Mobilidade urbana

Entre metrópoles : mobilidade espacial da população, heterogeneidades e arranjo regional na aglomeração urbana de Jundiaí - SP

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Silva, Jackeline de Pádua Pereira da
Sexo
Mulher
Orientador
Baeninger, Rosana Aparecida
Ano de Publicação
2014
Local da Publicação
Campinas
Programa
IFCH
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Demografia
Concentração urbana
Jundiaí (SP) - População
Resumo

Na divisão social do trabalho, a mobilidade espacial da população ganha novos contornos, manifestando deslocamentos - que antes eram de pequena importância - em diferentes espaços regionais, como é o caso dos movimentos pendulares. As "vocações regionais" e sua espacialização das atividades econômicas trazem elementos para compreender a dinâmica da população que ultrapassa as divisões políticas administrativas, sejam elas municípios, aglomerações urbanas ou regiões metropolitanas nos arranjos urbano-regionais. Este é o caso da Aglomeração Urbana de Jundiaí ¿ SP, situada em uma localização estratégica entre a Região Metropolitana de Campinas e a Região Metropolitana de São Paulo, onde aproximadamente 84 mil pessoas saem diariamente dos municípios do aglomerado para trabalhar em outros municípios. Este trabalho aponta as relações complexas, móveis e heterogêneasb presentes em um espaço institucionalizado, mas que está cercado de especificidades

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Jundiaí
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)

Mobilidade cotidiana e acidentes de trânsito em Campinas-SP: Everyday mobility na traffic accidents in Campinas-SP

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Bertho, Ana Carolina Soares,
Sexo
Mulher
Ano de Publicação
2014
Local da Publicação
Campinas
Programa
IFCH
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Acidentes de trânsito - Campinas (SP)
Segregação urbana
Resumo

Os acidentes de trânsito vêm sendo estudados por pesquisadores e técnicos de diversas áreas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 1,24 milhão de pessoas morrem a cada ano vítimas de acidentes de trânsito. Em 2011, mais de 43 mil pessoas morreram em decorrência de acidentes de transporte terrestre no Brasil, o que corresponde a 22,4 óbitos por 100 mil habitantes. Muitos fatores são apontados como causas desse tipo de ocorrência: ausência de leis adequadas e/ou de fiscalização, uso de álcool por motoristas e motociclistas, uso de celular ao volante, falhas no processo de formação dos condutores, falta de atenção ou de respeito para com os demais usuários da via pública, problemas relacionados à infraestrutura ou ao funcionamento do veículo, demora ou deficiência no atendimento às vítimas. Sem negar a importância destes fatores, o objetivo deste estudo foi avaliar como a exposição ao risco de acidentes pode ser potencializada pelas condições de mobilidade dos indivíduos que, por sua vez e, em grande medida, está condicionada pela segregação espacial urbana. Para isso, a pesquisa parte de uma revisão sobre alguns conceitos e definições dados pela literatura nas áreas de geografia, sociologia, antropologia e engenharia de tráfego, além da demografia. Em seguida, é apresentada a análise empírica construída com as seguintes fontes dados: acidentes fatais e não fatais em vias públicas municipais ocorridos no município de Campinas (SP) no ano de 2009, compilados pela EMDEC/Setransp e com informações coletadas especialmente para esta pesquisa; dados do Censo 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); e dados da Pesquisa Origem e Destino 2011, realizada pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM).        A partir do georreferenciamento dos locais de residência das vítimas, são calculadas taxas de vitimização por

