Poder local e gestão urbana

Avenida Central Paulistana - Procedimentos de Desenho Urbano

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Akamine, Rogério
Sexo
Homem
Orientador
Soares, Silvio
Ano de Publicação
1998
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Espaços livres de edificação
Desenho urbano
Paisagem Urbana
Resumo

A dissertação consiste no estudo da cidade do ponto de vista do Desenho Urbano e da configuração da Paisagem. O contexto escolhido foi a cidade de São Paulo e, como objetos de estudo, três importantes avenidas de caráter central: Av. Paulista, Av. Brig. Faria Lima e Av. Eng. Luiz Carlos Berrini. O intuito foi a reconstituição de uma série de informações, sobre a qual se fundamentaria uma análise crítica a respeito da produção urbana. Apresenta-se uma conceituação sobre Desenho Urbano e Paisagem Urbana e descrevem-se algumas experiências urbanísticas. A legislação é tomada como ferramenta de Desenho Urbano. A evolução da Legislação Urbanística em São Paulo mostra a interferência do poder público na configuraçào morfológica da cidade. Destaca-se que a apropriação que o usuário faz do espaço urbano permite a atribuição de valores e a construção de uma imagem ideal de cidade. Os padrões de qualidade urbana estabelecidos por uma sociedade refletem na produção de novas áreas e na transformação de outras antigas.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Logradouro
Av. Paulista, Av. Brig. Faria Lima; Av. Eng. Luiz Carlos Berrini
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1995-1998

Etnografia de Espaços Estatais: Os Nomes das Ruas da Cidade de São Paulo

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Pinto, Danilo César Souza
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.2702
Título do periódico
Ponto Urbe - Revista do núcleo de antropologia urbana da USP
Volume
16
Ano de Publicação
2015
Local da Publicação
Online
Idioma
Português
Palavras chave
Estado
Política
Onomástica
Sociedade Brasileira
Denominação de Logradouros Públicos
Resumo

Trata-se de uma etnografia realizada na Câmara Municipal de São Paulo com o objetivo de compreender o processo de denominação de logradouros públicos. Reflete-se sobre o modus operandi do relacionamento parlamentar e destes com os demais públicos, configurando uma antropologia do Estado. Articula-se, ainda, o significado da outorga de nomes com processos sociais mais abrangentes de cunho classificatório, caracterizando uma antropologia da paisagem. Conclui-se pela indissociação e complementaridade dos processos políticos e classificatórios na atribuição dos nomes de logradouros, demonstrando como a história e memória contidas nestes são criadas na prática cotidiana do trabalho parlamentar.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Zona
Centro
Cidade/Município
São Paulo
Localidade
Câmara Municipal de São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/2702

Nos Trilhos de uma Urbanidade Excludente: Produção do Espaço dm Uberlândia/MG

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Mariano, Flávia Gabriella Franco
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
ISBN 1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.1456
Título do periódico
Ponto Urbe - Revista do núcleo de antropologia urbana da USP
Volume
14
Ano de Publicação
2014
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
cidade
urbanidade
segregação urbana
Uberlândia
modernidade
Resumo

Este artigo busca percorrer os trilhos sob os quais percorreram a formação espacial e o desenvolvimento da urbanidade na cidade de Uberlândia, desde os primórdios da elevação à categoria de cidade a antiga vila São Pedro de Uberabinha. Tivemos como objetivo geral analisar a formação e a organização estrutural da cidade identificando discursos e sentidos que permeiam os espaços urbanos e atentando-nos a compreender o teor ideológico e estratégico na formulação da urbanidade. Discutimos como a adequação da forma urbana às mudanças e necessidades econômicas assentaram-se em uma história oficializada por meio de símbolos da ordem, do progresso e da modernização, delineando configurações sociais e espaciais de uma cidade excludente. Utilizamos revisão bibliográfica, análise de fontes históricas primárias e análise de dados de documentos institucionais.

