Comunicação

Os Centros de Convenções do Estado de São Paulo como Fator de Desenvolvimento do Turismo de Eventos

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Matias, Marlene
Sexo
Mulher
Orientador
Lage, Beatriz Hlena Gelas
Ano de Publicação
2000
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Comunicação
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
239
Idioma
Português
Palavras chave
desenvolvimento econômico
eventos
mercado turístico
Resumo

O Turismo de Eventos é uma atividade econômica e social de grande importância, implementada por localidades que possuem centros de convenções e que não são alvo do turismo de lazer ou também por aquelas que sofrem com os problemas decorrentes da sazonalidade. O trabalho apresenta o Turismo de Eventos dentro de um amplo contexto da atividade turística internacional e nacional, apontando aspectos que evidenciam alguns efeitos econômicos e sociais que causa às localidades. Mostra a evolução histórica dos eventos enfocando os conceitos, classificação e características dos mesmos, como também descreve o surgimento dos espaços de eventos no Brasil, até chegar no conceito e características dos centros de convenções atuais. Destaca a Política do Governo Federal de incentivos fiscais e creditícios para a implantação de centros de convenções no país. Apresenta diagnóstico dos centros de convenções do Estado de São Paulo, enfocando seus diversos aspectos construtivos, funcionais e administrativos. Aborda a opinião dos diversos agentes econômicos (organizadores de eventos, entidades do setor e participantes dos eventos), possibilitando uma visão ampla do mercado de eventos do Estado de São Paulo. Indica conclusões e sugere roteiro de orientação para a implantação de centros de convenções.

Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I

Imigrantes Japoneses: empresários no Brasil, histórias de vida e de luta

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Deliberador, Luzia Mitsue Yamashita
Sexo
Mulher
Orientador
Pinto, Virgílio Noya
Ano de Publicação
2000
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Comunicação
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
102
Idioma
Português
Palavras chave
desenvolvimento econômico
cultura
migração
indústria
Resumo

O trabalho relata a história de vida pessoal e das empresas de oito empresários imigrantes japoneses bem sucedidos no Brasil. Imigrantes que saíram do Japão fazendo parte da corrente migratória que ocorreu naquele país desde os fins do século XIX e início do século XX, inserida no esquema geral do desenvolvimento capitalista japonês. E, por outro lado, no Brasil, aconteciam as transformações do sistema de trabalho rural, principalmente no estado de São Paulo, com a introdução e a expansão da empresa agrícola cafeeira. São imigrantes oriundos de várias regiões do Japão e, com apenas uma exceção, todos vieram acompanhando os pais ou familiares com o objetivo de permanecer alguns anos, enriquecer e retornar ao Japão. Todos foram diretamente para as fazendas de café no estado de São Paulo. A partir daí, a história de cada um deles difere de acordo com a personalidade, valores, oportunidades e com a própria realidade de cada um. O trabalho registra a experiência administrativa e as formas de gerenciamento de suas empresas desses imigrantes empresários, considerados bem-sucedidos e que, ao longo de suas trajetórias de vida e de trabalho, conseguiram criar, desenvolver e administrar grandes empresas.

Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/001086420

Ubatuba: o resgate da memória pela fotografia

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Velloso, Viviane Fushimi
Sexo
Mulher
Orientador
Pinto, Virgílio Noya
Ano de Publicação
2001
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Comunicação
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
147
Idioma
Português
Palavras chave
magem
história oral
narrativas
representação
Resumo

Esta pesquisa procura resgatar a memória da cidade de Ubatuba, de modo a construir um universo informativo do período de 1900 a 1960, utilizando a fotografia como documento e apoio para a memória oral, a história oral e como complemento de documentos oficiais. Nesse processo, identificamos duas reações distintas no relacionamento dos espectadores com a fotografia, desencadeadas pelo conhecimento de cada um deles: uns desenvolvem uma relação documental extraindo informações objetivas sobre as imagens e outros mantém com ela uma relação emocional que enriquece a memória da cidade com maior subjetividade de detalhes. O resultado dessas observações produziu uma nova visão da história da cidade com base na memória oral e visual de alguns moradores que nos possibilitou recontar a vida na cidade no período mencionado.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Ubatuba
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1900-1960

