Arte e estética

Territórios negros e o carnaval de São Paulo nos anos 1980: uma revisão crítica

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Renata Monteiro Siqueira
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.13776
Título do periódico
Ponto Urbe
Volume
2
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
territórios negros
cultura negra
carnaval paulistano
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
relações raciais em São Paulo
Resumo

Este artigo propõe uma reflexão crítica sobre o conceito de “território negro”, tal como definido pela arquiteta e urbanista Raquel Rolnik nos anos 1980, observando sua relação com o debate sobre a cultura popular negra paulistana, então em curso nas ciências sociais. Para tanto, analiso a coleção audiovisual “Carnaval Paulistano” do Museu da Imagem e do Som de São Paulo, criada em parceria com a Universidade de São Paulo entre os anos 1970 e 1980. Atentando para as negociações assimétricas entre intelectuais brancos e artistas negros, busco identificar os discursos sobre raça, cultura popular e território em São Paulo relacionados à noção de território negro, bem como apontar dissensos que foram aparados da narrativa pactuada naquele momento. Chamo, assim, a atenção para aspirações e lutas heterogêneas da população negra da cidade que contrastam com leituras essencialistas associadas àquele conceito.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Década de 1980
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/13776

Augusto paulistano: a réplica da estátua de Prima Porta em contexto

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Bueno, Giovanni Pando
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.12710
Título do periódico
Ponto Urbe
Volume
2
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
Augusto de Prima Porta
fascismo
romanidade
Largo do Arouche
São Paulo
Resumo

O presente artigo tem por objetivo contextualizar e produzir uma reflexão sobre a memória de um monumento específico da cidade de São Paulo, a réplica da estátua do imperador Augusto de Prima Porta, hoje localizada no Largo do Arouche, que foi produzida e enviada à capital em 1937 pelo governo italiano da época. Para tanto, discute-se brevemente o papel da estética e do culto à romanidade dentro do projeto político fascista. A seguir, analisa-se a apropriação da imagem de Augusto e da composição iconográfica da estátua de Prima Porta, promovida a fim de estabelecer comparações entre o imperador e Mussolini. Finalmente, investiga-se o contexto de circulação da estátua em São Paulo e seu uso enquanto suporte de memória à comunidade ítalo-paulista.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Zona
Centro
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
República
Logradouro
Largo do Arouche
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/12710

Metrópole e Segregação Residencial: juventudes em risco no cinema contemporâneo

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Sant'Anna, Maria Josefina Gabriel
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Freire-Medeiros, Bianca
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
1808-1592
Título do periódico
Revista Saúde e Direitos Humanos
Volume
4
Ano de Publicação
2007
Local da Publicação
Brasília
Página Inicial
77
Página Final
88
Idioma
Português
Palavras chave
segregação residencial
pobreza urbana
cinema
estigma
jovens
Resumo

O cenário globalizado das metrópoles contemporâneas mostra o alargamento de mecanismos de segregação residencial, entendida como o processo pelo qual a população da cidade vai se localizando em espaços de composição social homogênea. Ricos moram nos locais mais nobres das metrópoles graças ao seu processo de auto-segregação. Os mais pobres na estrutura social ocupam territórios degradados, que passam a ser segregados e estigmatizados. Os jovens pobres sofrem, de forma muito particularizada, os efeitos dessa estigmatização territorial, porque se constituem em um grupo altamente vulnerável aos riscos inerentes ao lugar e, ainda, convivem com uma precária estrutura de oportunidades e com a sedução de uma contracultura delinquente. A presente abordagem busca estabelecer um diálogo entre dois campos distintos de reflexão sobre essas questões: a sociologia e o cinema. Nesse intuito, convidamos autores como Katzman, Castel e Wacquant para assistirem conosco a Boyz´n the Hood (EUA, 1991), La Haine (FRANÇA, 1995) e Cidade de Deus (BRASIL, 2003).

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
Estados Unidos
Brasil
Habilitado
País estrangeiro
França
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/publicacoes/saude-e-direitos-humanos/pdf/sdh_2007.pdf

Diálogos entre São Paulo e Lima: etnografias em espaços urbanos latino-americanos

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Machado, Giancarlo Marques Carraro
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.3571
Título do periódico
Ponto Urbe - Revista do núcleo de antropologia urbana da USP
Volume
21
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
São Paulo
Descrição Adicional
Etnográficas Especial
Idioma
Português
Palavras chave
Espaço público
Arquitetura
Segregação
Vida urbana
Resumo

