Serviços, espaços e padrões de consumo

A contribuição dos jogos eletrônicos para o consumo consciente: um estudo de caso no Colégio Integrado Santa Inês (2006 - 2007)

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Rodrigues, Rafael Augusto Bertoni
Sexo
Homem
Orientador
Sanchez, Petra Sanchez
Ano de Publicação
2008
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Educação, Arte e História da Cultura
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Jogos Eletrônicos
consumo
educação ambiental
Resumo

O vocábulo consumo quer em sua forma substantivada, quer como primeira pessoa do presente do indicativo do verbo consumir,  sempre surge em nossas vidas, e todas as vezes associado ao gasto de dinheiro. Trata-se de algo que nos acompanha no nosso dia-a-dia. A escola, até os dias de hoje, pouco se preocupou com esse tema cada vez mais recorrente. O presente trabalho pretende abordar o assunto e sugerir uma solução para que ele seja discutido e analisado em sala de aula. Pretendo aqui que o professor trabalhe o entendimento do seu aluno para que ele se torne um cidadão, no sentido pleno da palavra, que inclui ter consciência de seu papel social político e econômico no contexto da sociedade. Para que isso ocorra, os professores devem promover debates entre seus pares e seus alunos para que a questão do consumo consciente se aflore e promova mudanças de comportamento. Esse processo de ensino em relação ao consumo até hoje vem sendo feito apenas pelos meios de comunicação, e na maioria dos casos, na contramão da cidadania, infelizmente. O resultado é que as pessoas se tornam alienadas e passam a responder do modo como esses meios insinuam, forçando-as a consumir sem realmente perceber a real necessidade do que consomem. A pesquisa foi desenvolvida no Colégio Integrado Santa Inês, uma instituição de Ensino Fundamental e Médio, uma instituição da rede privada de ensino. A abordagem é qualitativa, assumindo a forma de estudo de caso. Iniciando-se com uma investigação exploratória para conhecer a realidade da instituição quanto à abordagem do tema consumo. Os dados coletados, bem como a pesquisa bibliográfica, permitiram a criação de um software que instigue e permita, sob a orientação dos professores, que os alunos possam vivenciar a experiência de consumidores; então nada melhor do que a vivência, mesmo que virtual, para que se perceba a necessidade de uma postura crítica quanto ao que a publicidade determina que seja consumo.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2006-2007
Localização Eletrônica
https://dspace.mackenzie.br/items/483c668e-e87c-44cd-8aaf-3a9d69bba80e

O arquiteto e o mercado imobiliário residencial na cidade de São Paulo no século XXI (2000-2011)

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Moraes, Sandra Regina Casagrande de
Sexo
Mulher
Orientador
Perrone, Rafael Antonio Cunha
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
Universidade Presbiteriana Mackenzie
Idioma
Português
Palavras chave
mercado imobiliário
verticalização
produto imobiliário
agente imobiliário
marketing imobiliário
Resumo

A produção dos arquitetos para o mercado imobiliário residencial vertical no século XXI na cidade de São Paulo é o alvo principal da presente pesquisa que ao longo do trabalho pretende discutir e demonstrar a transformação da arquitetura em simples objeto de consumo, em função da forte influência do marketing, com a consequente transformação do papel do arquiteto no processo de produção e definição do produto imobiliário, cujos fatores estão relacionados a questões menos criativas, e mais técnicas, tais como a racionalização das construções, a otimização dos espaços, o melhor aproveitamento dos potenciais construtivos e, em particular, a busca obsessiva pelo resultado financeiro, que, via de regra, não consulta todo o interesse do consumidor final. Na verdade, essa produção constitui grande parte da prática da arquitetura e da construção das cidades, que, afinal, é um importante campo de atuação do arquiteto, comumente pouco explorado no meio acadêmico. Também explora o fazer arquitetônico que, diante desse mercado transformou o projeto em simples produto, ao mesmo tempo em que transformou o lote onde está inserido o edifício em empreendimento imobiliário, que criou a ruptura entre a aparência externa (fachada) com o corpo ou a forma do edifício, e que introduziu o elemento estético-formal na formatação do produto imobiliário, de forma a reproduzir o estilo de vida como consumo diferenciado, ambiente social distinto. Desse modo, tudo se encaminha para a mera profissionalização do arquiteto em um mercado que busca uma arquitetura não só com soluções estéticas e funcionais, mas que envolva soluções, resultados e viabilização tanto tecnológica quanto financeira. A verticalização, por seu turno, também ganha destaque por ser um fenômeno marcante na cidade a partir do início do século XXI e, responsável por alterações drásticas no perfil da cidade.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2000-2011
Localização Eletrônica
http://dspace.mackenzie.br/handle/10899/25820

