Evolução urbana

Evolução dos Parques Urbanos na Cidade de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Kliass, Rosa Grena
Sexo
Mulher
Orientador
Grinover, Lúcio
Ano de Publicação
1989
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
250
Idioma
Português
Palavras chave
espaços públicos
paisagem
meio ambiente
urbanização
Resumo

Objetiva-se, através de pesquisa empírica, resgatar elementos tanto da evolução dos parques urbanos da cidade de São Paulo quanto da sua urbanização, para melhor compreender as suas inter-relações. Discorre-se brevemente sobre o Parque como fato urbano, a sua história e sua inserção na vida das cidades. O estudo da urbanização de São Paulo, desde a sua fundação através dos quatro grandes períodos do seu desenvolvimento, é feito à luz da inserção dos parques urbanos na estrutura da cidade. Para estudo de caso, foram selecionados oito parques: o Parque da Luz, a Praça da República e ainda os parques Dom Pedro II, Siqueira Campos, Aclimação, Ibirapuera, Morumbi e Carmo. A análise comparativa do universo estudado estabelece três ordens de categorias de relações entre parques e a urbanização: o parque e a cidade propriamente dita, o parque e o processo de apropriação do espaço urbano pelo ´lanejamento e pela força viva do desenvolvimento e, finalmente, o parque como projeto. São feitas algumas considerações referentes à criação de parques nas cidades brasileiras: apresenta-se proposta de montagem de um projeto para futuro parque urbano na cidade de São Paulo.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/000730976

São Paulo Centro: a cidade observada; leitura visual da área central de São Paulo

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Cohen, Haron
Sexo
Homem
Orientador
Monzeglio, Elide
Ano de Publicação
1984
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
179
Idioma
Português
Palavras chave
urbanismo
imagem
paisagem
Resumo

A tese propõe: 1) uma nova maneira de refletir a paisagem urbana, através de única e exclusivamente de uma linguagem visual; 2) fornecer através desta linguagem uma idéia da estrutura que a cidade possui em seu bojo. Faz-se a leitura da área central de São Paulo, tomando por base a sua configuração urbana estrutural. Verifica-se que a cidade possui uma estrutura básica concêntrica formada por diversos anéis circundantes à área central, ligados por radiais que se prolongam em alguns lugares por quilômetros de extensão e, em outros fazem ligações menores entre dois ou mais anéis. Observa-se que a produção do espaço da área central resultou em 2 eixos importantíssimos, um no sentido norte-sul e o outro no sentido leste-oeste. Faz-se uma segunda leitura, que é a transformação da paisagem urbana, utilizando-se para isso uma espécie de rodapé visual com fotos do passado, que constantemente se contrapóe à primeira leitura da paisagem atual. Na última parte do trabalho a linearidade do tempo em relação ao lugar tem sua importância devidamente estudada. Algumas datas, neste caso, não estão precisas, mas a ordem em que estão colocadas têm uma sequência temporal verossímil. A leitura do trabalho está organizada, portanto, seguindo essas premissas, tentando alcançar, dentro das possibilidades da linguagem utilizada, uma visão abrangente da área central, como se estivesse realizando uma viagem sensível de observação pelo espaço.

Referência Espacial
Zona
Centro
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
N/I

Itu/Centro Histórico: estudos para preservação

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Toscano, João Walter
Sexo
Homem
Orientador
Sanovicz, Abrahão Velvu
Ano de Publicação
1981
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
175
Idioma
Português
Palavras chave
patrimônio
políticas públicas
preservação
centros urbanos
Resumo

Focaliza-se particularmente o Centro Histórico de Itú. Ainda que seus limites sejam discutíveis, procura-se estabelecer um perímetro no qual ele possa estar inscrito. O estudo da morfologia urbana da cidade de Itú, e o estudo de seu desenvolvimento foram os instrumentos fundamentais. Alia-se ao material já existente, recomendações, e uma proposta de zoneamento, considerando as possibilidades de efetivação de um desenvolvimento compatível com o que a cidade exige dentro de um plano de preservação de valores de patrimônio, e de revitalização do centro urbano.

