Antropologia

Conexões, atores, políticas sexuais e cidade: Uma reflexão a partir da trajetória do grupo Identidade de Campinas/SP

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Zanoli, Vinícius Pedro Correia
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Facchini, Regina
Sexo:
Mulher
Ano de Publicação
2012
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Movimento LGBT
políticas públicas
Ativismo
Resumo

A cidade escolhida para a realização da pesquisa foi Campinas. Faremos um breve parêntese para apresentá-la, visto tratar-se de uma cidade do interior que carrega especificidades, como se verá adiante. Campinas dista 100 km de São Paulo, capital do estado homônimo. É ligada à capital por duas grandes rodovias e é sede do Aeroporto Internacional de Viracopos. De acordo com o último censo do IBGE em 2010, a população é de 1.080.113 habitantes, distribuídos em uma área de 795,004 Km², é a terceira cidade mais populosa do Estado, ficando atrás apenas da capital e de Guarulhos. Portanto, uma cidade do interior de grande porte. É sede da Região Metropolitana de Campinas, criada em 19 de junho de 2000, através da Lei Complementar Estadual nº 870. A região é formada por 19 municípios, com população estimada em 2,7 milhões de habitantes. Além disso, o município conta com duas grandes e importantes universidades do país, a Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP) e a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), motivo pelo qual recebe um grande número de pessoas, que chegam todos os anos para dar início ou complementar a sua formação universitária. A cidade conta com diversos espaços de sociabilidade GLS (sigla mercadológica utilizada para se referir a lugares frequentados por gays e lésbicas), como bares e casas noturnas, localizados nos mais variados lugares. Além de ser uma cidade universitária de grande porte, sua escolha levou em conta o fato de ter sido a primeira a implementar um serviço público especializado no atendimento e apoio a LGBT no Brasil, o Centro de Referência GLTTB do município, inaugurado em 31 de julho de 2003 pela Prefeitura Municipal de Campinas. A pesquisa focalizou a trajetória e relações do grupo Identidade, o grupo ativista LGBT mais antigo em atividade do município. Esta pesquisa é de caráter etnográfico: contou com observação de reuniões de ativistas, protestos e atividades organizadas pelo grupo. Foram realizadas seis entrevistas em profundidade. O site e o blog do grupo também foram analisados. Com a análise das atividades, mensagens, vídeos e notícias contidos tanto no site quanto no blog, foi possível cotejar o material produzido por meio de observação etnográfica e entrevistas, de modo a adensar a análise.

Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/A

A cidade como espaço de festa: uma leitura sobre as Festas de Agosto e o Festival Folclórico de Montes Claros (MG)

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Luis Fellipe Dias Souza
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Luiz Carlos de Laurentiz
Sexo:
Homem
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.11924
Título do periódico
Ponto Urbe
Volume
1
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
festas de agosto
congado
espaço urbano
festas populares
Montes Claros
Resumo

Através dos tempos, festas populares têm se mostrado como elementos indispensáveis para se pensar o espaço urbano contemporâneo, sendo cada vez mais associadas a propostas de valorização e trazendo novas possibilidades de leitura da cidade. O presente estudo tem como recorte as “Festas de Agosto” e o “Festival Folclórico”, duas celebrações religiosas e tradicionais do Congado na cidade de Montes Claros (MG), objetivando compreender a relação existente entre festa, evento e cidade, através de laços materiais e imateriais, sejam eles existentes na ocupação do espaço pelas celebrações, ou dos significados e vínculos criados a partir dessa relação no decorrer do tempo de sua existência. O estudo parte da revisão bibliográfica e um olhar etnográfico, atendo-se tanto a aspectos históricos, quanto à forma como as festas se operacionalizam atualmente, de maneira a identificá-las como foram se moldando junto à história da cidade, e como estas não só influenciaram seu desenvolvimento, mas como as festas também foram influenciadas pela construção do espaço e pela sociedade.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Montes Claros
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
N/A
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/11924

O movimento 150 BPM: técnica, território e a aceleração do andamento no funk carioca

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Dennis Novaes
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.11837
Título do periódico
Ponto Urbe
Volume
1
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
funk
favela
técnica
música
antropologia urbana
Resumo

No presente artigo discorro sobre um movimento recente no funk carioca conhecido como 150 BPM. Por meio de descrições históricas e etnográficas pretendo demonstrar como os fatores técnicos e territoriais fomentaram a aceleração do andamento entre DJs desta cena. A história do funk é marcada por cortes geracionais profundamente influenciados por aparatos cuja inserção altera, autoriza ou impele a novos modos de produção e circulação da música. Ao mesmo tempo, o funk carioca tem nos bailes o seu principal circuito, conectando-se assim aos territórios onde estas festas ocorrem. Esta pesquisa é parte de minha tese de doutorado, fruto de um trabalho de campo realizado entre os anos de 2014 e 2020 com DJs e MCs nas favelas do Rio de Janeiro.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana do Rio de Janeiro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2014-2020
Localização Eletrônica
http://journals.openedition.org/pontourbe/11837