A Influência da Educação Ambiental na Prevenção da Poluição Visual em Anúncios Publicitários em Mídia Exterior: Uma Experiência no Município de São Paulo, Bairro de Higienópolis (2004-2005)

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Favaro, José Estevão
Sexo
Homem
Orientador
Sanchez Sanchez, Petra
Ano de Publicação
2005
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Educação, Arte e História da Cultura
Instituição
Universidade Presbiteriana Mackenzie
Idioma
Português
Palavras chave
educação ambiental
poluição visual em mídia exterior
Resumo

A perspectiva do presente estudo se desenvolve em duas vertentes: a primeira é uma análise dos programas dos cursos de publicidade e propaganda para verificar se neles estão incluídos temas de educação ambiental e respectiva legislação, voltados especificamente para a prevenção da poluição visual provocada pela mídia exterior; e a segunda verificar a possibilidade de o consumidor reagir frente aos impactos dos anúncios veiculados nesse tipo de mídia quando são publicados de maneia ostensiva e concentrada. Para tanto percorremos dois momentos distintos, embora indissociáveis. Num primeiro, foi feita uma breve retrospectiva histórica, abordada em três seções: a cidade e o meio ambiente, uma discussão sobre a evolução anômala da cidade e suas conseqüências; a propaganda, onde destacamos as necessidades humanas de consumo que impulsionam sempre a criação de novos meios de comunicação publicitária; e, o ensino da publicidade e propaganda, com o recuo temporal até o século XIX. Em favor desses três aspectos  argumentamos acerca da importância do conhecimento sobre questões ambientais nesse período de formação profissional. Num segundo momento, procedemos ao estudo de caso que focalizou o bairro de Higienópolis, baseando-nos principalmente em duas de suas principais vias: a Rua da Consolação e a Avenida Angélica, e na forma como a propaganda ao ar livre foi explorada em cada um desses logradouros. A base desse estudo foi a pesquisa de opinião de diferentes grupos, colhida por meio de entrevistas de seus representantes. A pesquisa revelou que as questões ambientais, em termos gerais, e, em particular a poluição visual provocada pela comunicação mediante a mídia exterior, são abordadas superficialmente durante o período formativo do aluno e que às leis, não é dado o destaque merecido à legislação especifica. Essa superficialidade torna esse assunto desconhecido ou desprezado pelos publicitários, levando-os a utilizar incorretamente a mídia, incorrendo assim na ilegalidade. Tal comportamento é reforçado pela quase ausência de fiscalização, que visa reduzir a poluição visual causada por placas, faixas e outdoors  irregulares na cidade, entre outros. Essa ausência deixa o cidadão  à mercê dos anúncios publicitários excessivos e irregulares. Entretanto, grande parte da população também se omite e não colabora na fiscalização dos anúncios que poluem o meio ambiente, deixando de comprar, por exemplo produtos ou serviços anunciados em locais proibidos ou em painéis poluidores da paisagem urbana. A esse respeito, verificamos que o consumidor ainda não tem discernimento por absoluta falta de informação do que seja a convivência harmoniosa da publicidade externa com a beleza do espaço urbano e, por essa razão, também ignora que o excesso de mensagens é uma falta de respeito e uma ofensa a si mesmo como consumidor.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Higienópolis
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)

A Formação e a Prática do Professor de Biblioteconomia: Estudo exploratório em quatro Escolas de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Beatriz Pinheiro da Guia
Sexo
Mulher
Ano de Publicação
2005
Local da Publicação
São Paulo
Programa
EDUCAÇÃO, ARTE E HISTÓRIA DA CULTURA
Instituição
Universidade Presbiteriana Mackenzie
Idioma
Português
Palavras chave
biblioteconomia
formação docente
ensino superior
Resumo

