Poder local e gestão urbana

Dinâmicas sócio-espaciais na cidade de Rio Claro (SP): as estratégias políticas, econômicas e sociais na produção do espaço

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Carmo, Judite de Azevedo do
Sexo
Mulher
Orientador
Ortigoza, Silvia Aparecida Guarnieri
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia
Instituição
UNESP - Rio Claro
Idioma
Português
Palavras chave
Geografia urbana
Planejamento urbano
Resumo

Objetiva-se, com essa dissertação procurar a essência da produção e da reprodução da cidade, baseada na abordagem do consumo do e no espaço, tendo como alvo de investigação as ações do poder público, dos moradores e dos donos do capital, ponderando ainda o grau de influência de cada um, e verificando como o poder público tem intermediado esses conflitos, de forma a detectar quais os interesses envolvidos nessa forma de planejar a cidade. Na análise dessa problemática tomar-se-á como área de estudo a avenida Presidente Tancredo de Almeida Neves, na cidade de Rio Claro (SP), sendo que essa uma área foi conquistando uma significativa centralidade no decorrer dos anos. Espera-se com esse estudo contribuir para o entendimento dos processos e dinâmicas sócioespaciais, recentes na cidade de Rio Claro, interior de São Paulo.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio Claro
Logradouro
Avenida Presidente Tancredo de Almeida Neves
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/95733

Caminhos e descaminhos da participação popular: os centros comunitários em Rio Claro - SP

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Zabotto, Marcia Chinaglia
Sexo
Mulher
Orientador
Oliveira, Bernadete Aparecida Caprioglio de Castro
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
Rio Claro
Programa
Geografia
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Geografia - Rio Claro (SP)
Participação popular
Geografia urbana
Geografia humana
Resumo

A análise de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento local nas cidades tem sido alvo da pesquisa acadêmica, abrangendo as diferentes áreas do conhecimento, de modo a contribuir com informação e reflexão sobre o espaço urbano, sua dinâmica e complexidade. O município de Rio Claro apresentou experiências realizadas entre a Prefeitura e a Comunidade no período de 1997 a 2004. Foram iniciativas importantes na gestão municipal voltadas à participação popular, buscando exercer outra forma de governabilidade. O objetivo principal desse estudo é destacar alguns caminhos percorridos pela participação popular nos bairros através da organização dos Centros Comunitários e sua relação com o poder público municipal, de modo a compreender o espaço urbano como construção do Estado, do mercado, e das práticas populares.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio Claro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1997 a 2004
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/95574

Expansão urbana e plurifuncionalidade no espaço periurbano do município de Araraquara (SP)

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Vale, Ana Rute do
Sexo
Mulher
Orientador
Gerardi, Lúcia Helena de Oliveira
Ano de Publicação
2005
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia
Instituição
UNESP - Rio Claro
Idioma
Português
Palavras chave
Geografia urbana
Lazer
Cidades e vilas
Plano Diretor
Resumo

Procurando desvendar a dinâmica do espaço periurbano, este trabalho tomou como exemplo o município paulista de Araraquara. O entendimento do conceito de espaço periurbano deve ter como base a origem do processo que levou ao seu surgimento, ou seja, o crescimento urbano de forma difusa, ocupando as áreas periféricas da cidade. No espaço periurbano convivem agricultura, residências (principal ou secundária) e atividades urbanas. O processo de urbanização e modernização tecnológica transformou as relações campo-cidade e pressionou o meio rural, que cada vez mais se caracteriza pelo novo rural e pela nova ruralidade, ressaltando características rurais perdidas, principalmente a importância do contato com a natureza, difundida pelo turismo rural. Em Araraquara, o espaço periurbano é analisado a partir da expansão urbana do município que, por ser desordenada, gerou vazios urbanos, além de engolir os espaços rurais no entorno urbano. Esses problemas são alvo do novo Plano Diretor do município, que está em fase de votação na Câmara Municipal. Assim sendo, escolhemos uma área que representasse o espaço periurbano do município, onde procuramos destacar sua plurifuncionalidade, quer dizer, de que forma se caracterizam as propriedades rurais, a agricultura, e as formas de uso e ocupação do solo, em especial o lazer periurbano.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Araraquara
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/104387

