Infraestrutura urbana, serviços urbanos e equipamentos coletivos

Skate na cidade, imagens da cidade notas etnográficas sobre a conquista de picos

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Giancarlo Marques Carraro Machado
Sexo
Homem
Título do periódico
Ponto Urbe
Ano de Publicação
2012
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
espaço urbano
prática de skate
Resumo

Apesar da existência de dezenas de pistas de skate na cidade de São Paulo – espaços considerados “próprios” para o skate -, a maioria dos skatistas da modalidade street skate confere maior importância à prática feita nas ruas, onde, para muitos, se “anda de skate de verdade”. A atração que elas exercem é a possibilidade de encontrar diferentes tipos de picos, ou seja, equipamentos urbanos (bancos, corrimãos, escadas, canteiros) obstáculos onde se realizam as manobras. Este artigo busca analisar como os skatistas usam e se apropriam de certos espaços da cidade que não foram planejados para a prática do skate. De um modo geral, por meio do trabalho de campo realizado vislumbra-se relativizar o espaço urbano como algo fixo e com práticas determinadas.

Disciplina
Referência Espacial
Região
RMSP
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)

Desafios da regulação urbanística no território das favelas

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Nisida, Vítor Coelho
Sexo
Homem
Orientador
Rolnik, Raquel
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2018.tde-21122017-102053
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Favelas
Regulação urbana
Produção do espaço
Planejamento urbano
Resumo

As favelas possuem sua própria lógica de regulação da produção do espaço e suas regras têm origem nas práticas cotidianas da autoconstrução desses assentamentos. As categorias tradicionais do urbanismo e seus instrumentos de planejamento, contudo, encontram dificuldade de assimilar tais práticas, simplificando a visão sobre a produção das favelas a um mero problema da irregularidade e da cidade informal. A reflexão sobre as possibilidades de regulação urbanística desses territórios deve ter como base suas especificidades, a ação e a motivação dos atores envolvidos em sua promoção, assim como suas expectativas e formas de pactuação das regras comunitárias vigentes. Este trabalho busca construir uma perspectiva crítica sobre a informalidade urbana a partir da pesquisa empírica, demonstrando que o território das favelas tem sua própria lei e seu próprio modo de regrar a produção cotidiana dos espaço. A construção ideológica da cidade informal, taxativa quanto a sua condição irregular e ilegal, não permite a leitura da favela como um território repleto de formas e formalidades, as quais têm muito a dizer e contribuir para os instrumentos de planejamento e regulação da cidade.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Santo André
São Bernardo do Campo
Diadema
Osasco
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2014-2017
Localização Eletrônica
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16137/tde-21122017-102053/pt-br.php

Planejamento urbano e atividades econômicas: balanço das experiências na cidade de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Abreu, Giselle Kristina Mendonça
Sexo
Mulher
Orientador
Rolnik, Raquel
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.16.2018.tde-13062017-104848
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Desenvolvimento econômico
Planos diretores
São Paulo (SP)
Zoneamento urbano
Resumo

Este trabalho tem como objetivo investigar o papel dos instrumentos de planejamento urbano na promoção de atividades econômicas na cidade de São Paulo. A partir de uma revisão dos planos diretores e leis de zoneamento municipais e estaduais propostos para a cidade desde meados do século XX até os dias de hoje, bem como de uma pesquisa acerca da territorialidade do uso comercial, de serviços e industrial no espaço intraurbano, identificamos quatro tipos de estratégias empreendidas pelo Estado, através dos instrumentos de planejamento urbano, para orientar a localização das atividades econômicas na cidade. Primeiro, a restrição a esses usos com o objetivo de preservar outras funções urbanas, tais como o uso residencial de alta renda e o patrimônio ambiental; segundo, a reserva de terras através do instrumento zonal para manter ou atrair indústrias; terceiro, a definição de investimentos públicos estratégicos, seja em infraestrutura ou em projetos específicos, nos planos diretores; e, quarto, a adoção de incentivos fiscais e urbanísticos para estimular a localização de novos estabelecimentos comerciais ou industriais em territórios com pouca oferta de emprego. O trabalho apresenta um balanço abrangente e crítico sobre as estratégias adotadas (ou, por vezes, somente propostas), amparado pelo estudo de casos específicos, refletindo sobre o contexto e as condicionantes da construção dos instrumentos e seu impacto efetivo (ou potencial) na localização das atividades econômicas. Buscamos, assim, oferecer uma contribuição para o debate acerca da história, do alcance e dos limites dos instrumentos de planejamento urbano em São Paulo.

Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Meados do século XX-2017
Localização Eletrônica
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16139/tde-13062017-104848/en.php

Relações público-privadas no Metrô de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Pereira, Daniela Costanzo de Assis
Sexo
Mulher
Orientador
Marques, Eduardo
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.8.2017.tde-14062017-090352
Ano de Publicação
2016
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Ciência Política
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Mobilidade urbana
Parceria Público-Privada
Política urbana
Políticas públicas
Resumo

Este trabalho busca compreender a implementação das linhas de metrô em São Paulo e da Companhia do Metropolitano de São Paulo, desde sua formação, nos anos 1960, até os dias atuais. Buscou-se entender quem foram os principais atores nacionais e internacionais, dos setores público ou privado, que participaram das decisões sobre esta política pública em questão. Para isso, foram analisados os processos de tomada de decisão e de implementação das Linhas 1 Azul, 3 Vermelha, 2 Verde e 4 Amarela. Com os achados da pesquisa é possível argumentar que o Metrô de São Paulo, o qual foi constituído como uma empresa pública capacitada, passou por um rebaixamento do seu corpo técnico e de suas capacidades estatais, que deram espaço ao interesse de atores privados dentro da companhia, acarretando em prejuízo para a empresa pública e em atraso de obras. Tal processo se deu com a ascensão e queda de um modelo de Estado desenvolvimentista e do surgimento de novas visões de Estado influenciadas pelo New Public Management.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1960-2016
Localização Eletrônica
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8131/tde-14062017-090352/publico/2016_DanielaCostanzoDeAssisPereira_VOrig.pdf

A gestão Luiza Erundina (1989-1992): participação popular nas políticas de transporte

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Lima e Silva, Milena de
Sexo
Mulher
Orientador
Rizek, Cibele
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.102.2018.tde-17042018-152926
Ano de Publicação
2016
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Direito à cidade
Movimentos sociais
Participação
Políticas públicas
Transporte urbano
Resumo

A pesquisa se cerca de teses sobre o direito urbano, para tratar do objeto principal desta dissertação: as inovadoras políticas urbanas de transporte elaboradas pela administração Luiza Erundina (1989-1992), como a Tarifa Zero e a Municipalização dos transportes coletivos por ônibus, na cidade de São Paulo. O caminho das políticas públicas de transporte foi tortuoso no entremeio à democracia (1978-1988), em parte foi inicialmente abordado por uma construção coletiva de movimentos sociais (como o Movimento Nacional pela Reforma Urbana-MNRU) e de grupos de trabalho com a temática dos transportes criados por partidos do campo democrático-popular. Em outra parte, configura-se um marco que tem as figuras do secretário de transportes Lúcio Gregori, e da prefeita Luiza Erundina como centrais para o desenvolvimento e articulação dos projetos políticos, esses que hoje (na contemporaneidade) alcançaram o devido debate público no país. As conclusões da pesquisa apontam para uma realidade de esforços administrativos, conjunta à falta de engajamento populacional na participação das políticas de transporte. Expõem também os limites metodológicos das diferentes propostas participativas conduzidas pela administração quando comparadas às ações de diferentes secretarias, sendo essas ações: conselhos ou fóruns de negociação. Contudo apresenta que a não efetivação das políticas urbanas elaboradas pela administração Luiza Erundina não é um resultado direto da simples existência ou não de movimento social prévio à gestão. Trata-se sim (no presente) do efetivo poder popular de modificar o estado do urbano, desde a sua forma prática à sua forma sensível, desde sua forma econômica, à forma de partilhar o poder entre todo o conjunto social.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1989-1992
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/102/102132/tde-17042018-152926/pt-br.php

Unidade e diversidade do mundo contemporâneo. Holambra: a existência do mundo no lugar

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Kahil, Samira Pedute
Sexo
Mulher
Orientador
Santos, Milton
Ano de Publicação
1997
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Globalização
Holambra
Diversidade
Resumo

O trabalho manteve a preocupação de reconstituir os aspectos principais do tema globalização no processo histórico das grandes transformações técnicas reconhecendo-o num lugar: Holambra. Em sua unidade com o mundo, o lugar em determinadas circunstâncias, o (re)produz, produzindo a diversidade. Discute-se Holambra como um lugar onde encontramos as tendências de realização do mundo na manifestação do fenômeno técnico, em si mesmo um modo de ação, força motriz e explicativa do processo de unificação entre o lugar e o mundo. Há uma vocação dos holambrenses quanto a essas realizações, que forma o mito coletivo do fazer. Um fazer simultâneo e que se equilibra, iguala em necessidade, impulso e objetivos. Na escala, nos limites e nas condições possíveis do humano. E é por essa razão que se pode enxergar a nova localidade sempre à luz de novas realidades.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de Campinas
Cidade/Município
Holambra
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1992-1997
Localização Eletrônica
https://pos.fflch.usp.br/node/43662

Implicações da aceleração contemporânea na escala local: o caso do Estado de São Paulo

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Silva Neto, Manoel Lemes da
Sexo
Homem
Orientador
Santos, Milton
Ano de Publicação
1999
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Globalização
Urbanização
Infraestruturas urbanas e regionais
Organização regional
Estado de São Paulo
Resumo