Esta dissertação procura investigar quem é e como atua o professor de ensino superior em Biblioteconomia. A pesquisa foi realizada a partir de entrevistas com docentes de quatro cursos de graduação do Estado de São Paulo. O objetivo foi identificar como e em que etapa da formação do bibliotecário ¾ graduação, estágio, atividade profissional cotidiana, formação continuada ou especial ¾ poderiam ser incluídos o estudo e a aprendizagem de competências pedagógicas, a fim de que esse profissional pudesse desempenhar, de modo satisfatório, a docência no ensino superior.
A mola propulsora do trabalho é o fato de que não existe no Brasil, ainda, a licenciatura em Biblioteconomia. De modo geral, o professor de Biblioteconomia passa a exercer a docência depois do mestrado, doutorado ou, simplesmente, a partir de sua atuação profissional como bibliotecário. A tese aqui defendida é a de que o exercício docente no ensino superior exige competências específicas e embasamento didático-pedagógico. Para isso, a dissertação tem como eixo teórico o trabalho do sociólogo suíço Philippe Perrenoud, professor da Universidade de Genebra e atualmente um dos principais estudiosos das práticas pedagógicas e da formação de professores.  
No primeiro capítulo, investiga-se o conceito de competência e busca-se traçar um perfil profissional do bibliotecário na conjuntura atual da Sociedade da Informação e do Conhecimento. No segundo capítulo, estudam-se as habilidades requeridas para a docência no ensino superior. O terceiro momento apresenta um breve histórico do ensino e dos currículos de Biblioteconomia no Brasil. No quarto capítulo, realiza-se uma pesquisa qualitativa a partir de entrevistas com professores dos seguintes cursos de graduação em Biblioteconomia: Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas) e Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). Os dados obtidos são analisados e interpretados. Por fim, destacam-se algumas conclusões e sugestões para que o bibliotecário possa atuar de forma comprometida, em consonância com outros profissionais docentes e com as demandas da sociedade do século XXI.

Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2005

Flexibilidade espacial: um princípio revisitado em empreendimentos imobiliários paulistanos

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Machado, Aline Triñanes
Sexo
Mulher
Orientador
Eunice Helena Sguizzard Abascal
Ano de Publicação
2012
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
Universidade Presbiteriana Mackenzie
Página Final
195
Idioma
Português
Palavras chave
flexibilidade
apartamentos paulistanos
mercado imobiliário
Resumo

A dissertação apresenta a maneira como a produção de edifícios residenciais paulistanos do início do século XXI tem reproduzido a flexibilidade espacial, que implica em projetos com espacialidade fluida e livre, resgatando um dos princípios lecorbusierianos, caros à arquitetura moderna, possibilitando diversidade programática e singularidade dos espaços.
O conceito de flexibilidade tem sido retomado em projetos de um nicho específico do mercado imobiliário como forma de resgatar uma qualidade benéfica a seus usuários, mas principalmente de agregar valores de mercado aos seus edifícios, projetados como produtos imobiliários. Assim, há a necessidade de caracterização do fenômeno desde seu início, tanto do ponto de vista técnico, espacial e construtivo, como a conformação dos condomínios. A averiguação do fenômeno será realizada com base no levantamento dos referenciais teóricos nos assuntos envolvidos, reportagens recentes sobre a produção residencial vertical paulistana, entrevistas com diferentes agentes deste nicho da produção imobiliária e análise de plantas de apartamentos flexíveis da última década.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Século XXI
Localização Eletrônica
https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/25931

Trabalhadores de Madureira

Tipo de material
Material Audiovisual
Autor Principal
João Felipe Pereira Brito
Sexo
Homem
Ano de Publicação
2015
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Instituição
Museu Afrodigital - UERJ
Descrição Adicional
Exposição de fotos referentes ao trabalho de campo da pesquisa de doutorado do autor. Exposição no Museu Afrodigital - Rio de Janeiro (UERJ).
Idioma
Português
Palavras chave
trabalho
precarização
informalidade
precariado
representações simbólicas
Resumo

