Geografia

Centro, periferia e novas centralidades em cidade média: o caso de Bauru - SP

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Junior, Lopes; Martins, Wilson
Sexo
Homem
Orientador
Santos, Regina Célia Bega dos
Ano de Publicação
2007
Local da Publicação
Campinas
Programa
Análise Ambiental e Dinâmica Territorial
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Espaço urbano
Lugares centrais (Cidades e vilas)
Planejamento urbano
Geografia urbana
Resumo

Na análise da centralidade urbana nota-se a interdependência entre dinâmicas que envolvem a estruturação interna das cidades, desde a nova localização dos equipamentos de comércio e de serviços, o uso do automóvel, como também outros aspectos presentes não somente em metrópoles e grandes centros, mas também em cidades médias, como é o caso de Bauru (interior paulista). Existe a necessidade de analisar as especificidades do processo de redefinição da centralidade, ou seja, seus desdobramentos, suas dimensões, localizações e outros aspectos que favoreçam o seu entendimento em cidades de porte médio. As mudanças na organização espacial das cidades mostram o surgimento de novas áreas com expressivas atividades comerciais, de serviços e todo um fluxo que expressa a centralidade. Neste processo, ocorre a descontinuidade territorial urbana e a criação destes novos espaços que representam a sua fragmentação. Esta pesquisa estudou a reprodução do espaço urbano discutindo a questão da centralidade na cidade de Bauru SP. Assim, buscou-se compreender a formação das centralidades e os seus desdobramentos numa cidade média do interior paulista. Para tanto, foram privilegiadas as seguintes formas de pesquisa: teórica, empírica e histórica. No que diz respeito ao crescimento da cidade e ao desenvolvimento urbano a fase histórica teve como diretriz a relação tempo ¿ espaço. A discussão teórica partiu da questão do espaço para compreender a reprodução do espaço urbano como a sua territorialidade ¿ centralidade. Foi produzido material cartográfico sobre a nova organização espacial da cidade, destacando a sua centralidade. Finalmente os resultados desta pesquisa estarão disponibilizados ao poder municipal no sentido de contribuir com planejamento urbano municipal.

Referência Espacial
Cidade/Município
Bauru
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
n/i
Localização Eletrônica
https://1library.org/document/yd93xolz-centro-periferia-novas-centralidades-cidade-media-caso-bauru.html

Proposta de síntese climática a partir do comportamento térmico e higrométrico do ar em áreas urbanas

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Jardim, Carlos Henrique
Sexo
Homem
Orientador
Perez Filho, Archimedes
Ano de Publicação
2007
Local da Publicação
Campinas
Programa
Análise Ambiental e Dinâmica Territorial
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Climatologia urbana
Geografia física
Resumo

As modificações impostas pelas cidades ao comportamento dos elementos climáticos são insuficientes para a definição de um clima urbano. Mesmo num espaço relativamente pequeno, deve-se levar em consideração a influência de uma série de outros fenômenos climáticos, cuja gênese remonta a participação de fatores alheios à própria organização urbana. Com a finalidade de demonstrar isso, tendo como área de estudo a bacia hidrográfica do Rio Aricanduva na zona leste do município de São Paulo (SP), procurou-se avaliar a influência dos fatores geográficos de superfície no comportamento da temperatura e umidade relativa do ar em áreas urbanas, considerando como pressuposto a relação entre a sucessão dos tipos de tempo e as mudanças na configuração espacial desses elementos. Essas mudanças foram interpretadas, em seguida, como indicadoras do caráter “sistêmico” do clima. Os dados utilizados foram resgatados de trabalhos anteriores, além daqueles produzidos durante o desenvolvimento desta pesquisa entre 2004 e 2006. A análise envolveu o cruzamento dos dados mensurados com as características físicas do ambiente de coleta e do tipo de tempo no dia. Os resultados foram traduzidos numa série de cartas, com o propósito apresentar o fato geográfico-climatológico dentro da sua real dimensão de tempo e escala. 

