential for the city or for the migrants. 

 
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2019-2022
Localização Eletrônica
https://www.scielo.br/j/remhu/a/Gbh9NSPZdskZWvQQB8w67Mn/?lang=en

"Eu moro aqui, trabalho aqui, vivo aqui, mas tenho a cabeça lá": famílias transnacionais, redes e cuidado entre migrantes venezuelanos

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Santos, Nícolas Neves dos
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Coviello, Denise Martin
Silveira, Cássio
Sexo:
Mulher
Sexo:
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.1590/1980-85852503880003204
Título do periódico
Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana - REMHU
Volume
32
Ano de Publicação
2024
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Famílias transnacionais
Circulação do cuidado
Migrações transnacionais
Migrações venezuelanas
Resumo

Famílias venezuelanas atravessadas pela migração são impactadas pelas condições de saúde daqueles que ficaram em seu país. Nesse contexto, famílias transnacionais produzem redes que atuam à distância e auxiliam o acesso de familiares a medicamentos ou atendimentos em saúde. A partir de uma pesquisa etnográfica realizada em São Paulo, o presente artigo tem por objetivo abordar o fenômeno de circulação do cuidado em redes de famílias transnacionais. Descreve as condições particulares da migração venezuelana, os arranjos que migrantes realizam e aspectos de reciprocidade. Por fim, os impactos causados pelo fechamento de fronteiras para a contenção da Covid-19 são elencados como forma de refletir sobre as necessidades de famílias transnacionais no acesso a meios que garantam e facilitem o cuidado à distância seguro e eficaz.

 
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2018-2024
Localização Eletrônica
https://www.scielo.br/j/remhu/a/Tm8NdgjQ37JSgLTfMkwtLcg/#

Os Pankararé de Brejo do Burgo na cidade de São Paulo

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Luz, Izabel da
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.48213/travessia.i1.8
Título do periódico
Travessia - Revista do Migrante
Volume
1
Ano de Publicação
1988
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Pankararé de Brejo do Burgo
Migração temporária
São Paulo
Resumo

Costuma-se ouvir, com frequência, que a cidade de São Paulo é a síntese do Brasil, pois, ao mesmo tempo, ela produz o desenvolvimento e diversos proble­mas sociais. O crescimento econômico de São Paulo, decorrente do pro­cesso de industrialização, fez com que grandes contingentes popula­cionais buscassem nela, quem sa­be, a concretização de suas ulti­mas esperanças. Apenas para so­breviver ou mesmo para, “melhorar de vida”, migrantes de várias ori­gens cruzam todos os dias os limi­tes da cidade e nela se estabele­cem temporária ou definitivamente - é a realidade dos Pankararé de Brejo do Burgo, que são migrantes e são tam­bém índios.

Apesar de morarem no centro de São Paulo, os Pankararé passam despercebidos, mesmo aos olhos de bons observadores. Isto porque, como outros povos in­dígenas do Nordeste, eles, além de terem vivido experiências que alte­raram o seu modo de vida original, passaram também por intenso pro­cesso de miscigenação. Chegam mesmo a ser chamados de cabo­clos, uma vez que não possuem, na aparência, características com as quais o senso comum define as populações indígenas. Os Pankararé estão em São Paulo na condição de migran­tes temporários. Seu lugar de ori­gem é Brejo do Burgo, no municí­pio de Nova Glória, Estado da Ba­hia - região também denominada Sertão de Paulo Afonso. 

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Anos 1980
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/8

Constância e permanência: as mulheres de um bairro da periferia de São Paulo

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Mello, Sylvia Leser de
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.48213/travessia.i7.165
Título do periódico
Travessia - Revista do Migrante
Volume
3
Ano de Publicação
1990
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Periferia
Mulheres
Vila Helena
Resumo

O presente artigo toma o bairro da Vila Helena na periferia de São Paulo como unidade de análise. Há pouco mais de vinte anos este bairro era um loteamento popular igual aos outros, uma área devas­tada pelas máquinas, que destróem toda a cobertura vegetal, deixando em seu lugar um deserto de terra. Desde então o bairro vem sendo construído pelos seus habi­tantes, migrantes mineiros, na sua grande maioria, apresentando hoje uma feição pe­culiar, aspectos únicos e próprios, uma identidade. Talvez pelo fato de ser um bair­ro pequeno, cercado por bairros de classe média alta, a Vila Helena permite uma ob­servação do conjunto, tanto do conjunto físico quanto do humano, o que constitui, para o pesquisador, um rico veio para a compreensão do modo de vida das cama­das populares

Disciplina
Referência Espacial
Zona
Zona Leste
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Vila Helena
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Anos 1980
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/165

