Memória, preservação e patrimônio

Vizinhos do MAR: Trajetórias de Memória e Resistência

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Miragaya, Luciana Gondim Cruz
Orientador
Santos, Ynaê Lopes dos
Ano de Publicação
2019
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
História
Instituição
FGV/RJ
Página Inicial
1
Página Final
224
Idioma
Português
Palavras chave
museologia social
memória
arte
educação
vizinhança
Resumo

Essa dissertação propõe reflexões, à luz da área de estudo da “Museologia Social”, das
dinâmicas e possibilidades de convivência e atuação entre museus e seus públicos mais
próximos, a partir do estudo de caso do programa Vizinhos do MAR, do Museu de Arte do Rio.
A localização na Região Portuária do Rio de Janeiro e o período de realização dessa pesquisa,
durante as intervenções urbanísticas do Porto Maravilha, me permitiram acessar questões como
as violências históricas e atuais sofridas pelas populações negras e moradoras de favela, bem
como os caminhos de resistência no contexto contemporâneo do Rio de Janeiro. A principal
metodologia utilizada foi a História Oral. A escuta de três moradores de favelas impactadas
pelo Porto Maravilha sobre como experimentaram a chegada e o estabelecimento do MAR no
território onde habitam, e construíram ações com (e apesar) do museu, foi fonte para a pesquisa
dos desafios e possibilidades de construção de uma museologia socialmente responsável no
século XXI.

Disciplina
Referência Espacial
Zona
Centro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Morro da Providência
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2014-2019
Localização Eletrônica
https://drive.google.com/file/d/1LrHUexME3OFAgG4hHuGz9eROAk0ykCp1/view

De Dendê e Baianidade: restaurantes de comida baiana em Salvador

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Machado, Taís de Sant'anna
Sexo
Mulher
Orientador
Farias, Edson Silva de
Ano de Publicação
2012
Local da Publicação
Brasília
Programa
Pós Graduação em Sociologia
Instituição
UNB
Idioma
Português
Palavras chave
Comida Baiana
Restaurante Étnico
Bem Cultural
Identidade
Turismo
Resumo

A pesquisa que fundamenta este trabalho tem como problemática funda-mental compreender a relação entre caracteres extraordinários e ordi-nários que se estabelecem através da comida baiana. Para tanto, pri-meiramente, investiga a narrativa contida na construção estética e discursiva utilizada por registros de mídias artísticas, como literatura e música, no ínterim dos séculos XX e XXI, e de material turístico, bem como o enfoque, para abarcar a definição da comida baiana, de livros de culinária sobre o tema. Assim, desta-cando o repertório de ingredientes, pratos, modos de comer e de preparar que se definirão como extraordinariamente baianos, significando também o con-texto mais amplo da identidade. Para pensar a relação que a rotina alimentar estabelece com esse ideário, o trabalho investiga, brevemente, a narrativa de comensais moradores da cidade, analisando de que modo significam os hábitos alimentares cotidianos e as possíveis apropriações em torno da comida étnica. E, para entender de que modo essa interação se dá no âmbito da produção da comida baiana, investiga a mercadoria proposta por restaurantes, enquanto instituições sociais fundamentais na definição de caracteres em torno do re-pertório idealizado da comida baiana, ao passo que também tem de preservar algumas características para não perderem o atestado étnico. A investigação de-monstra de que modo a relação entre ordinário e extraordinário não se define em simples disjunção, mas em diversas formas de mediação que refletem sua coexistência e significação mútua. O que se observa é que a comida baiana ide-alizada permanece no cotidiano de moradores e estabelecimentos comerciais, em apropriações que lhe são próprias e que respondem a demandas dos hábi-tos alimentares e contemporâneos de produção. A afirmação da comida baiana enquanto bem cultural, em uma economia de serviços que marca a Bahia, é, assim, capaz de engendrar novos rituais de consumo e produção para atender às demandas da contemporaneidade e garantir a permanência do consumo – evidentemente, ainda que não de forma consciente

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Salvador
Macrorregião
Nordeste
Brasil
Habilitado
UF
Bahia
Referência Temporal
Século XX e XXI
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/5701/5189

