Movimentos sociais

Protagonismo dos movimentos de moradia no centro de São Paulo: trajetória, lutas e influencias nas políticas habitacionais

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Barbosa, Benedito Roberto
Sexo
Homem
Orientador
Comaru, Francisco De Assis
Ano de Publicação
2014
Local da Publicação
São Bernardo do Campo
Programa
Planejamento e Gestão do Território
Instituição
UFABC
Idioma
Português
Palavras chave
Movimento de moradia
Região Central De São Paulo
Estratégias de luta
Direito à cidade
Reforma urbana
Resumo

A pesquisa analisa a luta e trajetória dos movimentos de moradia no centro de São Paulo, os desafios, avanços, recuos e o protagonismo que estes atores exerceram na pauta da moradia na região central, entre anos 1990 e 2014, período em que dezenas de grupos de Sem Teto passaram a demandar das instituições o direito de morar no centro da cidade, onde há infraestrutura consolidada e a possibilidade de acesso a serviços públicos. Verificou-se que os movimentos de moradia por meio de suas lideranças e grupos de base vêm atuando em diferentes estratégias: atividades de formação, participação em atos públicos, ocupação de edifícios vazios, participação em espaços institucionais como comissões, fóruns, conselhos e outras instâncias setoriais de democracia direta. As estratégias, lutas e mobilizações pela moradia no centro de São Paulo colocaram luz sobre as mazelas, contradições e omissões dos poderes executivo, judiciário e legislativo, que historicamente se associaram ao setor privado para impedir que os pobres tivessem acesso à terra. O trabalho demonstra como as lutas dos Sem Teto do centro de São Paulo, num processo sistemático e pedagógico de confronto com o capital imobiliário e poder público, têm ocupado a cena urbana, influenciaram as políticas públicas de habitação e estabeleceram uma nova agenda em torno do direito à cidade e da reforma urbana.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1990-2014
Localização Eletrônica
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=2144460

Rádio Comunitária de Heliópolis: reivindicações e luta por regularização e atuação oficial

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Zandonade, Vanessa
Sexo
Mulher
Orientador
Busetto, Áureo
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Assis
Programa
História
Instituição
UNESP
Página Inicial
1
Página Final
263
Idioma
Português
Palavras chave
história
comunicação
democratização
rádio comunitária
Resumo

Esta pesquisa tem o objetivo de fazer um levantamento sobre ações e iniciativas de entidades e de lideranças comunitárias, no que se refere à regularização da Rádio Comunitária de Heliópolis, localizada na região Sul de São Paulo. Tais fatos foram observados com atenção ao atrelamento deste objeto histórico com as reivindicações por democratização das comunicações no Brasil. A emissora permaneceu irregular, do ponto de vista legal, entre 1998, data de criação da lei específica do setor, e 2008, porém iniciou suas atividades em 1992, como rádio poste, e passou a transmitir em FM em 1997. Ainda que inicialmente não houvesse a preocupação de seus integrantes com a democratização das comunicações, as atividades realizadas em conjunto com outras rádios e entidades de São Paulo por cerca de oito anos contribuiram para a mudança de postura dos membros dessa emissora, os quais passaram a defender essa demanda da comunicação e, em especial, a regularização da rádio daquela favela. Os fatos vividos pela equipe de voluntários da Rádio Comunitária de Heliópolis, portanto, se tornaram parte de uma história mais abrangente no cenário brasileiro, iniciada ainda no final da década de 1980, quando os movimentos sociais intensificaram a busca pelo acesso à comunicação, no período de início da Nova República. A proposta deste estudo teve como base a análise historiográfica do processo de regularização oficial deste veículo, com atenção às dificuldades encontradas e os empecilhos vividos pelas lideranças populares do bairro, remontando situações de confronto e parcerias estabelecidas entre os moradores daquela região e diferentes instituições desde a formação da Favela de Heliópolis

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Favela de Heliópolis
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1992-2008
Localização Eletrônica
http://hdl.handle.net/11449/93357

#descontent@mento: o que comunicam os protestos brasileiros de 2013

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Oliveira, Vinicius Martins Carrasco de
Sexo
Homem
Orientador
Bertolli Filho, Cláudio
Ano de Publicação
2015
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Comunicação
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Comunicação
Ativistas políticos
Redes sociais on-line
Movimentos sociais
Resumo