Disciplina
Referência Espacial
Zona
Zona Leste
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Aricanduva
Logradouro
Rio Aricanduva
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2004-2006
Localização Eletrônica
https://1library.org/document/q75d8ldz-proposta-sintese-climatica-partir-comportamento-termico-higrometrico-urbanas.html

Ecoturismo e desenvolvimento no Vale do Ribeira: análise compreensiva de um problema potencial

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Junior, Mendes; Nogueira, Jaime
Sexo
Homem
Orientador
Ferreira, Marcos César
Ano de Publicação
2007
Programa
Análise Ambiental e Dinâmica Territorial
Instituição
Unicamp
Idioma
Português
Palavras chave
Ecoturismo
Desenvolvimento sustentável - Ribeira de Iguape
Rio, Vale (PR e SP)
Ribeira de Iguape, Rio, Vale (PR e SP)
Resumo

O ecoturismo tem sido apontado como uma das soluções mais apropriadas para solucionar o conflito sócio-ambiental e alavancar o desenvolvimento no Vale do Ribeira, o que se deve ao caráter potencialmente sustentável dessa modalidade turística e, portanto, compatível com o uso legal de um território protegido, em quase toda a sua extensão, por unidades de conservação. Por outro lado, a inobservância do ideal do ecoturismo tem levado a adoção de sistemas de certificação para assegurar a sua sustentabilidade. Por meio da análise compreensiva, desenvolvida neste trabalho, produzimos uma leitura acerca do ecoturismo como solução ao conflito sócio-ambiental no Vale do Ribeira que revela não somente as estratégias de dominação ocultas no uso de instrumentos destinados ao desenvolvimento regional, mas, sobretudo, a incompatibilidade entre a idéia de desenvolvimento no mundo contemporâneo e o ideal do ecoturismo, enfatizando a importância de restituir ao lugar, definido pelo Bairro da Serra, Iporanga, SP, o papel de agente ativo no processo de desenvolvimento diante das pressões verticais da globalização em que o turismo, regionalmente, tem operado como um catalisador.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Vale do Ribeira
Cidade/Município
Iporanga
Bairro/Distrito
Bairro da Serra
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
n/i
Localização Eletrônica
https://1library.org/document/q75d7rdz-ecoturismo-desenvolvimento-vale-ribeira-analise-compreensiva-problema-potencial.html

As ondas do litoral norte (SP): difusão espacial das práticas caiçaras e do veraneio no Núcleo Picinguaba do Parque Estadual da Serra do Mar (1966-2001)

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Raimundo, Sidnei
Sexo
Homem
Orientador
Ferreira, Marcos César
Ano de Publicação
2007
Programa
Análise Ambiental e Dinâmica Territorial
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Avaliação da paisagem
Gerenciamento costeiro
Ecossistema
Turismo - Aspectos ambientais
Áreas protegidas
Resumo

Esta pesquisa avaliou a formação territorial no extremo norte do litoral paulista em 40 anos, discutindo suas mudanças sócio-espaciais. Para tal, foi realizado levantamento das características da sociedade e da natureza. A sociedade foi analisada pela “Situação”, da Escola Espacial, considerando o arranjo espacial condicionado por dois dos principais objetos geográficos da região: a BR-101 que dinamizou o processo de ocupação e o Parque Estadual da Serra do Mar, que ofereceu resistência a essa ocupação. Esta análise foi complementada pelas categorias do Espaço: forma, função, estrutura e processos. A natureza foi analisada pelo “Sítio”, da Escola Espacial, complementada pela análise integrada Geossistêmica. Estes foram classificados como “em biostasia”, “de transição” e “em resistasia”. Todas essas informações foram correlacionadas, permitindo entender a distribuição espacial dos usos sobre os Geossistemas, destacando as persistências de usos no tempo e os problemas ambientais. Com isso, pôde-se propor atividades para melhorar o gerenciamento deste setor do litoral. As inovações ligadas ao veraneio e turismo estabeleceram-se nas vilas caiçaras existentes no interior do parque e a difusão espacial em 40 anos, desde a abertura da BR-101, se deu de uma forma radial, a partir destes “pontos” formados pelas vilas. Nesse setor, não se observou abertura de novas frentes, mas uma dinamização no interior dessas vilas. Dentro do parque, mas fora da área das vilas, há uma involução da ocupação do veraneio e a tendência espacial é a evolução de “ambientes de transição” ou “em resistasia” para “em biostasia”. Fora dos limites do parque, a ocupação se dá também pela intensificação das ocupações nas vilas, mas com um padrão generalizado, ao longo das praias e das estradas vicinais. Conclui-se que a rodovia BR-101, principal vetor de ocupação, não propiciou uma ocupação generalizada em áreas além de sua faixa de domínio e da linha de costa, devido às funções sócio-econômicas (turísticas e de veraneio) atribuídas à região, concentrando a ocupação na faixa costeira. Assim, a baixa pressão de uso fora da orla, ajudou o parque estadual a oferecer um “atrito” espacial, reduzindo os processos de ocupação, apesar dos poucos recursos que dispõe, mantendo a ocupação restrita às vilas caiçaras. No litoral norte de Ubatuba, no sertão e na orla, as planícies configuraram-se nas principais “persistências espaciais” ao longo do tempo. Foram utilizadas pelas práticas caiçaras e, posteriormente ocupadas pelo turismo e veraneio, devido à maior atratividade para essa atividade. Transformaram-se nas paisagens naturais mais alteradas e desconectadas da região. A paisagem natural apresenta uma grande associação entre as formas do relevo e a cobertura pedológica. A vegetação está conservada nas altas vertentes, formando um continuum ao longo das escarpas da Serra. Não se conseguiu, pelo método utilizado, associar a vegetação com o embasamento e assim, ter maiores informações sobre os processos naturais que ocorrem na área. Enquanto as práticas sócio-econômicas permanecerem com esse padrão geral de uso – predominantemente pontual e de forma descontínua na paisagem -, não afetarão os ambientes mais conservados, contribuindo para manutenção da qualidade da paisagem natural.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Litoral Norte
Cidade/Município
Ubatuba
Logradouro
Parque da Serra do Mar
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1966-2001
Localização Eletrônica
https://1library.org/document/y95l2djz-difusao-espacial-praticas-caicaras-veraneio-nucleo-picinguaba-estadual.html

