Sociologia

Espacialidade urbana e usos e apropriações de espaços públicos: estudo de duas praças na cidade do Rio de Janeiro

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Sant'Anna, Maria Josefina Gabriel
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Carneiro, Sandra de Sá
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
1415-7543
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.12957/geouerj
Título do periódico
Geo UERJ
Volume
31
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Página Inicial
128
Página Final
150
Idioma
Português
Palavras chave
dinâmica socioespacial
espaço público
praça
sociabilidade
grupos culturais
Resumo

O artigo aborda aspectos da dinâmica socioespacial da cidade do Rio de Janeiro. Focaliza os usos e apropriação
de espaços públicos, em duas Praças, com diferentes inserções espaciais na cidade: as Praças da Harmonia
(Gamboa) e a Mauricio Cardoso (Olaria). Adota-se como pressuposto, que a presença de grupos culturais e mais
recentemente de coletivos culturais nos espaços públicos conferem sentido a esses locais como lugares de
encontro, de acontecimentos, de sociabilidades, de práticas sociais, de manifestações da vida urbana cotidiana.
Entende-se que estas novas modalidades de atuar e de transmutar o espaço ampliam o repertório de leituras
possíveis sobre os espaços públicos. Propõe-se que a localização diferenciada de cada uma das Praças no espaço
da cidade, conduz lógicas espaciais distintas, e que as singularidades de cada lugar desenham-se segundo suas
características locais.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana do Rio de Janeiro
Zona
Zona Central; Zona Norte
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Gamboa; Olaria
Localidade
Praça da Harmonia; Praça Mauricio Cardoso
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/geouerj/article/view/32059

A Luta pela Moradia Popular na Zona Portuária do Rio de Janeiro: ocupações, remoções, permanências e novos arranjos pós-Megaeventos Esportivos

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Sant'Anna, Maria Josefina Gabriel
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Ximenes, Luciana Alencar
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.12957/irei.2018.39043
Título do periódico
Interseções: Revista de Estudos Interdisciplinares
Volume
20
Ano de Publicação
2018
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Página Inicial
473
Página Final
496
Idioma
Português
Palavras chave
Ocupações
Rio de Janeiro
Porto Maravilha
Resumo

O artigo tem como proposta uma reflexão sobre os conflitos sociais em torno da produção do espaço urbano. Seu foco é a luta pela moradia, enquanto ações diretas dos movimentos sociais urbanos materializada nas ocupações para fins de moradia na zona portuária do Rio de Janeiro, removidas em decorrência da Operação Urbana Consorciada Porto Maravilha, dotada de forte legitimidade graças à recepção dos megaeventos esportivos, para os quais a cidade deveria se transformar em um cenário urbano renovado de grande atratividade e competitividade do capitalismo global. O efeito perverso desta prática materializa-se no processo de remoções das ocupações da antiga área portuária, objeto da presente reflexão, desarticulando um conjunto de territorializações geradas pelos movimentos sociais em luta por moradia neste espaço. Entende-se a questão da moradia como geradora de conflitos de interesses. Por um lado, a demanda latente pela permanência e melhoria das condições de habitação das classes populares na zona portuária, por outro, a atuação da Operação Porto Maravilha, pautada pelos interesses do grande capital na renovação e sofisticação da área portuária e na atração de novos moradores, a partir dos novos empreendimentos habitacionais. As  ocupações ali existentes constituíam um sério obstáculo a tais intenções. O presente recorte busca avaliar os impactos socioespaciais desta prática de remoções de ocupações, no momento da implementação do Projeto Porto Maravilha, bem como, em momento posterior à realização dos Megaeventos Esportivos.