A trajetória do Departamento Estadual do trabalho de São Paulo e a mediação das relações de trabalho (1911-1937)

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Chaves, Marcelo Antonio
Sexo
Homem
Orientador
Silva, Fernando Teixeira da
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
Campinas
Programa
Programa de Pós-Graduação em História
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Departamento Estadual do Trabalho (DET)
Brasil - História - República Velha - 1889-1930
Brasil - História - Revolução - 1930
Brasil - História - Revolução constitucionalista - 1932
Brasil - Ministério do Trabalho, Industria e Comércio
Resumo

O robustecimento do aparelho de Estado no plano federal, principalmente com a criação do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio (MTIC), é fato já bem destacado pela historiografia. A minha pesquisa faz uma nova aproximação, a partir de perspectiva trazida por fontes inéditas, revelando um aspecto ainda não estudado: a criação do MTIC encontrou no estado de São Paulo, um órgão que exercia funções similares, justamente ali, onde a reação ao governo federal assumiu aspectos de guerra civil. O Departamento Estadual do Trabalho (DET) existia naquele estado desde 1911, possuía forte estrutura, foi modelar para o próprio MTIC e protagonizou episódios curiosos que bem refletem as tensões no processo de centralização política e econômica, no plano federal, que ainda carecem de estudos. Esta tese revela aspectos dessa ainda desconhecida e inusitada relação entre o DET e o MTIC no estado de São Paulo, no começo da década de 1930 e traça parte da trajetória histórica desse Departamento estadual, desde a sua criação, até a implantação do Estado Novo, em 1937, não obstante o DET só se extinguido em 1952.

Disciplina
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1911-1937
Localização Eletrônica
https://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/472531?guid=1666810124274&returnUrl=%2fresultado%2flistar%3fguid%3d1666810124274%26quantidadePaginas%3d1%26codigoRegistro%3d472531%23472531&i=1

Indicadores da capacidade de gestão ambiental urbana dos governos locais nas cidades médias do Estado de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Toledo, Silvia Rodrigues Bio de
Sexo
Mulher
Orientador
Braga, Roberto
Ano de Publicação
2005
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Geografia urbana
Planejamento regional
Cidades médias - São Paulo (Estado)
Gestão ambiental urbana
Indicadores de capacidade de gestão
Resumo

Indicadores são ferramentas importantes para a tomada de decisões e para o empoderamento da população, na construção de melhores condições de vida. Sua utilização é uma forma de quantificar os resultados de ações de governo para, juntamente com análises e ações políticas, compor um método de avaliação global da gestão pública. Este trabalho teve por objetivo construir indicadores que avaliem a capacidade de gestão ambiental urbana dos governos locais das cidades médias paulistas, considerando que esta deve ser uma gestão essencialmente integrada aos demais setores da administração, desde sua estrutura administrativa até a participação da comunidade nas instâncias institucionais, garantindo avanços significativos na proteção ao meio ambiente. Foram consideradas três dimensões institucionais - normativa, participativa e financeira - para elaboração de índices parciais que, posteriormente, foram condensados em um indicador síntese, o Índice de Capacidade de Gestão - ICG, apresentado em três categorias, alta, média e baixa. Como decorrência, foi realizado o ranqueamento destas cidades. Na sua aplicação, é possível agregar informações quantitativas e qualitativas de várias dimensões, conferindo maior consistência às análises locais e regionais das cidades médias, configurando-se, portanto, como um importante subsídio ao planejamento regional e em avaliações de desempenho da gestão pública municipal.