As fotos que integram esse pequeno álbum chamado “Trabalhadores de Madureira” foram tiradas entre os anos de 2013 e 2015, ao longo de meu trabalho de campo nesse bairro do subúrbio carioca. Visitante esporádico do bairro desde minha infância, Madureira tornou-se objetivo de pesquisa no meu doutorado em Sociologia e Antropologia pelo PPGSA-UFRJ, que já se aproxima do fim. Como o trabalho que realizo discute os usos e efeitos de algumas representações simbólicas sobre o bairro – que, por serem eficazes, trazem reconhecimento e prestígio ao lugar -, busquei, através de observações e demais métodos, outras representações possíveis sobre Madureira, de menor reconhecimento para os “de fora” do bairro, e recebedoras de menores investimentos midiáticos. Para os que visitam Madureira sob qualquer justificativa, passeando por seus três lados separados por duas linhas férreas, é impossível não incluir no imaginário sobre o bairro uma intensa ocupação do espaço público por gente de todo tipo. E no meio dessa gente toda, ora oferecendo mercadorias e serviços, ora oferecendo informações indispensáveis e segurança nos caminhos e pontos de ônibus noturnos, os diversos trabalhadores que têm o bairro como lugar de suas estratégias pessoais, de suas experiências de labor e persistência, de suas oportunidades de vida. A “capital do samba” tem labuta em todo canto!

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Zona
Norte
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Madureira
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2009-2016
Localização Eletrônica
http://www.museuafrorio.uerj.br/?work=trabalhadores-de-madureira

Terras Quentes Reinventadas: a criação do bairro Gericinó como parte de transformações urbanas do bairro Bangu

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
João Felipe Pereira Brito
Sexo
Homem
Orientador
Maria Celi Scalon
Ano de Publicação
2012
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
PPGSA
Instituição
UFRJ
Página Inicial
1
Página Final
138
Idioma
Português
Palavras chave
reabilitação urbana
representações simbólicas
patrimônio industrial
memória social
Gericinó
Resumo

O presente trabalho tem como intuito discutir modelos de desigualdade existentes nos processos de urbanização e “renovação” das cidades contemporâneas. O objeto de minha pesquisa é a antiga área do bairro Bangu, atualmente dividida entre os bairros Bangu e Gericinó – este último foi criado há apenas sete anos e possui instituições que chamarei de estigmatizantes: presídios e aterro controlado. Inicialmente constituído por uma Vila Operária de 95 casas, o bairro Bangu, em poucos mais de cem anos, tornou-se um dos mais populosos da cidade, e no decorrer de sua história teve, a começar pela fábrica de tecidos que lhe deu origem, algumas instituições que o caracterizaram e moldaram a identidade de seus habitantes no convívio com os demais habitantes do Rio de Janeiro. É o processo de mudança social porque passou o bairro e suas instituições, na passagem do século passado para este, que conduz as principais questões desta pesquisa. A fábrica tornou-se um shopping center e o território do bairro também foi modificado com a já citada criação de Gericinó, e este é o elemento diferenciador deste processo de mudança social e reconstrução de um lugar urbano. A análise se concentra nos discursos dos idealizadores do projeto de criação do novo bairro, da imprensa e de moradores dos lugares envolvidos.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Zona
Oeste
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Bangu; Gericinó
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2004-2012
Localização Eletrônica
https://www.academia.edu/35092173/Disserta%C3%A7%C3%A3o_para_Mestrado_em_Sociologia_e_Antropologia_PPGSA_UFRJ_2012_Terras_Quentes_Reinventadas_a_cria%C3%A7%C3%A3o_do_bairro_Gericin%C3%B3_como_parte_de_transforma%C3%A7%C3%B5es_urbanas_do_bairro_Bangu_

O lugar das galerias do Centro de São Paulo: relações entre espaço público e privado.

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Machado, Joana Sarue
Sexo
Mulher
Orientador
Ana Gabriela Godinho Lima
Ano de Publicação
2008
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
Universidade Presbiteriana Mackenzie
Página Final
144
Idioma
Português
Palavras chave
galerias comerciais
espaço público
espaço privado
Resumo