A escrita como arma: uma análise do pensamento social na Literatura Marginal

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Benevenuto, Silvana José
Sexo
Mulher
Orientador
Tolentino, Célia Aparecida Ferreira
Ano de Publicação
2010
Local da Publicação
São Paulo
Programa
Sociologia
Instituição
UNESP/MAR
Idioma
Português
Palavras chave
literatura marginal
violência
literatura e sociedade
periferia
Resumo

O presente trabalho analisa a coletânea Literatura marginal: talentos da escrita periférica (2005). Organizada por Ferréz, um dos mais importantes idealizadores deste projeto literário e responsável pela rubrica Literatura Marginal, que nomeia a obra, tem o peso de lançar em livro onze autores, incluindo o organizador, alguns deles completamente desconhecidos pelo público nacional. Interessa-nos discutir o que escreve e o que pensa este narrador que se autodefine “marginal” e, com isso, colocar em evidência sua visão de mundo, o que, segundo entendemos, pode ser apreendido não restritamente naquilo que discursam, mas sim a partir da análise da relação existente entre o conteúdo e a forma desta manifestação literária. Mais que os escritores, estamos propondo pensar a própria narrativa como expressão de um coletivo, de um grupo que em comum traz consigo a condição de ser morador de periferia e acreditar que as letras podem ser uma arma. Para combater o quê e a quem? É a pergunta que norteia esta nossa análise e que nos faz dedicar a uma discussão sobre o narrador desta literatura. Destaca-se a forma que a própria matéria literária assume quando, em alguns momentos, o narrador elabora um discurso “violento” em contrarresposta à violência sofrida, ou, ainda, quando deixa suscitar a noção de destino como explicação para uma situação ao qual se vê submetido. Para tanto, a literatura é pensada a partir de sua relação com a matéria social, particularmente a violência, discutindo a intersecção entre literatura e sociedade.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2004
Localização Eletrônica
https://repositorio.unesp.br/entities/publication/30a73fe5-face-46e2-9654-6de3d43f8467

Mudanças Urbanas e Fragilidades da Política de Memória

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Borges, Pedro Célio Alves
Sexo
Homem
Título do periódico
Sociedade e Estado
Volume
32
Ano de Publicação
2017
Local da Publicação
Brasília
Página Inicial
345
Página Final
370
Idioma
Português
Palavras chave
Supressão ideológica
Imagens urbanas
Política de memória
Goiânia
Resumo

O artigo trata da supressão da memória em formações urbanas contemporâneas, através de pesquisa sobre a destruição do Monumento ao Trabalhador, ocorrida em Goiânia entre 1969 e 1987. O explícito teor socialista impregnado ao monumento desde a sua origem, atraiu ações visando ao seu desaparecimento material e à sua eliminação na memória dos goianienses. Em 1969, ativistas do Comando de Caça aos Comunistas (CCC) derramam piche fervido nos dois painéis que compunham a obra, cujas imagens evocavam as “Lutas dos trabalhadores” e o “Mundo do Trabalho”. Ausência de defesa do monumento e intervenções urbanísticas no espaço da praça em que ele se localizava, concluíram a tarefa do CCC. Orientamos a pesquisa desse percurso com as noções de esquecimento institucional ou obrigatório (Paul Ricouer) e de legitimação política segundo o poder de fixação de versões que se opera no plano simbólico (Pierre Bourdieu). A análise vale-se da operacionalização de três categorias: repressão política, insensibilidade tecnocrática e omissão quanto à memória e à simbologia das lutas dos trabalhadores.

Disciplina
Referência Espacial
Cidade/Município
Goiânia
Macrorregião
Centro-Oeste
Brasil
Habilitado
UF
Goiás
Referência Temporal
1969-1987
Localização Eletrônica
https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/6284

Morro da Providência: da negligência e apagamento histórico à resistências e reexistência social

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Oliveira, Hugo Silva de
Sexo
Homem
Orientador
Fernandes, Cíntia Sanmartin
Ano de Publicação
2024
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
Comunicação
Instituição
UERJ
Página Inicial
1
Página Final
356
Idioma
Português
Palavras chave
Morro da Providência
Favela
Pequena África
Memória
Patrimônio
Resumo

