Solo urbano

Preservação e Controle do Uso do Solo: a atuação das associações de moradores de bairros; associações de bairros Z1 sob a Administração Regional de Vila Mariana do Município de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Oda, Deise Tomoco
Sexo
Mulher
Orientador
Dente, Edgar Gonçalves
Ano de Publicação
2003
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
regionalização
participação popular
regulamentação
uso do espaço
Resumo

O presente trabalho busca apreender a singularidade da atuação das Associações de Moradores de Bairro da Z1 (categoria do zoneamento que qualifica os bairros exclusivamente residenciais unifamiliares) da Administração Regional de Vila Mariana (ARVM) do município de São Paulo, no período até julho de 2002, quando as então Administrações Regionais passaram a se denominar Subprefeituras, com a mudança de governo. Estruturadas em bases territoriais - o bairro - elas são representativas dos interesses dados pela proximidade geográfica. Este trabalho tem por objetivo verificar como as associações de moradores de bairro vêm crescendo como organização, como poder paralelo e co-atoras no controle e gestão do uso e ocupação do solo. Por um lado, a atual crise do Estado, que se esvazia enquanto recurso, mas que vai acumulando o ônus de solucionar os problemas urbanos e, por outro, o fato de ocorrer a transferência para o município e para o local os muitos encargos, favorecem a criação de uma cultura de participação, que se insere no cotidiano, em que o local é o espaço de realização. A emergência das Associações de Moradores, que são o nosso objeto, está associada ao recrudescimento dos problemas ambientais e, principalmente, dos conflitos de zoneamento. Por essa razão, um número expressivo surgiu nos anos 90, principalmente de associações de moradores de bairros residenciais que são Z1. Ao final, pode-se constatar que o surgimento desses movimentos associativos na ARVM está bastante relacionado com reivindicações quanto ao uso e ocupação do solo.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Bairro/Distrito
Vila Mariana
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2002

Itapecerica da Serra - ocupação e uso do território

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Venturi, Luis Antonio Bittar
Sexo
Homem
Orientador
Cavalheiro, Felisberto
Ano de Publicação
2001
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia Física
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
governo
mananciais
ocupação
território
Resumo
Por meio da integração de algumas variáveis que, a princípio, sob uma observação assistemática, não apresentariam relações diretas entre si, procurou-se evidenciar as razões da rápida ocupação do território municipal de Itapecerica da Serra e os tipos de uso que ali se têm estabelecido. Uma variável central refere-se à evolução do preço de mercado dos imóveis, caracterizada por uma desvalorização generalizada. A desvalorização estaria relacionada com equívocos gerados pela legislação ambiental e também com um processo de exclusão social que se manifesta sob forma de Segregação territorial que caracteriza a Região Metropolitana de São Paulo. Evidências favoráveis aos argumentos formulados são encontradas na arrecadação de IPTU, contraposta com a evolução demográfica do Município. Considerou-se também o acelerado aumento dos índices de criminalidade, tanto como um reflexo da segregação territorial como mais um fator explicativo da desvalorização imobiliária.
Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
Itapecerica da Serra
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8135/tde-15122003-155533/pt-br.php

Praia do Góis e Prainha Branca: núcleos de periferia urbana na Baixada Santista

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Tulik, Olga
Sexo
Mulher
Orientador
Penteado, Antônio Rocha
Ano de Publicação
1979
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
282
Idioma
Português
Palavras chave
permanência
práticas coletivas
desenvolvimento urbano
Resumo