Ao longo dos últimos anos, movimentos sociais em rede surgiram ao redor do globo combinado a utilização da comunicação mediada por computador como forma articuladora de eventos e mobilização, a ocupação das cidades e do público. O Brasil também pôde vivenciar uma experiência particular neste sentido a partir das manifestações de junho de 2013 que, a priori, reivindicavam a redução de tarifa e melhoria do transporte público. O presente trabalho pretende, por meio de uma abordagem teórica e da observaçãodo contemporâneo, situar tais protestos dentro da perspectiva da comunicação, sistematizar e apontar as características destes movimentos enquanto espacialidades comunicativas e de ativismo em rede, analisar tais manifestações em sua esfera comunicacional, nesse processo que envolve ação comunicativa e produção de sentido com a apropriação das novas mídias e redes sociais digitais pelos movimentos sociais contemporâneos. Pretende-se estudar o que comunicam esses protestos, inferir quais as identidades e representações sociais se constroem com tais mensagens se consideradas como produções simbólicas e analisar de que maneira movimentos de mobilização coletiva como o Movimento Passe Livre São Paulo (MPL-SP), um de seus articuladores, se apropriam do potencial de comunicação das redes sociais digitais como forma para arquitetar a mobilização social, promover suas causas e levar para as ruas discussões políticas. Para tal propósito, recorre-se ainda à análise de conteúdo das mensagens entre o movimento e os usuários de sua página oficial do Facebook. Espera-se, assim, contribuir para a discussão sobre o papel singular da comunicação na sociedade contemporânea e de que maneira o ativismo em rede se relaciona com o exercício da cidadania, a discussão de temas de interesse público e a participação política e social, abordar o legado dessas manifestações enquanto geradoras do que chamo de...

Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2013
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/136738

Os eventos como estratégia de comunicação em movimentos sociais: um estudo de caso sobre a parada da diversidade de Bauru

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Moraes, Erika de
Sexo
Mulher
Orientador
Soares, Murilo César
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Comunicação
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Cidadania
Relações publicas
Pluralismo cultural
movimentos sociais
Resumo

Este estudo tem como tema o papel dos eventos em movimentos sociais e, nesta perspectiva, analisou sua importância como estratégia de comunicação nas lutas da cidadania. Como corpus de análise, foi realizada uma pesquisa sobre a 5ª Parada da Diversidade de Bauru, evento realizado anualmente pela Associação Bauru pela Diversidade (ABD). O objetivo do trabalho foi analisar como o evento representa as lutas do movimento, considerando o caráter espetacular e festivo inerente às paradas. Para isso, foi desenvolvido um estado de caso, com a utilização de três métodos distintos: observação sistemática presencial, para que pudéssemos identificar os principais aspectos que sobressaíram no evento: análise das matérias jornalísticas impressas, para compreender como esses jornais representaram a Parada; e entrevistas com os organizadores, para compreender os propósitos da mobilização. Para isso, foram estabelecidos quatro categorias de análise: espetáculo, festa, argumentação e organização. Os resultados obtidos com cada um dos métodos contribuíram para responder as questões de pesquisa que nortearam este trabalho e, em seguida, foram comparados por meio de uma triangulaçãopara identificar se houve uma convergência de evidências para se responder ao problema de pesquisa proposto. Diante disso, identificamos que há uma convergência parcial de evidências, uma vez que os organizadores ressaltaram os propósitos da mobilização, enquanto os jornais impressos enfatizaram os aspectos espetacular e festivo da parada. A observação sistemática presencial, por sua vez, nos permitiu inferir que o impacto visual promovido pelo espetáculo e pela participação do público se sobrepõe aos propósitos da mobilização, que ficam restritos a alguns momentos

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Bauru
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
Link: https://repositorio.unesp.br/handle/11449/89372

Espacialidade e ativismo social na zona leste de São Paulo: o caso do Coletivo Dolores Boca Aberta Mecatrônica de Artes

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Bortolozzo, Gabriela
Sexo
Mulher
Orientador
Castro, Bernadete Aparecida Caprioglio de
Ano de Publicação
2014
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia
Instituição
UNESP - Rio Claro
Idioma
Português
Palavras chave
Geografia humana
Segregação
Movimentos sociais
Periferias urbanas
Resumo

Dentro do contexto histórico em que se organizou e constituiu os usos das terras no Brasil notamos que nossas cidades foram tornando-se segregadas social e espacialmente. Nesta configuração, as sociedades separadas desigualmente nos espaços urbanos tomaram para si identidades próprias, expressadas, cada uma delas, de formas específicas. As artes foram linguagens que se destacaram neste viés, e atualmente é possível verificar uma grande explosão dessas linguagens fomentadas nas periferias, especialmente de São Paulo. Efeito de um processo histórico excludente, as artes remetem a suas realidades, lutas e conquistas. Nesse cenário vemos as lutas mútuas se somando: trabalhadores, artistas, militantes, oprimidos, ou seja, sujeitos periféricos unidos para objetivos muito similares. Nesta busca, novas construções de cidades vão emergindo, e, em escala micro, analisamos estas tentativas realizadas por meio de um Coletivo chamado Dolores Boca Aberta Mecatrônica de Artes. Um exemplo, em meio à cidade global de São Paulo, de como esta somatória de propostas pode trazer novas esperanças para atenuar as injustiças sociais e urbanas.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/123737