As Salas de Exposição em São Paulo no Início do Século: da pinacoteca à Casa Modernista (1905-1930)

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Cintrão, Rejane Lassandro
Sexo
Mulher
Orientador
Fabris, Annateresa
Ano de Publicação
2001
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Comunicação
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
224
Idioma
Português
Palavras chave
manifestações artísticas
institucionalização
modernização
estética
Resumo

O presente trabalho tem como objetivo a análise das montagens de exposições que ocorreram em São Paulo durante o período de 1905 - quando é fundado o primeiro museu de arte da cidade, a Pinacoteca do Estado - a 1930, ano em que ocorre a exposição da Casa Modernista idealizada pelo arquiteto Gregori Warchavichik. A modernização de São Paulo teve início após o crescimento da economia cafeeira e a cidade cresceu de maneira vertiginosa a partir da entrada do século XIX adotando os padrões parisienses na urbanização e na vida social e cultural da cidade (muito embora houvesse imigrantes italianos em número muito maior do que franceses. As várias mostras que ocorriam em locais improvisados, entre salas alugadas, salões de chá, redações de revistas e clubes, localizados principalmente na região do Triângulo - formado pelas ruas de São Bento, XV de Novembro e Direita -, eram apresentadas segundo os padrões dos salons parisienses, dos quais participavam vários artistas brasileiros, muitos deles estudantes da Academia Julian, também localizada em Paris. A grande maioria das mostras, que contavam com um número considerável de visitantes e de vendas, era organizada pelos próprios artistas, que cuidavam desde a escolha do local e a montagem das obras, à venda dos trabalhos. As vendas, por sinal, eram o principal objetivo dos artistas, além do fato de, com a exposição das obras, poderem mais facilmente pleitar bolsas de estudo no exterior. Algumas vezes, também, ocorriam exposições de obras realizadas sob encomenda, para que o público pudesse conhecê-las antes de ocuparem o local de seu destino, em geral retratos para serem pendurados em gabinetes, os quais eram mostrados, quase sempre, em vitrines de lojas e da redação do jornal O Estado de S. Paulo.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Localidade
Casa Modernista e Pinacoteca do Estado
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1905-1930
Localização Eletrônica
https://dedalus.usp.br/F/?func=direct&doc_number=001178327

O Estilo que Ninguém Segura: mano é mano! Boy é boy! Boy é mano? Mano é mano? Reflexão crítica sobre os processos de sociabilidade entre o público juvenil na cidade de São Paulo na identificação com a musicalidade do Rap nacional

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Santos, Rosana Aparecida Martins
Sexo
Mulher
Orientador
Caldas, Waldenyr
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.27.2002.tde-10102006-170247
Ano de Publicação
2002
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Comunicação
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
274
Idioma
Português
Palavras chave
globalização
lutas políticas
manifestações artísticas
identidade
Resumo

Nos tempos atuais o processo de globalização vem fornecendo novas configurações identitárias levando como modelo de análise na interpretação das relações entre o global/local. Partindo deste pressuposto, o objetivo desse projeto é o de abordar a construção do rap produzido no Brasil enquanto projeto artístico de resistência ao sistema hierárquico de poder e prestígio, como componente musical integrado no fluxo global de produtos, idéias, estilos, ou seja, enquanto linguagem cultural e consumível. Trata-se precisamente de estudar a disseminação do Rap Nacional (seu impacto social, no papel da política lírica de um discurso politizado em torno da interação social e da organização do cotidiano) enquanto meio de produção cultural, objeto de consumo imerso no contexto da cultura hip-hop. A pesquisa procura reconstruir o sistema de significações simbólicas que a mensagem produz, caracterizado pela capacidade de reflexão crítica à ordem social, articulada pelos jovens consumidores desse gênero artístico musical, na cidade de São Paulo, onde são denominados por "manos" e por "boys", tentando apanhar a singularidade que há por trás desse processo.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27134/tde-10102006-170247/pt-br.php

