Construção civil

Introdução à coletânea "Solo urbano: tópicos sobre o uso da terra"

Tipo de material
Capítulo de Livro
Autor Principal
Machado da Silva, Luiz Antonio
Sexo
Homem
Sexo:
Homem
Autor Organizador
Ribeiro, Luiz Cesar de Queiroz
Código de Publicação (ISBN)
N/I
Edição (nome da editora)
Zahar
Ano de Publicação
1982
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Página Inicial
23
Página Final
27
Idioma
Português
Palavras chave
Antropologia urbana
Política urbana
Posse da terra
Solo urbano
Habitação
Resumo

Nos textos dessa coletânea, são examinadas, sob três diferentes enfoques, as relações entre os problemas de uso do solo urbano e a moradia nas cidades, o de natureza explicitamente teórica, o da análise empírica e o dos parâmetros jurídico-institucionais que balizam o uso do solo urbano.

Autor do Resumo
UrbanData-Brasil
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
1970-1982
Localização Eletrônica
https://buscaintegrada.ufrj.br/Record/aleph-UFR01-000050456

O Programa Minha Casa Minha Vida na metrópole paulistana: atendimento habitacional e padrões de segregação

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Marques, Eduardo
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Rodrigues, Leandro
Sexo:
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2013v15n2p159
Título do periódico
RBEUR
Volume
15
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Revista Online
Página Inicial
159
Página Final
177
Idioma
Português
Palavras chave
Minha Casa Minha Vida
segregação
periferia
São Paulo
Política habitacional
Resumo

Este artigo analisa a produção do programa Minha Casa Minha Vida na região metropolitana de São Paulo. O trabalho parte de uma revisão das principais características e críticas ao programa para investigar o volume de produção, sua adequação à demanda habitacional para cada faixa de renda na região, assim como a localização dos empreendimentos. Utilizando técnicas de geoprocessamento, são levantados os padrões de segregação dos empreendimentos com relação a distâncias a centralidades, a equipamentos públicos e aos conjuntos produzidos pelas políticas habitacionais prévias. Os dados confirmam análises anteriores com relação à localização periférica dos empreendimentos, em especial para a primeira faixa de renda. Entretanto, considerando os padrões de localização dos conjuntos existentes e faixas de renda comparáveis, os resultados sugerem que o programa tem produzido conjuntos menos isolados do que as políticas prévias, não sendo possível afirmar que o programa apresente os mesmos resultados territoriais que as políticas precedentes.

Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Região
Metrópole paulistana
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/4740

Novas formas associativas na produção recente de moradia social no Brasil

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Moreno de Camargo, Camilia
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2013v15n2p77
Título do periódico
RBEUR
Volume
15
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Revista Online
Página Inicial
77
Página Final
87
Idioma
Português
Palavras chave
habitação de interesse social
Minha Casa, Minha Vida
entidades
movimentos sociais
política habitacional
Resumo

O presente artigo aborda aspectos relacionados à produção habitacional da modalidade “Entidades” do programa Minha Casa, Minha Vida, a partir de observações de campo. Pretende-se elaborar uma chave de leitura que destaque, no contexto de atendimento do programa federal mencionado, as entidades organizadoras e os diferentes graus de vinculação e relação que estabelecem com os movimentos de luta por moradias nacionais, a sociedade e o próprio Estado. Tais questões vêm se construindo e nos mostram certa urgência de análise e pesquisas mais aprofundadas, no sentido de avançar na discussão acerca da produção habitacional por meio da autogestão no Brasil, visto que, ainda que inexpressivo do ponto de vista quantitativo e em comparação com a produção mais massiva empreendida pelo mercado, ela nos revela uma série de transformações que vem redefinindo as relações sociais e a produção do espaço urbano contemporâneo.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
2009-2012
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/4735

Construção sem urbano: a hipergestão da produção habitacional de empresas de capital aberto no Brasil

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Shimbo, Lucia
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Baravelli, José Eduardo
Sexo:
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.rbeur.202239
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
24
Ano de Publicação
2022
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
1
Página Final
26
Idioma
Português
Palavras chave
Construção Civil
Habitação
Incorporadoras Imobiliárias
Empresas Construtoras
Gestão da Produção
Resumo