Referência Espacial
Cidade/Município
Itú
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I

Uso e Ocupação do Solo no Setor Sudoeste da Região Metropolitana de São Paulo: o meio ambiente hoje e alternativas futuras

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Oliveira, Celso Nigro Engracia de
Sexo
Homem
Orientador
Rocha, Aristides Almeida
Ano de Publicação
1988
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Saúde Pública
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
74
Idioma
Português
Palavras chave
expansão urbana
desenvolvimento sustentável
degradação
legislação
Planejamento Ambiental
Resumo

Explora problemas de Planejamento Ambiental, usando como referência, um caso relacionado à Região Metropolitana de São Paulo: seu fenômeno de crescimento urbano e a legislação ambiental existente. A Grande São Paulo (RMSP) apresenta um interessante caso para o estudo de legislação de controle do uso do solo e do Planejamento Ambiental. Apesar da crise econômica da década de 1970, o ímpeto desenvolvimentista brasileiro, iniciado em 1950, ainda persiste. Nos anos recentes, o crescimento impressionante da capital do Estado de São Paulo (a cidade de São Paulo) e das cidades que a circundam, fez com que estas se unissem em uma única área urbana. Alguns números dão a medida deste crescimento. Na RMSP hoje vivem cerca de 15 milhões de habitantes, 40 por cento a mais do que na Região Metropolitana do Rio de Janeiro e equivalente à soma das populações das outras 7 regiões metropolitanas do país. A RMSP é responsável por 20 por cento da Renda Nacional Bruta. Para criar essa produção, a metrópole consome 26 milhões de mwh de energia elétrica por ano e produz 15 toneladas de resíduos sólidos por dia. A área total é de 8.000 Km quadrados. A previsão é a de que, por volta do ano 2.000, a RMSP será a segunda metrópole mais populosa no mundo (em primeiro, a cidade do México) com uma população entre 25 e 30 milhões de habitantes. Desde 1977, vem sendo adotada uma política severa e sofisticada de controle do uso do solo, cobrindo a maior parte da periferia da RMSP. Os princípios desta política estão expressos na "Lei de Proteção dos Mananciais" (LPM) que objetiva a proteção dos mananciais existentes ao redor da metrópole. A aprovação de loteamentos ou de grandes edifícios é concedida após análise caso a caso, baseada em algorítmos e critérios especiais e, no caso das indústrias, em suas atividades, processos e efluentes. Está em curso um processo de avaliação e aprendizado, após a constatação de que, em função de problemas de implantação da LPM o processo de urbanização natural estagnou-se tendo surgido, de forma incontrolável, assentamentos informais, desprovidos de infra-estrutura, sendo afetados e ao mesmo tempo, causadores da poluição. Pesquisas em Saúde Pública sugerem que grande parte dos problemas de saúde são causados pela falta de saneamento básico nos assentamentos de baixa-renda. O objetivo é descrever e analisar a situação existente na área sudoeste da Região Metropolitana de São Paulo e a relação desta situação com o problema do Planejamento Ambiental.

Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I

Escritas de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Oliveros, Ricardo Lima
Sexo
Homem
Orientador
Rizek, Cibele Saliba
Ano de Publicação
2000
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Engenharia
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
116
Idioma
Português
Palavras chave
Imagem
Discurso
Produção Da Cidade
Representação
Resumo