A pesquisa trata da Ilha de Santo Amaro que embora integrante da Baixada Santista, não apresenta em toda a sua extensão as características decorrentes da urbanização que se alastra pela área de Santos - São Vicente, Cubatão e Guarujá. Assim é que à época de realização da pesquisa ainda persistiam em alguns dos núcleos de população situados em pequenas praias da ilha, traços culturais resultantes da ocupação do espaço por atividades estranhas às áreas urbanas que lhe são próximas. Neste caso se incluem os núcleos humanizados da Praia do Góis e da Prainha Branca, ambos situados na área do município do Guarujá que, coincidentemente, correspondem à totalidade da Ilha de Santo Amaro. A partir do início do século passado, a Praia do Góis e a Prainha Branca foram ocupadas por caiçaras, lavradores e pescadores que imprimiram à paisagem, muitos dos traços ainda perceptíveis. Seus descendentes, entretanto, por motivos variados, abandonaram as atividades tradicionais, indo em busca de trabalho nas áreas urbanas adjacentes, principalmente em Santos e na Bertioga. Núcleos modestos, sem população expressiva ou produção econômica notável, Praia do Góis e Prainha Branca constituem, porém, um exemplo de ocupação humana feita segundo os moldes tradicionais, à base do extrativismo e da lavoura de subsistência, que vêm se modificando no contato com a urbanização então em curso na Ilha de Santo Amaro. Se, no passado a preocupação máxima de seus moradores consistia em garantir o necessário para viver, no momento da pesquisa eles se defrontavam, além dos problemas próprios de áreas urbanizadas, com a legalização da posse das terras que ocupavam há muitos anos, deslocando-se, assim, aquela preocupação máxima, do viver para o sobreviver. Este estudo de núcleos populacionais litorâneos situados em zonas de periferia urbana tem como objetivo maior, a pesquisa dos fatores e dos motivos que justificam a existência e a permanência da população que neles habita. Partindo da análise dos fatores geográficos que atuaram e ainda interferem na ocupação do espaço e nas atividades de seus habitantes, o estudo visa ainda compreender o inter-relacionamento existente entre o homem e o meio, chegar à caracterização dos núcleos, definir o grau de isolamento em que vivem, bem como, analisar as mudanças que se vem operando na própria organização do espaço local. Finalmente, esta pesquisa, através dos exemplos da Praia do Góis e da Prainha Branca, pretende ser uma contribuição ao estudo de um fenômeno que atinge outros núcleos semelhantes e dispersos pelo litoral brasileiro que, submetidos à interferência de um centro local de maior importância, acabaram por sofrer modificações capazes de alterar-lhes, completamente, a fisionomia original.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Ilha de Santo Amaro
Zona
Praia de Góis e Prainha Branca
Cidade/Município
Guarujá
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/000708833

Políticas de Saneamento Básico e Mortalidade Infantil no Município de Osasco, 1970 a 1985

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Nakagawa, Tereza Mizue
Sexo
Mulher
Orientador
Levy, Maria Stella Ferreira
Ano de Publicação
1991
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Saúde Pública
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
saúde
infraestrutura
políticas públicas
urbanização
Resumo

Este trabalho tem como objetivo estudar as mudanças ocorridas nas políticas de saneamento básico, pós 64, e as consequências destas, no comportamento da mortalidade infantil nos últimos 15 anos (1970-1985) em um município da grande São Paulo-Osasco, onde os serviços de abastecimento de água e esgoto não estiveram vinculados a um programa nacional ou estadual de saneamento e levou-se em conta características socioeconômicas. Analisou-se também, considerando as três principais causas de óbito de menores de um ano, as razões da permanência de determinadas causas de óbito, ao longo da década de setenta até meados de oitenta, principalmente dentre aquelas relacionadas diretamente com os serviços de saneamento básico, a despeito do grande incremento desses serviços no período.

Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
Osasco
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1970-1985
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/000732478

O arruamento de terras e o processo de formação do espaço urbano no município de São Paulo, 1840-1930

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Simoni, Lucia Noemia
Sexo
Mulher
Orientador
Grostein, Marta Dora
Ano de Publicação
2002
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Planejamento Urbano
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
294
Idioma
Português
Palavras chave
desenvolvimento urbano
infraestrutura
expansão
urbanização
Resumo