Análise geoambiental dos setores de encosta da área urbana de São Vicente-SP

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Amorim, Raul Reis; Oliveira, Regina Célia de
Orientador
Oliveira, Regina Célia de
Ano de Publicação
2007
Local da Publicação
Campinas
Programa
Análise Ambiental e Dinâmica Territorial
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Encostas
Ocupação
Fragilidade
Escorregamentos
Resumo

As encostas constituem uma forma de relevo complexa, caracterizada por uma acentuada fragilidade natural, que sob a interferência humana pode sofrer a aceleração de processos erosivos e escorregamentos. A ocupação desordenada destes ambientes provoca riscos às atividades econômicas e à própria vida dos seres humanos. O objetivo deste trabalho é a realização de uma análise geoambiental das encostas da área urbana de São Vicente-SP. Ele está dividido nas seguintes etapas: inventário dos atributos naturais e sócio-demográficos da área em livros, periódicos, mapas e na base de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE (regiões censitárias); trabalhos de campo para identificar o grau de risco das encostas; elaboração do mapa de fragilidade a escorregamentos da área urbana de São Vicente. Os setores de encostas estão ocupados parcialmente, pois uma área significativa continua coberta por vegetação. As áreas já urbanizadas são classificadas como estruturadas preferencialmente habitadas pela população de melhor poder aquisitivo. A área tem risco iminente a escorregamentos, que a depender da intensidade podem gerar risco de vida e prejuízos materiais.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Vicente
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
n/i
Localização Eletrônica
http://dx.doi.org/10.1590/S1982-45132007000200008

Gestão, território e desenvolvimento: dificuldades e perspectivas do município de Tabatinga - SP

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Brumatti, Lívia Martinez
Sexo
Mulher
Orientador
Borges, Ana Claudia Giannini
Ano de Publicação
2015
Local da Publicação
Rio Claro
Programa
Geografia
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Geografia industrial
Administração financeira
Concentração urbana
Capital (Economia)
Tabatinga (SP)
Resumo

O Brasil vivenciou, a partir da década de 1990, mudanças na organização do seu território. A lógica de produção capitalista, com caráter financeiro e internacional se estabeleceu, neste período, no país, provocando, dentre outros aspectos, processos de concentração/aglomeração de atividades produtivas similares ou complementares em um mesmo município ou região. Houve, a partir desse período, grande surgimento dessas formas de organização produtiva (concentradas em aglomerado) no país. Em razão disso, as instituições públicas brasileiras passaram a demonstrar grande interesse nas mesmas, como formas de promoção de desenvolvimento nos territórios. Neste sentido, buscou-se, neste trabalho, compreender as dificuldades e perspectivas das empresas do aglomerado industrial do município de Tabatinga - SP, com ênfase na gestão financeira das mesmas, de modo a verificar as condições dessas empresas frente a um ambiente de grande competição de mercado. Além disso, procurou-se identificar e analisar as relações existentes entre as empresas na busca de desenvolvimento próprio e para o território em que estão inseridas. Para tal, foram realizados: estudos teóricos a respeito das temáticas; levantamento de dados secundários para conhecimento dos ramos de bicho de pelúcia e de enxoval de bebê; e, pesquisa de campo com nove empresas do aglomerado. Foi possível identificar que, inicialmente, as empresas apresentavam dificuldades relacionadas à sua informalidade. Para superação dessa condição, atuaram na formalização dos empreendimentos, na contratação de novos empregados (já com relações formais) e na mudança de local doméstico para imóvel comercial, para que, dessa forma, pudessem promover crescimento nas suas vendas e participação de mercado. As empresas entrevistadas apresentam ações individualizadas (compra, venda e inovação), que poderiam ser coletivas se o aglomerado industrial apresentasse.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Tabatinga
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/138532

