Modo de vida, imaginário social e cotidiano

Transmissão Psíquica: metamorfoses teórico-clínicas de um campo em movimento

Autor Principal
Tozatto, Maria Ines Saadi de
Orientador
Terezinha Feres Carneiro
Ano de Publicação
2004
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Instituição
PUC-Rio
Idioma
Português
Resumo
Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro

Sociabilidades Emergentes: implicações da dominação de matadores na periferia e traficantes nas favelas

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Sousa, Josinaldo Aleixo de
Sexo
Homem
Orientador
Luiz Antonio Machado da Silva
Ano de Publicação
2001
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
Sociologia e Antropologia
Instituição
UFRJ
Idioma
Português
Resumo
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
1997-2001

Múltipla Unidade : o caso de São Paulo

Tipo de Material
Outros
Autor Principal
Gomide, Cristina Helou
Ano de Publicação
1998
Local da Publicação
Campinas
Descrição Adicional
V Seminário História da Cidade e do Urbanismo
Idioma
Português
Resumo
Esta pesquisa histórica trabalha com a história urbana de duas cidades do estado de Goiás: a cidade de Goiás (antiga capital do estado) e Goiânia (atual capital do estado de Goiás). O período de tempo escolhido é de 1930 a 1945, pois engloba as transformações ocorridas com a revolução de 30, a transferência capital, de Goiás para Goiânia, bem como marca um momento de transformações políticas. Para tanto, tentaremos observar a memória de ambas as cidades. Nesse caso, nossas fontes históricas serão: os relatos orais dos moradores da antiga capital à época; os relatos de moradores e/ou visitantes de Goiânia naquele período histórico; monumentos urbanos de Goiás(cidade) e Goiânia (atual capital) que podem ser vistos em fotografias do período; documentos impressos da época. Nesse sentido, tentamos perceber os elementos que compõem uma cidade. A cidade, local de interação, mantém na memória, sua história: praças e igrejas carregam através dos tempos, uma representação daquilo que ela é . As representações: construções a partir da realidade vivida, imagens edificadas através das experiências dos indivíduos, são primordiais para a nossa abordagem acerca da memória urbana, pois os prédios e locais públicos estão cheios de sentimentos de indivíduos, e são neles que se lembra, a todo momento, a história de uma cidade. A iconografia aparece então, como veículo dessa memória que buscamos, da necessidade que temos em manter uma unidade, de criarmos no local que moramos, elementos inerentes à nossa vida. As fotografias de época nos reportam ao passado e dão a sensação de vida nos traços de seus autores - a imagem é uma fonte cheia de sentimentos e intenções. Os relatos orais são também um caminho interessante. Através das falas das pessoas mais velhas, encontramos diferenças, pensamentos que forma partilhados ao longo da história local, relatos sofridos e permeados de mágoa. Foram entrevistados dois grupos: no primeiro, temos as falas dos moradores da antiga capital (a cidade de Goiás) à época; no segundo, observamos os relatos daqueles que acompanharam o surgimento da nova capital - pessoas do entorno e de outras cidades do estado. O estado de Goiás, que desde o fim do ciclo mineratório vinha vivendo sob o estigma de um estado decadente e atrasado, carregava consigo a ânsia de poder se tornar um local de grandes possibilidades. Goiás, a cidade que representou o poder político do estado de Goiás até a década 1930, foi cenário de várias disputas políticas até esse momento. Durante cerca de vinte anos, a família Caiado, grupo de indiscutível poder político na região, esteve no comando administrativo, direcionando a vida política e econômica de lá. A favor do desenvolvimento, mas preocupada com seus próprios investimentos, a família Caiado, que era ligada ao meio agrário, cerceava o crescimento de outros setores agrários do estado, também muito promissores: o sul e sudoeste de Goiás. A partir da revolução de 1930, o poder dos Caiado chegou ao fim, e foi nomeado interventor do estado, o médico Dr. Pedro Ludovico Teixeira. Nomeado por Getúlio Vargas, e em nome do progresso e do desenvolvimento interno do país, Dr. Pedro retomou um antigo projeto de transferência da capital, e partiu para a construção da nova capital: Goiânia. A antiga capital, rodeada por morros, com casas de estilo colonial e ruas estreitas, de acordo com Ludovico, não poderia ser mais a representante política do estado de Goiás. Surgiu então o projeto de construção de Goiânia - uma cidade em local plano, com ruas largas, casas separadas por muros, seus interiores privados, separados das ruas pelos seus portões.Goiânia era um projeto que pretendia ser o oposto de Goiás. Na verdade, mantinha-se na cidade de Goiás, uma acirrada disputa política entre os Caiado e o então interventor Pedro Ludovico. Nesse sentido, a mudança da capital seria mesmo, além de todos os motivos, a efetivação de uma transformação política. Para obter êxito, Dr. Pedro já havia se unido aos dissidentes descontentes do sul e sudoeste do estado. Visando o apoio do povo, Ludovico se utilizou do desejo de progresso do povo goiano - visto pelo restante do país como um estado do atraso. Entretanto, para os que permaneceram na antiga capital à época da transferência, ficou a mágoa de quem perdeu o poder, a dor de ter sido deixada, ficou a dor de não ser mais a representante pública. Em Goiás - a cidade - permaneceram somente seus prédios e casas coloniais. As instituições foram transferidas para a nova capital: Goiânia. Restaram para a antiga capital os prédios vazios. Nos relatos dos que se mantiveram na cidade de Goiás, sentimos ora revolta, ora reconhecimeto de Goiânia, às vezes dor, em outros momentos algumas pessoas relacionam a mudança da capital à morte de entes queridos - como se a mágoa os tivesse consumido. Já nas falas daqueles que observaram o surgimento e a instituição de Goiânia, mas que estavam fora das disputas da antiga capital, nesses depoimentos encontramos desenvolvimento e progresso na atitude de Dr. Pedro. Nessa disputa política, os Caiado fora responsabilizados pelo atraso no estado: diziam os aliados de Ludovico, que para se manter no poder, os Caiado preferiam não ligar o estado de Goiás ao restante do país. Esse discurso deu certo, e o projeto da nova capital foi gradativamente recebendo apoio dos goianos. Enquanto Goiás emergia como o futuro centro de possibilidades - um novo visual para todo o estado; Goiás perdia os seus moradores - com a transferência das instituições públicas, transferiam-se também seus funcionários. A antiga capital, vazia e sem estímulo político, precisava reagir. De fato, foi no início da década de 1940 que as casas e prédios públicos com cara de colonial, que lembravam o velho, foram exaltados, para lembrar às pessoas do papel da história local. Com a transferência dos poderes, o único poder de fogo que lhe restou foi esse: o da cidade que tem história; a história do monumento urbano.
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Goiânia
Brasil
Habilitado
UF
Goiás
Referência Temporal
1930-1945

