Modo de vida, imaginário social e cotidiano

Drogas na adolescência: análise do uso de substância químicas entre adolescentes estudantes de escolas públicas e particulares de Campinas, SP

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Armani, Maria Alice de Araújo
Sexo
Mulher
Orientador
Martins Filho, José
Ano de Publicação
2007
Programa
Saúde da criança e do adolescente
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Adolescência
Drogas
Anticoncepção
Adolescentes
Escolas públicas
Resumo

Objetivo: Pesquisar, entre adolescentes de diferentes níveis sócio-culturais, estudantes de escolas públicas e privadas, uso de medicações específicas (fórmulas laboratoriais que visam emagrecimento, inibidores do apetite, ¿orlistat¿, anabólicos e esteróides, laxantes, diuréticos), tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas, início de vida sexual, prevenção de gestações e DST e utilização de métodos anticoncepcionais. Métodos: Foi realizada uma pesquisa entre adolescentes estudantes do sexo feminino, com idades de 14 a 18 anos, sendo 171 de duas escolas públicas e 105 de três escolas privadas de distintas regiões de Campinas, SP, aplicando-se a elas um questionário elaborado que buscou elucidar as referidas indagações, com prévia entrega de Termos de Consentimento Livre e Esclarecido. As respostas obtidas foram colocadas em banco de dados e submetidas a análise estatística específica. Resultados: No estudo, referiam tabagismo 26,32% (n=45) das alunas de escolas públicas e 28,57% (n=30) das alunas de escolas particulares. Afirmava uso de algum tipo de bebida alcoólica 80,70% (n=138) das alunas de escolas públicas e 94,29% (n=99) das alunas de escolas particulares. Foi relatada influência de amigos e familiares para ambos os hábitos. Em relação ao questionamento sobre modelagem corporal, possuía desejo de emagrecer 29,82% (n=51) de alunas de escolas públicas e 57,14% (n=60) de alunas de escolas particulares, havendo prevalência de uso de laxantes, fórmulas para emagrecer e moderadores de apetite, respectivamente entre 22,86% (n=24), 14,29% (n=15) e 16,19% (n=17) de alunas de escolas particulares. Ao serem interrogadas se utilizavam medicações com prescrição médica, apenas 4,68% das alunas de escolas públicas respondeu afirmativamente, contra 14,29% das alunas de escolas particulares. Já tinha iniciado vida sexual 52,05% (n=89) das alunas de escolas públicas e 23,81% (n=25) das alunas de escolas particulares, sendo que a idade predominante foi de 15 anos para as de escolas públicas e 16 anos para as estudantes de escolas particulares. Das alunas de instituições públicas que haviam iniciado vida sexual, 19,30% e 1,17% tinha, respectivamente, um e dois filhos. Referiram usar pílula anticoncepcional, 43,82% das alunas de escolas públicas e 60% das alunas de escolas particulares sexualmente ativas, respectivamente, 4,62% e 4,76% com receita médica. Apesar de ser o método mais usado entre as estudantes, havia adolescentes sexualmente ativas que negavam a utilização do preservativo (10,11% das estudantes de escolas públicas e 12% das de particulares), não evitando, portanto, gestação indesejada ou doença sexualmente transmissível. Bebiam, fumavam , faziam uso de algum medicamento e anticoncepcional: 41,67% (n=10) das alunas de escolas públicas e 58,33% (n=14) das alunas de escolas particulares. Conclusão: Considerável número de adolescentes, de níveis socioeconômicos e culturais diversos, com pesos adequados, gostariam de ser mais magras e, para tanto, principalmente estudantes de instituições particulares, usavam medicações. Há influência de familiares e amigos nos hábitos de fumar e beber. Havia adolescentes sexualmente ativas que ainda não utilizavam preservativo, não evitando, portanto, gestação indesejada ou doença sexualmente transmissível. O uso de anticoncepcional com prescrição médica foi escasso, tanto entre alunas de escolas públicas como alunas de escolas particulares. A associação do tabagismo e hábito de beber com início de vida sexual foi evidenciado, não se definindo, entretanto, qual hábito foi precursor.