Desenvolvimento e suas representações em três cidades paulistas

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Bellingieri, Julio Cesar
Sexo
Homem
Orientador
Souza, José Gilberto de
Ano de Publicação
2014
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia
Instituição
UNESP - Rio Claro
Idioma
Português
Palavras chave
Geografia econômica
Planejamento urbano
Representações sociais
Desenvolvimento social
Índice de desenvolvimento humano
Resumo

Este trabalho identificou as representações sociais de cidade desenvolvida, construídas pelos sujeitos de três cidades do interior do Estado de São Paulo (Jaboticabal, Olímpia e Bebedouro), bem como as percepções do desenvolvimento de suas cidades, que foram comparadas à evolução recente da economia e do desenvolvimento das mesmas. A análise qualitativa do primeiro objetivo baseou-se na abordagem do núcleo central das representações sociais, apoiada na técnica da evocação livre de palavras (ABRIC, 2001), com uso do software EVOC 2000 (VERGÈS, 2002); a análise quantitativa do segundo objetivo baseou-se nas respostas às afirmações, em escala Likert, a respeito da condição/evolução do desenvolvimento das cidades. Foram entrevistadas amostras de 408 pessoas em cada cidade, estratificadas por sexo, idade, renda eescolaridade. Os resultados mostraram que uma cidade desenvolvida é representada essencialmente por uma dimensão econômica (objetivada em emprego e indústrias/empresas), coexistindo com uma dimensão social (objetivada em saúde e educação), fazendo emergir o paradigma do desenvolvimento humano (medido pelo IDH). Assim, apesar de o desenvolvimento continuar a ser representado pelo velho paradigma do desenvolvimento econômico (calcado na industrialização), já incorporou atributos de ordem social. À medida que aumenta a renda, a dimensão econômica torna-se menos relevante, e a social mais relevante, na representação de cidade desenvolvida, assim como os mais jovens tendem a associar menos o desenvolvimento com a presença de indústrias. Também, o tamanho e/ou a expansão urbana/demográfica mostrou-se muito pouco relevante, assim como foi nula a dimensão ambiental (base do paradigma do desenvolvimento sustentável), nas representações de cidade desenvolvida.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Jaboticabal; Olímpia; Bebedouro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/124084

As cidades pequenas na região metropolitana de Campinas-SP: dinâmica demográfica, papéis urbanos e (re)produção do espaço

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Moreira Júnior, Orlando
Sexo
Homem
Orientador
Guidugli, Odeibler Santo
Ano de Publicação
2014
Local da Publicação
Rio Claro
Programa
Geografia
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Geografia urbana - Brasil
Espaço urbano
Planejamento urbano
Planejamento regional
Geografia humana
Resumo

Esta tese é o resultado do desenvolvimento de uma pesquisa realizada nas cidades com população inferior a 50 mil habitantes, da Região Metropolitana de Campinas-SP. Está centrada na concretização de uma análise que permita entender como a trajetória de metropolização, as práticas produtivas e de reprodução do capital geram espaços diferenciados e hierarquizados, marcados por diferentes processos socioeconômicos e populacionais. Apesar de abranger uma análise a partir da totalidade da metrópole, o foco principal foi apreender as interações e características particulares das cidades pequenas da região, a fim de apreender as práticas e relações estabelecidas no intra e no interurbano destas realidades. Os resultados permitiram a comparabilidade com outras pesquisas desenvolvidas sobre o tema. O que permitiu identificar, de um lado, aspectos que se assemelham na dinâmica das cidades pequenas de uma região metropolitana daquelas localizadas em áreas não-metropolitanas. De outro, apontar características particulares assumidas pelas cidades pequenas ante o processo de metropolização. Neste sentido, espera-se que a pesquisa possa contribuir, do ponto de vista qualitativo, com o estudo das cidades pequenas e que possa indicar novas possibilidades de pensar teórico-metodologicamente a construção de uma agenda comum entre pesquisadores da temática.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de Campinas
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/123288

