Novas tecnologias e meio urbano
Gestão Urbana e Tecnologia de Informação: a contribuição da tecnologia de informática - Recife 1979/1987
Análise Crítica de Programas de Planejamento Municipal, Política Tecnológica e Revitalização Cultural - uma abordagem holística
O desenvolvimento tecnológico nos transportes públicos da Grande São Paulo (1974-1984)
Usina de Lixo: a experiência de Petrópolis
Um Método para a Identificação e Análise de Setores Residenciais Urbanos Homgêneos, através de Dados de Sensoriamento Remoto com Vistas ao Planejamento Urbano
Pesquisa em Ciência e Tecnologia. Documento Preliminar da Área de Tecnologia da Habitação
O papel da tecnologia na produção de habitação popular: estudo de caso C.H
Deficiências Habitacionais na Área Urbana Paulistana: causas, consequências e análise
Pesquisa a evolução da sub-habitação e da habitação popular na área urbana de São Paulo, particularmente quanto aos sistemas construtivos adotados e às condições de habitabilidade. Analisa o caso das favelas e o caso dos conjuntos habitacionais Promorar, onde se abriga parte considerável da população paulistana com renda média familiar entre 1 e 3 salários mínimos, constatando situações específicas através de estudos de casos. Do ponto de vista tecnológico, também verifica comparativamente algumas soluções alternativas encontradas no Brasil para a moradia popular nos últimos 25 anos. A tese considera que dentro do sistema capitalista, nos países sub-desenvolvidos, o significado real da habitação é de uma mercadoria.
Você Vê o Que Eu Vejo? Usuário, espaço e linguagem
Utiliza o ponto de vista do morador de bairros de população de baixa renda, como aspecto fundamental para caracterizar o repertório do usuário plasmado no seu relacionamento com o espaço vivencial. Para isso, reúne grupos de moradores em sete bairros periféricos onde estes, através da linguagem não-verbal da fotografia, questionam diversos aspectos de sua realidade. A Tese também analisa os significados que os moradores atribuem ao seu encontro espacial, bem como as possibilidades de interferência nesse repertório através da leitura e conscientização do espaço concreto. Em seguida, observa que a exposição dessas fotografias no próprio bairro passa a ser uma intervenção cultural, e que quando essa produção de imagens retorna ao seu contexto de origem, adquire significado para a comunidade através do reconhecimento de seu código, na medida em que os problemas capturados por elas são retirados de seu aparente isolamento e vistos como problemas gerais do bairro.