Práticas contemporâneas na casa encendida e centros culturais de São Paulo
Acompanhando a crescente tendência entre os estudos acadêmicos de promover um debate sobre disciplina de arte contemporânea, como por exemplo, Hal Foster (2003), Terry Smith (2006), David Kuspid (2005), este trabalho visa resgatar as experiências da Casa Encendida, espaço sociocultural da cidade de Madrid e os centros culturais Banco do Brasil, Itaú Cultural e SESC, instituições que convergem nas práticas artísticas contemporâneas, contribuindo com a composição de um quadro analítico sobre os espaços da arte na contemporaneidade. Este estudo teórico focaliza, no âmbito das redes que operam a arte atualmente, as ações levadas a cabo por estes centros culturais. Para tanto, realizou-se, em especial, a leitura de teóricos importantes no debate sobre o que é arte contemporânea e seus desdobramentos. Com isso, buscamos eleger tendências e práticas mais frequentes para construir um quadro demonstrativo que facilite a análise e reflexão sobre a organização das instituições de arte na contemporaneidade, no contexto de espaços dedicados à comunicação, criação e interpretação da complexa mostra de manifestações culturais atuais.