Referência Espacial
Região
Região Metropolitana do Rio de Janeiro
Zona
Zona Central
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Centro, Gamboa, Saúde, Santo Cristo, Caju
Localidade
Zona portuária do Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/intersecoes/article/view/39043

A ordem social aprisionada: um estudo sobre a construção social da violência contra a mulher

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Fleury-Teixeira, Elizabeth Maria
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.868
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v. 10 n. 26
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Online
Página Inicial
178
Página Final
221
Idioma
Português
Palavras chave
violência nas relações íntimas
homens perpetradores de violência
ordem social
padrões de socialização
Resumo

Este artigo apresenta os resultados de uma pesquisa realizada entre 2018 e 2020 em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, Brasil. Trata-se de uma análise das formas de socialização a que foram submetidos homens autores de violência contra a mulher, condenada pela Lei Federal 11.340 (Lei Maria da Penha). Um dos objetivos do estudo foi localizar padrões referentes a práticas baseadas em crenças e costumes, valores morais em que esses homens, autores de violência íntima contra a mulher, eram socializados. Punidos pela lei brasileira, eles foram colocados, em 2019, em grupos reflexivos aos quais foram levados pelo sistema de justiça. Neste estudo, foram utilizados métodos qualitativos e quantitativos para reconstruir a memória dos perpetradores de violência contra a mulher e posterior análise dos dados gerados na pesquisa. Dentre os três fenômenos descritos nesta pesquisa, destacamos a “ordem social aprisionada” por se tratar de um impacto social da aplicação da Lei Maria da Penha. Para descrever os fenômenos, são analisadas práticas originadas de padrões morais e padrões de masculinidade aprendidos na infância e adolescência, relacionando-os às mudanças de costumes que estão ocorrendo no país, que por sua vez estão vinculadas a novas leis, aprovadas pelo parlamento para maior proteção das mulheres em situação de violência.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Cidade/Município
Belo Horizonte
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
2018-2020
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/868

Periferias nas universidades: ecos femininos das políticas de ações afirmativas

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Carmo, Milena Mateuzi
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Moutinho, Laura
Klein, Charles
Sexo:
Mulher
Sexo:
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.906
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v. 10 n. 26
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Online
Página Inicial
124
Página Final
152
Idioma
Português
Palavras chave
Ações afirmativas no ensino superior
Periferias
Interseccionalidade
Gênero
Ativismos urbanos
Resumo

O objetivo deste artigo é refletir sobre a forma como medidas de acesso ao ensino superior dos últimos 20 anos, articuladas a outras políticas sociais, modificaram as condições de vida de muitas famílias moradoras das periferias da cidade de São Paulo, sobretudo de mulheres. Argumentamos que tais políticas, de modo mais amplo, também vêm contribuindo para transformar o contexto político e cultural desses territórios. Nesse sentido, analisamos alguns ecos das políticas de ação afirmativa, considerando especialmente as relações familiares sob a ótica do feminino, com tensões e ambiguidades geracionais, acesso a emprego, atuação política renovada e a produção de saberes no campo acadêmico a partir da constituição de novos sujeitos do conhecimento. Interessa-nos, igualmente, discutir como a entrada de estudantes pobres, negras e moradoras das periferias, ao aproximar academia e tais territórios, tem promovido a transformação da subjetividade, a renovação de saberes, pautas, formas de organização e de produção nesses territórios.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
2000-2020
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/906

A vida social da estátua de Michael Jackson na favela Santa Marta, Rio de Janeiro: uma perspectiva móvel sobre regimes de valor

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Mano, Apoena Dias
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/etnografica.13156
Título do periódico
Etnográfica
Volume
27
Ano de Publicação
2023
Local da Publicação
Portugal
Página Inicial
137
Página Final
159
Idioma
Português
Palavras chave
Espaço urbano
Estátua
Mobilidades
Turismo em favelas
UPP
Resumo

O objetivo deste artigo é apresentar uma “biografia cultural” da estátua de Michael Jackson na favela Santa Marta, na cidade do Rio de Janeiro. Examinando o recorte temporal de 2010 a 2018, é dado enfoque a dinâmicas de produção do espaço urbano considerando a mercantilização turística e a violência urbana. As análises expostas são provenientes de uma pesquisa etnográfica realizada mediante interlocuções com uma rede de moradores, empreendedores, guias de turismo e lideranças locais da favela. Debatendo sobre as conexões entre (i)mobilidades de imagens, significados, objetos e corpos conduzidos pelo programa das unidades de polícia pacificadora (UPP), argumenta-se que a “vida social” da estátua na favela pode ser determinada pelos “regimes de valor” em torno de seus usos, disputas e significados no tempo e no espaço.

