Medicina Social / Saúde Pública

Resiliência e o Morar na Rua: estudo com moradores de rua - criança e adultos - na cidade de São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Alvarez, Aparecida Magali de Souza
Sexo
Mulher
Orientador
Rosenburg, Cornelio Pedroso
Ano de Publicação
1999
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Saúde Pública
Instituição
USP
Página Final
198
Idioma
Português
Palavras chave
Habitar nas ruas
Saúde mental
Trajetória
Resiliência
Resumo

Aplica a categoria Resiliência no estudo de ex-moradores de rua da região central de São Paulo que buscaram um outro modo de vida. Procura-se reconhecer a contribuição que esse conceito pode dar ao equacionamento de ações de saúde, em particular da saúde mental, voltadas às populações de rua, no contexto das metrópoles brasileiras. Foram selecionados quatro adultos e uma criança, egressos de um grupo de moradores de rua de um bairro central da cidade de São Paulo que, do ponto de vista investigativo, foram considerados como possíveis resilientes, ou seja, portadores de capacidade humana de fazer frente às adversidades da vida, superá-las e saírem delas fortalecidos ou, inclusive, transformados. Utilizando entrevistas abertas e semi-estruturadas, fotografias, registros no diário de campo e técnicas de observação, procedeu-se a uma descrição etnográfica da moradia e do modo de morar atual e anterior dos sujeitos participantes do estudo, assim como de suas características psíquicas e sua interação com o meio em que vivem ou viveram. A partir do reconhecimento da trajetória empreendida por eles, estes foram considerados positivamente como resilientes, com base nos conceitos heurísticos "busca de sentido" e "pontos fixos" internos e provenientes do entorno identificados nos sujeitos.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Zona
Centro
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1996-1999
Localização Eletrônica
https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-272914

Mortalidade por Causas Externas, Município de Santos, 1980-1995

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Paiva, Tânia Máris de
Sexo
Mulher
Orientador
Belluomini, Marília
Ano de Publicação
1998
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Saúde Pública
Instituição
USP
Página Final
171
Idioma
Português
Palavras chave
Violência
Homicídios
Acidentes
Suicídios
Espacialização da violência
Resumo
A dissertação apresenta estudo sobre os óbitos ocorridos em residentes no município, nos anos de 1980, 1985 e 1990, a partir de dados obtidos junto à Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE). Os resultados revelam que o número de mortes por causas externas aumentou 6,3 por cento, enquanto a importância relativa destas causas na mortalidade geral diminuiu 25,6 por cento, no decorrer do período. Analisa os óbitos por causas externas ocorridos no município de Santos em residentes, no período de 1994 a 1995 que, somados totalizam 663 mortes. Estes dados, captados pela Seção de Epidemiologia (SEDIPE) do Centro de Controle de Doenças da Secretaria de Higiene de Santos, são estudados segundo características pessoais, tipos de causas, local de ocorrência do óbito e local de residência do falecido. A razão masculino/feminino encontrada foi de 4,5 homens/mulher e oscilou conforme a idade e o tipo de causa considerada. Quanto aos tipos de causas, observou-se a predominância dos homicídios, que concentraram 31,8 por cento do total de mortes. Os acidentes de trânsito foram responsáveis por 29,1 por cento, os demais acidentes por 23,8 por cento, os suicídios por 7,5 por cento e o grupo em que se ignorava o tipo de acidente ou violência por 8,8 por cento. Os acidentes de trânsito apresentaram coeficientes de mortalidade mais elevados no grupo idoso. Entre os demais acidentes, predominaram as mortes por quedas acidentais. Os suicídios apresentaram um coeficiente de mortalidade mais elevado no grupo jovem. O estudo da distribuição espacial das mortes mostrou diferenciais intra-urbanos muito significativos, tanto em relação à magnitude das causas externas como um todo, como no que diz respeito ao comportamento dos diversos tipos de acidentes e violências.
Método e Técnica de Pesquisa
Quantitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Santos
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1980-1995

Processo de Implantação do Sistema Único de Saúde (SUS): estudo de caso em município de gestão semi-plena

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Castro, Cláudio Gastão Junqueira de
Sexo
Homem
Orientador
Almeida, Eurivaldo Sampaio de
Ano de Publicação
1999
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Saúde Pública
Instituição
USP
Página Final
228
Idioma
Português
Palavras chave
Administração municipal
Descentralização
Saúde pública
Resumo

