Infância e juventude

Torcidas Jovens cariocas: símbolos e ritualização

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Teixeira, Rosana de Câmara
Sexo
Mulher
Título do periódico
Esporte e Sociedade
Volume
2
Ano de Publicação
2006
Idioma
Português
Palavras chave
Futebol
Torcidas organizadas
Sociabilidade juvenil
Rituais
Resumo

As torcidas jovens do Rio de Janeiro surgiram entre o final dos anos 60 e início da década de 70. Encontram-se entre as mais importantes de seus clubes seja em número de participantes, seja pela visibilidade obtida na mídia. Este artigo procura refletir sobre os significados atribuídos ao futebol e à torcida organizada, assim como o papel do conflito na elaboração de sua identidade, a partir dos símbolos que identificam as torcidas jovens e suas formas de ritualização no estádio. Investigando as características deste tipo de sociabilidade, busca-se ir além do rótulo de violentas, atribuído pelos meios de comunicação às torcidas organizadas, conhecendo e analisando as interpretações daqueles que vivenciam esta experiência social.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
1970-2005
Localização Eletrônica
https://periodicos.uff.br/esportesociedade/article/view/47969

Senso de jogo

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Damo, Arlei Sander
Sexo
Homem
Título do periódico
Esporte e Sociedade
Volume
1
Ano de Publicação
2006
Idioma
Português
Palavras chave
Futebol
Formação de jogadores
Brasil
França
Espetáculo
Resumo

Este artigo é uma versão modificada de um dos capítulos da minha tese de doutorado, denominada ‘Do dom à profissão uma etnografia do futebol de espetáculo a partir da formação de jogadores no Brasil e na França’. Parto do pressuposto de que existe uma diversidade de formas de praticar e significar o futebol e de que há diferenças importantes entre elas. Explicito, na primeira parte, as quatro matrizes principais do futebol - bricolada, espetacularizada, comunitária e escolar -, e mostro como as ciências sociais reproduziram, até o presente, a visão hegemônica, voltando-se quase que inteiramente para o futebol espetacularizado - agenciado pela mídia e controlado pela FIFA. Na segunda parte desenvolvo argumentos para a compreensão dos jogos como configurações sociais. O objetivo é destacar a importância do significado das técnicas corporais em situações de jogo, condição para o entendimento do sentido em que se desenvolveu a estética do futebol de espetáculo. A expectativa é de que este artigo contribua também para a compreensão da estética esportiva em perspectiva ampliada.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
França
Referência Temporal
2002-2006
Localização Eletrônica
https://periodicos.uff.br/esportesociedade/article/view/47796

Políticas públicas infantojuvenis no Brasil: olhares a partir dos dois conselhos tutelares da cidade de Novo Hamburgo, RS

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Mello, Bárbara Birk de
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Kuhn Jr., Norberto
Nunes, Margarete Fagundes
Santos, Everton Rodrigo
Sexo:
Homem
Sexo:
Mulher
Sexo:
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.rbeur.202223pt
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
24
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
1
Página Final
23
Idioma
Português
Palavras chave
Conselho Tutelar
Infâncias
Juventudes
Novo Hamburgo
Políticas públicas
Resumo

Neste artigo são abordadas as políticas públicas infantojuvenis brasileiras com foco nos Conselhos Tutelares de Novo Hamburgo, Região 1 e 2. Essa escolha deve-se ao fato de o conselho tutelar ser uma das principais instituições criadas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Com base na questão “Como se efetivam as políticas públicas para crianças e jovens nos Conselhos Tutelares selecionados?”, objetiva-se desvendar a relação entre as políticas públicas e o ECA, apontar o que são conselhos tutelares e analisar como os Conselhos Tutelares de Novo Hamburgo discutem as políticas públicas no cotidiano e como se relacionam com as demais instituições responsáveis por implementar políticas públicas para a área infantojuvenil. Parte-se de uma revisão da literatura, de um exercício etnográfico realizado na sede dos dois Conselhos Tutelares no município escolhido e de entrevistas não diretivas com conselheiras. Nessas vivências, as políticas públicas são entendidas como fundamentais para a ação dos Conselhos, mas não se revestem da força necessária para garantir os direitos estipulados pelo ECA.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Novo Hamburgo
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Sul
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/7003

Lutas populares urbanas: um estudo sobre os movimentos sociais urbanos destacando-se a luta por creches em São Paulo