Autor do Resumo
Autor
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana do Rio de Janeiro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Localidade
Favela Santa Marta
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2010-2018
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/etnografica/13156

Entre dois ciclos políticos: o percurso do MTST e os caminhos das lutas urbanas

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Falchetti, Cristhiane
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.888
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v. 10 n. 24
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Online
Página Inicial
168
Página Final
192
Idioma
Português
Palavras chave
lutas urbanas
ciclos políticos
MTST
ação coletiva
reconfiguração
Resumo

O artigo analisa a dinâmica da ação coletiva pós anos 1990 no Brasil, destacando a reconfiguração das lutas urbanas à luz da dinâmica societária em que se inserem. De uma perspectiva relacional e processual, a pesquisa segue a trajetória do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), situando-o como movimento intermediário entre o ciclo de democratização e o ciclo que se abre após junho de 2013. Com base nas práticas e discursos dos atores políticos, são identificadas mudanças e continuidades entre um ciclo e outro, bem como a ampliação das fronteiras que definem os movimentos sociais e o deslocamento dos limites de sua atuação.

Disciplina
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
1990-2020
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/888

Fábrica dos sonhos: o caso da Mercedes- Benz de Iracemápolis-SP

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Martins, Fernando Ramalho
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Prado, Marcos Lázaro
Sexo:
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.823
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v. 10 n. 24
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Online
Página Inicial
63
Página Final
95
Idioma
Português
Palavras chave
trabalho
multinacional
setor automotivo
Resumo

São várias as possibilidades de estudo quando pensamos sobre a chegada de uma grande fábrica de automóveis em uma pequena cidade sem tradição industrial. Do contexto das estratégias globais de expansão da empresa, passando pelas políticas nacionais de fomento ao setor e chegando ao impacto econômico que ela causa na localidade, tudo pode ser estudado, inclusive o significado simbólico que ela imbui nos diversos sujeitos a ela vinculados. O presente trabalho tem como objeto a fábrica da Mercedes-Benz na cidade de Iracemápolis, interior de São Paulo, Brasil. A pesquisa teve um caráter exploratório, tendo em vista o pouco tempo de funcionamento da unidade. Dados foram coletados em bases de dados de jornais e periódicos científicos, visitas in loco foram realizadas e entrevistas em profundidade foram conduzidas com os seguintes stakeholders: três trabalhadores, dois ex-trabalhadores, dois terceirizados, prefeito municipal e um secretário, um deputado federal, dois representantes trabalhistas locais e um internacional, secretário da IndustriAll e ex-membro do Comitê Diretivo da Mercedes-Benz. A análise de conteúdo, com codificação aberta, foi a forma escolhida para o tratamento dos dados. No desenvolvimento do trabalho, procurou-se reconstruir a curta trajetória da empresa naquela localidade (2016-2020), analisando sua estruturação produtiva, emprego, relações de trabalho e, principalmente, a percepção de trabalhadores acerca de sua presença. Dessa forma, a construção narrativa oferecida pelos entrevistados proporcionou-nos um interessante mergulho em seus imaginários sociais, dentro de um contexto de “vinculação” efêmera de uma multinacional do setor automobilístico, estruturada a partir do modelo CKD (Completely Knock-Down), em uma cidade interiorana.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Iracemápolis
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2016-2020
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/823

Examinando a relação entre proximidade espacial e integração socioeconômica a partir das articulações entre a população de dois bairros populares e os condomínios fechados de elite em Salvador, Brasil

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Treuke, Stephan
Sexo
Homem
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v. 10 n. 24
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Online
Página Inicial
112
Página Final
143
Idioma
Português
Palavras chave
pobreza urbana
segregação
efeito-território
Resumo

