Medicina Social / Saúde Pública

Disseminação da COVID-19: contágio tardio em centros locais no sudeste do Tocantins

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Pacífico Filho, Miguel
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Iwamoto, Helga Midori
Borges, Thelma Pontes
Cançado, Airton Cardoso
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Sexo:
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.rbeur.202203pt
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
24
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
1
Página Final
27
Idioma
Português
Palavras chave
Covid-19
Tocantins
Sudeste do Tocantins
Centros Locais
Surto Municipalista
Resumo

O mundo foi assolado em 2020 pela COVID-19, geradora de patologia grave com alta mortalidade. As políticas nacionais de controle da pandemia esbarraram na precária estrutura sanitária do país. O Tocantins, acompanhando o restante do mundo, viu suas principais cidades sofrerem com índices de contaminação; contudo, determinadas localidades se viram livres dessa dinâmica por um período maior. É sobre o estudo de cinco municípios, localizados no sudeste do estado, os últimos a serem atingidas pela pandemia, que esse trabalho versa, com o objetivo de refletir sobre fatores que retardaram a chegada do vírus. Foi realizada pesquisa descritivo-analítica, com revisão bibliográfica e o uso de dados secundários em bases do IBGE, da Secretaria do Planejamento e Orçamento do estado, bem como de boletins epidemiológicos da Secretaria da Saúde, índices da cadeia produtiva do agronegócio e perfil da indústria, produzidos pela Federação das Indústrias do Estado do Tocantins. Concluiu-se que alguns fatores contribuíram para esse processo, como a baixa influência de centros urbanos, a não incidência de grandes rodovias e o baixo poder aquisitivo da população, o que evitou maiores fluxos resultantes da baixa atratividade econômica.

Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Localidade
Sudeste do Tocantins
Macrorregião
Norte
Brasil
Habilitado
UF
Tocantins
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/6855

Distribuição espacial dos serviços de saúde especializados para pessoas com deficiência em João Pessoa/PB: uma análise sobre o acesso em saúde

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Menezes, Tarcisio Almeida
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Sousa, Matias Aidan Cunha de
Gomes, Luciano Bezerra
Barbosa, Daniella de Souza
Sampaio, Juliana
Sexo:
Homem
Sexo:
Homem
Sexo:
Mulher
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.rbeur.202241
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
24
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
1
Página Final
22
Idioma
Português
Palavras chave
Pessoas com Deficiência
Acesso aos Serviços de Saúde
Sistema Único de Saúde
Resumo

Este artigo analisa como a distribuição espacial de serviços ambulatoriais da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência do Sistema Único de Saúde, no município de João Pessoa/PB, interfere no acesso a essas instituições. Para tanto, adotou-se a perspectiva metodológica qualitativa, com a construção de mapas da localização desses serviços e com análises de indicadores de vulnerabilidade dos diferentes distritos sanitários da cidade. Identificou-se que as diferenças socioeconômicas do espaço geográfico se relacionam com a história da cidade, resultando numa concentração dos serviços especializados num único distrito. Ademais, os distritos com os piores indicadores sociais apresentam menor oferta de serviços especializados de saúde para pessoas com deficiência. Tais análises apontam desafios na implantação desses serviços de saúde em consonância com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde, especificamente a territorialização e a equidade, que demandam planejamento das ofertas de serviço de modo a garantir o acesso geográfico a eles.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
João Pessoa
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Paraíba
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/7127

O papel das tecnologias de comunicação e informação (TIC) no urbano do século XXI e na emergência dos novos movimentos sociais: reflexões a partir de experiências na megacidade de São Paulo

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Giaretta, Juliana Barbosa Zuquer
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Di Giulio, Gabriela Marques
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2018v20n1p161
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
20
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
161
Página Final
179
Idioma
Português
Palavras chave
Movimentos sociais
Espaços públicos urbanos
Direito à cidade
Tecnologias de comunicação e informação
Megacidade de São Paulo
Resumo