O objeto de estudo é a organização do espaço e busca conhecer as repercussões espaciais na escala local - urbana regional - do fenômeno de globalização. A hipótese central é que algumas unidades regionais herdadas de um passado recente estão se fragmentando e formando novas -regiões-. Podemos chamá-las de regiões científico-técnico-informacionais, sistemas locais projetados para funcionar como "máquinas", hardwares territoriais. A modernização seria a ideia motora dessas novas regionalizações. Desenvolvendo essa problemática, buscou-se compreender a matriz regional paulista a partir da formação dos municípios e do processo de constituição das regiões político-administrativas. No Estado de São Paulo, a aceleração contemporânea na escala local estaria interferindo nessa matriz historicamente formada pelas municipalidades e pela regionalização institucional. Como forma de conduzir a investigação de implicações como essas, contrapôs-se uma tendência recente de regionalização. No caso, a de um sistema de engenharia: a Hidrovia Tietê-Paraná. Buscou-se verificar se esse processo, que reúne um sistema de cidades, detém força de regionalização, é capaz de institucionalizar-se como região.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Década de 1990
Localização Eletrônica
https://dedalus.usp.br/F/SIPMFM63G147F7EAQDFQ1K4R12HM1PRVVF6HS17TE83GLC77X8-17336?func=direct&doc%5Fnumber=001065691&pds_handle=GUEST

Os jovens e as praças dos indignados: territórios de cidadania

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Gohn, Maria da Glória
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.48
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v. 1 n. 2
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Online
Página Inicial
205
Página Final
221
Idioma
Português
Palavras chave
manifestações de jovens
reivindicações
Brasil
Resumo

Na antiguidade, as praças eram locais de oradores. Na Idade Média, no início do processo de urbanização, as praças reuniam os artesãos, o comércio, a arte de rua, e os símbolos do poder. Na Idade Moderna, as praças centrais ganharam status, reuniam os casarões das elites, hotéis, a prefeitura, igreja, câmaras, e o comércio crescente. Em todas essas diferentes épocas, uma função comum: a praça como lócus de manifestação, protesto, reivindicações. Marchas, concentrações, ocupações: as praças tornaram-se lócus por excelência de espaço público para o exercício da cidadania. A partir do século XX estas manifestações ganharam um dado novo: a expressiva participação dos jovens, e recentemente, o uso das novas tecnologias na organização e realização dos protestos. Este trabalho tem como referência manifestações de jovens em territórios distintos: Praça Tahrir, no Cairo/Egito, Praça Mohammad Bouazizi em Túnis/Tunísia, Praça da Puerta del Sol, em Madri/Espanha, Praça Syntagma, em Atenas/Grécia, praça do Parque Zuccoti/Wall Street, em Nova York/Estados Unidos, e Willy-Brandt Platz, em Frankfurt/Alemanha; manifestações de junho de 2013, no Brasil, na Av. Paulista e Largo da Batata, em São Paulo. Nesses territórios, têm ocorrido protestos dos indignados, sob várias formas. Apesar da intensa participação dos jovens, seus impactos na sociedade nem sempre têm sido visíveis, seus resultados nem sempre duradouros para a organização dos movimentos que constroem. O diálogo com os poderes constituídos é tenso ou inexiste. As questões implícitas neste paper são: quais as possibilidades dessas manifestações sob a perspectiva das lutas emancipatórias? Quais desafios teóricos esses movimentos apresentam? Qual o papel simbólico das praças que têm acolhido estas manifestações e movimentos?

Disciplina
Referência Espacial
Zona
Centro
Cidade/Município
São Paulo
Localidade
Avenida Paulista; Largo da Batata
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Século XX; 2013; junho de 2013
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/61

Entre “cá” e “lá”: estudo comparado – espaços públicos centrais em São Paulo e no Porto

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Lopes, João Teixeira
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.1425
Título do periódico
Ponto Urbe - Revista do núcleo de antropologia urbana da USP
Volume
4
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
etnografia urbana
espaços públicos
arquitetura
paisagem urbana
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Zona
Centro
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/1425

Espera e imobilidade: agenciamentos cotidianos no espaço pandêmico transnacional

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Brage, Eugenia
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.9857
Título do periódico
Ponto Urbe - Revista do núcleo de antropologia urbana da USP
Volume
27
Ano de Publicação
2020
Local da Publicação
Online
Idioma
Português
Palavras chave
Espera
Imobilidade
Imigração
Resumo

Neste artigo analiso as práticas cotidianas desenvolvidas por mulheres bolivianas que moram no bairro do Bom Retiro, na região central de São Paulo, durante a pandemia. Apresento algumas reflexões iniciais derivadas de uma pesquisa etnográfica onde analiso os itinerários terapêuticos dessas mulheres em uma Unidade Básica de Saúde localizada neste bairro. O objetivo do artigo é mostrar que tanto a espera quanto a imobilidade são dimensões sempre presentes nos processos migratórios e que elas envolvem e mobilizam saberes acumulados nas trajetórias migratórias. A “descida ao cotidiano” das mulheres imigrantes residentes no Bom Retiro me permite analisar a espera e a imobilidade como formas de agência da vida cotidiana.

 

Disciplina
Referência Espacial
Região
Centro
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Bom Retiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2020
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/9857