Este artigo procura analisar estratégias de grandes empresas construtoras e incorporadoras de capital aberto na produção de habitação após a recessão econômica de 2014 no Brasil. Os resultados da pesquisa qualitativa multimétodos realizada revelam que essas estratégias se basearam em cálculos e instrumentos financeiros e colaboraram na consolidação de um campo de empresas que controla pontos díspares do setor da construção habitacional, de serviços financeiros à fabricação de componentes de obra. Tal ampliação de controle produtivo se deve ao que se denomina aqui de “hipergestão da produção”, que combina, em diferentes níveis, padronização, tecnologia gerencial, governança corporativa e arranjos políticos sobre formulação de normas técnicas e de programas públicos. A hipergestão se desvinculou não apenas de qualidades do urbano, como também do próprio espaço, e foi impulsionada pelo valor do dinheiro no tempo.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
2014-2022
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/7169

O mascate, o bispo, o juiz e os outros: sobre a gênese morfológica do Recife

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Loureiro, Claudia
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Amorim, Luiz
Sexo:
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2000n3p19
Título do periódico
RBEUR
Ano de Publicação
2000
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
19
Página Final
38
Idioma
Português
Palavras chave
Morfologia
Sintaxe espacial
História da cidade
Resumo

Este artigo apresenta uma análise histórico-morfológica da cidade do Recife, observando o seu núcleo histórico, formado pelos bairros do Recife, Santo Antônio, São José e Boa Vista, com o objetivo de identificar o sistema de consonância o qual permite que objetos urbanos aparentemente heterogêneos apresentem um certo grau de unidade.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Recife
Bairro/Distrito
Santo Antônio, São José e Boa Vista
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Pernambuco
Referência Temporal
N/I
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/44

O urbanismo no Recife: entre idéias e representações

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Pontual, Virgínia Pitta
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2000n2p89
Título do periódico
RBEUR
Ano de Publicação
2000
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
89
Página Final
108
Idioma
Português
Palavras chave
História
Modernização
Saber
Urbanismo
Representações
Resumo

A pretensão é polemizar sobre o entendimento de modernização como processo cumulativo e complementar de idéias e afirmar o de atualização e diferenciação das regras e preceitos urbanísticos, de modo a assegurar o ordenamento citadino, assim como discutir a permanência dessas regras na atualidade; ou melhor, o paradoxo entre continuar afirmando o saber urbanístico, fundado nas teorias da modernidade, e prescindir desse saber, dada a inexistência de um outro modo de promover o ordenamento e o controle da cidade. O caminho adotado foi o de reconstituir as idéias dos urbanistas, objetivadas nos planos urbanísticos elaborados nos anos 30 e 50 no Recife. Nos anos 30, os planos urbanísticos introduziram, principalmente, os preceitos dos Ciams, cujos autores foram Domingos Ferreira (1927), Nestor de Figueiredo (1932), Atílio Corrêa Lima (1936) e Ulhôa Cintra (1943). Nos anos 50, as idéias propugnadas traduziram, entre outros, os preceitos do Movimento de Economia e Humanismo, apresentados no estudo de Lebret (1954) e nas diretrizes de Baltar (1951). A escrita de tal narrativa compara esses planos explicitando as diferentes concepções e representações do Recife e coloca em discussão a permanência desses saberes em relação à emergência de outros na atualidade.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Recife
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Pernambuco
Referência Temporal
anos 30 e 50
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/39

Construção social e tecnologias civis (1964 -1986): contribuição para um debate sobre política habitacional no Brasil

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Paula Koury, Ana
Sexo
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2013v15n1p167
Título do periódico
RBEUR
Volume
15
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Revista Online
Página Inicial
167
Página Final
182
Idioma
Português
Palavras chave
política habitacional no Brasil
organização social
sistemas construtivos
inovações na construção
reforma urbana
Resumo

O debate sobre habitação que precedeu a criação do Banco Nacional de Habitação (BNH) resultou das propostas inovadoras apresentadas no Seminário de Habitação e Reforma Urbana (1963). O Banco, criado após o golpe de 1964, adota uma política conservadora que não atinge as classes de menor renda e contribui para a expansão urbana periférica de baixa densidade, sem os equipamentos necessários ao desenvolvimento de novos setores residenciais. A crítica ao modelo adotado foi responsável pela elaboração de novas diretrizes da política habitacional, a partir da Constituição de 1988. Por outro lado, as propostas de produção das unidades habitacionais, utilizando tecnologias civis e apresentadas num momento de esperança de sucesso da política habitacional, constituem um conjunto de experiências que não tiveram êxito naquela época e que podem adquirir outro significado no atual cenário de desenvolvimento.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
N/E
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/4177

Notas sobre desenvolvimento regional a partir da construção de hidrelétricas na Bacia do Uruguai

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Rocha, Humberto José da
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2018v20n2p368
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
20
Ano de Publicação
2018
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
368
Página Final
382
Idioma
Português
Palavras chave
Desenvolvimento regional
Espaço
Tempo
Hidrelétricas
Política
Resumo