Processo de revalorização na cidade de Santos-SP: o Alegra Centro e espaços de resistência

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Comitre, Felipe
Sexo
Homem
Orientador
Ortigoza, Silvia Aparecida Guarnieri
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia
Instituição
UNESP - Rio Claro
Idioma
Português
Palavras chave
Projeto Alegra Centro
Geografia urbana
Planejamento urbano
Espaço urbano
Movimentos sociais urbanos
Resumo

Esta pesquisa, desenvolvida sob a ótica do conhecimento geográfico, traz uma análise do processo de revalorização do espaço urbano ocasionado pela atuação do poder público em conjunto com o setor privado. Buscou-se analisar como que os projetos e legislações executadas pela esfera pública atuam na transformação do espaço urbano, conferindo-lhe novas dinâmicas que, muitas vezes, convergem com os interesses privados e, consequentemente, com a reprodução do capital. Neste contexto, tornou-se essencial questionar esta forma de planejar a cidade que não garante os direitos básicos da população de menor poder aquisitivo, impedindo inclusive o seu direito à cidade. Observou-se que, mediante esse processo de exclusão, a sociedade civil pode encontrar outros caminhos a partir da coletividade e solidariedade promovendo movimentos de resistência às imposições dos atores hegemônicos de produção do espaço, procurando, assim, conquistar o acesso aos equipamentos urbanos coletivos essenciais para a reprodução da vida, além de proporcionar a permanência em seu lugar. Visando aproximar a teoria da práxis, procurou-se compreender o planejamento urbano adotado em Santos-SP, especialmente a partir da década de 2000, com a implantação pela prefeitura municipal do programa Alegra Centro, em 2003. A intenção foi demonstrar que esta política se adequa aos ideais neoliberais de planejamento do espaço, que é caracterizado pelo Planejamento Estratégico, no qual a cidade é transformada em mercadoria, fator este também denominado de empreendedorismo urbano. As estratégias utilizadas pelo setor público têm como objetivo central tornar a cidade de Santos competitiva no cenário da concorrência regional, nacional e global, para tanto, a valorização do patrimônio histórico vem ocorrendo por meio de programas de refuncionalização e revalorização de áreas centrais.

Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Década de 2000
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/95554

Caminhos e descaminhos da participação popular: os centros comunitários em Rio Claro - SP

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Zabotto, Marcia Chinaglia
Sexo
Mulher
Orientador
Oliveira, Bernadete Aparecida Caprioglio de Castro
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
Rio Claro
Programa
Geografia
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Geografia - Rio Claro (SP)
Participação popular
Geografia urbana
Geografia humana
Resumo

A análise de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento local nas cidades tem sido alvo da pesquisa acadêmica, abrangendo as diferentes áreas do conhecimento, de modo a contribuir com informação e reflexão sobre o espaço urbano, sua dinâmica e complexidade. O município de Rio Claro apresentou experiências realizadas entre a Prefeitura e a Comunidade no período de 1997 a 2004. Foram iniciativas importantes na gestão municipal voltadas à participação popular, buscando exercer outra forma de governabilidade. O objetivo principal desse estudo é destacar alguns caminhos percorridos pela participação popular nos bairros através da organização dos Centros Comunitários e sua relação com o poder público municipal, de modo a compreender o espaço urbano como construção do Estado, do mercado, e das práticas populares.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio Claro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1997 a 2004
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/95574

Os trabalhadores da Light São Paulo, 1900-1935

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Santos, João Marcelo Pereira dos
Sexo
Homem
Orientador
Hall, Michael McDonald
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.47749/T/UNICAMP.2009.470596
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
Campinas
Programa
Programa de Pós-Graduação em História
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Eletricidade de São Paulo - 1900-1935 - História
Energia elétrica - São Paulo (Estado)
Movimento operário
Sindicalismo
Trabalhadores da indústria elétrica - São Paulo (Estado) - História - 1900-1935
Resumo