Este texto é parte da monografia intitulada “QUANDO MORAR É PRIVILÉGIO: ocupação do espaço urbano e as lutas populares por moradia em Uberlândia/MG”, que parte da discussão sobre o projeto de cidade hegemônico com fins de compreender o teor ideológico e estratégico das elites dirigentes na formulação dos espaços, para problematizar a espoliação do direito a moradia e da noção de “direito à cidade” como privações próprias do ordenamento capitalista da cidade.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Uberlândia
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/1456

“Tem que participar para tentar mudar! Criticar de fora é mole!”

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Cunha, Juliana Blasi
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.1379
Título do periódico
Ponto Urbe - Revista do núcleo de antropologia urbana da USP
Volume
14
Ano de Publicação
2014
Local da Publicação
Online
Idioma
Português
Palavras chave
políticas públicas
favela
organização sócio-espacial
gestão participativa e agência
Resumo

O trabalho tem como tema a trama articulada em torno do processo de intervenção pública em uma favela da Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro. Nesse trabalho, a partir da análise etnográfica do 1º Grande Fórum do PAC 2 no “Complexo Pavão-Pavãozinho-Cantagalo”, pretende-se apresentar, de forma breve, a dinâmica sócio espacial dos moradores desse lugar. Além de apresentar a forma como os moradores se organizam e se relacionam entre eles, o texto buscará, mais detidamente, pensar na forma como as lideranças locais percebem e se colocam diante dessa política pública. Mais especificamente, o trabalho se dedicará a analisar e descrever a retórica da “gestão participativa” acionada pelo PAC e, em contrapartida, os mecanismos e estratégias utilizados na prática por lideranças para buscar expor suas demandas e alcançar seus objetivos diante dessa política pública.

Disciplina
Referência Espacial
Zona
Sul
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Ipanema, Copacabana
Localidade
Complexo Pavão-Pavãozinho-Cantagalo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/1379

Metropolização e recursos hídricos na América Latina: o caso da Região Metropolitana de São Paulo e da Zona Metropolitana da Cidade do México (1970 a 2000)

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Campos, Valéria Nagy de Oliveira
Sexo
Mulher
Orientador
Scherer, Rebeca
Ano de Publicação
2001
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Programa Interunidade Integração da América Latina (PROLAM)
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
desenvolvimento urbano
recursos naturais
gestão
preservação
Resumo

Este trabalho tem como tema o impacto do processo de metropolização sobre os recursos hídricos. Evidencia os impasses que se apresentam à gestão destes recursos, face às peculiaridades político-administrativas das áreas que sofreram este processo. Versa especificamente sobre a atuação dos órgãos públicos na gestão destes recursos na Região Metropolitana de São Paulo - RMSP, e na Zona Metropolitana da Cidade do México - ZMCM, as maiores metrópoles da América Latina. A reflexão sobre o tema cobre as décadas de 70, 80 e 90. Considerando que as questões hídricas são geridas dentro de um contexto mais amplo, que envolve questões conceituais, como meio ambiente e desenvolvimento econômico, o trabalho registra os principais momentos, dentro do período selecionado, no qual estes conceitos sofreram alterações. Ressalta que, hoje, procura-se gerir e planejar o meio ambiente, a partir do conceito de desenvolvimento sustentável; a grande questão que se coloca é como fazê-lo. Introduz informações sobre as áreas de estudo, no que diz respeito às suas características físico-ambientais e urbanas, e apresenta alguns problemas hídricos existentes, que julgamos mais significativos para a compreensão do quadro atual da água. Apresenta também o processo de organização político-administrativa destas áreas que se metropolizaram; sistematiza as informações coletadas referentes à gestão dos recursos hídricos na RMSP e na ZMCM, assim como relaciona as principais instituições ereferências legais, que têm conduzido esta gestão. Para cada um dos aspectos abordados, é estabelecido um paralelo entre a RMSP e a ZMCM, procurando destacar os pontos em comum e as divergências. Por fim, procura apontar as peculiaridades da gestão dos recursos hídricos efetuada, hoje, na RMSP e na ZMCM. levantando alguns problemas que têm dificultado a adoção integral de um modelo de gestão fundamentado nos preceitos do desenvolvimento sustentável - gestão ) descentralizada e participativa, no âmbito da bacia hidrográfica. Entre estes problemas verificados nestas áreas, destacam-se a necessidade de compatibilizar a divisão político-administrativa - estados e municípios -, e a divisão natural do território -bacia hidrográfica -, e a necessidade de criar um ambiente adequado a esta gestão, com arranjos institucionais e leis apropriados

Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Região
Zona Metropolitana da Cidade do México
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
México
Referência Temporal
1970-2000
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/001205031

São Paulo, Paisagem e Paisagismo na Primeira República

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Guaraldo, Eliane
Sexo
Mulher
Orientador
Marx, Murillo de Azevedo
Ano de Publicação
1995
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Página Final
171
Idioma
Português
Palavras chave
São Paulo
Urbanismo
Paisagem
História Urbana
Patrimônio Ambiental Urbano
Resumo

Este trabalho tem por objetivo percorrer a produção dos espaços livres públicos na cidade de São Paulo na Primeira República, no âmbito do poder municipal, e sua relação com o processo de crescimento e ocupação do espaço urbano. O período foi dividido em três fases: de 1890 a 1898, de atuação das intendências municipais, de 1899 a 1913 e de 1914 a 1930, de atuação das prefeituras municipais; a essas fases correspondem abordagens e atuações diferenciadas quanto ao papel do espaço livre público no contexto urbano. Através do acompanhamento do discurso e das ações do poder público municipal, procura reunir aspectos de relevância para a análise da evolução do conceito do espaço livre, da paisagem e do paisagismo entre nós.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1890-1930
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/000744588

Mairiporã: periferização e conflitos ambientais na região metropolitana de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Pinto, Celina Maria Rodrigues
Sexo
Mulher
Orientador
Bruna, Gilda Collet
Ano de Publicação
2007
Local da Publicação
São Paulo
Programa
ARQUITETURA E URBANISMO
Instituição
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE
Página Inicial
1
Página Final
256
Idioma
Português
Palavras chave
Meio Ambiente
Desenvolvimento Urbano
Maiporã
Resumo

A cidade de Mairiporã dispõe de um dos maiores patrimônios ambientais da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Todo o território municipal está incluído na Área de Preservação Ambiental do Sistema Cantareira (Lei Estadual nº 10.111 de 4 de dezembro de 1998, ainda não regulamentada), e 80,1% são ambientalmente protegidos pelo Estado (Leis Estaduais Nºs. 898 de 18 de dezembro de 1975 e 1.172 de 17 de novembro de 1976) o que a faz se relacionar com a melhoria da qualidade e da quantidade de água que abastece a região e com a manutenção de seus remanescentes florestais. Este trabalho trata da recente urbanização do município como parte de um processo histórico de mudanças que envolve todo o contexto metropolitano e seu inter-relacionamento com o acirramento da situação hídrica regional.

Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
Mairiporã
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/26040

Itapecerica da Serra: A integração da política urbana à gestão da sub-bacia Guarapiranga - o caso do Jardim Branca Flor (1997 a 2006)

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Carnicelli, Juliana Gomes
Orientador
Alvim, Angélica Aparecida Tanus Benatti
Ano de Publicação
2007
Local da Publicação
São Paulo
Programa
ARQUITETURA E URBANISMO
Instituição
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE
Página Inicial
1
Página Final
232
Idioma
Português
Palavras chave
Politica Urbana
Sub-Bacia Guarapiranga
Mananciais
Resumo

Análise dos instrumentos da política ambiental em curso na Região Metropolitana de São Paulo e da política urbana do município de Itapecerica da Serra com ênfase no caso do Jardim Branca Flor. Discussão do processo de ocupação da sub-bacia Guarapiranga e do Município de Itapecerica da Serra no contexto metropolitano. Principais legislações que incidem sobre a sub-bacia Guarapiranga e o Município de Itapecerica da Serra entre 1997 e 2006. Aspectos que refletem a articulação das legislações ambiental e urbana, no caso do Jardim Branca Flor destacando avanços e conflitos. Principais conclusões colocando os limites e desafios a serem vencidos no âmbito de uma gestão integrada deste território.

Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Itapecerica da Serra
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1997-2006
Localização Eletrônica
https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/26054

Parques Públicos Municipais de São Paulo: a ação da municipalidade no provimento de áreas verdes de recreação

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Bartalini, Vladimir
Sexo
Homem
Orientador
Villaça, Flávio José Magalhães
Código de Publicação (DOI)
10.11606/T.16.1999.tde-21032014-145505
Ano de Publicação
1999
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Estruturas Ambientais Urbanas
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
221
Idioma
Português
Palavras chave
espaço público
qualidade de vida
urbanismo
administração municipal
meio ambiente
Resumo

A ação da municipalidade de São Paulo no provimento de áreas verdes de recreação foi investigada desde o final do século XIX, quando se criou um orgão administrativo específico para tratar das suas áreas, até os dias de hoje. Este intervalo de tempo foi subdividido em períodos marcados por mudanças na organização, nas atribuições e na produção deste órgão e também por mudanças nos hábitos e nas necessidades de lazer da população. A análise se deu em torno de quatro variáveis, tratadas sistematicamente em cada período, quais sejam: as formas de lazer nas áreas verdes da cidade; a organização administrativa para atender às demandas por áreas verdes de lazer; a produção de áreas verdes pelo poder municipal; planos de projetos de áreas verdes de recreação. Para analisar o desempenho da prefeitura no período mais recente, foram realizadas entrevistas com os frequentadores de oito parques: Aclimação, Anhanguera, Carmo, Guarapiranga, Ibirapuera, Luz, Piqueri e Previdência. Concluiu-se que o provimento de áreas verdes de lazer pela prefeitura se deu de maneira irregular, sem planejamento e por decisões que escapavam ao controle do órgão administrativo competente. Viu-se também que a maior parte da produção dos projetos se deu distanciada de cada período considerado. A pesquisa de campo realizada com os frequentadores dos oito parques selecionados mostrou a importância que a maior parte deles atribui aos valores paisagéticos-ambientais dos parques, revelando ao mesmo tempo que a falta de cuidado com o ambiente do parque como um todo, as falhas de manutenção de espaços ou equipamentos específicos e a falta de segurança, são os aspectos que mais os incomodam nos parques municipais.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Final do século XIX
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis//16/16131/tde-21032014-145505/pt-br.php

Participação no Conselho Gestor da Unidade Básica de Saúde do Jardim Tietê Zona Leste do Município de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Sacardo, Gislaine Aparecida
Sexo
Mulher
Orientador
Westphal, Márcia Faria
Ano de Publicação
1995
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Saúde Pública
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
participação popular
saúde pública
gestão
administração municipal
Resumo

Experiência da participação no Conselho Gestor da Unidade Básica de Saúde Jardim Tietê, município de São Paulo, de 1989 a 1992. Identifica a concepção de participação na implantação e implementação dos conselhos gestores, bem como detecta a concepção de participação dos componentes do conselho e explicita as relações entre população, funcionários e administração da unidade básica de saúde. Os dados qualitativos, revelam que a administração apresentou uma atitude emancipadora em suas propostas de ação, enquanto o conselho revelou uma prática um tanto restrita por dedicar-se a questões do cotidiano. Revela também a existência de conflito entre a população e os funcionários, inabilmente monitorados pelo sindicato, havendo alteração na correlação de poder.

Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Zona
Leste
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Jardim Tietê
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1989-1992
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/000743221