Arte e estética

Música na cidade em tempo de transformação: São Paulo, 1900-1930

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Ikeda, Alberto Tsuyoshi
Sexo
Homem
Orientador
Pinto, Virgílio Benjamin Noya
Ano de Publicação
1988
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Ciências da Comunicação
Instituição
USP
Página Final
201
Idioma
Português
Palavras chave
desenvolvimento urbano
manifestações artísticas
música de salão
música popular
história da música
Resumo

O núcleo de trabalho se divide em 3 partes. Na primeira, apresenta-se um rápido panorama do desenvolvimento histórico da cidade apenas para melhor situar no espaço/tempo o objeto da pesquisa: a musica. A intenção não é a de escrever sobre a cidade como objeto principal do capitulo, mas somente apontar alguns pontos sobre o seu desenvolvimento, para mais efetiva compreensão dos fatos musicais ali ocorrentes. Localizo, ainda, o contexto mais geral da música de concerto e seus ambientes, além da musica ligeira ou musica de dança de salão. Na segunda parte, abordo os gêneros musicais populares que mais se evidenciaram na cidade.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1900-1930
Localização Eletrônica
https://dedalus.usp.br/F/?func=direct&doc_number=000729898

Arquitetura Brasileira, Escola Paulista e as Casas de Paulo Mendes da Rocha

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
ZEIN, Ruth Verde
Sexo
Mulher
Orientador
COMAS, Carlos Eduardo Dias
Ano de Publicação
2001
Local da Publicação
Porto Alegre
Programa
Arquitetura
Instituição
UFRGS
Idioma
Português
Palavras chave
edificações
habitação estilo arquitetônico
brutalismo
Resumo

Esta dissertação trata da arquitetura paulista ou escola brutalista paulista, com ênfase no período 1955-1975. Seu objetivo é colaborar no sentido de uma adequada qualificação dessa tendência arquitetônica autônoma peculiar, de alta qualidade e valor indiscutível que, pertencendo ao âmbito da arquitetura moderna brasileira, não pode ou não deve ser confundida com a arquitetura da vertente carioca, da qual vai se destacar conceitualmente e nos resultados formais. A dissertação é composta de duas partes distintas e não imediatamente complementares. Na primeira apresentam-se a abordagem crítica e ensaios de cunho bibliográfico, revisando as referências esparsas sobre essa arquitetura paulista e sobre seu qualificativo "brutalista". Seguem-se uma discussão sobre seus possíveis precedentes notáveis, cujo reconhecimento auxilia a adequada compreesão das características estéticas e éticas dessa arquitetura, sendo reexaminadas as obras dos mestres Le Corbusier e Vander Sotre. Nelas são destacados o todo e qualquer ponto de aproximação com a arquitetura paulista. Reavalia-se também a contribuição do novo Brutalismo inglês, de maneira a verificar se há questões estéticas e éticas comuns. A segunda parte aborda as características da escola paulista brutalista através da análise da obra residencial do arquiteto Paulo Mendes da Rocha. O recorte analítico, restrito às residências projetadas pelo arquiteto, permite, um estudo aprofundado do marco formal-arquitetônico, partindo da certeza de que comparecem numa obra alguns dos temas caros à escola paulista, entre os quais a idéia de "caixa" estrutural habitacional.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1955-1975
Localização Eletrônica
https://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/141857

Tem que ter suingue: batalhas de freestyle no metrô Santa Cruz

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Teperman, Ricardo Indig
Sexo
Homem
Orientador
Schwarcz, Lilia Katri Moritz
Ano de Publicação
2011
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Antropologia
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Diferença
Gênero
Improviso
Raça
Rap
Resumo

Esta dissertação tem como foco a prática de duelo rimas conhecida como batalha de freestyle. Segundo os participantes, o freestyle é "rap feito na hora" e o objetivo das batalhas é "zoar o outro". A partir de etnografia realizada ao longo de três anos na batalha da Santa Cruz, em São Paulo, analiso como os aspectos lítero-musicais e performáticos nublam a fronteira entre o insulto e a piada, possibilitando a encenação de conflitos e entabulando uma espécie de "economia da diferença". Nestes embates, os improvisadores mobilizam e flexionam categorias como gênero, sexualidade, raça/cor e classe social, operando como marcadores da diferença, sem produzir sentido isoladamente, mas apenas nas articulações efetuadas.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Vila Mariana
Localidade
Estação Santa Cruz
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2008-2011
Localização Eletrônica
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-22022013-100553/pt-br.php#:~:text=Tem%20que%20ter%20suingue%3A%20batalhas%20de%20freestyle%20no%20metr%C3%B4%20Santa%20Cruz&text=Esta%20disserta%C3%A7%C3%A3o%20tem%20como%20foco,%C3%A9%20%22zoar%20o%20