Pateo do Collegio: um lugar na cidade de São Paulo

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Fortunato, Ivan
Sexo
Homem
Orientador
Oliveira, Livia de
Ano de Publicação
2014
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia
Instituição
UNESP - Rio Claro
Idioma
Português
Palavras chave
Geografia humana
Centros históricos
Percepção geografica
Resumo

O Pateo do Collegio, no coração do Centro Histórico paulistano, é reconhecidamente o lugar de fundação da cidade de São Paulo. Localizado no alto da colina do Planalto de Piratininga, foi descoberto no século XVI pelos padres da Companhia de Jesus, que fixaram colégio e igreja no lugar, batizando a vila de São Paulo de Piratininga, em missa celebrada no dia 25 de janeiro de 1554. Conhecemos o lugar ao acaso, quando um súbito sentido de encantamento nos motivou a querer conhecê-lo melhor. Partindo da hipótese de que sua geograficidade permite qualificá-lo como lugar ontológico, esta tese teve como propósito desvendar sua essência e demonstrar o sentido de lugar presente em seus aspectos históricos, culturais, construídos, telúricos e simbólicos. Epistemologicamente fundamentados pela Geografia Humanista, desenvolvemos nossa tese pela presença no lugar, observação, conversas, desenho de mapas, fotografias, mas, também pela literatura e registros históricos... com a intenção de reunir significados e valores desse lugar emblemático. Ao final, essa geopoética nos concede a prerrogativa de nomear o Pateo do Collegio como um lugar vivo na cidade de São Paulo, qualificado por uma historicidade e uma geograficidade muito particulares, sendo o lugar onde a cidade nasceu, permaneceu e dali expandiu-se, de vila à metrópole.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/110577

Agenda 21 local e sustentabilidade socioambiental urbana de Limeira/SP

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Capparol, Daniela Cristina Aparecida
Sexo
Mulher
Orientador
Pitton, Sandra Elisa Contri; Moraes, Clauciana Schimidt Bueno de
Ano de Publicação
2015
Local da Publicação
Rio Claro
Programa
Geografia
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Agenda 21
Geografia
Sustentabilidade
Geografia humana
Gestão ambiental
Resumo

A presente investigação teve como hipótese estabelecida a afirmação de que as problemáticas socioambientais verificadas (transporte público ineficiente, elevado número de veículos, congestionamentos em vias principais, desrespeito a pedestres, ciclistas e motociclistas, áreas sujeitas a enchentes, falha na divulgação sobre o serviço de coleta seletiva de resíduos, desmatamento ciliar em corpos hídricos urbanos, ineficiência nos serviços de saúde do município, insegurança e criminalidade urbana entre outros) na cidade de Limeira/SP, são decorrentes de falhas na elaboração/execução dos programas/projetos desenvolvidos pelo poder público local, e, por isso, existe a necessidade de pensar em novas propostas numa estrutura maior, isto é, pertencentes à Agenda 21 Local. Considerando este ponto inicial, fez-se necessário, através de um questionário elaborado com este propósito, o levantamento dos programas/projetos desenvolvidos pela Prefeitura Municipal de Limeira/SP nos anos de 2011 e 2012, por serem os últimos anos de uma administração de oito anos e, principalmente, porque em 2013 outra administração iniciou-se e assim, limitou-se o desenvolvimento de novos projetos. De posse desse primeiro levantamento, fez-se importante analisar os resultados (positivos ou não) dessas ações a partir do ponto de vista da população urbana. Para isso, outro questionário foi elaborado (com questões abertas, fechadas e dependentes) e aplicado junto aos habitantes desta localidade (Associações e Comissões de Moradores de Bairros, Escolas com Educação de Jovens e Adultos e em bairros de maior acessibilidade à pesquisadora). Os principais apontamentos feitos pela população foram problemas no trânsito e no transporte público coletivo, pequena participação da população em eventos e cursos culturais, serviço de coleta seletiva de resíduos pouco divulgado, pequeno conhecimento da população acerca do projeto.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Limeira
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2011-2012
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/132145