Áreas de Ponderação e por zonas da Pesquisa Origem e Destino (O/D). As taxas de vitimização são confrontadas com informações socioeconômicas, demográficas e de mobilidade  através de análises de correlação. Embora as conclusões não possam ser inferidas para o nível individual, observa-se que em áreas com maiores percentuais de pessoas com baixa renda há menor posse de meios próprios de transporte e menores taxas de acidentes. A condição que "propicia" a vitimização é intermediária. Talvez porque essas pessoas tenham condições de escolher como realizarão sua mobilidade e a escolha da moto seja sempre uma escolha arriscada. Talvez porque elas tenham um emprego, mas não tenham condições de morar perto deste emprego, o que as obriga a realizar os deslocamentos de maneira insegura. Aqueles com as piores condições socioeconômicas e, consequentemente, com pouquíssimas oportunidades de mobilidade cotidiana, não estão expostos ao risco de acidentalidade De outro lado, aqueles que se localizam no outro extremo na pirâmide social tem possibilidades de escolhas quanto à intensidade e formas seguras de se locomoverem para realização das atividades cotidianas. Entretanto, nenhum dos dois extremos mostra um "ideal" de mobilidade ou de segurança no trânsito, apenas reforçam o uso desigual das vias públicas, onde quem pode se desloca muitas vezes e com segurança e quem não pode se desloca pouco e, quando tem condições econômicas mínimas, o faz com pouca segurança

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2009

Vulnerabilidade social e os acidentes de trânsito em Campinas - SP

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Bertho, Ana Carolina Soares
Sexo
Mulher
Orientador
Aidar, Tirza
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
Campinas
Programa
IFCH
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Vulnerabilidade social
Acidentes de trânsito
Desigualdade social
Resumo

Diante da redução da mortalidade por homicídios no Brasil na última década, especialmente no estado de São Paulo, as mortes por acidentes de transportes vêm ganhando importância entre as causas externas. Com a implantação do Código de Trânsito Brasileiro, que entrou em vigor em 1998, houve uma queda significativa dos óbitos, mas os acidentes ainda constituem uma grande preocupação para o Poder Público. O objetivo geral do presente estudo é contribuir para o conhecimento sobre os padrões e tendências recentes dos acidentes de trânsito no município de Campinas, verificando se, além de idade e sexo, as características relacionadas às condições sociodemográficas tornam determinados grupos populacionais mais vulneráveis frente ao risco de se ferir ou morrer em acidentes de trânsito. O trabalho parte de uma análise sobre a tendência recente da mortalidade por acidentes de trânsito na Região Metropolitana de Campinas no período 1996-2006, verificando o perfil por idade, sexo e tipo de veículo que as vítimas ocupavam. A partir de4.171 registros em Boletins de Ocorrência de acidentes ocorridos nas vias municipais de Campinas, é feita análise mais aprofundada sobre características das vítimas e eventos, fatais e não fatais considerando a localização de ocorrência dos acidentes e de residência das pessoas envolvidas e locais de ocorrência sendo esta utilizada como proxy das condições socioeconômicas. As análises em nível agregado sobre a distribuição e concentração no espaço intra-urbano, contrapostas com indicadores sobre vulnerabilidade social e intensidades de deslocamentos diários por áreas, evidenciam que a vulnerabilidade social pode agravar o risco de acidentes para grupos populacionais específicos

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1996-2006

Vulnerabilidades e mobilidade pendular na Região Metropolitana da Baixada Santista

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Silva, Robson Bonifácio da
Sexo
Homem
Orientador
Hogan, Daniel Joseph
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
Campinas
Programa
IFCH
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
População
Demografia
Resumo

Esta dissertação é uma tentativa de relacionar o movimento pendular, considerado uma das modalidades da mobilidade espacial da população, com as vulnerabilidades socioambientaise sociodemográficas, já que acreditamos que as diversas formas de mobilidade populacional podem se constituir em elementos importantes para o avanço dos estudos sobre a vulnerabilidade,pois atuam na distribuição de perigos e afetam a exposição a riscos das pessoas. Inicialmente apresentamos um quadro geral do movimento sobre a Região Metropolitana da BaixadaSantista e caracterizamos as pessoas que realizam o movimento pendular na região. Em seguida trabalhamos os conceitos de vulnerabilidade, especialmente a sociodemográficae a socioambiental, ativos e estrutura de oportunidades. Por último, comparamos as pessoas que realizam o movimento pendular com as que não realizam, com o objetivo de identificardiferenças entre esses dois grupos de pessoas e a sua exposição a maior ou menor vulnerabilidade. Procuramos verificar também se há situações nas quais tais grupos apresentammaior enfrentamento da vulnerabilidade e quais os ativos que ambos mobilizam, tanto para enfrentá-la quanto para se recuperarem dos danos sócio-demográficos e socioambientais.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Região Metropolitana da Baixada Santista
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)