O lazer da população de origem migrante na metrópole

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Magnani, José Guilherme Cantor
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.48213/travessia.i7.169
Título do periódico
Travessia - Revista do Migrante
Volume
3
Ano de Publicação
1990
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Lazer
Cultura
Identidades
Resumo

Existe, na cidade de São Paulo, um es­paço comumente associado a migrantes de origem nordestina, que fazem dele, pre­ferencialmente, um ponto de encontro e lu­gar de desfrute de diversas formas de la­zer com características regionais: é a Pra­ça da Sé. Com efeito, uma rápida obser­vação dos objetos ali vendidos, das atrações oferecidas e do inconfundível so­taque mostra a veracidade da afirmação. Mas é verdade, também, que migrantes de outras regiões, e pessoas nascidas em São Paulo frequentam a Praça da Sé, as­sim como é verdade que os próprios mi­grantes nordestinos têm outros lugares de encontro, não tão badalados como esse, mas igualmente importantes para o estabe­lecimento e manutenção de seus laços de sociabilidade e referência.

O que se quer ressaltar, com essas constatações, é a necessidade de relativizar vinculações excessivamente rápidas e fáceis entre “ lazer” e "migrante” e buscar uma correta interpretação do significado do lazer para a população trabalhadora. Se, de um lado, se insiste na tentativa de cata­logar lugares, formas de expressão, etc., exclusivamente ligados à condição de mi­grante, corre-se o risco de “folclorizar” a questão, ou seja, de associar essas for­mas de entretenimento e cultura com um modo de vida que já não corresponde àquele que constitui a realidade do dia-a- dia dos seus usuários, na cidade. É preci­so associar as modalidades de lazer, os lugares de encontro e as regras de socia­bilidade às reais condições de vida da po­pulação. Ainda é fundamental identificar que é na troca, no intercâmbio, no contato - e no conflito - que se dá a dinâmica cultural da cidade, e não na tentativa de resguar­dar uma suposta autenticidade.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Anos 1990
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/169

Trabalho por conta própria: sonho dos migrantes?

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Menezes, Marilda Ap. de
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.48213/travessia.i8.180
Título do periódico
Travessia - Revista do Migrante
Volume
3
Ano de Publicação
1990
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Trabalho
Migração
São Paulo
Resumo

Este artigo tem como base uma pesquisa realizada com migrantes residentes em São Paulo nos anos de 1982-84. Nesse período, verificamos que o desejo de trabalho por con­ta própria estava presente na maioria deles. Em geral atribuíam a esta atividade à possibilidade de ga­nho maior do que o salário fixo, além de lhes permitir liberdade, tendo em vista ser esta uma relação de trabalho sem a presença do patrão e/ou chefe, sem horários fixos e outras regras próprias da relação de trabalho assala­riada. Constatamos que este desejo não representa algo abstrato, que só se ex­pressa no pensamento do migrante, mas a importância do trabalho por conta própria é evidente na realidade urbana, seja em capitais do Nordeste ou nas grandes metrópoles do Sudes­te, como São Paulo e Rio de Janeiro.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
1982-1984
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/180

Práticas mágico-religiosas na cidade de São Paulo

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Magnani, José Guilherme Cantor
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.48213/travessia.i10.191
Título do periódico
Travessia - Revista do Migrante
Volume
4
Ano de Publicação
1991
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Paisagem urbana
Religiosidades
São Paulo
Resumo

O presente artigo dá luz à variedade de religiões, cultos, crenças e rituais que são possíveis de vislumbrar na cidade de São Paulo e como marcam, por meio do sagrado, a paisagem urbana. José Magnani conclui que estes diferentes rituais e religiões fazem parte do "campo mágico-religioso", e que, em vez de um comportamento baseado no proselitismo sectário, estabelecem entre si relações de contato e troca.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Anos 1990
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/191

Lugares, desigualdades e (i)mobilidades: reflexões em diálogo com o audiovisual "periférico" paulista

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Aderaldo, Guilhermo André
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Peralta, Diego Edmilson
Sexo:
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2179-7331
Código de Publicação (DOI)
http://dx.doi.org/10.22409/antropolitica2024.v56.i2.a60094
Título do periódico
Antropolítica: Revista Contemporânea de Antropologia
Volume
56
Ano de Publicação
2024
Local da Publicação
Niterói, RJ
Página Inicial
60094
Idioma
Português
Palavras chave
Audiovisual
Periferias
Cidade
Mobilidades
Epistemologia
Resumo