Ao analisar os antigos espaços destinados ao comércio na história da civilização mundial pode-se notar que esses locais não só se destinavam à troca de mercadorias excedentes, mas também funcionavam como lugar do encontro e da vida pública dos cidadãos, como era o caso do bazar árabe, da ágora grega e dos mercados de Paris. Este uso do espaço público para o comércio irá sofrer grandes modificações com a Revolução Industrial, quando as mercadorias passaram a ser produzidas em grande escala e a população como um todo passou a ter acesso ao local de venda destes produtos. É a época do surgimento das grandes lojas de
departamento e das galerias comerciais.
As galerias, também chamadas de passagens, surgiram em Paris, no século XIX e se espalharam pelo mundo, modificando as relações entre público e privado no espaço urbano das cidades. Por ser um espaço privado, acessível ao público em geral, pôde-se transitar nele sem que a necessidade de consumir algo.
Diferentemente dos centros de compras fechados, estes espaços se relacionavam de forma mais aberta com a cidade, sem barreiras tão definidas entre os espaços públicos e privados ou semi-privados.
Em São Paulo as galerias comerciais surgiram no século XX, tendo como base a ideia francesa e com a intenção de aumentar as áreas "rentáveis" dos edifícios. A grande maioria delas existe até hoje e está localizada no Centro Novo da cidade.
Com seus usos destinados ao comércio e serviços, muitas delas acabaram por se especializar em algum tipo de produto. São utilizadas também como passagem para os pedestres que querem apenas cruzar as quadras através de seu interior. Esta pesquisa visa a análise de alguns destes lugares, do ponto de vista da relação que estabelecem entre os espaços público e privado, levando em conta os acessos, circulação interna e outros pontos importantes do projeto de cada uma dessas galerias.

Referência Espacial
Zona
Centro
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Século XX
Localização Eletrônica
https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/26074

Hotel Design: novos rumos na arquitetura hoteleira ou estratégica de marketing? O caso de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Magalhães, Luciana Paiva de
Sexo
Mulher
Orientador
Mota, Carlos Guilherme Santos Serôa da
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
Universidade Presbiteriana Mackenzie
Página Final
125
Idioma
Português
Palavras chave
hotel design
design
hotelaria
Resumo

A presente Dissertação faz uma análise dos novos hotéis surgidos nos anos 1980, conhecidos como Hotéis Design. Inicialmente, a pesquisa apresenta um quadro geral da hotelaria e do design, introduzindo em seguida os hotéis precursores, sua essência e conceitos, finalizando com um paralelo entre dois projetos. O estudo ainda contempla o universo do designer Philippe Starck e a transição entre arquitetura, interiores e objetos. O trabalho também mostra a nova sociedade de consumo e de muitos estilos de vida.

Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Década de 1980
Localização Eletrônica
https://www.escavador.com/sobre/2003040/luciana-paiva-de-magalhaes

Special Issue: Brazil - Apresentação à edição especial

Tipo de material
Livro
Autor Principal
PAIVA, LUIZ GUILHERME MENDES DE (Org.)
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
FELTRAN, G. S. (Org.)
CARLOS, JULIANA DE OLIVEIRA (Org.)
Sexo:
Homem
Sexo:
Mulher
Autor Organizador
PAIVA, LUIZ GUILHERME MENDES DE
Código de Publicação (ISBN)
N/I
Código de Publicação (DOI)
https://jied.lse.ac.uk/articles/10.31389/jied.25/
Edição (nome da editora)
ed. Londres: LSE Press
Ano de Publicação
2019
Local da Publicação
https://jied.lse.ac.uk/issue/2/file/4/
Página Inicial
1
Página Final
137
Descrição Adicional
PAIVA, LUIZ GUILHERME MENDES DE (Org.) ; FELTRAN, G. S. (Org.) ; CARLOS, JULIANA DE OLIVEIRA (Org.) . Special Issue: Brazil - Journal of Illicit Economies and Development - LSE Press. 2. ed. Londres: LSE Press, 2019. v. 1. 137p .
. Luiz Guilherme Mendes de Paiva, Gabriel Feltran, Juliana de Oliveira Carlos,
’Apresentaca̧ ̃o à edica̧ ̃o especial’ (https://jied.lse.ac.uk/articles/10.31389/jied.25/), pp.
118-121
Idioma
Português
Palavras chave
economias ilícitas
desenvolvimento
Brasil
JIED
Resumo

A edição especial do Journal of Illicit Economies and Development explora diferentes aspectos do
funcionamento dos mercados ilegais no Brasil, suas conexões com atividades legais e as respostas institucionais. Os trabalhos jogam luz nos personagens, padrões morais e regras de operação
das economias ilegais, explorando a prevalência da regulação não-estatal, as conexões entre o
comércio ilegal e o desenvolvimento econômico. Este artigo oferece uma breve introdução a
respeito das pesquisas realizadas sobre o tema no Brasil, sublinhando os elementos centrais dos
artigos que compõem a edição especial

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
São Paulo
Zona
Leste
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Século XXI
Localização Eletrônica
https://jied.lse.ac.uk/issue/2/file/4/