A emergência das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) tem alterado os modos de vida e as relações entre os indivíduos no espaço urbano. Experiências registradas no mundo têm mostrado que os indivíduos, ao se organizarem em grupos e trocarem informações em rede, agindo como actantes, experienciam novos movimentos sociais urbanos, difundem práticas de interação colaborativas e criativas e provocam uma participação mais ativa, que busca superar os limites da esfera opinativa e consultiva. Na megacidade de São Paulo, essas iniciativas também ganham repercussão. Neste artigo são analisadas algumas dessas experiências, buscando refletir a respeito de como as TIC têm sido apropriadas na reivindicação do direito à cidade por meio da mobilização de recursos e estratégias de organização e ação dos cidadãos inseridos nesses novos movimentos.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
(N/I)
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/5535/pdf

O direito à saúde: da reivindicação à realização. Projetos de política de saúde em Campinas

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
L'abbate, Solange
Sexo
Mulher
Orientador
Fukui, Lia de Freitas Garcia
Ano de Publicação
1990
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Sociologia
Instituição
USP
Idioma
Português
Resumo

Partindo de uma abordagem histórica da constituição dos direitos de cidadania na sociedade moderna, analisou-se o direito a saúde, não como princípio normativo, já cristalizado, mas como algo a ser construído, portanto como um princípio instituinte. A temática do direito à saúde, em conjunto com a avaliação da atual política de saúde foi investigada a partir da perspectiva de diferentes sujeitos coletivos ligados a quatro segmentos: o setor privado e o setor público de prestadores de serviços de saúde e dois conjuntos organizados de consumidores de serviços de saúde - o movimento sindical e o movimento popular de saúde. Para tanto utilizaram-se documentos e, sobretudo, entrevistas semiestruturadas com os vários representantes.

Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/000731170

O Desenvolvimento Sustentável e a Legislação Ambiental do Estado de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
PURIFICAÇÃO, Silene Bueno de Godoy
Sexo
Mulher
Orientador
MUCCI, José Luis Negrão
Ano de Publicação
2001
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Saúde Ambiental
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
poluição
controle
políticas públicas
tratamento de resíduos
Resumo

Analisa a legislação ambiental no Estado de São Paulo, com ênfase no controle da poluição ambiental das águas e na destinação adequada dos resíduos sólidos. Parte do princípio constitucional do desenvolvimento sustentável, a partir do levantamento das instituições públicas ligadas à proteção do meio ambiente e ao controle da poluição ambiental e da jurisprudência predominante no Estado de São Paulo em matéria ambiental. Chama a atenção para o fato de que a partir da Constituição Federal de 05 de outubro de 1988, que inclui em seus princípios basilares o desenvolvimento sustentável, considerando três níveis: federal, estadual e municipal, em função das formas de intervenção antrópica - alterações energéticos-mineradoras; urbano-industriais; agricultura, pecuáris e silvicultura -, bem como na identificação das normas legais de proteção ao meio ambiente e controle da poluição ambiental aplicáveis no Estado de São Paulo, com alguns aspectos doutrinários existentes a respeito do tema. A legislação aplicável no Estado de São Paulo é apresentada de forma estruturada, obedecendo a uma classificação segundo o principal objeto, qual seja, o controle da poluição do ar, água e solo; e a proteção da fauna e flora.

Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I

O Setor Público Não-Estatal: as organizações sociais como possibilidades e limites na gestão pública da saúde

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Carneiro Junior, Nivaldo
Sexo
Homem
Orientador
Elias, Paulo Eduardo Mangeon Elia
Ano de Publicação
2002
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Medicina
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
administração
organizações não governamentais
equipamentos públicos
Resumo

