Violência

As jovens das classes populares sob a mira dos crimes de estupro, sedução e rapto na cidade de Assis (1950-1979)

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
David, Priscila
Sexo
Mulher
Orientador
Silva, Zélia Lopes da
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
Assis
Programa
História
Instituição
UNESP
Página Inicial
1
Página Final
187
Idioma
Português
Palavras chave
estupro
sedução
representações sociais
Resumo

A presente pesquisa discute as questões relacionadas às práticas das jovens das classes populares envolvidas nos crimes de estupro, sedução e rapto, todos delitos contra os costumes sociais, ocorridos na cidade de Assis entre os anos de 1950 e 1979, bem como as representações lançadas pelos membros do Poder Judiciário sobre tais comportamentos. A grande maioria das vítimas destes delitos estava diretamente envolvida no mercado de trabalho e possuía um menor monitoramento de suas práticas sociais. Diante disto, os membros do Poder Judiciário, os quais preservavam as representações tradicionais sobre o feminino, repreendiam estes comportamentos e os consideravam desviantes da moral e dos costumes. Sem levar em consideração a idade e as características culturais das vítimas, julgavam-nas como se fossem mulheres rebeldes e, muitas vezes, promíscuas. Pertencentes a um grupo social específico, essas jovens foram vítimas não apenas dos crimes contra os costumes, mas também da discriminação de uma sociedade machista e conservadora.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Assis
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1950-1971
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/93342

Análise exploratória e modelo explicativo da criminalidade no estado de São Paulo: interação espacial (2001)

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Almeida, Marco Antônio Silveira de
Sexo
Homem
Orientador
Sartoris Neto, Alexandre
Ano de Publicação
2007
Local da Publicação
Araraquara
Programa
Economia
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Resumo

Este trabalho objetiva esclarecer a dinâmica da criminalidade no Estado de São Paulo em 2001 utilizando, como instrumental analítico, a análise exploratória espacial e a econometria espacial tomando os 645 municípios como unidades espaciais. Baseado na abordagem racional busca-se verificar se os crimes decorrem de situações específicas da atividade sociais, econômicas e demográficas. Para tal recorreu-se às técnicas da econometria espacial. Os dados são provenientes do CIS (Consórcio de Informações Sociais), ligado ao CAC (Centro de Análise Criminal), vinculado, por sua vez à SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo). Com o subsídio da ferramenta da autocorrelação espacial (I de Moran), procurou-se verificar a presença deste fenômeno para os índices de crime. Buscou-se, por outro lado identificar a presença cluster por tipo de crime mapeando a criminalidade. Uma das contribuições deste trabalho foi à implementação da correção Empirical Bayer nos estudos da criminologia. Verificou-se a ausência de associação espacial do crime no Estado de São Paulo quando os tipos de delitos são observados separadamente. Por outro lado, os crimes contra pessoa e contra o patrimônio revelaram-se autocorrelacionados espacialmente. O modelo com Erro Auto-regressivo em logaritmo, estimado pelo Método dos Momentos Generalizados revelou que a renda per capita e a população urbana intensificada por área mostraram-se diretamente relacionadas com o crime contra o patrimônio. A diminuição da vulnerabilidade reduziria o crime a longo prazo enquanto a transferências do governo como percentual da renda traria um controle imediato do crime. A eficiência da polícia também seria importante para o controle do crime enquanto as influências da vizinhança, não identificadas na forma de variáveis, possuem menores impactos na determinação do crime contra o patrimônio em relação às demais variáveis.

Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2001
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/90020

A economia das drogas na cidade de São Paulo em 2001

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Castro, Fernanda Perini de
Sexo
Mulher
Orientador
Sartoris Neto, Alexandre Autor
Ano de Publicação
2007
Local da Publicação
Araraquara
Programa
Economia
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Drogas
São Paulo
Agentes racionais
Resumo

O presente trabalho se propõe a analisar empiricamente o comportamento das quantidades das drogas maconha, cocaína, crack e outras drogas na cidade de São Paulo no ano de 2001, tendo base teórica na premissa de que os usuários são agentes racionais. Foi utilizada base de dados fornecida pela Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo, e as análises foram feitas com base nos modelos de mínimos quadrados ordinários envolvendo logarítimos, probit, probit com escolha ordenada e tobit.

Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2001
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/89988

A construção da violência e da morte nas capas dos jornais Agora São Paulo e Folha de S. Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Portari, Rodrigo Daniel Levoti
Sexo
Homem
Orientador
Guimarães, Luciano
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Comunicação
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Jornal impresso
Violência
Primeira página
Folha de S.Paulo
Agora São Paulo
Resumo

O estudo visa mostrar como os jornais Folha de S.Paulo, ambos de propriedade do grupo Folhas da Manhã, reconstróem as mesmas notícias relacionadas à violência e à morte em suas capas. Tendo público alvos distintos, a mesma notícia ganha diferentes tratamentos para atender diretamente seus leitores. Para percorrer esse caminho, utilizamos as Teorias da Mídia e a Semiótica da Cultura. Sendo a violência e a morte parte da vida cotidiana de qualquer pessoa, os jornais também buscam resgatar, através das notícias e das imagens, a necessidade de conviver com a morte. A dissertação faz uma análise de imagens das capas dos jornais, observando, inicialmente, a face física da violência

Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/89436

A violência no espaço urbano: uma crítica Benjaminiana. Estudo de caso da cidade de Rio Claro

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Carneiro, José Gustavo Viégas
Sexo
Homem
Orientador
Pintaudi, Silvana Maria
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Rio Claro
Programa
Geografia
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Geografia
Violência urbana
Violência - Aspectos psicológicos
Resumo

Pensar e planejar a segurança pública brasileira exige reflexões criticas que passem também pelos aportes científicos da Geografia, em especial, do espaço urbano. A cidade é condição e local dos acontecimentos sociais e, portanto, não há crime ou violência que não esteja circunscrito num tempo e território. Os geógrafos da violência circunscreveram seus estudos, basicamente, nas dinâmicas espaciais relacionadas com a pobreza, o desemprego e as segregações sócio-espaciais. São estudos que analisados de forma isolada são insuficientes para, geograficamente, conceituar e verificar se um espaço urbano é violento. A relação espaço urbano com a violência e a criminalidade perpassa por interdisciplinaridade de saberes e, considerando que o conhecimento é processo dinâmico, foi adotado os aportes teóricos do pensamento de Walter Benjamin como catalisador para elaborar uma critica científica da barbárie contemporânea que acontece no cotidiano urbano. A releitura do pensamento benjaminiano, com seu método de montagem de recortes temporais e espaciais, permitiu releituras e reflexões dialéticas do espaço urbano rio-clarense e da sua violência urbana, cujo resultado foi revelar as suas fisiognomias e as fantasmagorias. O perambular pelos locais do crime pode apontar indícios ou elementos geográficos e históricos que os relacionem ao espaço/tempo, suas dinâmicas e redes (sociais, econômicas, políticas, etc.). O flanar pela cidade de Rio Claro contribuiu também para evidenciar que o poder/violência, nas suas formas multidimensionais, na concepção benjaminana, é necessário para instituir/manter a (des)organização do espaço urbano, geralmente, adotando um urbanismo militar que prioriza a exclusão socioambiental. Neste contexto, sistematizamos aportes teóricos geográficos que, no processo do conhecimento, sirvam.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio Claro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/104474

Condomínios residenciais: segregação, auto-segregação imposta no município de Rio Claro (SP)

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Vieira, Waldir
Sexo
Homem
Orientador
Mendes, Auro Aparecido
Ano de Publicação
2008
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia
Instituição
UNESP - Rio Claro
Idioma
Português
Palavras chave
Segregação
Segregação sócio-espacial
Auto-segregação
Condomínios fechados
Resumo