Tribos Urbanas: transcendências, rituais, corporalidades e (re)significações

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Lara, Arthur Hunold
Sexo
Homem
Orientador
Lima, Solange Martins Couceiro de
Ano de Publicação
2002
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Ciências da Comunicação
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
176
Idioma
Português
Palavras chave
identidade
relações com a cidade
tecido urbano
espacialidade
temporalidade
Resumo

O presente estudo analisa as transcendências e a corporalidade do tribalismo urbano de São Paulo sobre o prisma da comunicação, tece suas dinâmicas, relações temporais e vertentes espaciais. Discute as transformações perspectivas que afetam esses grupos na relação com o tecido urbano e verifica a suas identidades, resistências, transcendências e territórios. Tece, ainda comparações com o tribalismo internacional das festas raves, discutindo seus estados alterados de consciência o uso das novas drogues. Dessa comparação identificamos algumas (re)significações e (re)elaborações do sentir em seus ritos tribais.

Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I

Movimento Operário de Santos no Início do Século XX: o jornal como fonte documental histórica

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Silva, Ivani Ribeiro da
Sexo
Mulher
Orientador
Pinto, Virgílio Noya
Ano de Publicação
1992
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Comunicação
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
desenvolvimento econômico
organização de trabalhadores
lutas políticas
meios de comunicação
Resumo

Para estudar o jornal como fonte documental histórica do movimento operário de Santos no início do sec. XX, abordamos inicialmente o desenvolvimento da cidade como decorrência do crescimento de São Paulo, com a substituição da cana-de-açúcar pela cultura do café. Em seguida mostramos a situação do Porto de Santos, porta de saída dos produtos provenientes de São Paulo, e as dificuldades enfrentadas pelos operários que imigravam da Europa para uma Santos insalubre, sem a mínima infra-estrutura, cercada de epidemias. Além desses problemas, os trabalhadores eram explorados pelo capitalismo emergente, enfrentando cargas desumanas de trabalho e baixos salários. Essas dificuldades enfrentadas pela classe operária começaram a gerar movimentos de resistência liderados pelos intelectuais de tendência socialista e anarquista que vinham principalmente da Itália, Portugal e Espanha. Organizados em associações e sindicatos, esses trabalhadores eram conscientizados e politizados por essas entidades, que se utilizavam principalmente de jornais para organizar a resistência. Esses periódicos acabaram se transformando em importantes fontes documentais para resgatar esse período da história.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana da Baixada Santista
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Início do século XX

Políticas de Comunicação no Governo Erundina: do agitprop ao Jack Palance

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Fuser, Bruno
Sexo
Homem
Orientador
Marcondes Filho, Ciro
Ano de Publicação
1992
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Comunicação
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
participação popular
políticas públicas
administração municipal
Resumo

Há poucas experiências recentes de comunicação governamental de esquerda no país, que tem se desenvolvido com maior frequência somente nos últimos anos, restrita a níveis locais e regionais. Neste sentido, este trabalho procura estudar políticas de comunicação do governo Luiza Erundina na Prefeitura de São Paulo, desde sua posse, em janeiro de 1989, até decorridos 33 meses de seu mandato, em setembro de 1991. A análise é efetuada a partir das principais características de políticas de comunicação implementadas por governos de esquerda neste século em vários países e, igualmente, com base nas propostas para o setor elaboradas pelo partido dos trabalhadores (PT), ao qual pertence a prefeita e principal força na coligação responsável por sua vitória. O estudo detecta a existência de duas tendências na área de comunicação da prefeitura paulistana nesse período: uma, próxima a política cujo referencial mais importante e o partido bolchevique soviético, e, outra, fundamentada na técnica publicitária tradicional. O legalismo como restrição ao desenvolvimento das estratégias de comunicação, a inversão de signos ideológicos em ações que utilizam linguagem tradicional e ausência de espaço a participação popular na produção do setor são pontos em comum em ambas as políticas, enquanto uma delas se distingue pela nítida absorção de padrões mercadológicos em sua formulação e implementação.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Governo Luiza Erundina; 1989-1991