Configurou-se no Brasil a partir dos anos 1980 a interpretação de que um Estado mínimo que encarregasse o mercado da responsabilidade pelo crescimento econômico e pelo atendimento às necessidades da sociedade, poderia se constituir em alternativa para superar mais uma crise do capitalismo. Esse Estado é concebido como gerenciador do desenvolvimento social, incorporando mecanismos do setor privado para aperfeiçoar resultados, como retenção de gastos e controle de custos. Essa é a orientação do plano diretor de reforma do aparelho estatal implantado pelo Governo brasileiro a partir de 1995. A partir de 1998, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo tem repassado a gestão de hospitais para organizações sociais de saúde, mediante contratos de gestão, que discriminam objetivos e metas a serem alcançados na produção de serviços médico-hospitalares. Duas dessas experiências são analisadas aqui - os Hospitais Gerais de Itapecerica da Serra e do Itaim Paulista - com vistas a avaliar a capacidade do Estado de promover tal delegação, à luz do controle público e da garantia da eqüidade no acesso aos serviços de saúde. Empregou-se metodologia qualitativa, mediante estudo de caso. Os resultados indicaram não haver incorporação do âmbito local na gestão dos serviços prestados; o principal coordenador e controlador das metas estabelecidas é a administração central da secretaria estadual. Para que se efetive a eqüidade no acesso, é fundamental a presença do Poder público local como articulador do sistema de saúde. O controle público expressa-se por ações fiscalizadoras mediante procedimentos contábil-financeiros do Tribunal de Contas do Estado ou das instâncias locais do controle social do Sistema Único de Saúde ou dos conselhos populares de saúde. A população não participa da formulação das ações de saúde. Nessa modalidade de gestão, o Poder público estadual assume presença marcante mediante financiamento global e controle administrativo dessas organizações, o que caracteriza uma desconcentração de função para instituições públicas não-estatais, responsáveis por uma lógica privada de gerenciamento por intermédio da contratação de recursos humanos e de administração financeira, aspectos limitantes da ação estatal.

Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
A partir de 1998

Pandemia e efeito-território: a desigualdade social como catalisadora da Covid-19

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Bega, Maria Tarcisa Silva
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Marcelo Nogueira de Souza
Sexo:
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2318-0544
Código de Publicação (DOI)
http://doi.org/10.20336/rbs.775
Título do periódico
Pandemia Covid-19
Volume
9
Ano de Publicação
2021
Local da Publicação
Sergipe
Página Inicial
1
Página Final
293
Descrição Adicional
Palavras-chave: coronavírus, efeito território, pobreza.
Idioma
Português
Palavras chave
Coronavírus
Efeito território
Pobreza.
Resumo

Analisa-se o processo de disseminação da pandemia do novo coronavírus no Brasil, em Manaus, Fortaleza e São Paulo demonstrando sua ocorrência em áreas de alta vulnerabilidade social. Parte-se da discussão sobre a pobreza, analisam-se os dados quantitativos, presentes nos Boletins Epidemiológicos da pandemia e sua dimensão no Brasil. O eixo analítico é a potência explicativa da discussão do efeito-território para a compreensão de uma faceta da desigualdade social. Discute-se a velocidade da disseminação do vírus, os alertas dos especialistas e cientistas e os equívocos e descasos do governo brasileiro. O resultante são 100.000 mortos até oito de agosto de 2020. É neste quadro de precarização geral da vida que ficam evidentes escolhas políticas e localização geográfica da pandemia.

Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Cidade/Município
Manaus
Macrorregião
Norte
Brasil
Habilitado
UF
Amazonas
Cidade/Município
Fortaleza
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Ceará
Referência Temporal
s/i
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/rbs.775/pdf_43

Quando e como uma doença desaparece. A varíola e sua erradicação no Brasil, 1966/1973

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Hochman, Gilberto
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2318-0544
Código de Publicação (DOI)
http://doi.org/10.20336/rbs.787
Título do periódico
Pandemia Covid-19
Volume
9
Ano de Publicação
2021
Local da Publicação
Sergipe
Página Inicial
1
Página Final
293
Idioma
Português
Palavras chave
Varíola
Governo militar
Saúde pública
Doença
Epidemias
Resumo