Estuda o processo de implantação do Sistema Único de Saúde, tendo como referência um dos seus princípios básicos, o da descentralização da gestão para o poder municipal. Para tanto, foi escolhido o município de São José dos Campos, no Estado de São Paulo, por sua participação ativa no processo da Reforma Sanitária, no sentido de formulação e implantação do SUS e sua habilitação como gestor do Sistema Municipal de Saúde na condição de gestão semi-plena, em final de 1994. A metodologia utilizada é a de um Estado de Caso Único. Tem como referencial teórico ou conceitual a Pesquisa Avaliativa. Analisa o período de 1993 a 1997 e como fontes de dados utiliza dados documentais, como relatórios de gestão, planos municipais de saúde, atos administrativos, além de entrevistas com os Secretários Municipais de Saúde do período e o DATA/SUS - Ministério da Saúde, com os seus Sistemas de Informação Ambulatorial (SIA/SUS) e de Internação Hospitalar (SIH/SUS). Conclui que efetivamente ocorreram mudanças tanto na dimensão do Modelo de Gestão como no do Modelo de Atenção, como resultado de um esforço municipal que vinha ocorrendo e que foi potencializado em função da habilitação do município na gestão semi-plena do sistema, nos termos da NOB SUS nº 1/93. Por outro lado, o estudo, nos termos de sua concepção metodológica, poderá ser referencial para a realização de outros estudos neste campo temático.

Autor do Resumo
Base Dedalus
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São José dos Campos
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1993-1997

Avaliação do Risco à Saúde da População Vizinha às Áreas de Disposição Final de Resíduos Sólidos Urbanos: o aterro sanitário como cenário de exposição ambiental

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Azevedo, Mônica De Abreu
Sexo
Mulher
Orientador
Schalch, Valdir
Ano de Publicação
2004
Local da Publicação
São Carlos
Programa
Hidráulica e Saneamento
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
197
Idioma
Português
Palavras chave
saúde pública
riscos à população
tratamento de resíduos
qualidade de vida
Resumo

O presente estudo visou ao desenvolvimento de um estudo epidemiológico do tipo transversal para a avaliação do risco para a saúde da população residente próxima a uma área de disposição final de resíduos sólidos urbanos. O levantamento dos dados foi realizado no bairro de Perus, na cidade de São Paulo, SP, vizinho ao aterro sanitário Bandeirantes. O aterro Bandeirantes recebe diariamente cerca de 6.000 toneladas de resíduos sólidos do tipo classe II e III e ocupa uma área total de 1.400.000 metros quadrados, contendo aproximadamente 33 milhões de toneladas de resíduos dispostos. Os riscos para a saúde pública foram avaliados junto à população de estudo, 972 crianças na faixa etária de 1 a 5 anos incompletos, residente próxima ao aterro Bandeirantes. A área de estudo foi dividida em faixas distantes de 500 m do limite do aterro, para a definição das condições de exposição. Os indicadores de saúde utilizados foram: as prevalências de enfermidades diarréicas e parasitárias e os índices antropométricos. Na área de estudo, foi realizado um levantamento da qualidade ambiental, com intuito de relacionar os impactos ambientais, ocasionados pela prática de disposição final considerada, aos indicadores de saúde empregados. Os resultados obtidos, pela realização deste estudo, permitiram concluir que há relações estatisticamente significativas entre as exposições pesquisadas e os indicadores de saúde empregados.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I

História sem Fim... Inventário da Saúde Pública de São Paulo - 1880-1930

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Ribeiro, Maria Alice Rosa
Sexo
Mulher
Orientador
Silva, Sérgio Salomé da
Ano de Publicação
1991
Local da Publicação
Campinas
Programa
Economia
Instituição
UNICAMP
Página Inicial
1
Página Final
329
Idioma
Português
Palavras chave
desenvolvimento urbano
infraestrutura
políticas públicas
poder estatal
saúde pública
Resumo

O estudo trata da questão da saúde pública no contexto do desenvolvimento do capitalismo no Estado de São Paulo. A abordagem privilegia as relações de saúde com a formação e desenvolvimento do mercado de trabalho e com o processo de urbanização. O trabalho divide-se em quatro capítulos: o primeiro, inicia-se na segunda metade da década de 80, do século XIX, com a política de imigração subsidiada e com a gestão da política de saúde pública que visava atender as novas demandas da população livre e controlar as epidemias de febre amarela que invadiam as cidades do Oeste. O segundo cobre o período de 1890 a 1914 e procura identificar o processo de urbanização da capital paulistana e sua relação com a política de saúde traduzida na reforma do código sanitário de 1911. O terceiro capítulo abarca o período de 1914 a 1920, capta a crise no mercado de trabalho, recorrente da guerra e do êxodo campo-cidade, e seu impulso no sentido da formulação do código sanitário rural de 1917. A preocupação dessa legislação sanitária é recuperar o trabalho do nacional para o mercado de trabalho. O último capítulo percorre a década de 1920 e registra os movimentos de rupturas que marcam esse período, desde a cultura até a política de saúde, a qual se volta para a educação sanitária, para formação de uma consciência sanitária na população pobre.

Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1884-1930
Localização Eletrônica
https://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/1316329

Poder e Saúde: a República, a Febre Amarela e a formação dos serviços sanitários no Estado de São Paulo.

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Telarolli Junior, Rodolpho
Sexo
Homem
Orientador
Canesqui, Ana Maria
Ano de Publicação
1993
Local da Publicação
Campinas
Programa
Medicina
Instituição
UNICAMP
Página Inicial
1
Página Final
467
Idioma
Português
Palavras chave
urbanização
intervenção estatal
saúde pública
construção da cidade
Resumo

O trabalho tem por objetivo a investigação das medições da organização política, em sua vertente Estado/município e dos fundamentos tecnológicos das práticas sanitárias na formação dos serviços de saúde no Estado de São Paulo, entre a proclamação da República em 1889 e 1911. A caracterização epidemiológica e demográfica do Estado no período, mostrou que o fio condutor da ação sanitária estadual foi o combate às doenças epidêmicas, em especial a febre amarela que repercutia no funcionamento da máquina administrativa no cotidiano da população e nas atividades do complexo cafeeiro desde a imigração em torno das teorias sobre as formas de propagação, tratamento e profilaxia da febre amarela encerrados no início do século XX, com a aceitação da teoria da transmissão da doença pelo vetor. A formação e o funcionamento dos serviços sanitários no interior paulista apresentaram muitas particularidades em relação aos principais centros urbanos do Estado. As relações das lideranças políticas municipais e estaduais, sob o chamado " pacto coronelista", suporte regional para a estrutura de poder oligarquizada da primeira república foi fundamental.

Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1889-1911

Crescimento nos Primeiros Dois Anos de Vida da Área Urbana do Município de Botucatu, SP

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Carvalhaes, Maria Antonieta De Barros Leite
Sexo
Mulher
Orientador
MONTEIRO, Carlos Augusto
Ano de Publicação
1988
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Saúde Pública
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
109
Idioma
Português
Palavras chave
qualidade de vida
infância
desenvolvimento
saúde
Resumo

Com o objetivo de descrever o crescimento das crianças da área urbana de Botucatu do nascimento até os dois anos, foram acompanhadas longitudinalmente, por um semestre, quatro coortes, com cerca de cinqüenta crianças com as idades de zero, seis, doze e dezoito meses ao início do estudo. Investigaram-se diversos aspectos da alimentação, a ocorrência de determinadas doenças e algumas características socioeconômicas no período de acompanhamento das crianças. Foram tomadas as medidas de peso e comprimento ao início e final do semestre. Os resultados do inquérito socioeconômico forneceram evidências de que um terço das crianças apresentavam risco de desnutrição. A análise de informações sobre a freqüência de doenças infecciosas, aliada as evidências da literatura, sugere que a alta freqüência de diarréia e de doença respiratória, observada a partir do sétimo mês de vida, possa ser um dos determinantes dos déficits de crescimento. A influência da alimentação, embora não descartada, pareceu menos evidente. É provável que aspectos relacionados ao tipo de preparo e ao número de refeições e não à disponibilidade quantitativa ou qualitativa de alimentos, tenham influenciado negativamente o crescimento no segundo e terceiro semestres de vida. Confirma-se a medida da velocidade de crescimento como indicador que prontamente revela diferenças das condições nutricionais.

Área Temática
Referência Espacial
Cidade/Município
Botucatu
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I

Uso e Ocupação do Solo no Setor Sudoeste da Região Metropolitana de São Paulo: o meio ambiente hoje e alternativas futuras

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Oliveira, Celso Nigro Engracia de
Sexo
Homem
Orientador
Rocha, Aristides Almeida
Ano de Publicação
1988
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Saúde Pública
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
74
Idioma
Português
Palavras chave
expansão urbana
desenvolvimento sustentável
degradação
legislação
Planejamento Ambiental
Resumo