Autor do Resumo
Autor
Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/310097

A inclusão social pelo trabalho em Campinas: um debate sobre o direito, o desejo e a necessidade de acesso ao trabalho para as pessoas com transtornos mentais

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Silva, Ana Paula Donizete da
Sexo
Mulher
Orientador
Ferigato, Sabrina Helena
Ano de Publicação
2015
Programa
Saúde Coletiva: Políticas e Gestão em Saúde
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Trabalho
Reabilitação psicossocial
Inclusão social
Saúde mental
Desejo
Resumo

A presente pesquisa busca explorar a experiência de inclusão social de pessoas com transtornos mentais em Campinas-SP. Importa aqui, relacionar as questões de acesso ao trabalho desses sujeitos com as dimensões de seus direitos, desejos e necessidades em desenvolver uma atividade laborativa. Trata-se uma pesquisa de natureza qualitativa que se desenvolve na perspectiva de um estudo interventivo e participativo, que incluiu pesquisa de campo, revisão bibliográfica de artigos, livros e teses dentro do campo da clínica psicossocial, da saúde coletiva, entre outros aportes teóricos. O campo investigado, circunscreveu os espaços deliberativos e de tomada de decisões, pertencentes ao conjunto de iniciativas de geração de renda desenvolvidas no município de Campinas-SP, tal seleção se deu em razão destes espaços serem elucidativos da temática aqui tratada. Posto isto, a assembleia do Núcleo de Oficinas e Trabalho (NOT) e as rodas de conversas de três oficinas passaram a integrar o campo de pesquisa. Por meio de ferramentas de produção de dados como a observação participante, diário de campo e grupos focais, este estudo apresenta o material produzido a partir da participação de oficineiros e seus monitores. Com isso pudemos nos aprofundar na análise de como as dimensões supracitadas compareceram nesse espaço. Como resultados identificamos que a necessidade pelo trabalho, bem como o direito e o desejo de trabalhar são categorias que expressam não apenas importantes movimentos de constituição do sujeito em suas relações com trabalho, mas que também podem nortear processos emancipatórios, que confluem para a produção de uma sociedade mais justa e solidária.

Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/313049

Perfil sociodemográfico, estilo de vida, condições de saúde e transtorno mental comum de trabalhadores de uma penitenciária feminina do estado de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Silva, Heloísa Maris Martins
Sexo
Mulher
Orientador
Santiago, Silva Maria
Ano de Publicação
2014
Programa
Saúde Coletiva: Políticas e Gestão em Saúde
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Saúde do trabalhador
Prisão
Inquéritos demográficos
Estilo de vida
Transtornos mentais - Epidemiologia
Resumo

O presente trabalho tem como principal objetivo descrever o perfil dos trabalhadores de uma penitenciária feminina do estado de São Paulo de forma a conhecer suas necessidades e desenvolver ações de promoção à saúde e prevenção de doenças. Para atingir este objetivo serão abordadas características sociodemográficas, estilo de vida, condições de saúde e transtorno mental comum. Trata-se de um estudo descritivo transversal que faz parte do Projeto Atenção Integral à Saúde da Mulher no Cárcere e dos Servidores da Penitenciária Feminina de Campinas - SP, desenvolvido por pesquisadores do Departamento de Saúde Coletiva (DSC) da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM-UNICAMP). Os dados foram obtidos através de questionário. O hábito de fumar, o consumo de bebidas alcoólicas e o transtorno mental comum foram avaliados a partir da aplicação de instrumentos validados que são respectivamente, Teste de Fagerström, AUDIT e SQR 20. Foram entrevistados 127 servidores envolvidos tanto na área administrativa quanto na área de segurança. A maioria dos trabalhadores é do sexo feminino (57,9%), a média de idade foi 41,3 anos (DP 10,2). Vivem em união conjugal 63,5% dos entrevistados e 75,4% tem filhos. Quanto à escolaridade, 50% dos servidores já cursou ou está cursando o curso superior. Foi encontrado que 63,5% trabalham na área de segurança, carga horária média de 38,6 horas por semana (DP=5,1), tempo de trabalho nesta unidade prisional de 10 anos ou mais em 48,7% dos casos, sendo que 68,2% tem renda de até 4 salários mínimos.Não foi encontrada prevalência de doenças crônicas estatisticamente diferente da população geral e de outros estudos. O transtorno mental comum foi encontrado em 15.2% da amostra.

Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/313085

Antropologia da cidade: entre São Paulo e Lisboa

Tipo de material
Livre Docência
Autor Principal
Frúgoli Júnior, Heitor
Sexo
Homem
Ano de Publicação
2014
Programa
Antropologia
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Antropologia urbana
Cidades
Etnografia
São Paulo (SP)
Lisboa
Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
País estrangeiro
Portugal
Especificação da Referência Espacial
Área Metropolitana de Lisboa; Lisboa
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
http://dedalus.usp.br/F/UDGCN784T1YYPY79NAE2SHEV3XAEG5QBLV7F48I6G23F2REH65-36130?func=full-set-set&set_number=008210&set_entry=000008&format=999

Da periferia ao centro: trajetórias de pesquisa em antropologia urbana em São Paulo

Tipo de material
Livre Docência
Autor Principal
Magnani, José Guilherme Cantor
Sexo
Homem
Ano de Publicação
2010
Programa
Antropologia
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Antropologia urbana
Etnografia
Periferia
Áreas centrais
Cidades (Pesquisa, Aspectos urbanísticos)
Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
http://dedalus.usp.br/F/UDGCN784T1YYPY79NAE2SHEV3XAEG5QBLV7F48I6G23F2REH65-08171?func=full-set-set&set_number=006417&set_entry=000007&format=999

Síntese das artes e cultura urbana: Arte, Arquitetura e Cidade em São Paulo, 1950

Tipo de material
Livre Docência
Autor Principal
Silva, Fernanda Fernandes da
Sexo
Mulher
Ano de Publicação
2014
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Artes
Arquitetura
Arte concreta
São Paulo (SP) - 1950
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Século XX; 1950
Localização Eletrônica
http://dedalus.usp.br/F/JLTFY5I53CJLL8HRDKNFKKFAFI2M2QNLVLHP9Q2Q93NXJK7FXD-03243?func=full-set-set&set_number=000736&set_entry=000003&format=999

A guerra como modo de governo em favelas do Rio de Janeiro

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Alexandre Almeida de Magalhães
Sexo
Homem
Título do periódico
Revista Brasileira de Ciências Sociais
Volume
v. 36
Ano de Publicação
2021
Página Inicial
1
Página Final
20
Idioma
Português
Palavras chave
Favelas
Rio de Janeiro
Guerra
Destruição
Vida
Resumo

Minha intenção neste artigo é discutir como a guerra é um recurso político de governo da vida e da morte de determinadas populações na cidade do Rio de Janeiro. Nesse sentido, sugiro pensar as relações entre os diferentes
aparatos estatais e os moradores de favelas cariocas a partir da “lógica da destruição”, na qual a guerra emerge como o modo mesmo de governar estas populações. As reflexões aqui apresentadas se sustentarão na análise da intervenção federal nas forças de segurança estaduais implementada em 2018 no Rio de Janeiro. Intentarei demonstrar
dois processos interconectados, dando ênfase, nesse texto, ao primeiro deles: por um lado, como as experiências de vida
destas populações se constituem a partir de uma constante exposição à morte, a formas de destruição de seus modos de existir na cidade e à produção de dor e sofrimento. Por outro, quais formas essas pessoas criam para contornar ou atravessar a destruição e a devastação, a fim de continuar existindo e reabitar a vida.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2017-2020

O jongo e o moçambique no Vale do Paraíba (1988 2014): cultura, práticas e representações

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Cruz, Luiz Paulo Alves da
Sexo
Homem
Orientador
Dias, Luiz Antônio
Ano de Publicação
2015
Local da Publicação
São Paulo
Programa
História
Instituição
PUC/SP
Página Inicial
1
Página Final
178
Idioma
Português
Palavras chave
Jongo
Moçambique
Vale do Paraíba
Africanidade
Cultura negra
Resumo

Este trabalho tem como objetivo principal analisar as manifestações culturais e religiosas do jongo e do moçambique no Vale do Paraíba no período de 1988 a 2014. Através da memória dos jongueiros e dos moçambiqueiros, buscamos reconstruir seus laços identitários. Por meio da análise das fontes compreendemos suas formas de transmitir a história através de suas expressões performáticas durante os festejos, tendo na oralidade suporte vital para a transmissão dos saberes, histórias, memórias e tradições afro-brasileiras. Dessa forma, foram realizadas interpretações das indumentárias, dos instrumentos, dos signos e símbolos presentes no jongo e no moçambique. Durante seus festejos encontramos elos de ligação com o Continente Africano, sobretudo a África Banto, constituindo as africanidades. Os membros do jongo e do moçambique são descendentes dos escravos que no passado criaram essas manifestações culturais e religiosas como forma de resistência que influenciaram e continuam influenciando na formação social, cultural e religiosa do Brasil.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Vale do Paraíba
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1988-2014
Localização Eletrônica
https://tede2.pucsp.br/handle/handle/12891