O nordestino no Brás: uma questão cultural

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Della Monica, Laura
Sexo
Mulher
Orientador
Pellegrini Filho, Américo
Ano de Publicação
1992
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Comunicação
Instituição
USP
Página Final
215
Idioma
Português
Palavras chave
migração urbana
integração
transformações urbanas
bairros
história do Brasil
Resumo

A história do Brás está vinculada a origem de São Paulo. O conhecido Caminho da Penha sofreu modificações inúmeras como as das desapropriações, em nome do progresso, desde a criação das primeiras estradas-de-ferro, melhoramentos para evitar as constantes enchentes, a implantação do metrô e tentativas de reurbanização. A imigração europeia também modificou e transformou o bairro num crescente contínuo, quer seja na construção de casas, indústrias e comércio, quer seja na educação, cultura e lazer. O nordestino no Brás ocasionou modificações dos padrões de comportamento nas relações sociais refletindo profundamente na vida do bairro pelos choques socioculturais. Portador de cultura regional, chegando ao mundo urbanizado dotado de outros valores, sofreu um impacto de tamanha dimensão, que mal pode vislumbrar qualquer capacidade de pensar nas manifestações espontâneas que na sua terra costumava realizar.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Brás
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://dedalus.usp.br/F/?func=direct&doc_number=000735443

Três centros culturais da cidade de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Cenni, Roberto
Sexo
Homem
Orientador
Teixeira Coelho
Ano de Publicação
1991
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Comunicação
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
cultura
sociabilidade
lazer
Resumo

O presente trabalho teve como proposta pesquisar os três espaços da cidade de São Paulo que - devido aos serviços oferecidos à população e à diversidade e dinamismo das atividades propostas - mais têm atuado com as características de centros culturais. O Centro Cultural São Paulo foi concebido para ser uma grande biblioteca pública e teve o seu projeto adaptado a um centro cultural que visava múltiplas atividades. E um departamento que concentra vários serviços da Secretaria Municipal de Cultura, muda seus dirigentes e chefes de divisões periodicamente e recebe muitos jovens, que vão estudar na biblioteca. O Museu Lasar Segall foi constituído para abrigar e divulgar a obra desse artista, tendo sido criado por iniciativa de sua família na casa em que moravam. Além do acervo possui, apesar de suas pequenas dimensões, uma biblioteca especializada e áreas que oferecem propostas participativas aos frequentadores. O museu conta com antigos funcionários para desenvolver suas atividades e sempre sofreu por problemas de falta de verbas, mesmo após sua incorporação pela Fundação Nacional Pró--Memória. O SESC é uma instituição privada que visa ao atendimento do comerciário e especializou-se em lazer. A sua principal unidade cultural é o Centro de Lazer SESC Fábrica da Pompéia, instalada em uma antiga fábrica inglesa restaurada. Em seu inicio realizou propostas de vanguarda e hoje atua como um complexo em que as atividades esportivas e as preocupações assistenciais juntaram-se à áreacultural. De cada um dos centros foi descrito o seu histórico e as realizações, a arquitetura, a estrutura organizacional e como se estabelecem as relações entre os funcionários, o centro e os frequentadores. Posteriormente foram feitos estudos comparativos entre os três centros, procurando-se analisar como lidam com os elementos artísticos e culturais e a contribuição que oferecem ao panorama cultural da cidade.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27131/tde-02092015-090526/pt-br.php