O Núcleo de Antropologia Urbana da Universidade de São Paulo (NAU/USP), em parceria com o Centro de Investigación de la Arquitectura y la Ciudad da Pontificia Universidad Católica del Perú (CIAC/PUCP), promove desde 2016 o Seminário de Investigação Urbana. Trata-se de uma iniciativa interinstitucional que vem fomentando debates profícuos entre pesquisadores brasileiros e peruanos interessados em problematizar, a partir da perspectiva das Ciências Sociais e da Arquitetura, múltiplas questões que permeiam a vida urbana de metrópoles como São Paulo e Lima e também de cidades amazônicas.
A primeira edição do evento foi realizada via videoconferência, tendo reunido tanto professores quanto pesquisadores que se encontram em diferentes estágios de formação vinculados às instituições promotoras. As atividades ocorreram ao longo de dois dias sucessivos – em 24 e 25 de maio de 2016 –, com a programação dividida em variados eixos temáticos, quais sejam: 1) segregação residencial urbana; 2) centralidades e espaços públicos: olhares qualitativos; 3) perspectivas etnográficas dos atores das metrópoles; 4) cultura, arquitetura e cidade na América Latina; e 5) presença indígena em cidades amazônicas. Cada eixo contou com apresentações de pesquisas que buscaram refletir, a partir de análises desenvolvidas em diferentes contextos citadinos, sobre os desafios e as potencialidades de se fazer etnografias em espaços urbanos marcados não apenas por segregações, relações de poder, conflitos e instabilidades, mas também por negociações, ativismos, resistências e sociabilidades.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Lima
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
País estrangeiro
Peru
Referência Temporal
2016
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/3571

A atuação dos “flanelinhas” e o olhar fotografado da cidade

Tipo de Material
Outros
Autor Principal
Prado, Francieli Muller
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.3484
Título do periódico
Ponto Urbe
Volume
20
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
São Paulo
Descrição Adicional
Ensaios fotográficos
Idioma
Português
Resumo

O potencial descritivo da fotografia sempre foi de suma importância para os estudos etnográficos. Na Antropologia as fotografias podem ser encontradas em alguns clássicos, como no livro “Argonautas do Pacífico Ocidental” de Bronislaw Malinowski (1922), no qual o autor além da descrição textual apresenta as imagens, inaugurando assim a fotografia como um instrumento descritivo potencial. Porém, após 90 anos da obra de Malinowski, percebe-se certa resistência ao uso da fotografia no campo da Antropologia, especificamente na etnografia. 
Pensar no uso das imagens nas pesquisas antropológicas implica em compreender a imagem como mais uma forma de linguagem, de narrativa visual que reproduz um “texto vivido”, capaz de ir além do registro da experiência material em si, mas trazer à tona o sentido das relações sociais estabelecidas e possíveis de serem analisadas pela Antropologia.
Na Antropologia Urbana a fotografia se apresenta como um instrumento importante no processo de compreensão das dinâmicas urbanas, uma vez que embrear-se em uma prática de etnografia na rua, traz o exercício da observação aliada a descrição etnográfica das histórias dos grupos urbanos na cidade; neste sentido a fotografia é capaz de revelar a cidade, a rua, o urbano e como ocorrem as dinâmicas que são construídas e reinventadas no cotidiano da vida nas cidades.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Maringá
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Paraná
Referência Temporal
2015
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/3484#quotation

Concretos que falam: análise comparativa de grafites sob vias suspensas nas cidades de São Paulo e Lorena/SP

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Bianca Siqueira Martins Domingos
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Gabriel de Oliveira Eloy
Luiz Fernando Vargas Malerba Fernandes
Sexo:
Homem
Sexo:
Homem
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.3426
Título do periódico
Ponto Urbe
Volume
20
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
São Paulo
Descrição Adicional
Cir-Kula
Idioma
Português
Palavras chave
Grafite
intervenções artísticas urbanas
sociologia urbana
São Paulo
Lorena
Resumo

O espaço urbano é constituído de múltiplos planos de referências sociais, econômicos e culturais, em que os atores transitam e deixam suas marcas, sejam elas visíveis ou invisíveis. Nas marcas visíveis, o grafite se reconfigura a partir de novas práticas e olhares pelo mundo todo, em que a analogia feita no título do artigo ganha força à medida que o observador atribui às imagens sensações, posicionamentos e percepções. O objetivo foi analisar comparativamente as intervenções artísticas urbanas na forma de grafite sob as vias suspensas das cidades de São Paulo (Museu Aberto de Arte Urbana – MAAU) e Lorena, no estado de São Paulo, Brasil, suas semelhanças, divergências e como interagem com o entorno. A metodologia consistiu em analisar os espaços por meio de fotografia e caderno de campo. Pode-se observar que o MAAU estabelece relação clara com o entorno revitalizado, enquanto em Lorena o movimento é oposto.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/3426

O movimento 150 BPM: técnica, território e a aceleração do andamento no funk carioca

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Dennis Novaes
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.11837
Título do periódico
Ponto Urbe
Volume
1
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
funk
favela
técnica
música
antropologia urbana
Resumo