Várias são as formas de representar uma cidade: desenhos, fotografias, projetos, plantas, relatos. Todas essas escritas são a cidade e não são ao mesmo tempo. A cidade é um organismo em constante transmutação. Focar um período é fazer uma operação intelectual onde o que importa são as relações estabelecidas entre quem direciona o olhar e o objeto em questão. Nenhuma explicação racional para a escolha. Quando comecei esse trabalho, não imaginava as constantes mudanças que ocorreriam. Passaram pelos meus olhos Rino Levi, as galerias comerciais do Centro de São Paulo, os edifícios galeria que existem tanto no centro, quanto na Av. Paulista, os planos urbanos da década de 1950, a comparação entre década de 1950 e década de 1990. O que permaneceu imutável é a cidade de São Paulo na década de 1950. Pelo levantamento bibliográfico percebe-se a quantidade de publicações sobre o período. E depois de tanto tempo debruçado sobre esta cidade e sobre este período, o que ficou da pesquisa e que acho necessário mostrar é isto: o que sobreviveu no imaginário de São Paulo hoje. É como uma grande colcha de retalhos que às vezes carece de uma ordem mais legível. Mas não é o que importa agora, me importa deixar testemunhado com outro discurso. Nem acadêmico, nem popular. Uma forma fragmentada de imagens que se olhadas como uma espécie de roteiro, tudo o que foi aprendido de mestrado, estão representadas. Isto não torna a dissertação um discurso mais moderno, pelo contrário busca através dos fragmentos um sentido para relação de profunda administração pela tentativa de se construir uma cidade moderna. Porém as forças que construíram a cidade e continuavam a construir, oscilavam entre projetos de qualidade e especulação imobiliária. Sim, ao contrário do Rio de Janeiro, onde a arquitetura moderna é patrocinada pelo governo, em São Paulo foi a iniciativa privada que ergueu os mais importantes exemplos de uma arquitetura de extrema qualidade. Rino Levi, Oscar Niemeyer, Abelardo de Souza, David Libeskind desenharam em outra cidade, fincaram marcos, referência. Para outra parcela, moderno é apenas um mote de propaganda: uma cidade moderna que não pára de crescer. Construía-se na periferia e deixavam-se vazios urbanos para que mais tarde recebessem infra-estrutura e se valorizassem. Dizer que a cidade cresceu desgovernada é um lado da moeda. Para além das cópias que se escondiam na experiência do caos, houve planos urbanos, mas nunca unânimes. Ora buscavam soluções para questão do transporte, ora para a legislação, ora pretendiam ser totalizantes. Mas de fato o Plano de Prestes Maia, configurou a cidade, muito próxima do que conhecemos hoje. Vários elementos contribuíram para "dar forma aquilo que era informe". A metróple tornava-se um gigante de 400 anos.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Década de 1950 e 1990

Evolução do Uso do Solo Residencial na Área Central do Município de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Barbosa, Eunice
Sexo
Mulher
Orientador
ZMITROWICZ, Witold
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.3.2001.tde-29052003-051458
Ano de Publicação
2001
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Engenharia
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
220
Idioma
Português
Palavras chave
Legislação
Desenvolvimento Econômico
Ocupação Do Espaço
Resumo

As cidades evoluem através da expansão de seu território e de transformações no uso do solo existente. O objetivo deste trabalho é analisar a influência da evolução econômica e da legislação urbana nas transformações do uso do solo residencial na área central do Município de São Paulo entre 1860 e 1999.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1860 e 1999
Localização Eletrônica
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3146/tde-29052003-051458/publico/EVOLUC.PDF

A concepção estrutural nos edifícios de escritórios: uma análise em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília a partir da década de 30

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Santos, Pedro Alberto Palma dos
Sexo
Homem
Orientador
Gasperini, Gian Carlo
Ano de Publicação
2000
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Estruturas Ambientais Urbanas
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
modernização
edificações
terceiro setor
Resumo

A dissertação faz uma análise evolutiva da tecnologia da arquitetura na produção de edifícios de escritórios no Brasil, tomando por base vinte exemplos de prédios construídos nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, no período de 1930 a 2000. Adotou-se como início a matriz conceitual moderna, influenciada pelo raciocínio estrutural europeu, chegando-se até o final da década de 90, com os chamados edifícios inteligentes. Buscou-se examinar as diferentes concepções de sistema estrutural e tipo de material adotado em cada modelo, tentando absorver seus conceitos e como estes refletiram na produção dos espaços de trabalho, identificando as alterações e permanências ocorridas nas diversas tecnologias empregadas e, por fim, procurando demonstrar a evolução que estas tiveram.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Cidade/Município
Brasília
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Distrito Federal
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
1930-2000
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/001172959

Saber Técnico e Legislação: a formação do urbanismo em Santos - 1894 a 1951

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Nunes, Luiz Antonio de Paula
Sexo
Homem
Orientador
Leme, Maria Cristina da Silva
Ano de Publicação
2001
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Estruturas Ambientais Urbanas
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
urbanismo
desenvolvimento urbano
infraestrutura
crescimento econômico
Resumo

A dissertação pretende suprir a carência de trabalhos sobre a formação do pensamento urbanístico em Santos. A construção do porto, ferrovias e rodovias, as propostas para o saneamento, como as leis sobre cortiços e a "Planta de Santos", mostram a intervenção de outras esferas do governo no espaço físico municipal. Por outro lado, a formação de organismos locais não descartou a correspondência com o trânsito dos principais personagens da história do urbanismo brasileiro. Esse processo teve momentos decisivos na consolidação do pensamento urbanístico local que se refletiam na estruturação da equipe de técnicos e na produção da legislação urbana. O recorte histórico escolhido se caracteriza por fatos locais que correspondem também a mudanças de ordem mais geral. O percurso estabeleceu os marcos de 1894, data da lei que define limites para a cidade, e 1951, data da apresentação do resultado final da Comissão do Plano da Cidade. Por intermédio de uma visão descritiva e analítica, foi possível perceber como foi a formação e consolidação desse pensamento, procurando entender a relação que pode ser estabelecida entre os personagens que o influenciaram e a produção da legislação urbana e dos planos urbanísticos.