Este trabalho analisa os processos históricos e contemporâneos de invisibilidade e apagamento na Região Portuária, com ênfase nas transformações provocadas pelo projeto Porto Maravilha. A pesquisa revela como intervenções históricas negligenciam e apagam as territorialidades locais, soterrando práticas culturais e memórias associadas ao circuito histórico da herança africana. A partir de uma metodologia cartográfica, que inclui pesquisa documental, teórica e imagética, o estudo explora as estratégias de resistência, disputa e reexistencia empregadas por projetos locais. Um foco especial é dado a Galeria Providência e a outros projetos realizados por Hugo Oliveira em coletividade, para mostrar como essas iniciativas colaboram para o resgate e a construção de novos imaginários na área, que apontam para criação do Museu de Arte e História do Morro da Providência (MUAHP), liderado pelos próprios moradores, como expressão de um afrofuturismo emergente no território.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Zona
Centro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Morro da Providência
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2001-2022
Localização Eletrônica
https://www.bdtd.uerj.br:8443/handle/1/24203

Vizinhos do MAR: Trajetórias de Memória e Resistência

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Miragaya, Luciana Gondim Cruz
Sexo
Mulher
Orientador
Santos, Ynaê Lopes dos
Ano de Publicação
2019
Programa
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA, POLÍTICA E BENS CULTURAIS MESTRADO PROFISSIONAL EM BENS CULTURAIS E PROJETOS SOCIAIS
Instituição
FGV
Página Inicial
1
Página Final
224
Idioma
Português
Palavras chave
Museologia Social
Memória
Arte
Educação
Vizinhança
Resumo

Essa dissertação propõe reflexões, à luz da área de estudo da “Museologia Social”, das
dinâmicas e possibilidades de convivência e atuação entre museus e seus públicos mais
próximos, a partir do estudo de caso do programa Vizinhos do MAR, do Museu de Arte do Rio.
A localização na Região Portuária do Rio de Janeiro e o período de realização dessa pesquisa,
durante as intervenções urbanísticas do Porto Maravilha, me permitiram acessar questões como
as violências históricas e atuais sofridas pelas populações negras e moradoras de favela, bem
como os caminhos de resistência no contexto contemporâneo do Rio de Janeiro. A principal
metodologia utilizada foi a História Oral. A escuta de três moradores de favelas impactadas
pelo Porto Maravilha sobre como experimentaram a chegada e o estabelecimento do MAR no
território onde habitam, e construíram ações com (e apesar) do museu, foi fonte para a pesquisa
dos desafios e possibilidades de construção de uma museologia socialmente responsável no
século XXI.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Região
Morro da Providência
Zona
Centro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Morro da Providência
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
1891

Direitos humanos e exercício da religião. Muçulmanos na tríplice fronteira: Brasil – Argentina – Paraguai

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Arruda, Aline
Sexo
Mulher
Título do periódico
Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana - REMHU
Volume
16
Ano de Publicação
2008
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Reafirmação de Identidades
Migrações Internacionais
Religião Muçulmana
Direitos Humanos
Resumo

O presente paper visa abordar a questão dos imigrantes de origem libanesa e seus descendentes, majoritariamente de religião muçulmana, residentes na região da tríplice fronteira: Brasil – Argentina – Paraguai. Dado que a proteção dos direitos humanos garante a todos a liberdade de manifestar sua religião ou suas convicções mediante o culto, a observância, a prática e o ensino, veremos como o exercício da fé muçulmana não apenas é possível e existente na região, como também é fator significativo para a reafirmação identitária e reconstrução de uma comunidade.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Métodos mistos
Referência Espacial
Cidade/Município
Foz do Iguaçu
Macrorregião
Sul
Brasil
Habilitado
UF
Paraná
Referência Temporal
Anos 2000
Localização Eletrônica
https://remhu.csem.org.br/index.php/remhu/article/view/107/99

Imigrantes bolivianos em São Paulo. Identidade, cultura e direitos humanos

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Vanini, Joice
Sexo
Mulher
Título do periódico
Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana - REMHU
Volume
16
Ano de Publicação
2008
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Migração
Preconceito
Identidade
Cultura
Trabalho
Resumo

Os imigrantes bolivianos vivem em uma dupla exclusão: pela diferença e pela pobreza e reagindo através da mobilização na construção de uma nova imagem de si mesmos. Essa nova imagem é gerada através do reconhecimento social via formação de instituições (como a Fraternidade Bolívia Central), na expressão de sua religião via festas devocionais (como a festa de Nossa Senhora de Copacabana e a Virgem de Urkupiña) e a participação nos espaços como a Praça Kantuta, no Canindé e a Igreja Nossa Senhora da Paz, no Glicério. A busca de reconhecimento pode se dar também pela competição econômica, afastamento do grupo e a meta de ser proprietário da própria oficina de costura.

Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Cidade/Município
São Paulo
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Anos 2000
Localização Eletrônica
https://remhu.csem.org.br/index.php/remhu/article/view/113

Dinâmicas de afirmação e re-significação de identidades. Um projeto cultural em construção com refugiados e imigrantes congoleses e angolanos

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Francalino, João Henrique
Sexo
Homem
Autor(es) Secundário(s)
Petrus, Maria Regina
Título do periódico
Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana - REMHU
Volume
16
Ano de Publicação
2008
Local da Publicação
Brasília
Idioma
Português
Palavras chave
Migração
Identidade
Associativismo
Resumo

O artigo aborda diversos aspectos presentes na construção de um projeto cultural com refugiados e imigrantes congoleses e angolanos – e seus descendentes – na metrópole do Rio de Janeiro. Em termos gerais, objetiva-se contribuir para uma melhor inserção sócio-cultural desses grupos, tomando como parte importante das dinâmicas de integração a afirmação de identidades – já re-significadas pela experiência e realidade do refúgio e da imigração no Rio de Janeiro.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Região
Região Metropolitana do Rio de Janeiro
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2006-2008
Localização Eletrônica
https://remhu.csem.org.br/index.php/remhu/article/view/136/128

O habitus militar e as práticas da tortura na ditadura militar no Brasil (1964-1985)

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Castro, Jeferson Martins de
Sexo
Homem
Orientador
Coelho, Maria Francisca Pinheiro
Código de Publicação (DOI)
http://dx.doi.org/10.26512/2016.03.D.20417
Ano de Publicação
2016
Local da Publicação
Brasília
Programa
Sociologia
Instituição
UNB
Idioma
Português
Palavras chave
Tortura
Militares
Hábitos (Psicologia)
Ditadura militar - Brasil
Resumo

O objeto e objetivo foi construir um quadro teórico que desse conta tanto da prática de tortura nos dias do regime militar, como desse conta do papel que os militares desempenharam nesse processo. E a despeito das controvérsias sobre definição de tortura, optamos por defini-la pela imposição de sofrimento de um sobre outrem contra a sua vontade, sob quaisquer motivos e finalidades. Outrossim, suas práticas arquitetaram o regime e a repressão, estruturadores do quadro social que engendrou uma afinidade eletiva entre o habitus militar e o habitus da maldade, habitus instanciador do mal banal e por conseguinte da tortura. Contudo, mostramos que não somente o torturado precisou ser desconstruído para ser “torturável”, mas também os torturadores sofriam e sofreram essa desconstrução. Assim, da violência sofrida pelo militar em sua formação, eufemizada como brincadeira/trote, à violência sofrida pelos opositores do regime, todas cabem nessa definição que trouxemos de tortura. Ademais, colocamos com isso que uma desigualdade, via de regra inscrita no natural, precisou ser erigida entre aqueles que praticaram o mal e aqueles que o sofreram. Da desconstrução e desligamento simbólico se passou, portanto, ao desligamento moral e à prática do mal banal. Nessa reflexão em que rotulamos por um lado, a prática de tortura como mal banal, por outro, vimos que a prática da tortura aparecia aos interrogadores/torturadores do regime não como mal e sim como uma violência virtuosa. Assim, o habitus da maldade é instanciado justamente quando se relaciona dialeticamente com quadros sociais onde foi tanto estruturado uma vítima como erigida uma ideologia que lhe justifique. Mal banal que definimos como mal sociológico, mal como fato social, o mal como construção humana e coisa deste mundo, mal cuja prática nasce do instanciamento de um habitus, mal internalizado e reproduzido socialmente. E por conseguinte, diante desse mal, como fato social, o habitus que instancia esse mal, é aquele que chamamos de habitus da maldade.

Disciplina
Método e Técnica de Pesquisa
Qualitativo
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
1964-1985
Localização Eletrônica
https://repositorio.unb.br/handle/10482/20417