Não há cura sem anúncio: ciência, medicina e propaganda (São Paulo, 1930-1939)

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Rodrigues, Gabriel Kenzo
Sexo
Homem
Orientador
Romero, Mariza
Ano de Publicação
2015
Local da Publicação
São Paulo
Programa
História
Instituição
PUC-SP
Página Inicial
1
Página Final
186
Idioma
Português
Palavras chave
História da saúde
História da ciência
Propaganda e publicidade
História de São Paulo
Resumo

O trabalho busca analisar o momento de transição de um modelo de consumo de cura que abrigava não apenas uma corrente científica considerada ultrapassada, como também todos os tipos de curas populares para um novo modelo reconhecido como científico pelos saberes oficiais, que estava intimamente atrelado não apenas às últimas descobertas no campo farmacêutico, como às novas modalidades de produção decorrentes da Segunda Revolução Industrial, que caminharam contíguas ao capitalismo monopolista internacional da primeira metade do século XX. Para compreender a especificidade deste momento, foi adotada uma postura que buscou relacionar o desenvolvimento deste modelo de cura com elementos que não se encontrassem apenas no âmbito circunscrito da documentação institucional. Assim, o trabalho pretende analisar o percurso de como o espaço da cura, que nos dias atuais é hegemônica, se alargou em diferentes instâncias sociais, para além da comprovação da sua eficácia químico-biológica. Os anúncios farmacêuticos, presentes em grande quantidade nos periódicos, surgiram então como uma documentação capaz de esclarecer como ocorreu esta transição. A partir deles, tornou-se possível adentrar em uma esfera pouco explorada na história da ciência, a saber, como o modelo científico que se pretende hegemônico opera para se firmar no cotidiano da sociedade, utilizando elementos prosaicos para estabelecer uma comunicação com os seus receptores. Utilizando o já existente e, ao mesmo tempo, instituindo o novo, os anúncios mostram claramente as sutilezas da sociedade da época referentes ao corpo doente que não apareceriam nos documentos oficiais, sejam estes tratados médicos, laudos, diagnósticos, etc. O corpo doente aparece então na sua dimensão social, evidenciando o que este perde em termos propriamente sociais: o trabalhador impossibilitado de produzir, o sifilítico que não poderá se casar até convalescer, a mulher que não conseguirá um marido por conta das questões estéticas advindas da falta de saúde etc. Todos estes são elementos habilmente utilizados pelas agências publicitárias, que ao buscar aumentar o lucro dos laboratórios contratantes acabam criando igualmente um espaço de disputa de representações de visões e modelos de cura.

Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1930-1939
Localização Eletrônica
https://tede2.pucsp.br/handle/handle/12875

A cidade, o lazer e a criança: o Programa Curumim no Sesc/Santana (2005 a 2014)

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Teixeira, Alexandre Francisco Silva
Sexo
Homem
Orientador
Avelino, Yvone Dias
Ano de Publicação
2015
Local da Publicação
São Paulo
Programa
História
Instituição
PUC/SP
Página Inicial
1
Página Final
169
Idioma
Português
Palavras chave
Lazer na cidade de São Paulo
SESC/SP
Lazer e educação
Programa Curumim
Resumo

O objetivo principal desta pesquisa foi realizar estudos sobre o cotidiano urbano do lazer na Zona Norte paulistana, especialmente relacionado ao Centro Cultural e Desportivo implantado pelo Serviço Social do Comércio do Estado de São Paulo, o SESC/Santana. A escolha da área de estudo justifica-se por ser o lazer na cidade em diferentes momentos de sua história um assunto pouco explorado no meio acadêmico. O método de trabalho adotado baseou-se no estudo de imagens, relatórios, vídeos, entrevistas e bibliografia especializada referente ao lazer organizado pelo SESC/SP. Tais fontes esclareceram, entre tantas, uma singular maneira de organizar o tempo/espaço do lazer nesta região da cidade nos anos de 2005 a 2014. Para alcançar resultados para esta investigação sobre a estratégia do SESC/SP para o lazer socioeducativo, fez-se a escolha pelo Programa Curumim presente na programação do SESC/Santana desde sua inauguração.

Autor do Resumo
Autor
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Zona
Zona Norte
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Santana
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2005-2014
Localização Eletrônica
https://tede2.pucsp.br/handle/handle/12867