A Habitação no Morro: impressões de moradores de duas favelas do Rio de Janeiro sobre religião e espaço público

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Mafra, Clara
Título do periódico
Religião e Espaço Público,
Volume
pp.201-220
Ano de Publicação
2003
Local da Publicação
São Paulo ^b Attar
Idioma
Português
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Cantagalo
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Pavão-Pavãozinho
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro

Errantes no Novo Milênio: salmos e versículos bíbliocos no espaço público

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Novaes, Regina
Título do periódico
Religião e Espaço Público,
Volume
pp.25-39
Ano de Publicação
2003
Local da Publicação
São Paulo ^b Attar
Idioma
Português
Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro

A Haussmannização e sua Difusão como Modelo Urbano no Brasil

Tipo de Material
Outros
Autor Principal
Pinheiro, Heloisa Petti
Ano de Publicação
1998
Local da Publicação
Campinas
Descrição Adicional
V Seminário História da Cidade e do Urbanismo
Resumo
Novos estudos de história urbana trazem a tona a questão da haussmaniização.Novas pesquisa, exposições e seminários sobre o tema voltam a discutir a formação de um modelo urbano a meados do século XIX e sua exportação como estilo estético, projeto de funcionalidade e forma de intervenção.Em nosso texto discutimos a formação da haussmannização como modelo urbano e sua difusão no Brasil através da comparação da reforma parisiense com as reformas urbanas do Rio de Janeiro(1902-1906) e de Salvador (1912-1916).Os novos estudos já não consideram a haussmannização apenas como uma série de intervenções brutais que destroem a malha urbana medieval de Paris entre 1853-1870 para a impalnatação de uamnova rede viária composta por ruas largas, retas e com um conjunto arquitetônico coerente e padronizado.Os novos estudos sobre a ahussmannização tentam entender não só a questão urbanística , mas também suas implicações sociais, econômicas , políticas e históricas.Dentro dos novos critérios de análise, a haussmannização deixa de ser um modelo que se implenata em outras cidades para adquirir um caráter mais de estilo urbano que se adapta a realidades distintas da parisiense.A formação das novas cidades burguesas e modernas se realizam com base nos argumentos de sanear, circular e embelezar , através de fortes intervenções na malha urbana já constituída, mas cada uma delas respeitando sua própria realidade.Desta forma, ao analisarmos distintas cidades, percebemos as diferenças que se impõem e os resultados que respeitam as características próprias de cada cidade.As cidades francesas se haussmannizam ainda no segundo impériio, enquanto outras cidades européias avalima o movimento parisiense e realizam suas reformas respeitando suas condições sociais, econômicas e políticas.No caso das colônias francesas , o modelo se impõe numa tentativa de recriar , longe da França, um ambiente familiar àqueles que vão viver nestes locais.Longe da Europa e das colônias francesas , outras cidades se deixam seduzir pelo modelo urbano parisiense e realizam suas reformas urbanas busacando a modernidade e a criação da cidade burguesa.Dentre estas cidades encontramos exemplos no Brasil.Nas cidades brasileiras as reformas urbans acontecem a príncipios do Século XX.É o ápice de um longo processo iniciado na seguna metade do século XIX quando as cidades busacm mudar sua imagem a fim de adaptá-la aos novos ideais higiênicos e a introdução das novas tecnologias nas infraestruturas.As cidades brasileiras ainda mantêm o traçado colonial, irregular, sem alinhamento, com casas construídas lado a lado, densamente povoadas, e com os serviços domésticos e urbanos.