Conexões, atores, políticas sexuais e cidade: Uma reflexão a partir da trajetória do grupo Identidade de Campinas/SP

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Zanoli, Vinícius Pedro Correia
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Facchini, Regina
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.226
Título do periódico
Ponto Urbe
Volume
10
Ano de Publicação
2012
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Homossexualidade
Movimento LGBT
Movimentos sociais
Brasil
Resumo

Este artigo tem por foco a trajetória do Identidade, grupo ativista do movimento LGBT (de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), atuante a partir de 1998 na cidade de Campinas. O que pretendemos apresentar é uma análise da trajetória do grupo, acentuando as mudanças no ideário e na identidade institucional e política adotadas pelo mesmo, bem como as relações entre tais processos e as conexões do grupo com os atores sociais envolvidos em seu campo ativista. A exploração da articulação entre o ideário do grupo e o espaço da cidade, por meio da análise de sua atuação, é a base para relativizar tendências apontadas por pesquisas realizadas a partir da realidade de redes ativistas de ampla visibilidade nacional e de organizações atuantes em capitais brasileiras.

 

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1998-2011
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/226

Governo, gestão de populações e subjetividades: balanço e perspectivas analíticas

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Miagusko, Edson
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Jardim, Fabiana A. A.
Côrtes, Mariana
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.242
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v. 6 n. 12
Ano de Publicação
2018
Local da Publicação
Online
Página Inicial
242
Página Final
265
Idioma
Português
Palavras chave
Estado
governamentalidade
margens
Resumo

Apresentamos um  balanço do debate acadêmico sobre  governo  das  populações nas  periferias. Nacionalmente, argumentamos com  base  nas apostas analíticas e políticas: a promessa de integração das  populações marginais pela  mediação dos direitos sociais  dos 1980;  o desmanche neoliberal e o fim da hipótese superadora dos 1990; nos 2000, a compreensão de que a governamentalidade neoliberal opera  pela multiplicação de regimes de governos. Internacionalmente, exploramos três  eixos  teórico-conceituais: a teoria  da  marginalidade; o conceito de  governamentalidade e as antropologias do Estado.  Destacamos, nos avanços, a atenção à complexidade de configurações históricas e a superação de fronteiras disciplinares rígidas, o que  permite recompor perspectivas menos particulares e a constituição de novas  ferramentas de análise para pensar a experiência brasileira.

Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
1980-2000
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/362

Flores e velas que falam no silêncio: perspectivas

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Vale, Maíra Cavalcanti
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.1528
Título do periódico
Ponto Urbe - Revista do núcleo de antropologia urbana da USP
Volume
5
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
cemitério
Dia dos Finados
rituais funerários
Resumo

A presente pesquisa começou no mês de agosto de 2007, como um Projeto de Iniciação Científica (PIC) do CNPq vinculado à UnB, sob o título “Invasões e Remoções: uma perspectiva etnográfica comparada acerca dos movimentos urbanos de luta pela terra no Brasil e África do Sul (com especial atenção ao caso das Burial Societies)”, inserido no contexto maior da pesquisa da orientadora Dra. Antonádia Borges, que vem sendo desenvolvida há dois anos na África do Sul. O objetivo inicial era realizar uma análise bibliográfica concernente ao campo da professora: as lutas por terras na África do Sul e as novas dinâmicas que envolvem rituais funerários como bandeiras e documentos nas restituições de terras naquele país. No entanto, logo em seguida, iniciei a disciplina Métodos e Técnicas em Antropologia Social e precisei definir um local de observação. Escolhi, então, o cemitério Campo da Esperança, onde iniciei a coleta de dados que resultou no trabalho final da matéria: um ensaio sobre o Dia de Finados. A escolha do tema de pesquisa (a morte e como as pessoas lidam com ela) foi anterior à de um locus de observação, o que acabou trazendo certas dificuldades para a escolha de um campo específico somadas à problemática de se ‘sentir’ em campo ao observar o cemitério.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Brasília
Localidade
Cemitério Campo da Esperança
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Referência Temporal
2007
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/1528#ftn1

Sobre crença e afeto: diálogos de um candomblé na cidade

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Horta, Amanda
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Campos, Juliana Soares
Moutinho, Pedro
Sexo:
Mulher
Sexo:
Homem
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Título do periódico
Ponto Urbe - Revista do núcleo de antropologia urbana da USP
Volume
5
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
candomblé
religião
terreiro
Resumo