Este artigo aborda o programa de erradicação da varíola no Brasil (1966-1973), para analisar o fim de doenças e epidemias em contextos locais. O foco recai sobre os antecedentes de um marco específico e crucial desse processo: o anúncio oficial de seu desaparecimento em agosto de 1973 em pleno regime militar. O objetivo do artigo é compreender como as dimensões políticas, científicas e sanitárias se entrecruzaram na pouca repercussão de uma conquista da saúde pública que mobilizou recursos, governos, população e organizações internacionais. O artigo, baseado em fontes primárias e secundárias, está dividido em quatro partes. A primeira discute as questões gerais relativas ao fim de epidemias e desaparecimento de doenças em contextos locais. A segunda apresenta a dinâmica política e sanitária e as características da campanha de erradicação da varíola entre 1966 e 1980, em suas faces internacional e nacional. A terceira discute os desafios, as desconfianças e as incertezas que envolveram a determinação de que a varíola estava eliminada no Brasil do regime militar entre os anos de 1970 e 1973. Na conclusão, retoma-se a questão do término de epidemias e doenças em contextos históricos e nacionais à luz da erradicação da varíola.

Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
1966-1980
Localização Eletrônica
https://rbs.sbsociologia.com.br/index.php/rbs/article/view/rbs.787/pdf_47

Fugindo do caos: o proselitismo terapêutico na vida política do Brasil atual

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Costa, Ítalo Cassimiro
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
1981-3341
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.4000/pontourbe.10025
Título do periódico
Ponto Urbe - Revista do núcleo de antropologia urbana da USP
Volume
28
Ano de Publicação
2021
Local da Publicação
São Paulo
Idioma
Português
Palavras chave
terapias alternativas
medicalização
corpo
crise
individual
Resumo

O artigo a seguir consiste em um ensaio que versa sobre a terapeutização dos corpos nos contextos urbanos atuais. Dialoga com o tema de acordo com as abordagens teóricas e discussões presentes na Antropologia do corpo e da saúde, sobretudo, aquela antropologia que se dedica a compreender os passos de atores e redes científicos que buscam por medicalização alternativa da vida cotidiana em resposta à crise política-institucional que assola o país. Para tanto, procuro discutir algumas reflexões sobre esse assunto derivadas da pesquisa etnográfica que realizo em clínicas e centros de terapias alternativas cujas distintas trajetórias dos interlocutores participantes se encontram no mesmo contexto: o da medicalização dos corpos. Em seguida, busco depreender reflexões críticas sobre as transformações contemporâneas das moralidades em torno da medicalização e da terapeutização voluntária e individual do próprio corpo. O ensaio que se segue problematiza os mais novos discursos e práticas que preconizam agenciamentos centrados no indivíduo quando se trata de impasses coletivos, políticos e de saúde pública no país.

Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://journals.openedition.org/pontourbe/10025

Planejamento Urbano: caracterização da acessibilidade à rede física de atenção básica à saúde na malha urbana de Mogi das Cruzes

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Ventura, Erineuda Clementino
Sexo
Mulher
Orientador
Jorge, Wilson Edson
Ano de Publicação
1998
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Arquitetura e Urbanismo
Instituição
USP
Idioma
Português
Palavras chave
Urbanismo
Meio ambiente construído
Resumo

Trabalhei nesta pesquisa com a intenção de contribuir para o debate sobre a atuação do arquiteto no setor de saúde pública, objetivando demonstrar como se caracteriza a acessibilidade à rede física de atenção básica à saúde pública na malha urbana de Mogi das Cruzes (SP), estudada através da implantação das unidades assistenciais de saúde dessa rede que se materializa no urbano, e considerando, ainda uma periodização que possibilita entender o processo de expansão da mesma, a partir da implementação das políticas sociais de saúde pública e do processo de construção do SUS, entre as décadas de 1960 e 1990. Ao final, apresenta-se um ensaio sob a forma de Anexo, onde se delimitou a área geográfica de influência para cobertura assistencial das populações de duas Unidades Básicas de Saúde (UBS Vila Suíssa e UBS Jundiapeba). Essas áreas geográficas de influência poderão ser admitidas como instrumentos de planejamento das ações de saúde pela Secretaria Municipal de Saúde de Mogi das Cruzes para facilitar a população o acesso à atenção básica à saúde.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Mogi das Cruzes
Bairro/Distrito
Jundiapeba; Vila Suíssa
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1960-1990