Disciplina
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/95617

A questão da mobilidade urbana: o estudo de caso do centro da cidade de Rio Claro-SP

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Zaguini, Juliana Corrêa
Sexo
Mulher
Orientador
Ferreira, Enéas Rente
Ano de Publicação
2014
Local da Publicação
Rio Claro
Programa
Geografia
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Geografia urbana
Planejamento urbano
Trânsito urbano
Mobilidade social
Centros comerciais
Resumo

O desenvolvimento das cidades médias nas últimas décadas, ocasionado, em parte, pelo processo de desconcentração industrial, gerou, além de benefícios, diversos problemas para a população desses municípios. O rápido crescimento sem planejamento eficaz dessas cidades, aliado com o modelo de produção capitalista colaborou para o aumento dos problemas socioeconômicos nessas localidades. A mobilidade urbana passou, assim, a ser um desses problemas, dificultando a vida dos citadinos, principalmente nas áreas centrais das cidades. Dessa forma, entende-se que a atuação do poder público torna-se indispensável para a buscar soluções para melhorar a mobilidade da população, contribuindo para a sua qualidade de vida e também para adequar a cidade às novas exigências do mercado. Além disso, é função do Estado possibilitar uma política de mobilidade urbana adequada às necessidades da sociedade, já que praticamente todas as atividades dos citadinos dependem do deslocamento. Neste trabalho, analisa-se a situação da mobilidade urbana das cidades médias brasileiras, bem como seu processo de crescimento, tomando como exemplo o estudo de caso da cidade de Rio Claro - SP. Busca-se entender os problemas gerados pelo crescimento das cidades médias nas últimas décadas e, ainda, analisar o desempenho dos projetos propostos pelo poder público.

 

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio Claro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/123792

Os agentes estatais na produção do espaço urbano em cidades do interior paulista: Marília, Presidente, Araçatuba e São José do Rio Preto

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
BOSCARIOL, Renan Amabile
Sexo
Homem
Orientador
SILVEIRA, Márcio Rogério
Ano de Publicação
2011
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Urbanização
Planejamento urbano
Habitação
Produção do espaço
Política nacional de habitação
Resumo

Este trabalho tem como objetivo avaliar o papel dos agentes estatais executores da política habitacional no desenvolvimento urbano do interior paulista, focando no estudo comparativo de quatro cidades: Araçatuba, Marília, Presidente Prudente e São José do Rio Preto. Por meio do levantamento da atuação do Banco Nacional de Habitação (BNH), da Caixa Econômica Federal (CEF), e da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU), focando principalmente na produção de habitações, buscamos entender seus papéis e os interesses consubstanciados por trás de suas ações. Para a identificação destes interesses, realizamos ampla análise sobre o contexto histórico em que estas políticas e seus agentes foram forjados, o que nos levou ao debate sobre as principais dinâmicas de nossa formação socioespacial, por meio da teoria da dualidade básica da economia brasileira, de Ignácio Rangel. O resultado final é um esforço teórico na tentativa de entender as relações de poder e de hegemonia que se estabelecem no processo de produção do espaço, das quais a política habitacional é apenas uma delas.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Marília, Presidente, Araçatuba e São José do Rio Preto
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/96727

A prática do lazer em áreas urbanas sujeitas à exclusão social em Presidente Prudente - SP

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
LUCAS, Fabrício da Mata
Sexo
Homem
Orientador
GUIMARÃES, Raul Borges
Ano de Publicação
2007
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Geografia
Instituição
UNESP
Idioma
Português
Palavras chave
Geografia
Lazer
Isolamento social
Exclusão social
Resumo