Moderno Bandeirante: Paulo Prado entre espaços e tradições

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Waldman, Thais Chang
Sexo
Mulher
Orientador
Peixoto, Fernanda Arêas
Ano de Publicação
2010
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Antropologia
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Capistrano de Abreu
Ensaísmo da década de 1920
Modernismo
Paulo Prado
Pensamento social brasileiro
Resumo

Este trabalho pretende estudar a obra, o percurso e o legado de Paulo da Silva Prado (1869-1943), observando atentamente suas redes de sociabilidade e inserção. Reconhecido como personagem central pelo grupo de intelectuais e artistas ligados à Semana de Arte Moderna de 1922, Paulo Prado é muitas vezes deixado de lado pelos estudiosos e, em geral, se faz presente nas análises de bastidores e/ou em referências de terceiros. Além de ser um dos maiores exportadores e produtores de café da época, Paulo Prado é autor de dois livros sobre a história de São Paulo e a formação do povo brasileiro - Paulística (1925) e Retrato do Brasil (1928). Também publicou editoriais, artigos e resenhas em importantes periódicos, (re)editou documentos inéditos sobre o período colonial, participou da fundação e do controle de revistas modernistas, e se fez presente como um dos principais organizadores e financiadores da Semana de 1922, entre outras coisas. Paulo Prado mostra-se assim como um importante mediador entre diferentes universos, sendo justamente este o foco da presente pesquisa. Se por um lado ele promove a Semana de Arte Moderna, ele já tinha 53 anos na época. Além disso, é um elo fundamental entre os modernistas e um grupo de intelectuais que compõem uma geração anterior a sua, a de seu tio, o jornalista e monarquista Eduardo Prado (1860-1901). Possui ainda um forte vínculo com o historiador cearense Capistrano de Abreu (1853-1927), um marco da moderna historiografia brasileira, que ele conhece por intermédio de Eduardo Prado. Por fim, pode ser visto também como uma figura-ponte entre o ensaísmo da década de 1920 e aquele que terá expressão maior em 1930, em obras como as de Sérgio Buarque de Holanda (1902- 1987), Gilberto Freyre (1900-1987) e Caio Prado Júnior (1907-1990). Todos eles, vale lembrar, possuidores de vínculos pessoais e de amizade com Paulo Prado. Ao enfrentar analiticamente a produção de Paulo Prado e o contexto no qual ela foi gestada, já que ambos são inseparáveis, acredito ser possível definir a posição central do autor no universo intelectual da época, levando a sério suas idéias e formulações, que ficam a meio caminho entre a arte e a ciência, a literatura e a história.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1910-1930
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-11122009-100211/pt-br.php

Gestos feitos de tinta: as representações corporais na pintura de Almeida Júnior

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Perutti, Daniela Carolina
Sexo
Mulher
Orientador
Schwarcz, Lilia Katri Moritz
Ano de Publicação
2007
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Antropologia
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Corporalidade
José Ferraz de Almeida Júnior
Pintura brasileira
Regionalismo
Século XIX
Resumo