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Gohn, Maria da Glória Marcondes
Sexo
Mulher
Orientador
Rodrigues, Leôncio Martins
Ano de Publicação
1983
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Ciência Política
Instituição
USP
Idioma
Português
Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://www.producao.usp.br/item/000715015

A Ilusão Fecunda: a luta pela educação nos movimentos populares

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Sposito, Marilia Pontes
Sexo
Mulher
Orientador
Beisiegel, Celso de Rui
Ano de Publicação
1989
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Educação
Instituição
USP
Idioma
Português
Resumo

Revela uma visão bastante sensível sobre os movimentos populares por educação na cidade de São Paulo durante os anos 70 e a primeira metade da década de 80, período em que a transição para a democracia não consegue impedir a degradação do ensino público. Mostra que muitos dos significados desse movimento implicaram num redimensionamento da cidadania a uma nova cultura política democrática e popular. Assinala que as mudanças perpetuadas nos órgãos públicos pelos governos do período de transição se fizeram no sentido de propiciar a continuidade das relações tradicionais de subordinação. Conclui que, com o acirramento da crise econômica e a pauperização crescente, de um lado e a tentativa de reorganização da sociedade civil de outro, o Brasil conviveu com dois processos que, se não foram excludentes, certamente trilharam caminhos opostos.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1970-1985
Localização Eletrônica
https://www.escavador.com/sobre/1706380/marilia-pontes-sposito

Culturas da juventude e a mediação da exclusão/inclusão racial e urbana no Brasil e na África do Sul

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Pieterse, Edgar
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2008v10n1p105
Título do periódico
RBEUR - Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
v. 10 n. 1
Ano de Publicação
2008
Página Final
20
Idioma
Português
Palavras chave
hip hop
política cultural
violência urbana
exclusão/ inclusão urbana
registros afetivos
Resumo

Neste artigo assume-se que a condição urbana contemporânea está fortemente marcada por uma crescente pluralidade. Associada a esta mudança na natureza do contexto urbano, pode-se também observar a proliferação de lugares (sites) de engajamento político e de ação, sendo alguns deles formalmente ligados a fóruns institucionais do Estado, mas muitos outros podem ser caracterizados pela sua insistência em permanecer fora do Estado, uma forma de afirmar autonomia e clamar por termos próprios de reconhecimento e formas de agir. O artigo chama a atenção para o significado de uma categoria de atores urbanos – hip-hoppers – que ocupa uma posição “marginal” na relação com o Estado, mas que é muito relevante para a existência marginalizada da maior parte da juventude negra nas cidades do sul global, particularmente no Rio de Janeiro e na Cidade do Cabo. O artigo demonstra que as culturas hip hop oferecem uma poderosa estrutura de interpretação e resposta para a juventude pobre que sofre sistematicamente o impacto de forças urbanas extremamente violentas e exploradoras. A base do poder do hip hop (e congêneres) é sua complexa sensibilidade estética, que funde valores afetivos – como o desejo, a paixão e o prazer, mas também a ira e a crítica –, que por sua vez se traduzem em identidades políticas e às vezes em ação (ou seja, posicionamento) para seus participantes. Em última instância, o artigo procura associar o potencial da cultura política do hip hop a temas acadêmicos mais amplos, tais como participação, espaço público, cidadania e segurança.

Disciplina
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
África do Sul
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/194

Coexistir na fronteira: notas de um antropólogo sobre a trajetória de um grupo de jovens em meio a uma guerra entre a comunidade e o tráfico de drogas

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Fonseca, Mario Cesar
Sexo
Homem
Orientador
Koltai, Caterina
Ano de Publicação
2008
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Ciências Sociais
Instituição
PUC/SP
Idioma
Português
Palavras chave
Coexistência
Comunidades
Gueto
Drogas
Juventude
Resumo