Mortalidade por acidentes de transito no municipio de São Paulo : uma analise intraurbana

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Maia, Paulo Borlina
Sexo
Homem
Orientador
Aidar, Tirza
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
Campinas
Programa
IFCH
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Acidentes de trânsito
Mortalidade
São Paulo (Estado)
Análise espacial (Estatística)
Demografia
Resumo

Este trabalho teve como objetivo analisar a mortalidade dos acidentes de trânsito no Município de São Paulo para o período de 2003 a 2005, avaliando a distribuição espacial a partir do local de ocorrência dos eventos e as possíveis relações destes acidentes com o local de residência das vítimas. Análises espaciais foram conduzidas por meio da vinculação de dois bancos de dados oficiais, referentes aos registros das Declarações de Óbito da Fundação Seade e Boletins de Ocorrência, da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo. Os resultados indicam padrões espaciais específicos e diferenciados segundo o tipo do acidente e as características das vítimas, apontando para a enorme potencialidade das informações georreferenciadas geradas e das técnicas de análise utilizadas para a construção do conhecimento, orientação de políticas e planejamento urbano.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2003-2005
Localização Eletrônica
https://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/439445

Mutação urbana em Campinas: sua forma e paisagem

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Turczyn, Daniel Teixeira
Sexo
Homem
Orientador
Monteiro, Evandro Ziggiatti
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.47749/T/UNICAMP.2013.919874
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Campinas
Programa
Arquitetura, Tecnologia e Cidade
Instituição
Unicamp
Página Final
208
Idioma
Português
Palavras chave
Urbanização
Paisagem urbana
Campinas (SP)
Resumo

O objetivo da pesquisa é investigar a 'mutação urbana' que se desenvolve na cidade de Campinas/SP e suas implicações para a paisagem urbana. A urbanização de Campinas ocorreu de forma muito dispersa e potencializada pelos eixos rodoviários, conformando várias áreas que podem ser consideradas como 'mutações urbanas'. 'Mutação urbana' é um conceito que auxilia o entendimento das dinâmicas de formação da cidade contemporânea que vem se construindo através de formas e paisagens urbanas que são bastante distintas das encontradas até o século XX, pois refletem a atual dinâmica de formação do território, com a instituição de novos espaços que contrastam com a lógica de configuração do seu entorno e dos tecidos urbanos tradicionais. Os eixos rodoviários são a espinha dorsal para o funcionamento das 'mutações urbanas' e dos shopping centers, seu elemento catalisador mais comum. O foco do estudo se concentra no eixo da rodovia Dom Pedro I, que ostenta em suas margens locais que podem ser consideradas mutações urbanas. O método adotado é o estudo de caso de caráter exploratório e descritivo e as principais ferramentas utilizadas foram as imagens do pacote 'Google Maps' e fotografias urbanas do autor. Os resultados apontam que, no caso de Campinas, a 'mutação urbana' é um fenômeno em desenvolvimento, com seus focos de crescimento centrados nos três shopping centers Iguatemi, Galleria e Parque Dom Pedro. Sua estrutura espacial é conformada por treze tipologias de enclaves fortificados e por quarenta e cinco padrões morfológicos e paisagísticos. O trabalho conclui que a urbanização de Campinas através do desenvolvimento de mutações urbanas está fundamentada em um conjunto de tipologias e de padrões de características genéricas e desprovidos de qualidades estéticas e funcionais, impondo uma forma e uma paisagem urbana totalmente desvinculadas de valores civis, coletivos e urbanos. Os tecidos urbanos construídos são sustentados por elementos que privilegiam e enfatizam o espaço privado em detrimento ao público, com muros, guaritas e aparatos de segurança. Aponta, também, que há apenas uma maneira de lidar com a proliferação da 'mutação urbana', uma forma, paisagem e estilo de vida com os quais discordamos: é, primeiramente, fazer uma leitura cuidadosa e detalhada do seu ambiente construído, evidenciando seus padrões e tipologias recorrentes e fundamentais desta urbanização para dar suporte a uma crítica convincente de que é preciso mudar, para, num segundo momento, investigar e propor alternativas para esse modelo.

Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Bairro/Distrito
Cidade Universitária Zeferino Vaz
Logradouro
Avenida Dom Pedro I
Localidade
Shopping Iguatemi
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Década de 2000
Localização Eletrônica
https://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/919874

Identificação dos Fatores que Influenciam na Escolha da Rota pelos Ciclistas: estudo de caso da cidade de São Carlos

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
dos Santos, Ana Beatriz Pereira Segadilha
Sexo
Mulher
Orientador
Sanches, Suely da Penha
Ano de Publicação
2014
Programa
Engenharia Urbana
Instituição
UFSCar
Página Final
83
Idioma
Português
Palavras chave
Análise de rotas
Planejamento urbano
GPS
Bicicletas
Sistema de posicionamento global
Resumo

Este trabalho relata as informações obtidas através da análise de rotas reais de bicicleta em viagens urbanas na cidade de São Carlos, utilizando Sistemas de Posicionamento Global (GPSs) para a coleta de dados e um Sistema de Informação Geográfica (SIG) para a análise das informações. As características dos percursos realizados pelos ciclistas foram comparadas com as características dos caminhos mais curtos entre seus pontos de origem e destino. A distância adicional percorrida foi calculada pela diferença de comprimento entre estas duas rotas e uma regressão linear múltipla foi criada pra explicar o motivo deste acréscimo. Verificou-se que 70% das viagens realizadas foram, no máximo, 15% mais longas que o menor caminho, a distância adicional média foi igual a 220 metros e que os fatores que influenciam diretamente no acréscimo da viagem é a hierarquia viária e a qualidade do pavimento.

Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Cidade/Município
São Carlos
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Século XXI
Localização Eletrônica
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=1328911

Avaliação da Ciclabilidade das Cidades Brasileiras

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Yurie Baptista Cesar
Sexo
Homem
Orientador
Suely da Penha Sanches
Ano de Publicação
2014
Programa
Engenharia Urbana
Instituição
UFSCar
Página Final
71
Idioma
Português
Palavras chave
ciclabilidade
mobilidade urbana
bicicleta
ciclismo
urbano
Resumo

O crescente número de ciclistas pedalando nas cidades brasileiras demanda um esforço dos governos locais para desenvolver ações em busca de tornar as cidades mais amigas da bicicleta. Porém, estas ações vêm sendo realizadas sem um planejamento que garanta a prioridade necessária à mobilidade por bicicleta. Com isso, esta pesquisa buscou avaliar o quanto as cidades brasileiras são amigas da bicicleta, a Ciclabilidade. O relevo, o clima, aspectos urbanos, a poluição, a integração da bicicleta com o transporte público, a qualidade das vias, a segurança, a infraestrutura cicloviária e as ações governamentais das cidades brasileiras foram avaliadas através de um questionário online respondido por 2925 pessoas de todo o Brasil. Os resultados da pesquisa apresentados nesta dissertação mostram um quadro nada bom da situação atual da Ciclabilidade no Brasil. Falta infraestrutura de qualidade, vias confortáveis, segurança e comprometimento do governo com a bicicleta para alterar esta realidade.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
2010-2014
Localização Eletrônica
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3660059