Esta pesquisa de doutorado foca a ação coletiva dos trabalhadores da unidade da Light em São Paulo nas três primeiras décadas do século XX. Reconstituímos a trajetória da empresa e suas estratégias de expansão no eixo São Paulo - Rio de Janeiro com a perspectiva de estabelecer as conexões existentes entre a indústria de energia elétrica e os processos de urbanização e industrialização. Fomos explícitos em apontar o entrelaçamento entre os interesses dos acionistas e administradores da Light e o poder político que hegemonizou a estrutura de estado em São Paulo durante a Velha República. Investigamos a estrutura organizacional da empresa e traçamos um perfil de sua força de trabalho. Isso foi fundamental para dimensionarmos com maior precisão os constrangimentos impostos à organização dos trabalhadores e à construção de identidades coletivas. Através da análise dos acidentes de trânsito, descobrimos como se formou uma opinião pública contrária aos motorneiros e condutores. Geralmente apontados como causadores imediatos dos acidentes, os operários dos bondes desenvolveram mecanismos de autodefesa que dificultaram o estabelecimento de alianças com os usuários em momentos de protesto contra a empresa. A análise dos acidentes também contribuiu para acrescentarmos alguns detalhes sobre a condição de trabalho desses operários e sobre aspectos relacionados à mobilidade nas ruas paulistanas nas primeiras décadas do século XX. Na segunda parte da pesquisa, acompanhamos a trajetória das organizações dos trabalhadores lightianos, as situações de enfrentamento, as pautas de reivindicação e as relações de distanciamento e proximidade com o conjunto do operariado paulistano. Remontamos as disputas travadas entre sindicalistas revolucionários e comunistas no momento de transição para um sistema de relações de trabalho e sindical regulado pelo estado. Acompanhamos as ambiguidades da União dos Trabalhadores da Light (UTL) em torno da legislação trabalhista e sindical e de sua falência enquanto entidade de classe. Em paralelo, abordamos as diversas tentativas do Sindicato dos Operários em Tração, Luz e Força de São Paulo para se estabelecer na complexa conjuntura dos primeiros anos do governo Vargas. Finalmente, investigamos as articulações entre a Light e a Delegacia Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo (DEOPS/SP) e demonstramos o quanto o padrão de relações de trabalho foi marcado pela violência institucionalizada, pela cultura de intransigência e recusa de negociação.

 

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1900-1935
Localização Eletrônica
http://repositorio.unicamp.br/Acervo/Detalhe/470596

As ações do movimento hip hop no espaço urbano de Rio Claro/SP

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Xavier, Denise Prates
Sexo
Mulher
Orientador
Castro, Bernadete Aparecida Caprioglio de
Ano de Publicação
2012
Local da Publicação
Rio Claro
Programa
Geografia
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Hip-hop (Cultura popular)
Espaço urbano
Cultura popular
Grafite
Geografia urbana - Brasil
Resumo

 

Este trabalho apresenta os resultados de uma pesquisa sobre os atores sociais do Movimento Hip Hop e suas práticas culturais, redes de sociabilidade e relações de troca no contexto urbano de uma cidade média, neste caso Rio Claro. Esta pesquisa tem como objetivo maior o estudo do espaço geográfico, espaço de todos os homens e trabalhos, ações e racionalidades, em que é possível a manifestação da criatividade, da espontaneidade, da solidariedade orgânica, das contrarracionalidades que escapam ao domínio da racionalidade instrumental. As bases técnicas e materiais do espaço geográfico permitem que as ações globalizadas tornem-se realizáveis no território, mas também podem servir a outras finalidades se usadas com outros propósitos políticos e sociais, possibilitando que cada vez mais pessoas os utilizem, permitindo a manifestação de distintas racionalidades. O movimento Hip Hop é tido por nós como uma evidente manifestação da cultura popular. Um conjunto de ações que surge da criatividade de jovens pobres da periferia. É exemplo de outras possibilidades de apropriação do espaço urbano, exaltando as condições sociais de uso dos equipamentos urbanos. O movimento Hip Hop foi tomado por nós como movimento portador de ações subversivas, de contestação social, responsáveis pela construção de um saber pautado na experiência cotidiana e que se organiza em rede pelo território.

 

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio Claro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/104399

Centralidade urbana e lutas sociais: a associação dos favelados de Piracicaba

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Pereira, Stefanie Berenschot
Sexo
Mulher
Orientador
Godoy, Paulo Roberto Teixeira de
Ano de Publicação
2012
Local da Publicação
Rio Claro
Programa
Geografia
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Mudança social
Movimentos sociais
Sociologia urbana
Favelas
Conflito social
Resumo

 

A centralidade ou a capacidade de promover a coalescência de funções é uma característica fundamental das cidades. A cidade reúne as instituições políticas e econômicas e é centro de decisão para a economia capitalista. Esta congrega as melhores condições para a reprodução do capital, tendo em vista que concentra os meios de produção e circulação do capital, bem como onde este realiza a opressão do homem por meio da exploração do trabalho e da segregação sócio-espacial. O presente texto tem a finalidade de pensar essa característica tão fundamental das cidades como fator de impulsão à formação dos movimentos sociais. O espaço das cidades seria então, segundo nossa hipótese, um lugar portador de possibilidades de transformação advindas das lutas desses movimentos. A análise da gênese e organização da Associação dos Favelados de Piracicaba (ASFAP) dá suporte à corroboração de nossa hipótese uma vez que é um movimento social surge em num contexto de potencialização da aglomeração urbana por conta da intensa industrialização.

 

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Piracicaba
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/95575