O objeto central desta tese é o arruamento de terras no processo de formação de espaço urbano no município de São Paulo, no período de 1840 a 1930. Por configurar a extensão de núcleos urbanos existentes ou criar novos de modo fragmentado, é indutor de ocupação urbana e condição preliminar ao parcelamento de grandes glebas de terras. Seu processo histórico é usado desde suas origens, através das concessões de terras da Câmara Municipal percorrendo a fase de transição para o moderno empreendimento privado. A pesquisa e análise considerou a transição do ordenamento jurídico da propriedade de terras do período colonial para a forma moderna da propriedade territorial um dos fatores estruturais determinantes do arruamento de terras. Em decorrência do regime jurídico de terras o arruamento foi atribuído por longo período à Câmara Municipal. Com isto a abertura de ruas em terras sob domínio particular se estabeleceu a partir de uma relação informal entre poder municipal e proprietários de terras, para a conveniência dos interesses privados. No início do século XX, o dispêndio de recursos municipais com abertura de ruas passou a ser questionado pela Câmara, ao mesmo tempo que projetava-se uma transformação da capital par torná-la representativa da riqueza econômica do Estado.) O debate de propostas visando esta transformação conduziu à aprovação de lei em 1913, que foi uma medida de ruptura com os termos que se fundava a relação informal anterior. Alegislação aprovada em seguida complementou o arcabouço jurídico através do qual pretendia-se realizar a transformação. As diretrizes de crescimento urbano adotadas foram contudo desviadas de seus objetivos. Para isto contribuiu em grande medida a própria formulação de disposições legais que mantiveram a definição dos traçados viários dos arruamentos subordinados aos interesses privados, praticamente isentaram a zona rural das exigências legais e fizeram recair sobre os compradores de terrenos o ônus da ilegalidade. A grande expansão de arruamentos ocorrida em 1914 a 1930 deu-se segundo os novos termos de relacionamento entre os proprietários de terras e governo municipal, contudo não correspondeu aos objetivos visados de ordenação do crescimento urbano. O desdobramento desta grande expansão sob a égide da lei foi, como se sabe, o problema da "irregularidade" ou "clandestinidade" de inúmeros arruamentos.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1840-1930
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/001366667

Conflito de Terra no Vale do Ribeirão. Estudo sobre pequenos posseiros em luta pela terra no município de Sete Barras.

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Zan, José Roberto
Sexo
Homem
Orientador
Prandi, Reginaldo
Ano de Publicação
1986
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Sociologia
Instituição
USP
Página Final
177
Idioma
Português
Palavras chave
uso do solo
lutas políticas
resistência
Resumo

A partir de uma pesquisa empírica realizada com pequenos posseiros em conflito com uma empresa expropriadora numa localidade da Baixada do Ribeira, no Estado de São Paulo, pretende-se avaliar a pertinência das categorias analíticas contidas no documento da Igreja, como a concepção de "terra de trabalho" e a predisposição dos posseiros à organização "comunitária" da produção.

Disciplina
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Anos 1980

A Incorporação de Áreas Rurais às Cidades: um estudo de caso sobre Campinas,SP

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Miranda, Zoraide Amarante Itapura de
Sexo
Mulher
Orientador
Silva, José Francisco Graziano da
Ano de Publicação
2002
Local da Publicação
Campinas
Programa
Economia Aplicada: desenvolvimento econômico, espaço e meio ambiente
Instituição
UNICAMP
Página Final
306
Descrição Adicional
Nesta tese discutem-se as alterações recentes no uso e ocupação do solo rural, analisando-as como resultado do processo de urbanização e do conseqüente espraiamento da mancha urbana, a partir de um estudo de caso de Campinas e sua Área de Proteção Ambiental. Problematiza-se a abertura indiscriminada do território da metrópole ao processo de urbanização, discutindo-se a possibilidade de que a dissolução da especificidade do uso das áreas rurais pode comprometer o desenvolvimento sustentável. Além disso, explicita-se uma contraposição à idéia dominante de que as áreas rurais, próximas aos grandes centros, não têm outro destino possível senão aguardar a chegada inexorável da urbanização.Também são analisados os conflitos de interesse articulados ao processo de incorporação das áreas rurais às cidades, que opõem segmentos do capital imobiliário - os quais exercem fortes pressões pela urbanização -, e ambientalistas e moradores - que defendem a preservação dos espaços rurais e de seus recursos naturais. Deriva-se das mudanças concretas de uso e ocupação do solo nas áreas rurais às cidades, identificando a ação de "grupos de interesse" como um dos principais entraves à estruturação e funcionamento de mecanismos de planejamento e gestão que garantam o desenvolvimento socioespacial sustentável dessas áreas. Identifica-se a apropriação da maquina pública por esses grupos de interesse como mecanismo que instrumentaliza processos de definição de normas de regulação e controle do uso e ocupação do solo e que, portanto, favorece a dinâmica de funcionamento do que se denomina, com apoio em autores clássicos, de "circuito imobiliário especulativo".Demonstra-se no trabalho que o processo de incorporação de áreas rurais em Campinas, contempla fortes interesse coletivo. Os grupos imobiliários, que têm grande poder de organização, pressionam pela destinação e abertura de áreas na zona rural para ocupação urbana, independente de sua capacidade de suporte, unindo-se nesta empreitada, tanto empreendedores imobiliários, quanto proprietários rurais, pelo propósito de valorização do seu patrimônio. Assim, os espaços rurais tornam-se objeto de um processo que pode ser visto como apropriação privada por segmento do capital mercantil imobiliário, resultado da inserção de interesses particulares na definição da regulação do uso do solo.
Idioma
Português
Palavras chave
urbanização
absorção
relações campo/cidade
expansão urbana
Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I