Tomando como plano de referência experiências compartilhadas de pesquisa a respeito da cena audiovisual protagonizada por coletivos, produtoras independentes e jovens realizadores autônomos autodesignados “periféricos” em São Paulo, a proposta do artigo é refletir a respeito das convenções socioespaciais que vêm sendo produzidas e compartilhadas por uma leva recente de obras realizadas por tais interlocutores, com a finalidade de evidenciar como a interpelação crítica que essas obras têm feito às interpretações “sedentárias” e dualistas da fronteira centro/periferia desdobram-se em formas renovadas de interpretar e representar a paisagem desigual da metrópole paulista. A partir da pesquisa etnográfica e da análise fílmica, o artigo reflete sobre o contexto de produção de duas obras audiovisuais recentes, a saber, o filme documentário Até onde a gente vai?, produzido pelo Coletivo da Quebrada, em 2020, e Oxente, Bixiga!, realizado pela produtora independente Caramuja: pesquisa, memória, audiovisual, lançado em 2021. Na observação participante dessas produções, concluiu-se que, mais do que filmes interessados em abastecer os circuitos audiovisuais hegemônicos ou alternativos, tais obras são, no fundo, resultado de uma investigação intelectual profunda acerca das dinâmicas socioespaciais contemporâneas, por parte de seus e suas realizadores/as, todos/as pertencentes a setores populares. A partir do roteiro, a construção das personagens e a montagem de seus relatos, essas duas obras selecionadas tensionam discursos hegemônicos sobre os territórios urbanos, produzem alteridade e propõem interpretações sensíveis sobre a cidade, se tornando verdadeiros experimentos epistemológicos voltados à descolonização do imaginário urbano, que não apenas “representam”, mas, efetivamente, “produzem” territorialidades insurgentes.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Zona
Centro
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Bixiga
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Cidade/Município
Mombaça
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Ceará
Referência Temporal
2020-2021
Localização Eletrônica
http://dx.doi.org/10.22409/antropolitica2024.v56.i2.a60094

A rua como alternativa de moradia e sobrevivência

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Vieira, Maria Antonieta da Costa
Sexo
Mulher
Título do periódico
Travessia - Revista do Migrante
Volume
5
Ano de Publicação
1992
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Desigualdade
População em situação de rua e na rua
Resumo

A crescente ocupação de espaços públicos como moradia pela popula­ção de rua incomoda di­ferentes grupos sociais e instituições, pelos mais diferentes motivos que vão de um sentimento de solidariedade com o de­sabrigado, até as dificuldades que o poder público enfrenta diante de uma situa­ção contraditória: gerenciar o espaço público e atender as necessidades da população. É voz corrente que esta população está aumentando nas ruas de São Paulo e de outros grandes centros do país. A ausência de estudos sistemáticos sobre a população de rua impede seu dimensionamento mais preciso. Che­ga-se a exagerar seu número, fala-se em centenas de milhares de pessoas nas ruas de São Paulo. Sem deixar de lado o fato de que é expressivo e crescente o número de pessoas que passam a viver nas ruas, é importante atentar para a dimensão simbólica do alvoroço com os núme­ros. A ocupação de praças, viadutos e jardins toma público o que fica escon­dido dentro dos barracos de favela, casas precárias de periferia e cômodos de cortiço do centro deteriorado, de­nuncia a falta de emprego, de moradia, a falta de recursos de higiene e saúde. Na medida em que esta população passa a compor o espaço urbano, se incorporando à paisagem justamente nos locais privilegiados da cidade, ela nos obriga ao incômodo de incorporar na nossa já frágil visão de nós mesmos como sociedade, o que foi gerado no seu processo de produção e reprodu­ção da desigualdade. Mas quem é esta população de rua para além do avesso que ela apresenta aos nossos olhos?

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Anos 1990
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/331

Economia informal e formação humana: o processo educativo de mulheres recicladoras de lixo

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Fischer, Nilton B.
Sexo
Homem
Título do periódico
Travessia - Revista do Migrante
Volume
6
Ano de Publicação
1993
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Reciclagem de lixo
Exonomia informal
Resumo

A sobrevivência de homens e mu­lheres, migrantes e moradores das periferias urbanas no Bra­sil, vem dependendo cada vez mais de atividades produtivas do setor informal da economia. Conforme Médici e Souza Aguiar, “entre 1980 e 1990, a renda per capita brasileira caiu 6% em meio ao recrudescimento da inflação, de­semprego e da crise fiscal do Estado. O setor informal do mercado de trabalho teve expressivos aumentos, num contexto onde as más condições de vida urbana se inten­sificaram ao sabor da violência e do explo­sivo crescimento das aglomerações de bai­xa renda” (l). Neste artigo pretendemos fazer uma análise preliminar sobre a apropriação de categorias da economia pelos participantes dos projetos de educação popular (que têm se desenvolvido em Porto Alegre, nos últimos cinco anos, com mulheres catadoras/recicladoras), suas relações com a ecologia, bem como o papel do Estado nesse processo.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Porto Alegre
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Sul
Referência Temporal
Anos 1990
Localização Eletrônica
https://revistatravessia.com.br/travessia/article/view/352