Explora problemas de Planejamento Ambiental, usando como referência, um caso relacionado à Região Metropolitana de São Paulo: seu fenômeno de crescimento urbano e a legislação ambiental existente. A Grande São Paulo (RMSP) apresenta um interessante caso para o estudo de legislação de controle do uso do solo e do Planejamento Ambiental. Apesar da crise econômica da década de 1970, o ímpeto desenvolvimentista brasileiro, iniciado em 1950, ainda persiste. Nos anos recentes, o crescimento impressionante da capital do Estado de São Paulo (a cidade de São Paulo) e das cidades que a circundam, fez com que estas se unissem em uma única área urbana. Alguns números dão a medida deste crescimento. Na RMSP hoje vivem cerca de 15 milhões de habitantes, 40 por cento a mais do que na Região Metropolitana do Rio de Janeiro e equivalente à soma das populações das outras 7 regiões metropolitanas do país. A RMSP é responsável por 20 por cento da Renda Nacional Bruta. Para criar essa produção, a metrópole consome 26 milhões de mwh de energia elétrica por ano e produz 15 toneladas de resíduos sólidos por dia. A área total é de 8.000 Km quadrados. A previsão é a de que, por volta do ano 2.000, a RMSP será a segunda metrópole mais populosa no mundo (em primeiro, a cidade do México) com uma população entre 25 e 30 milhões de habitantes. Desde 1977, vem sendo adotada uma política severa e sofisticada de controle do uso do solo, cobrindo a maior parte da periferia da RMSP. Os princípios desta política estão expressos na "Lei de Proteção dos Mananciais" (LPM) que objetiva a proteção dos mananciais existentes ao redor da metrópole. A aprovação de loteamentos ou de grandes edifícios é concedida após análise caso a caso, baseada em algorítmos e critérios especiais e, no caso das indústrias, em suas atividades, processos e efluentes. Está em curso um processo de avaliação e aprendizado, após a constatação de que, em função de problemas de implantação da LPM o processo de urbanização natural estagnou-se tendo surgido, de forma incontrolável, assentamentos informais, desprovidos de infra-estrutura, sendo afetados e ao mesmo tempo, causadores da poluição. Pesquisas em Saúde Pública sugerem que grande parte dos problemas de saúde são causados pela falta de saneamento básico nos assentamentos de baixa-renda. O objetivo é descrever e analisar a situação existente na área sudoeste da Região Metropolitana de São Paulo e a relação desta situação com o problema do Planejamento Ambiental.

Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I

Ecologia, os Aspectos Sanitários e de Saúde Pública da Represa Billings na Região Metropolitana de São Paulo, uma Contribuição a sua Recuperação

Tipo de material
Livre Docência
Autor Principal
Rocha, Aristides Almeida
Ano de Publicação
1984
Local da Publicação
São Paulo
Programa
N/I
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
166
Idioma
Português
Palavras chave
recursos hídricos
recuperação
poluição
meio ambiente
degradação
Resumo

Caracteriza a evolução das condições ecológicas e sanitárias da represa Billings, desde 1950 até 1983. Com base no manuseio de 8091 dados, discute as limitações impostas ao uso das águas para abastecimento, irrigação e recreação, como decorrência da população e suas implicações à saúde pública. Verifica, também, o perigo potencial devido à possibilidade do consumo dos peixes contaminados com metais pesados, que sobrevivem na represa. Finalmente, ficou comprovada a sucessão de algas cianofíceas que proliferam na represa e a possibilidade de uma recuperação em curto prazo, desde que sejam adotadas medidas que cessem o bombeamento das águas poluídas do rio Pinheiros, através de Barragem da Pedreira.

Referência Espacial
Região
Região Metropolitana de São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1950-1983

Situação de Saúde do Município de Diadema

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Vianna, Lucila Amaral Carneiro
Orientador
Rosenburg, Cornélio Pedroso
Ano de Publicação
1981
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Saúde Pública
Instituição
USP
Página Inicial
1
Página Final
129
Idioma
Português
Palavras chave
infraestrutura
administração municipal
qualidade de vida
equipamentos públicos
Resumo

A dissertação consiste em caracterizar a situação de saúde do município de Diadema. Foram abordadas a história política; a distribuição quanto a grupo etário, a ocupação e habitação; as assistência em saúde; condições de saneamento e de educação. Utilizaram-se dados vitais da população estimada a partir do censo de 1970. Os instrumentos foram os coeficientes: de fertilidade geral, geral de natalidade, índice vital de Pearl, mortalidade geral, mortalidade proporcional por causa e por grupo etário, razão de mortalidade proporcional, curva de Nelson Moraes, mortalidade materna, natimortalidade, mortalidade perinatal e infantil (neonatal e infantil tardia). Analisou-se o resultado de cada indicador no decorrer dos anos de 1970 a 1978. Comparou-se com resultados obtidos na Grande São Paulo em 1978, a fim de se estabelecer parâmetros para melhor situar Diadema. A partir dessa análise, caracterizou-se como sento baixo o nível de saúde do município de Diadema.

Referência Espacial
Cidade/Município
Diadema
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1970; 1970 a 1978
Localização Eletrônica
https://repositorio.usp.br/item/000723453