As invasões de áreas públicas municipais em São Paulo: uma abordagem sistêmica

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Silva, Guilherme Henrique de Paula e
Sexo
Homem
Orientador
Spink, Peter K.
Ano de Publicação
2003
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Administração Pública
Instituição
FGV/SP
Página Final
175
Idioma
Português
Palavras chave
propriedade pública
apropriação privada
uso do solo
Resumo

Aborda a instituição da proriedade privada e propriedade pública da terra no Brasil e, particularmente, na cidade de São Paulo, apresentando o confronto entre ambas, ao longo da história do país e da cidade. Faz um levantamento quantitativo das invasões das áreas públicas municipais em São Paulo, na década final do século XX, destacando o caráter generalizado da apropriação, ainda que temporária, das terras públicas.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1990; década final do século XX
Localização Eletrônica
https://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/handle/10438/2226

Riscos Ambientais Decorrentes da Utilização de Energias Alternativas: o controle da poluição do ar na Região Metropolitana de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Rancevas, Sergio
Sexo
Homem
Orientador
Colacioppo, Sérgio
Ano de Publicação
1990
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Saúde Pública
Instituição
USP
Descrição Adicional
Título original da dissertação: Riscos Ambientais Decorrentes da Utilização de Energias Alternativas: o controle da poluição do ar na Região Metropolitana de São Paulo e Avaliações através de Estudos de Associações entre dados de concentrações ambientais de dióxido de enxofre com indicadores de saúde relativos a doenças respiratórias
Idioma
Português
Palavras chave
Meio ambiente
Industrialização
Produção de energia
Saúde
Resumo

Inicialmente, define-se poluição do ar e fontes alternativas de energia, bem como introduz-se alguns conceitos. Em seguida, através da citação de alguns fatos históricos, acompanha-se a introdução destas fontes alternativas ao longo dos tempos, mostrando a interligação destas com a produção de alimentos e bens de consumo, indispensáveis a existência da humanidade, bem como destacando-se os problemas de poluição do ar diretamente associados. Apresenta-se, também a sistemática de controle de poluição do ar adotada nas regiões mais industrializadas do mundo e, de modo particular, considerando o estado brasileiro mais industrializado, ou seja, o Estado de São Paulo. Discute-se os resultados aqui alcançados, as avaliações que se fazem e as que ainda devem ser realizadas. Neste particular, faz-se alguns estudos de associações entre poluição do ar, monitorada em quatro localidades do município de São Paulo, com índices de mortalidade por doenças respiratórias.

Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/000731620

Plano Diretor Municipal: o desafio de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Moreno, Mônica Manso
Sexo
Mulher
Orientador
Meyer, Regina Maria Prosperi
Ano de Publicação
2002
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Estruturas Ambientais Urbanas
Instituição
USP
Página Final
172
Idioma
Português
Palavras chave
Administração municipal
Intervenção
Urbanização
Resumo

A dissertação aborda o Plano Diretor Municipal como instrumento urbanístico legal, analisando seu papel no enfrentamento do processo de periferização e exclusão social vivenciado em São Paulo. Para tanto, investiga os processos históricos de formação e produção urbana, da evolução do pensamento urbanístico e dos instrumentos de política urbana adotados no Brasil. Embora enfoque os planos diretores elaborados após a Constituição Federal de 1988, a dissertação aprofunda a análise no Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo, aprovado em 2002.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1988-2002
Localização Eletrônica
https://dedalus.usp.br/F/LEX6APJ8K77IHUPDSAJIQKSLNCE4GN9DKUB3621VAB6PC7U78M-25653?func=full-set-set&set_number=001889&set_entry=000001&format=999