Na sociedade de consumo o cidadão-consumidor está condicionado a interagir com relações virtuais, consumir mercadorias signos e simulacros. Nesta referida sociedade tudo pode ser transformado em mercadoria e o espaço não é exceção. O espaço passa a ser produzido a fim de satisfazer as necessidades símbolos criadas com o propósito de oferecer status, privacidade, segurança associado a um ambiente mais próximo da natureza. Encontramos nos condôminos residenciais, horizontais e verticais, de direito ou de fato, um produto elaborado que se propõe a satisfazer tais necessidades , existentes nas diferentes categorias sócioeconômicas. Os condomínios residenciais não possuem, em si, a capacidade de suprir tais necessidades e acabam sendo o mecanismo utilizado pelas empresas imobiliárias para a valorização especulativa do espaço urbano. Este processo acaba culminando na produção de segregação sócio-espacial, devido ao estímulo a auto - segregação, além de ser um instrumento, utilizado pelo Estado, à produção de segregação imposta no Município de Rio Claro (SP). O trabalho, como objetivo geral, identificou os condomínios no tempo e no espaço bem como sua tipologia .Como objetivo específico, encontrou através de pesquisa realizada em cinco condomínios de diferentes categorias sociais, que a busca por segurança é, inicialmente, a maior motivação para as pessoas que buscam morar em condomínio nesses lugares.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio Claro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/95706

Os espaços de medo e os de castigo nas pequenas cidades do estado de São Paulo: o caso Itirapina

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Soriano, Érico
Sexo
Homem
Orientador
Guidugli, Odeibler Santo
Ano de Publicação
2007
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia
Instituição
UNESP - Rio Claro
Idioma
Português
Palavras chave
Violência - Aspectos sociológicos
Criminalidade
Medo
Geografia urbana
Resumo

A criminalidade vêm apresentando contornos graves e o sentimento de medo e de insegurança da população também vêm crescendo significativamente, deixando de ser um "privilégio" das grandes cidades e atingindo, cada vez mais as pequenas. Neste trabalho, buscou-se relacionar o medo com as estatísticas criminais e, em seguida, com a geografia, através nas modificações espaciais que o medo é capaz de provocar e nos valores e percepções das pessoas. Além dos espaços de medo que as cidades, cada vez mais, apresentam, há também os espaços de castigo. A multiplicação do crime impõe penalidades que acabam sendo cumpridas de forma coletiva e confinada. Disto resultam os espaços de detenção que representam locais de punição para os criminosos. Porém, de forma controversa, representam grande apreensão e insegurança para a população das cidades onde estão inseridos. A primeira etapa do trabalho se caracterizou por um embasamento teórico acerca dos temas. A segunda correspondeu ao desenvolvimento do perfil de Itirapina, contemplando empiricamente o estudo do medo, com a aplicação de questionários para uma amostra da cidade. O campo teve a finalidade de medir a percepção da população com respeito à criminalidade e ao medo na localidade, principalmente, a sua relação com as unidades prisionais.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Itirapina
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/95666

Geografia do crime e contribuição ao planejamento sócio-espacial do município de Jundiaí - SP

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Verona, Juliana Augusta
Sexo
Mulher
Orientador
Troppmair, Helmut
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
Rio Claro
Programa
Geografia
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Geografia urbana
Criminalidade urbana
Analise ambiental
Planejamento urbano
Geografia do crime
Resumo