No presente artigo discorro sobre um movimento recente no funk carioca conhecido como 150 BPM. Por meio de descrições históricas e etnográficas pretendo demonstrar como os fatores técnicos e territoriais fomentaram a aceleração do andamento entre DJs desta cena. A história do funk é marcada por cortes geracionais profundamente influenciados por aparatos cuja inserção altera, autoriza ou impele a novos modos de produção e circulação da música. Ao mesmo tempo, o funk carioca tem nos bailes o seu principal circuito, conectando-se assim aos territórios onde estas festas ocorrem. Esta pesquisa é parte de minha tese de doutorado, fruto de um trabalho de campo realizado entre os anos de 2014 e 2020 com DJs e MCs nas favelas do Rio de Janeiro.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana do Rio de Janeiro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2014-2020
Localização Eletrônica
http://journals.openedition.org/pontourbe/11837

“Samba das cabrochas”: Identidades de gêneros e expressão emotiva em uma roda de samba no Rio de Janeiro (2008)

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Couto, Caroline Peres
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.1545
Título do periódico
Ponto Urbe - Revista do núcleo de antropologia urbana da USP
Volume
5
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
gênero
emoção
samba
Resumo

Este artigo resulta do trabalho etnográfico desenvolvido em uma roda de samba, no Rio de Janeiro, que tem setores das “camadas médias” como principais frequentadores. O objetivo é pensar a existência de uma multiplicidade de identidades de gêneros a partir de duas identidades básicas – “cabrochas” e “rapaziada” – surgidas nesse evento. Contrapondo-as à oposição binária de gênero, percebo uma complexidade de identidades dentro e fora dessas categorias. A oposição binária de gênero (Butler, 2003) deriva da dualidade do sexo e é entendida como algo pré-existente ao discurso de gênero. No entanto, essa dualidade também é construída na conjuntura cultural, necessitando de questionamentos. Nesse espaço, as expressões emotivas, assim como a performance e as relações na roda, são relevantes para a própria construção das identidades de gênero. O desenvolvimento desse trabalho incide sobre o contexto em que essas identidades são (re)produzidas e reafirmadas pela dinâmica envolvida nesse processo.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2008
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/1545

“Alfama não cheira a fado, mas não tem outra canção” ou “Tudo isso é a alma do Rio, é samba”: As Cidades Descobertas através do Samba, do Choro e do Fado

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Frydberg, Marina Bay
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.1501
Título do periódico
Ponto Urbe - Revista do núcleo de antropologia urbana da USP
Volume
5
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
música
cidade
juventude
Resumo

Nestes últimos dez anos, jovens músicos estão recriando gêneros musicais tradicionais como o samba, o choro e o fado. Estas (re)criações fizeram com que estes gêneros musicais tradicionais ganhassem nova vitalidade e junto com eles territórios na cidade que são/estão diretamente vinculados as suas memórias. Esta descoberta de uma cidade vinculada a um gênero musical específico acontece a partir de práticas musicais cotidianas que exigem um trânsito por essas cidades e por seu tempo e espaço específico, a boemia sambista, chorona ou fadista. A revitalização de bairros tradicionais da cidade, seja ela o Rio de Janeiro ou Lisboa, faz com que estes jovens músicos (re)descubram outra(s) cidade(s) a partir de gêneros musicais que tão bem a cantaram.

Disciplina
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/1501

Vozes Marginais na Literatura

Tipo de Material
Resenha
Autor Principal
Pereira, Alexandre Barbosa
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.1613
Título do periódico
Ponto Urbe - Revista do núcleo de antropologia urbana da USP
Volume
5
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
São Paulo
Descrição Adicional
Referência(s):
Érica Peçanha do Nascimento. Rio de Janeiro, Aeroplano, 2009. 347 pp.
Idioma
Português
Palavras chave
Resenha
Periferia
Estudos urbanos
Resumo

Desde pelo menos os anos 1970, as periferias urbanas do Brasil estão em pauta nas discussões acadêmicas, particularmente nas Ciências Sociais. Entre os anos 1970 e 1980, estes estudos ressaltavam principalmente a precariedade de infraestrutura urbana e de serviços públicos e a situação de marginalização social da população que habitava estas áreas de expansão das grandes cidades brasileiras. Houve neste momento um grande interesse das Ciências Sociais pela realidade destes moradores da periferia das grandes cidades. O livro Vozes marginais na literatura, de certa maneira, insere-se nesta tradição de estudos sobre a periferia. Trata-se da pesquisa de mestrado de Érica Peçanha do Nascimento, realizada junto ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da USP, cujo tema é a literatura marginal produzida na periferia de São Paulo. Embora em diálogo com esta produção acadêmica, o trabalho de Nascimento vem destacar um novo movimento que surge nas periferias urbanas de São Paulo.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1970-1990
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/1613