Esta dissertação de mestrado versa sobre o pintor ituano José Ferraz de Almeida Júnior (1850-1899), conhecido principalmente por suas telas de temática regionalista. O principal objetivo do trabalho consiste em entender como, por meio da representação corporal do caipira e de outras personagens, o artista é produto e produtor de um certo imaginário sobre São Paulo - justamente em um período no qual a pauta de discussão entre as elites paulistas é a afirmação de uma identidade para o Estado. Tanto em suas pinturas de meios urbanos, quanto nas de conteúdo regionalista, foi possível identificar como os corpos das figuras representadas e a sua relação com o meio físico expressam uma série de ambivalências. No caso das telas em que os caipiras são protagonistas, por exemplo, existe, por um lado, a intenção de valorizar essas personagens e o seu modo de vida e; por outro, a luz e tonalidade de suas peles os tornam muito semelhantes ao ambiente no qual estão inseridos - composto pela luz solar e pelo chão de terra batida - como se ambos fossem feitos das mesmas substâncias. Nesse sentido, seria possível aproximar os caipiras de Almeida Júnior a uma série de discursos deterministas do período que caracterizam o ser humano como produto de seu meio físico. Além disso, por meio de comparações sucessivas entre os diversos gêneros de pinturas produzidos pelo artista, tentou-se compreender por que tais representações foram eficazes, de um ponto de vista simbólico, já que reconhecidas por sua fortuna crítica como precursoras de uma arte moderna no Brasil.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1850-1899
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-07042008-101429/pt-br.php

Versões do "progresso": a modernização como tema e problema do fotógrafo Militão Augusto de Azevedo (1862-1902)

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Araujo, Iris Morais
Sexo
Mulher
Orientador
Schwarcz, Lilia Katri Moritz
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Antropologia
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Fotografia
Militão Augusto de Azevedo
Monarquia e República
Progresso
São Paulo
Resumo

Esta dissertação centra-se no legado de Militão Augusto de Azevedo (1837-1905) com o objetivo de desvendar as diferentes maneiras que tal fotógrafo representou o processo de modernização ocorrido nas últimas décadas do século XIX no Brasil e, especialmente, em São Paulo. Tomando a especificidade de sua profissão, buscou-se apresentar a maneira com que uma rede de relações sociais foi tecida em torno desta personagem. Estes vínculos permitem notar qual foi o lugar angariado por Militão naquela sociedade; tal posição marcaria de modo perene as percepções do fotógrafo acerca dos processos de mudança que vivenciou. A análise dos documentos de Militão, particularmente suas fotografias e cartas, configura uma polissemia de significados a respeito das transformações ocorridas na cidade de São Paulo a partir da década de 1860, e na política brasileira, após a Proclamação da República. Desta forma, as observações da personagem a respeito de seu mundo em mudança asseveram que, menos do que coladas ao progresso, as representações do fotógrafo formam um amálgama de temporalidades desencontradas, que se imbricam e se tensionam.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1860-1900
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-21072011-091537/pt-br.php

"Literatura marginal": os escritores da periferia entram em cena

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Nascimento, Érica Peçanha do
Sexo
Mulher
Orientador
Simões, Julio Assis
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Antropologia
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Cultura da periferia
Escritores da periferia
Literatura marginal
Movimento cultural
Movimento literário
Resumo

Este trabalho busca analisar a apropriação recente da expressão "literatura marginal" por escritores oriundos da periferia, tomando como ponto de partida o conjunto de autores que publicaram nas três edições especiais Caros Amigos/ Literatura Marginal, nos anos de 2001, 2002 e 2004. A pista deixada por essas publicações era que, mais do que o perfil sociológico dos participantes ou um determinado tipo de literatura, a junção das categorias literatura e marginalidade por tais escritores encobria uma atuação cultural específica, que está relacionada a um conjunto de experiências e elaborações compartilhadas sobre marginalidade e periferia, assim como a um vínculo estabelecido entre criação literária e realidade social. Por isso, além de apresentar empiricamente essa nova geração de escritores marginais, esta pesquisa visou articular a formação interna do grupo e seu significado mais geral, buscando demonstrar como um conjunto de idéias e vivências compartilhadas possibilitou que moradores da periferia, tradicionalmente excluídos como sujeitos do processo simbólico, pudessem entrar em cena para produzir sua própria imagem, dando origem a uma intensa movimentação cultural em bairros da periferia paulistana.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2001-2004
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-03092007-133929/pt-br.php

A música e o risco: uma etnografia da performance musical entre crianças e jovens de baixa renda em São Paulo

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Hikiji, Rose Satiko Gitirana
Sexo
Mulher
Orientador
Novaes, Sylvia Maria Caiuby
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.11606/T.8.2004.tde-16062021-072036
Ano de Publicação
2004
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Antropologia
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Antropologia da música
Antropologia dos sentidos
Antropologia visual
Performance
Projetos de intervenção social para a infância e juventude
Resumo