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Quantitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Salvador
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
1902-1916

Memórias e Signficados dos Espaços Urbanos

Tipo de Material
Outros
Autor Principal
Jorge, Luís Antônio
Ano de Publicação
1998
Local da Publicação
Campinas
Descrição Adicional
V Seminário História da Cidade e do Urbanismo
Idioma
Português
Resumo
Este trabalho é uma parte da pesquisa de campode um doutorado em andamento- constituída por uma série de entrevistas , com seis eminentes pensadores e produtores da cultura brasileira , com a intenção de abordar, de forma multidisciplinar, o imaginário espacial urbano brasileiro.De formações e origens distintas , os entrevistados recuperam imagens da cidade ,através das suas reminiscências.Eles trazem em comum o fato de não terem nascido na cidade de São Paulo, mas, por caminhos e trajetórias diversas , acabaram vivendo nela e passando boa parte desse tempo na Universidade de São Paulo.Os professores Bento Prado Jr., fil[osofo , João Alexandre Barbosa, literato, paulo Archias Meneses da Rocha, arquiteto, Jean -Claude Bernadet, cineasta, Ulpiano Toledo Bezerra de Meneses, antropólogo e milton Santos, geógrafo, nascidos nos anos 30, ou próximo a entrada dos nos 30, foram escolhidos para compor um painel , ao nosso ver , privilegiado, de abordagem da cidae como experiência viva, vivida e pensada.Pelas suas lembranças pudemos encontrar paisagens e valores do espaço urbano ou testemunhos da sua evolução nas últimas décadas, no Brasil, alargando a percepção que temos do espaço urbano e do tempo e investigando o que de residual , invisível e indefinido, participa na problematização das suas relações no território da arquitetura e do urbanismo.Pelas interfacs entre as diversas representações conceituias da cidae como fenômeno da experiência, como objeto de vida, revela-se a cidae enquanto espaço do imaginário, construída a partir de representações mentais.Para isso, precisamos entender o papel da memória: processual , presentificadora e selativa.Localizar uma lembrança no epaço é um exercício menos frequente do que se supõe.Mais comum é esforço de localizá-la no tempo, vertente das biografias e da hstória .A simples localizaçãoda lembrança no espaço no espaço carece de contextualização , e poratanto, não infoma a história que se dedve comunicar aos outrs.Mas muito pode informar ao aprendizado do espaço.Será que a arquitetura perdeu a capacidade de construir lugares assim, ou será que a memória é que a noss arquiteta maior na incumbência de valorizar e construir os significados mais profundos e permanentes?Sendo assim , será que a cidade, como hoje se apresenta, não permite mais permite mais significados dos agentes de produção do espaço urbano? Tal dilema define, mais que um campo complexo de investigação do problema do significado para o arquiteto, a própria natureza do fazer arquitetura.Para entendermos o território da arquitetura e da produção de significado do espaço, faz-se necessário não só reconhecer o papel da memória, mas operarcom memórias .A memória preza e valoriza artifícios e elemetos da arquitetura vivida.Mais que uma determinada solução de design, o próprio espaço criado, como suporte de uamvida, é o que mais perdura.As grandes obras da história da arquitetura, demonstrando o gênio e o engenho humano, atingem de modo mais coletivo os valores ambientais e espaciais .Educam os nossos sentidos, constróem os nossos ideais.Ambas as escalas 'não se excluem e pertencem ao território da arquitetura.
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo

A Gente de Londres: organização social de um bairro campineiro

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Ramos, Celia Leitão
Sexo
Mulher
Orientador
Peter H. Fry
Ano de Publicação
1976
Local da Publicação
Campinas
Programa
UNICAMP
Instituição
UNICAMP
Página Inicial
1
Descrição Adicional
Esta dissertação trata de um bairro periférico da Cidade de Campinas, SP, denominado Jardim Londres. Apresenta breve discussão sobre o município de Campinas, bem como sobre sua área urbana e um histórico sobre a cidade, com ênfase em seu período de maior crescimento, a partir de 1950. Em um primeiro momento, o trabalho tenta dar conta da forma pela qual se organizou o espaço urbano, isto é, a disposição dos bairros ao redor de um centro que constitui o pólo administrativo, financeiro e comercial do município. O objetivo aqui é o de estabelecer as possíveis relações entre a conformação espacial, a atividade industrial local e o significado de existirem bairros do tipo do Jardim Londres. Apresentam-se a seguir as principais características da população do Jardim Londres, bem como uma descrição do comércio, transportes, benefícios, equipamentos urbanos, tipos de edificações residenciais, vias de acesso, vegetação, etc. No que se refere ao perfil da população local, dá-se ênfase a: procedência e naturalidade; ocupação; composição familiar e tipo de união; e modo como ocorreu a migração daqueles originários de áreas agrícolas. Discute-se o modo pelo qual os moradores se vêem a si próprios e aos outros, seja no interior do bairro, em relação aos bairros vizinhos, aos bairros "melhores" da cidade e em relação a quaisquer outras categorias que venham a mencionar como significativas. Em seguida, tomando duas situações significativas, analisa-se em que bases se estruturam as redes de troca e solidariedade, sejam elas articuladas a partir dos laços de parentesco, vizinhança, de trabalho, ou de outro princípio qualquer. Estas redes são postas em ação no processo de deslocamento das pessoas do campo para a cidade e, posteriormente, no momento da fixação no novo local de residência.
Idioma
Português
Palavras chave
urbanização
periferia
espacialização
paisagem
práticas coletivas
Resumo
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Bairro/Distrito
Jardim Londres
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1950-1975

A CIdade de Minas

Autor Principal
Silva, Regina Helena Alves da
Ano de Publicação
1991
Local da Publicação
Belo Horizonte
Instituição
Departamento de Ciência Política /IFCH/ UFMG
Página Final
161
Resumo
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Belo Horizonte
Brasil
Habilitado
UF
Minas Gerais
Referência Temporal
Anos 1920 até os anos 1940

O Real Colégio das Artes e Ofícios da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro: o papel dos jesuítas na formação do espaço urbano Carioca (1565-1759)

Tipo de Material
Outros
Autor Principal
Baroncini, Cláudia Nóbrega
Ano de Publicação
1998
Local da Publicação
Campinas
Descrição Adicional
V Seminário História da Cidade e Urbanismo
Idioma
Português
Resumo
O presente estudo faz parte da pesquisa que desenvolvo no curso de Doutorado do IPPUR/UFRJ denominada Monges no Rio de Janeiro colonial-agentes modeladores do espaço urbano.A partir da existência de estabelecimentos monásticos em importantes sítios do primitivo núcleo carioca e do envolvimento social e político que as ordens religiosas tiveram no desenvolvimento desta cidade, constata-se que as edificações destas comunidades foram marcos que dimensionaram e caracterizaram o referido espaço urbano.Tais construções são analisadas enquanto símbolos do poder , responsáveis pela arrumação do solo carioca durante o período colonial.O presente trabalho tem como objeto uma detas edificações : o complexo arquitetônico da Companhia de Jesus.Situava-se no extinto Morro do Castelo e era composto pelo colégio e por suas igrejas - a igreja de Santo Inácio e a Nova Igreja , cuja construção foi interrompida com a expulsão dos jesuítas do Brasil, em 1759.
Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
1565-1759