Análise da Acessibilidade de Pessoas com Deficiência Física aos Espaços de Circulação de Pedestre: o caso de Campinas-SP

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Débora Feliciana dos Reis
Sexo
Mulher
Orientador
Marcos Antonio Garcia Ferreira
Ano de Publicação
2014
Programa
Engenharia Urbana
Instituição
UFSCAR
Página Final
105
Idioma
Português
Palavras chave
Acessibilidade
Pessoas com deficiências
Deficiência física
Circulação
Resumo

Neste estudo foram analisadas as condições de acessibilidade dos espaços de circulação de pedestre ofertada às pessoas com deficiência física usuárias de cadeira de rodas. Foram investigadas a importância e influência das características de calçadas e travessias na escolha dos trajetos do respondente. Numa auditoria técnica virtual, por meio do Google StreetView, foram analisados os trajetos utilizados com frequência, os quais haviam sido indicados e avaliados anteriormente pelos entrevistados. A auditoria virtual teve como base as exigências da NBR9050/04, norma que trata da acessibilidade de pessoas com deficiência física a edificações, espaços, mobiliário e equipamentos urbanos. Primeiramente, pesquisas relacionadas ao tema foram consultadas e delineou-se as características importantes e influentes dos espaços de circulação de pedestre, no que tange, a pessoa com deficiência física. O resultado demonstrou quais as características importantes em calçadas e travessias, e a qualidade destas nos trajetos avaliados. A auditoria virtual mostrou as condições reais dos espaços de circulação de pedestre, os quais se encontram fora dos padrões exigidos pela norma, entretanto o público pesquisado mostrou-se mais tolerante as condições oferecidas nestes espaços.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2010-2014
Localização Eletrônica
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=1329374

Informalidade urbana, gestão e mercado: reflexões a partir dos mototáxis e da Unidade de Polícia Pacificadora da Rocinha

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Maira Souza e Silva Acioli
Sexo
Mulher
Orientador
Joana Domingues Vargas
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
Sociologia e Antropologia
Instituição
UFRJ
Idioma
Português
Palavras chave
informalidade
favela
unidades de polícia pacificadora
mercado
Resumo

Esta dissertação tem como objetivo analisar a regulação das atividades dos
mototaxistas realizada pelo comando da Unidade de Polícia Pacificadora da Rocinha. Este
objeto tem interesse para o presente trabalho por articular alguns elementos fundamentais para
compreender o momento pelo qual passa o Rio de Janeiro. Desde sua origem, nos primeiros
cortiços, até os grandes complexos de hoje em dia, as favelas cariocas passaram por grandes
transformações. Os “problemas” que as favelas representam para a cidade variaram
historicamente, e cada momento mobiliza um conjunto de saberes e técnicas adequados para a
sua “solução”. A legislação urbana teve um papel central na instrumentalização do espaço
urbano, permitido que os espaços da pobreza, precarizados do ponto de vista jurídico,
pudessem ser remanejados de acordo com os interesses das elites políticas e econômicas. A
informalidade generalizada da propriedade e dos serviços que circulam nas favelas se
constitui num dos pontos geradores de debates e reflexões. O interesse na incorporação deste
“mercado informal” se baseia na percepção de que há uma grande quantidade de riqueza
circulando sem que possa ser capturada pelos circuitos formais da economia. No Rio de
Janeiro a implementação de uma política de segurança específica para as favelas apresenta
relações importantes com um projeto de expansão das fronteiras de acumulação de capital.
Esta junção dá os contornos para as formas de controle usadas no caso dos mototaxistas da
Rocinha.

Autor do Resumo
Maira Souza e Silva Acioli
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Zona
Sul
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Rocinha
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2013
Localização Eletrônica
http://objdig.ufrj.br/34/teses/815369.pdf