Da experiência da cidade à experiência do terreiro, o número de ruas cruzadas é pequeno se nos restringirmos ao discurso recorrente na mídia e a certas análises acadêmicas que atestam o afastamento da religiosidade, a diminuição dos contatos interpessoais e um diagnóstico de individualização no contexto urbano que não contempla as diferenças: as equaliza. De perto e de dentro, operando com ambiguidades e contrastes que expõem a lógica nativa e redescobrindo a semelhança , a etnografia que precede e acompanha a realização deste trabalho nos permite descrever e refletir sobre a casa de Mãe Efigênia, o candomblé Manzo Ngunzo Kaiango, cujos integrantes e práticas são parte constitutiva do universo urbano. A casa de Mãe Efigênia localiza-se no alto do bairro Santa Efigênia, na região central de Belo Horizonte. Um portão estreito e uma escada conduzem morro abaixo a uma espécie de vila onde habitam onze famílias, num total de 52 pessoas unidas por laços consanguíneos. É no centro desta vila que se encontra o terreiro de candomblé angola Manzo Ngunzo Kaiango , que fora antes Senzala de Pai Benedito, um terreiro de umbanda, que ainda influencia os rituais hoje candomblecistas da Casa de Santo. Mãe Efigênia, matriarca da família, ocupa ali, desde os tempos de Senzala de Pai Benedito, a mais alta posição da hierarquia religiosa.

 

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Belo Horizonte
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/1548

Escarafunchando mundos e construindo espaços: uma etnografia do olhar

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Castro, Carlos Gomes de
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Maia, Laís Jabace
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.1525
Título do periódico
Ponto Urbe - Revista do núcleo de antropologia urbana da USP
Volume
5
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
São Paulo
Descrição Adicional
O presente trabalho foi apresentado no VII Graduação em Campo, evento promovido pelo Núcleo de Antropologia Urbana da USP.
Idioma
Português
Palavras chave
cego
olhar
etnografia
espaço
corpo
Resumo

Este artigo foi construído a partir de uma mistura de momentos, citações, interpretações ainda em processo de reflexão, discussões, risadas e cansaço. Queríamos colocar todas as frases que escutávamos e, assim, compor uma narrativa de vocábulos soltos, vozes soltas, tudo desconexo... Não conseguimos. O próprio texto nos deu uma rasteira e se escreveu ordenadamente, bem comportado. O campo foi sem rumo, a escritura não. Forjamos uma linearidade. As palavras que se seguem são, portanto, uma tentativa de conectar as frases vividas na experiência-correnteza do campo. “Eu conto pra vocês minhas histórias. E vocês fazem um resumo pra colocar no trabalho... Cê compreendeu?” Talvez tenhamos compreendido, Seu Tito.

Esta cartografia conta histórias e memórias sobre o olhar, objeto de nossa pesquisa. Para compreender a configuração das percepções de mundo dos cegos em grandes centros urbanos e a maneira como suas interações ocorrem, fizemos uso dos seguintes métodos qualitativos: observação participante, conversas informais, trajetórias de vida e entrevistas temáticas.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Belo Horizonte
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
2008
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/1525

“Samba das cabrochas”: Identidades de gêneros e expressão emotiva em uma roda de samba no Rio de Janeiro (2008)

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Couto, Caroline Peres
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.1545
Título do periódico
Ponto Urbe - Revista do núcleo de antropologia urbana da USP
Volume
5
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
gênero
emoção
samba
Resumo

Este artigo resulta do trabalho etnográfico desenvolvido em uma roda de samba, no Rio de Janeiro, que tem setores das “camadas médias” como principais frequentadores. O objetivo é pensar a existência de uma multiplicidade de identidades de gêneros a partir de duas identidades básicas – “cabrochas” e “rapaziada” – surgidas nesse evento. Contrapondo-as à oposição binária de gênero, percebo uma complexidade de identidades dentro e fora dessas categorias. A oposição binária de gênero (Butler, 2003) deriva da dualidade do sexo e é entendida como algo pré-existente ao discurso de gênero. No entanto, essa dualidade também é construída na conjuntura cultural, necessitando de questionamentos. Nesse espaço, as expressões emotivas, assim como a performance e as relações na roda, são relevantes para a própria construção das identidades de gênero. O desenvolvimento desse trabalho incide sobre o contexto em que essas identidades são (re)produzidas e reafirmadas pela dinâmica envolvida nesse processo.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2008
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/1545

“Alfama não cheira a fado, mas não tem outra canção” ou “Tudo isso é a alma do Rio, é samba”: As Cidades Descobertas através do Samba, do Choro e do Fado

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Frydberg, Marina Bay
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.1501
Título do periódico
Ponto Urbe - Revista do núcleo de antropologia urbana da USP
Volume
5
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
música
cidade
juventude
Resumo

Nestes últimos dez anos, jovens músicos estão recriando gêneros musicais tradicionais como o samba, o choro e o fado. Estas (re)criações fizeram com que estes gêneros musicais tradicionais ganhassem nova vitalidade e junto com eles territórios na cidade que são/estão diretamente vinculados as suas memórias. Esta descoberta de uma cidade vinculada a um gênero musical específico acontece a partir de práticas musicais cotidianas que exigem um trânsito por essas cidades e por seu tempo e espaço específico, a boemia sambista, chorona ou fadista. A revitalização de bairros tradicionais da cidade, seja ela o Rio de Janeiro ou Lisboa, faz com que estes jovens músicos (re)descubram outra(s) cidade(s) a partir de gêneros musicais que tão bem a cantaram.

Disciplina
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/1501