Esta tese procura espacializar por bairro as diferentes categorias de crimes (furtos e roubos de veículos; roubos diversos - exceção de veículos; tráfico de entorpecentes e homicídio), relacionando-as a dados sócio-econômicos (anos de estudo e renda) e equipamentos urbanos relacionados à integração social e lazer, bem como saúde e estrutura etária, indicando assim, a real preocupação da degradação da qualidade de vida nestes espaços e possibilitando a elaboração de propostas viáveis ao planejamento urbano através de ações que permitam melhorar a qualidade de vida dos cidadãos que vivem no Município de Jundiaí-SP, principalmente no que diz respeito à segurança pública. A principal razão que motivou a abordagem desta temática foi à preocupação com o que está ocorrendo de um modo geral em toda a sociedade, e de modo particular em Jundiaí, principalmente quando se percebe o aumento das taxas criminais, levantando incertezas quanto às perspectivas futuras. Analisar o impacto desse fenômeno, avaliar as suas repercussões em toda a estrutura social e a qualidade que a sua ausência implica no município, seria um trabalho de interesse indiscutível. Contudo, para melhor o compreender é inevitável conhecer os conceitos e a evolução que a ele estão associados, o papel do ambiente urbano e as características que estão associadas à realidade criminal, bem como detectar os principais problemas que daí decorrem.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Jundiaí
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/104323

Criminalidade urbana e condições de vida na região administrativa de Campinas (SP) no ano de 2000: uma análise espacial

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Napoleão, Patrícia Rosa Martines
Sexo
Mulher
Orientador
Castro, José Flávio Morais
Ano de Publicação
2005
Local da Publicação
Rio Claro
Programa
Geografia
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Geografia urbana
Condições de vida
Criminalidade urbana
Indicadores sociais
Análise espacial
Resumo

Este estudo teve como objetivo analisar a distribuição espacial e as relações entre o Índice de Condições de Vida (ICV) e o Índice de Criminalidade Urbana (ICU) nos municípios da Região Administrativa de Campinas (SP) no ano de 2000. A partir do emprego de métodos e técnicas de classificação de dados socioeconômicos foi possível correlacioná-los em um Sistema de Informações Geográficas (SIG). A análise espacial permitiu estabelecer as possíveis relações entre o ICV e o ICU na região e verificar se os municípios com maior ICV foram os que apresentaram o maior índice de criminalidade urbana, em função do crescimento das desigualdades sociais no período.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2000
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/86521

Os trabalhadores da construção da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil : experiências operárias em um sistema de trabalho de grande empreitada (São Paulo e Mato Grosso, 1905-1914)

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Moratelli, Thiago
Sexo
Homem
Orientador
Silva, Fernando Teixeira da
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
Campinas
Programa
Programa de Pós-Graduação em História
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Estrada de Ferro Noroeste do Brasil - 1905-1914 - História
Movimento operário
Ferrovias - Projetos e construção
Ferrovias - São Paulo (Estado) - História
Ferrovias - Mato Grosso (Estado) - História
Resumo

Esta dissertação trata da história social dos trabalhadores da construção da estrada de ferro Noroeste do Brasil. O estudo aborda o sistema de trabalho adotado durante a realização das obras de construção da ferrovia e as experiências dos trabalhadores em São Paulo e Mato Grosso entre 1905 e 1914. Apesar de atravessar terrenos difíceis e insalubres em sua maior parte, a estrada de ferro Noroeste do Brasil foi construída em tempo recorde devido à mobilização de milhares de trabalhadores recrutados em diversas regiões do país e do exterior. A dissertação considera a construção da ferrovia como um empreendimento em si mesmo. Neste sentido, analisa o processo de recrutamento dos trabalhadores, as condições de vida de trabalho, a luta da imprensa operária contra a ferrovia, a criminalidade e aspectos do cotidiano e do mundo do trabalho da construção da estrada de ferro Noroeste do Brasil.

 

Disciplina
Referência Espacial
Localidade
Estrada de Ferro Noroeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Localidade
Estrada de Ferro Noroeste
Brasil
Habilitado
UF
Mato Grosso
Referência Temporal
1905-1914
Localização Eletrônica
https://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/465894?guid=1666810372165&returnUrl=%2fresultado%2flistar%3fguid%3d1666810372165%26quantidadePaginas%3d1%26codigoRegistro%3d465894%23465894&i=1