Em nome de uma antropologia que busque analisar as relações de poder-resistência a partir da coexistência entre os vários componentes dentro de diferentes territórios urbanos e que vise fazer emergir as várias formas de violência presentes nas relações cotidianas é que me propus a realizar esta pesquisa. Em minha pesquisa de Mestrado intitulada de Cartografia das resistências: uma análise antropológica do Pavilhão Oito da Casa de Detenção de São Paulo onde inferi que tal sociabilidade pode também ser entendida como sendo o produto de um intrigante jogo político entre os detentos e as forças do Estado, gerando hierarquização dos sujeitos envolvidos, redes de corrupção e extorsão, e por fim células criminosas, onde não só farão parte detentos, mas também aqueles que deveriam reeducá-los. Buscando novos prismas para a discussão da violência urbana, me proponho nessa pesquisa de doutorado dar continuidade e problematizar como se deu a mudança de sociabilidade entre um grupo de jovens pichadores chamados Korja, considerados rebeldes, da Vila Brasilândia e a comunidade na qual viviam. Entendo que coexistência dos jovens moradores dos bairros periféricos das grandes cidades se constrói, de modo geral na rua, as esquinas se transformam em pontos de encontro e lazer. É aí que constroem as amizades e os jovens buscam construir identidades coletivas, ao mesmo tempo em que aprendem a conviver com a violência urbana e a lidar com os aparelhos repressivos. No que diz respeito, mais especificamente a estes jovens da Vila Brasilândia, o que desperta meu interesse é compreender como se deu a transformação tanto da sociabilidade, como da maneira que a comunidade os percebia. Se de início esta os via como aquilo que de fato eram, jovens rebeldes e sonhadores, aos poucos passaram a ser vistos como indivíduos perigosos e indesejados que haviam se transformado num problema e num peso para a comunidade. Essa mudança se deu progressivamente, a partir do momento em que eles passaram a ser aliciados pelo tráfico que buscava dominar a comunidade. Em um primeiro momento esses jovens se viram no centro de um fogo cruzado, onde por um lado, a comunidade tentava cooptá-los e recuperá-los através de práticas normalizadoras, e do outro, os traficantes que tentavam seduzí-los e aliciá-los, fato que terminava freqüentemente com a morte de alguns deles

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Vila Brasilândia
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2006-2009
Localização Eletrônica
https://tede.pucsp.br/bitstream/handle/4012/1/Mario%20Fonseca.pdf

Expectativas e projeções sobre a escola na favela de Paraisópolis

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Camargo, Ruth
Sexo
Mulher
Orientador
Rangel, Lucia Helena Vitalli
Ano de Publicação
2002
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Ciências Sociais
Instituição
PUC-SP
Idioma
Português
Palavras chave
Educação
Cidadania
Ética
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Paraisópolis
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1998-2002

Jovens no município de São Paulo: Explorando o efeito das relações de vizinhança

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Bichir, Renata Mirandola
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Torres, Haroldo Da Gama
Ferreira, Maria Paula
Sexo:
Homem
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
1517-4115
Código de Publicação (DOI)
http://dx.doi.org/10.22296/2317-1529.2004v6n2p53
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
6
Ano de Publicação
2004
Página Inicial
59
Página Final
69
Idioma
Português
Palavras chave
Riscos sociais
Segregação
Políticas sociais
Juventude
Resumo

O objetivo desse artigo é testar a hipótese de acúmulo de indicadores negativos nas áreas periféricas do município de São Paulo, abordando alguns tipos de riscos sociais que incidem sobre indivíduos jovens, como desemprego, violência urbana, baixo nível educacional e gravidez na adolescência. Para tanto, são utilizados métodos de estatística espacial e as áreas de ponderação da amostra do Censo Demográfico (IBGE, 2000). Ao contrário da visão bastante difundida, os resultados apontam, de modo geral, para a questão da heterogeneidade da periferia, ou seja, para a não-sobreposição espacial de diversos riscos considerados. Desse modo, os resultados indicam a complexa estruturação dos riscos sociais em municípios como São Paulo, o que tem importantes consequências para o planejamento de políticas públicas.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
s/i
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/116/100

Juventude, igualdade e protestos

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Scalon, Celi
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.47
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v. 1 n. 2
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Online
Página Inicial
179
Página Final
204
Idioma
Português
Palavras chave
Protestos
Juventude
Classes
Justiça social
Desenvolvimento
Resumo

O artigo se refere à conferência proferida no XVI Congresso Brasileiro de Sociologia, em Salvador. Nele, busco analisar as jornadas de Junho de 2013, ocorridas em todo o Brasil, à luz do debate sobre desigualdades, classes sociais e juventude. Para tanto, foram incorporados resultados de várias pesquisas, quantitativas e qualitativas, realizadas em diferentes períodos. O argumento do texto procura recuperar, ainda, a discussão sobre opções de políticas públicas e suas consequências para as condições de vida das populações, mais especificamente, a brasileira. Nesse sentido, questiona os limites do foco no aumento de crédito e consumo, sem respectivo investimento em bens e serviços públicos e universais. Em última instância, se vincula ao debate sobre modelos de desenvolvimento, justiça social, direitos e cidadania. 

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Cidade/Município
Salvador
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Bahia
Referência Temporal
2013
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/60