Neste trabalho, visa-se investigar sob quais condições o efeito-território, acometendo as populações pobres do bairro central Calabar e do bairro periférico Vila Verde, Salvador, Brasil, se vê mitigado pela proximidade a condomínios da classe alta. Com base em entrevistas, evidencia-se que existem tanto mecanismos que prejudicam o indivíduo, como a influência do tráfico de drogas, quanto mecanismos que beneficiam sua vida, como a mobilização coletiva da comunidade. Discute-se que as articulações entre os grupos socialmente distantes sofreram importantes alterações ao longo da trajetória de expansão das classes média e alta, sendo que a relação entre proximidade e integração socioeconômica se vê condicionada pela existência de espaços públicos, pela autonomia funcional do bairro e pelo impacto do crime. Conclui-se que a recente construção do condomínio Alphaville II não ampliou as possibilidades de articulação social com os segmentos mais pobres que moram no bairro Vila Verde, dada sua maior autonomia funcional e seu maior grau de isolamento espacial. Tampouco criou externalidades positivas para a população do seu entorno geográfico em termos de acesso a serviços urbanos e de segurança pública, em contraste com o bairro de Calabar.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Salvador
Bairro/Distrito
Calabar; Vila Verde
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Bahia
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/790

Etnografando “casas” de folclore: relações entre configurações do espaço e os sentidos da prática do folclore “alemão” no Brasil

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Voigt, Lucas
Sexo
Homem
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.540
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v.8 n.20
Ano de Publicação
2020
Local da Publicação
Online
Página Inicial
224
Página Final
247
Idioma
Português
Palavras chave
casas
folclore
etnografia
Resumo

Com inspiração na produção sociológica acerca das “casas”, este artigo tem por objetivo analisar as relações entre os usos e as configurações do espaço e os sentidos investidos nas práticas sociais que constituem o que se compreende por folclore “alemão” no Brasil. Para a execução da análise, procedo à apresentação de duas etnografias sobre “casas” de folclore. A primeira descreve a estrutura física e espacial da principal instituição do espaço do folclore, a Associação Cultural Gramado / Casa da Juventude. A segunda descreve a Trachtenhaus (“Casa dos Trajes”), residência pessoal da principal especialista na confecção de trajes típicos germânicos no país. O artigo sustenta o argumento de que as configurações do espaço, a disposição dos objetos e os usos sociais de tais “casas” oferecem indícios profícuos para a compreensão da lógica e dos sentidos investidos na prática do folclore “alemão” no Brasil.

Disciplina
Referência Espacial
Localidade
Associação Cultural Gramado / Casa da Juventude
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Rio Grande do Sul
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/rbs.540

Ativismo, instituição e repertório autonomista: uma etnografia sobre coletivos políticos

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Faria, Flavia de
Sexo
Mulher
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.20336/rbs.741
Título do periódico
RBS - Revista Brasileira de Sociologia
Volume
v.8 n.20
Ano de Publicação
2020
Local da Publicação
Online
Página Inicial
177
Página Final
198
Idioma
Português
Palavras chave
coletivos políticos
repertório autonomista
etnografia
Resumo

A forma de mobilização chamada “coletivos” é uma chave fundamental para a compreensão da maneira como se constituem os ativismos contemporâneos no Brasil e da crítica que atribuem às instituições. Este artigo pretende, em um primeiro momento, discutir aspectos do repertório de ação autonomista que, atualizados e acentuados durante as jornadas de junho de 2013, representam um marco importante para os ativismos posteriores. Em seguida, a partir da descrição etnográfica de algumas práticas e atividades de dois coletivos políticos, mostrar que a busca de metodologias de horizontalidade e autogestão assim como a autonomia e a crítica antissistema são parte desse repertório e fundamentam sua existência, seu funcionamento e sua reivindicação.

Disciplina
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
2013; junho de 2013
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/rbs.741