O desenvolvimento tem a energia como ponto nevrálgico. Ao privilegiar a matriz hídrica, o Brasil assume a construção de usinas hidrelétricas no âmbito de projetos de grande escala (PGEs). As adjetivações sustentável ou endógeno oferecidas ao termo desenvolvimento acompanham esses projetos, que não precisam ser tomados como promotores do desenvolvimento ou impactantes ambientais em si mesmos. Este trabalho elenca elementos que devem ser considerados na análise da promoção do desenvolvimento a partir de PGEs, distinguindo conceitos como crescimento econômico e desenvolvimento humano, assinalando o paradoxo endógeno e exógeno do desenvolvimento e, por fim, enfatizando o conceito de inovação territorial, com base em elementos políticos como densidade institucional, democracia, capital social e empoderamento das comunidades. Empiricamente, a discussão se localiza na bacia hidrográfica do Uruguai, Sul do Brasil, onde, desde a década de 1960, decidiu-se pela exploração sistemática da hidroeletricidade. Como tese central, o artigo defende que, ignorada a conjunção entre os conceitos de natureza teórica e as realidades empíricas das principais hidrelétricas da região, o desenvolvimento dos projetos de grande escala representa um eufemismo que suplanta territórios e desintegra localidades em nome de lucros desterritorializados que deixam sequelas territoriais.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Região
Bacia Hidrográfica do Uruguai
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
1960-2018
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/5564/pdf

“Avenida Brasil – Tudo Passa Quem Não Viu?”: formação e ocupação do subúrbio rodoviário no Rio de Janeiro (1930-1960)

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Torres, Pedro Henrique Campello
Sexo
Homem
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2018v20n2p287
Título do periódico
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais
Volume
20
Ano de Publicação
2018
Local da Publicação
Revista online
Página Inicial
287
Página Final
303
Idioma
Português
Palavras chave
Rio de Janeiro
Subúrbio
Avenida Brasil
História da Cidade
Automóvel
Resumo

 

O tema do presente artigo é a Avenida Brasil, no Rio de Janeiro. Se a Avenida Brasil é o grande tema, os desdobramentos da construção da Avenida para a cidade do Rio de Janeiro na primeira metade do século XX é o objeto. Parto do pressuposto de que a partir da construção da avenida um novo eixo estruturante da cidade se expandiu pela orla da baía da Guanabara, produzindo uma nova configuração espacial para a localidade – antes inabitada – com fábricas, moradia operária e favelização crescente. Discuto ainda a hipótese de que com a Avenida há o desenvolvimento de um “subúrbio do automóvel” ou “subúrbio rodoviário”, em contraste com o subúrbio que margeia a linha do trem ou do bonde, já estabelecidos desde a virada do século XIX para o XX. 

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Logradouro
Avenida Brasil
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
Século XIX-XX
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/5618/pdf

A urbanização de fronteiras e as relações latino-americanas: estudo de caso das vilas de Itaipu

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Victal, Jane
Sexo
Mulher
Autor(es) Secundário(s)
Araujo de Souza, Adelita
Sexo:
Mulher
Código de Publicação (ISSN)
2317-1529
Código de Publicação (DOI)
https://doi.org/10.22296/2317-1529.2011v13n1p75
Título do periódico
RBEUR
Volume
13
Ano de Publicação
2011
Local da Publicação
Revista Online
Página Inicial
75
Página Final
89
Idioma
Português
Palavras chave
Cidades Gêmeas
Fronteira
Geopolítica
Itaipu Binacional
Vilas habitacionais
Resumo

As cidades brasileiras nas áreas de fronteira sempre estiveram em segundo plano nas políticas urbanas do país. Enquanto no litoral Atlântico a posição geográfica privilegiava a urbanização, nas áreas de fronteira esse processo ficou ofuscado, dificultando a inserção destas às dinâmicas nacionais. O isolamento contribuiu para a formação de conexões internacionais, criando espaços peculiares nas relações econômicas, sociais e políticas latinoamericanas. A urbanização da tríplice fronteira – Argentina, Brasil e Paraguai – é um caso emblemático nesse contexto. A Usina Itaipu Binacional, construída entre 1975 e 1982 tratou de acordos internacionais para a exploração do rio Paraná e também da pretensão dos países em desenvolver seus territórios. A usina produziu um plano de urbanização que uniu tanto as necessidades habitacionais, quanto os anseios políticos dos países. Em 30 anos, diversas relações se formaram e servem de base para a compreensão de particularidades no desenho urbano em cada lado da fronteira.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Foz do Iguaçú
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Paraná
Referência Temporal
1975-1982
Localização Eletrônica
https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/286/261