A pesquisa consiste na abordagem antropológica de um projeto institucional de ensino musical para crianças e adolescentes de comunidades de baixa renda no Estado de São Paulo (Projeto Guri), alguns destes, internos na Febem. A etnografia tem como objeto as diversas facetas do fazer musical, como seus aspectos pedagógicos e performáticos, e procura descrever as relações desta prática social com a construção das noções de corporalidade, temporalidade e alteridade entre seus sujeitos. Uma discussão sobre as interseções entre música e antropologia introduz a tese. A relação entre prática musical e intervenção social é tematizada no segundo capítulo. Uma reflexão sobre a especificidade do aprendizado musical tem lugar no capítulo três. A performance como espaço de manipulação de identidades e de transformação é abordada no quarto capítulo. O último capítulo discute a passagem entre "matar o tempo" - principal justificativa para o ingresso em projetos como o Guri - e vivê-lo intensamente, a partir da análise da temporalidade dos sujeitos pesquisados, do tempo musical e da relação entre estes. Dois vídeos - Prelúdio e Microfone, senhora - integram a tese. São etnografias audiovisuais, que, por seu potencial polifônico, polissêmico e interpretativo, dialogam com o texto, fornecendo ao leitor/expectador outras possibilidades de leitura, fruição e crítica do conteúdo por mim investigado

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2000-2004
Localização Eletrônica
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-16062021-072036/pt-br.php

Espacio, segregación y arte urbano en el Brasil

Tipo de material
Livro
Autor Principal
CALDEIRA, Teresa Pires do Rio
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISBN)
9789871566112
Edição (nome da editora)
CCCB - Katz editores
Ano de Publicação
2010
Local da Publicação
Buenos Aires; Madrid; Barcelona
Página Final
137
Idioma
Espanhol
Palavras chave
segregação espacial
desigualdade
Resumo

Muros, cercas, enclaves fortificados, grafitis y pichações configuran una cierta clase de espacio público en el cual los signos de la desigualdad y la tensión social son inconfundibles. Los gestos de abandono de lo público en favor de espacios privados y protegidos coexisten con gestos que se reapropian transgresivamente de lo público para inscribir marcas que expresan la desigualdad social. En este contexto, sin embargo, las tensiones sociales y las desigualdades no se expresan y negocian en lenguajes políticos convencionales.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://www.cccb.org/es/publicaciones/ficha/espacio-segregacion-y-arte-urbano-en-el-brasil/35050

Cidade: olhares e trajetórias

Tipo de material
Livro
Autor Principal
Carneiro, Sandra de Sá
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Sant'Anna, Maria Josefina Gabriel
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (ISBN)
8576171643
Edição (nome da editora)
Garamond
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Página Inicial
1
Página Final
480
Idioma
Português
Palavras chave
Rio de Janeiro
espaço urbano
urbanização
vida urbana
Resumo

Cultura, violência, segregação urbana e desigualdade social. Essas múltiplas dimensões do espaço urbano são debatidas neste livro tendo com enfoque principal a cidade do Rio de Janeiro. Junto com a riqueza e a variação de enfoques sobre a cidade, emergem personagens e dinâmicas da vida urbana do passado e do presente, como exemplos vivos da complexidade deste tecido social. O livro estrutura-se em quatro partes: classes populares urbanas, territórios, identidades, urbanização e reestruturação espacial; habitação segregação social e fronteiras simbólicas; espaço urbano, formas de sociabilidades e deslocamentos; cotidiano, cultura e política. Nessas partes são levantadas discussões sobre as mais diversas categorias que testemunham a vida urbana do Rio como um universo tecido por diferenças, antagonismos e conflitos. Personagens simbólicos marcados no passado, como o “suburbano”, cedem lugar a emblemas atualizados de outras clivagens sociais. O “pobre”, vetor da criminalidade violenta relacionado com imagens de uma cidade “em guerra”, assim como “juventude”, população de risco”, “favela”, “meio ambiente”, “funk”, “periferia”, “condomínios”, “milícias”, “patricinhas e mauricinhos”, “emergentes da Barra” são abordados aqui por meio de um olhar etnográfico que visa abordar os mais diversos aspectos que compõem o quadro social do Rio de Janeiro.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana do Rio de Janeiro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://www.amazon.com.br/Cidade-Olhares-Trajet%C3%B3rias-Sandra-Carneiro/dp/8576171643