Este trabalho tem como principal objetivo analisar as práticas de lazer na cidade de Presidente Prudente SP, focando algumas áreas sujeitas à exclusão social. Observa-se a importância de verificar como estão implantadas as políticas desenvolvidas pelo poder público municipal referentes à área do lazer na cidade de Presidente Prudente, visando ainda verificar como as pessoas que habitam tais áreas periféricas sujeitas à exclusão vivenciam suas práticas de lazer e principalmente como estas concebem as opções de lazer oferecidas pelo poder público. O trabalho está estruturado por meio de duas importantes fontes de dados. Uma primeira procura identificar em recortes extraídos do jornal O Imparcial as principais políticas de lazer implementadas a partir do ano de 1990 até 2004, com maior enfoque na atual administração que vem estabelecendo como principal política a urbanização e implantação de praças de lazer em áreas de fundo de vale. Uma segunda fonte tem o intuito de identificar a visão dos moradores de algumas áreas periféricas a respeito do lazer, objetivando verificar se existe associação entre a oferta de tais políticas e a contemplação das mesmas por parte desses moradores. Consideramos existir um padrão de política de lazer que vem sendo estabelecido mais recentemente nessa cidade, no entanto, apesar dessa política se disseminar pela malha urbana e contemplar muitas áreas sujeitas à exclusão social, observou-se uma subutilização em algumas dessas praças devido ao fato de não passarem por manutenção e não garantirem segurança para as famílias residentes no entorno vivenciarem seus momentos de lazer.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Presidente Prudente
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1990 - 2004
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/96753

Campinas no Estado Novo: política de habitação popular na formação da cidade industrial

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Daisy Serra Ribeiro
Sexo
Mulher
Orientador
Cristina Meneguello
Ano de Publicação
2007
Local da Publicação
Campinas
Programa
Programa de Pós Graduação em História
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Planejamento urbano
Cidades e vilas - Planejamento
Brasil - História - Estado Novo - 1937-1945
Saneamento
Habitação popular
Resumo

No período entre 1931 a 1946, verificamos, através dos relatórios dos prefeitos municipais à Câmara dos vereadores, que a cidade de Campinas passava por modificações urbanas significativas. Uma série de leis e medidas administrativas passam a ser implementadas no sentido, ao que tudo indica, de incentivar a organização do município para enfrentar uma vocação que teve início no final do século XIX, ou seja, uma função cada vez mais ligada à indústria. Nas manifestações desta interferência e seus impactos no poder municipal, é que propomos projeto para se estudar as hipóteses de que os mecanismos aplicados nesta ação possam ter sido fator significativo na configuração do modelo de cidade industrial revelado em Campinas no período, como também parece ter vindo impedir o surgimento de lideranças políticas regionais. A implantação deste sistema nas políticas urbanas refletidas na distribuição do uso dos espaços, são pontos que nortearão nossa linha de pesquisa.

 

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1931-1946

A Câmara Municipal da Vila de São Paulo e a escravidão indígena no século XVII (1629-1696)

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Freitas, Ludmila Gomide
Sexo
Mulher
Orientador
Algranti, Leila Mezan
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.47749/T/UNICAMP.2006.360771
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
São Paulo
Programa
História
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Índios da América do Sul - Brasil - História
Resumo

O presente trabalho tem como proposta entender a atuação da Câmara Municipal da vila de São Paulo na condução dos problemas advindos da escravidão dos índios no século XVII (1628-1696). A escravidão indígena foi um dos pontos de maior tensão durante o período colonial e envolveu todos os setores da sociedade: jesuítas, moradores, índios, autoridades régias na Colônia e a Coroa. Buscamos entender de que maneira o poder municipal desenvolveu mecanismos para afirmar os interesses locais, sobretudo os da elite, sem, contudo, abalar os laços de vassalagem com o Reino. A luta dos colonos de São Paulo pelo direito de explorar o trabalho indígena, levada à frente pela Câmara, demandou um esforço político para garantir estruturas legais mínimas que fundamentassem a escravidão.

 

Disciplina
Referência Espacial
Localidade
Vila de São Paulo de Piratininga
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1629-1696
Localização Eletrônica
https://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/360771