Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Sánchez, Patrícia Salvador
Orientador
Valêncio, Norma Feliciadade Lopes Da Silva
Código de Publicação (DOI)
10.11606/D.18.2016.tde-17112016-120909
Local da Publicação
São Carlos
Programa
Engenharia Ambiental
Palavras chave
expansão urbana
periferia
recursos hídricos
meio ambiente
ocupação do solo
Resumo
A intensa expansão urbana que vem ocorrendo, para além das fronteiras do município de são Paulo, sobretudo a partir da década de 1970, está aliada à especulação imobiliária e à miséria de uma significativa parcela da população. Isto faz com que o processo de ocupação do solo se dê, predominantemente, de forma desordenada e ilegal, especialmente, em áreas protegidas. Diante isso, investigou-se o caso do município de Mairiporã (localizado na zona norte da Grande São Paulo), que possui 80,13 porcento de suas terras inseridas na área de proteção aos mananciais, além de abrigar o reservatório Paiva Castro, o qual faz parte do sistema Cantareira, principal manancial abastecedor da metrópole paulistana. Desse modo, a ocupação ilegal do solo, nesse município, torna-se um fator relevante de análise, destacando que esta ilegalidade está associada à transgressão da lei de proteção aos mananciais, bem como da lei federal de parcelamento do solo (Lei Lehmann). Para tanto, este estudo parte de uma análise político-institucional e socioeconômica relacionada à proliferação de loteamentos irregulares ou clandestinos na região metropolitana de São Paulo e segue para uma análise comparada entre dois loteamentos em Mairiporã (um irregular e outro clandestino) salientando os seguintes aspectos: condições de vida do morador; percepção ambiental dos moradores acerca da área protegida com a qual interagem; e, por fim, compreensão dos mesmos sobre a situação de ilegalidade em que se encontram.
Referência Temporal
Década de 1970 em diante
Localização Eletrônica
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18139/tde-17112016-120909/pt-br.php