Referência Espacial
Região
Baixada Santista
Cidade/Município
Santos
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1894-1951
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/001134297

A Criação de Espaços Públicos de Lazer Organizado com Expressão de Cidadania: o caso dos parques infantis em São Paulo (1934-1954)

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Niemeyer, Carlos Augusto da Costa
Sexo
Homem
Orientador
Gitahy, Maria Lúcia Caira
Ano de Publicação
2001
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Estruturas Ambientais Urbanas
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
locais públicos
cidadania
infância
infraestrutura
Resumo

A pesquisa focaliza a eclosão do fenômeno lazer a partir da assim chamada Segunda Revolução Industrial e da progressiva laicização do tempo livre. Aborda sua incorporação pelo urbanismo racionalista e sua massificação nas primeiras décadas do século XX como uma resposta institucional a uma demanda associada à ascensão da sociedade de massas. Resgata a experiência paulistana, marcada por diversas ambiguidades, até construção dos Parques Infantis e sua contribuição lúdico-pedagógica para o processo de urbanização da cidade. Prevista com objetivos de reforma social, a gestão modernista de Mário de Andrade junto ao Departamento de Cultura assume o programa associado a uma ampla política cultural adotada pela municipalidade entre os anos 1935-1938. Finalmente, a pesquisa resgata os objetivos e a evolução arquiteônica deste notável equipamento voltado para o lazer, segundo a visão social de seus idealizadores.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1934-1954; 1935-1938; século XX
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/001187603

Qualidade Ambiental nos Espaços Livres em Áreas Verticalizadas da Cidade de São Paulo

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Moreno, Manuel Francisco Navarro
Sexo
Homem
Orientador
Macedo, Silvio Soares
Ano de Publicação
2001
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Estruturas Ambientais Urbanas
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
urbanização
edificações
auterações ambientais
qualidade de vida
Resumo

O trabalho versa sobre a verticalização em São Paulo e seus impactos sobre a qualidade ambiental dos espaços livres. Parte-se do pressuposto de que a não compreensão, por parte do corpo técnico e da população em geral, dos problemas resultantes da verticalização - sombreamentos, canalização de ventos, alteração da umidade do ar, maior aquecimento e agravamento da poluição - piora a qualidade ambiental dos espaços livres. Os espaços livres públicos, como as vias, praças e parques, assim como os espaços privados, que são os espaços livres existentes nos lotes, em torno das edificações; têm perdido sua habitabilidade em conseqüência da verticalização e do adensamento urbano, mesmo com a aplicação da atual legislação de uso e ocupação do solo. Implantada em 1972, ela gera espaços livres mais generosos do que anteriormente, com a obrigatoriedade de novos recuos e menores taxas de ocupação. Esta legislação ao determinar espaços livres um pouco maiores, cria condições para que os incorporadores agreguem, aos seus empreendimentos, equipamentos para o lazer, mesmo que essas áreas sejam ambientalmente inadequadas. A qualidade ambiental resultante é analisada sob o aspecto perceptivo-sensorial, considerando-se a influência que o Meio Urbano Verticalizado (malha viária, espaços livres, quadras, lotes e edificações) tem sobre as variáveis ambientais do Meio Natural (radiação solar, ar, água, solo, vegetação e fauna). As variáveis ambientais são analisadas em cinco regiões com bairros densamente verticalizados: a) Centro: Higienópolis; b) Norte: Freguesia do Ó; c) Sul: Moema; d) Leste: Vila Gomes Cardim; e) Oeste: Perdizes. Como resultado, são apresentadas recomendações, implementáveis no processo de projeto, para melhorar a qualidade ambiental nos espaços livres urbanos de áreas verticalizadas.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1972
Localização Eletrônica
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16131/tde-23012018-114317/pt-br.php