Medicina Social / Saúde Pública

Topologia do risco de acidente do trabalho em Piracicaba, São Paulo

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Zangirolani, Lia Thieme Oikawa
Sexo
Mulher
Orientador
Cordeiro, Ricardo Carlos
Ano de Publicação
2007
Local da Publicação
(N/I)
Programa
Saúde coletiva
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Nutrição
Análise espacial (Estatística)
Acidentes do trabalho
Resumo

Objetivo: Estimar a distribuição espacial do risco de acidente do trabalho controlado por variáveis nutricionais, entre outras co-variáveis, em Piracicaba, São Paulo. Métodos: Por meio de estudo Caso-Controle Espacial de base hospitalar, tendo como variável de interesse a localização espacial dos acidentes do trabalho, foram amostrados 794 trabalhadores, no período de 16/05/2004 a 19/10/2004, sendo 263 casos e 531 controles. Os critérios de inclusão para casos foram: ser trabalhador acidentado do trabalho, morador de Piracicaba, com idade entre 15 e 60 anos, atendido no Centro de Ortopedia e Traumatologia de Piracicaba. Os controles foram igualmente selecionados, diferenciando-se apenas quanto ao motivo do atendimento: em virtude de acidente não do trabalho, considerando também trabalhadores acompanhantes dos casos. A distribuição espacial da estimativa foi feita por meio de ajuste do modelo aditivo generalizado, tendo as coordenadas geográficas dos casos e controles como componente espacial não linear, incluindo as demais co-variáveis como componente linear. Resultados: Foi gerado um mapa que ilustra a variação da estimativa do risco espacial de acidentes do trabalho no espaço urbano de Piracicaba, controlada por sexo (OR=1,87 p<0,001)), escolaridade (OR=0,85 p<0,0001), ser autônomo (OR=0,36 p<0,01) e circunferência de cintura (OR=0,98 p=0,05), sendo as regiões centro-leste e a área que forma um “corredor” entre as regiões sul-norte, as de maior risco. Conclusões: O uso de ferramentas de geoprocessamento e a consideração de variáveis nutricionais fornecem elementos para a compreensão das relações que compõem o risco de acidentes do trabalho, sendo oportuna a continuidade de investigações que contemplem esses fatores.

Referência Espacial
Cidade/Município
Piracicaba
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
16/05/2004 a 19/10/2004
Localização Eletrônica
http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/311756

A formação dos agentes comunitários de saúde: experiência do município de Campinas

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Nascimento, Elisabet Pereira Lelo
Sexo
Mulher
Orientador
Corrêa, Carlos Roberto Silveira
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
(N/I)
Programa
Saúde coletiva
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Programa saúde da família
História
Perfil
Resumo

Este trabalho foi composto por três artigos sobre a formação dos agentes comunitários de saúde (ACS) no município de Campinas, no período compreendido entre julho de 2001 a julho de 2006. No primeiro artigo, apresentamos uma reconstituição histórica dos serviços públicos de saúde no município de Campinas por meio de revisão de documentos produzidos na Secretaria Municipal de Saúde que abordam a formulação das políticas públicas em saúde. Para tanto, resgatamos a origem do processo da constituição do município de Campinas, apoiados em produções científicas pertinentes, entendendo que as condições econômicas, sociais e políticas refletiram-se na política de saúde adotada nos diversos momentos históricos. Mais recentemente, ocorreu a implantação do Programa de Saúde da Família, no ano de 2001, que se propõe a fortalecer o Sistema Único de Saúde através das diretrizes de acolhimento, responsabilização, gestão participativa, vínculo e controle social, incluindo um novo sujeito no sistema de saúde: o agente comunitário de saúde. No segundo artigo, analisamos o perfil dos ACS inseridos no Programa de Saúde da Família ? Paidéia. Este estudo foi desenvolvido com 426 ACS distribuídos nas 116 equipes de referência das 47 unidades básicas de saúde e dos 13 módulos de saúde. Os dados foram coletados através de questionários semi-estruturados, e, para a análise quantitativa, foi utilizada a estatística descritiva com distribuição absoluta e relativa das respostas nas categorias investigadas. Identificamos que os ACS estavam na faixa etária entre 18 e 44 anos e possuíam entre 9 e 11 anos de estudos. Na maioria (78,17%) eram mulheres, 49,3% eram casados ou em união estável, 40,2% não tinham filhos e 46,25% tinham um ou dois filhos. Em relação ao tempo de moradia na região, 63,38% eram moradores há mais de 6 anos na comunidade em que trabalhavam, sendo que a participação comunitária mais relevante ocorria em entidades religiosas (36,15%). As atividades de lazer preferidas eram as esportivas (57,27%), seguida pelas artísticas (40,85%) e as artesanais (35,45%). Quanto à ocupação formal e informal, podemos observar que 80,75% dos ACS possuíam trabalho formal e 32,39% estavam no trabalho informal. No terceiro artigo, analisamos a inserção do ACS nas unidades básicas de saúde do município de Campinas, identificando se a formação oferecida pela Secretaria Municipal de Saúde contribuiu para a construção das habilidades e competências desses profissionais. A pesquisa desenvolvida foi de natureza qualitativa em saúde, sendo utilizado a técnica de grupo focal, para a análise dos dados empíricos nos apoiamos na análise temática de conteúdo. A formação dos ACS tinha por objetivo inserir um profissional crítico, independente, questionador, capaz de refletir e intervir sobre suas realidades social, política, econômica e cultural. Diante da pesquisa realizada, pudemos constatar que esse profissional atua na perspectiva de efetivar as diretrizes estabelecidas, cumprindo o papel de interlocutor entre a comunidade e os serviços de saúde, re-significando continuamente as práticas no cotidiano do seu trabalho. No contexto analisado identificamos que a formação oferecida pela SMS foi determinante na construção das habilidades e competências dos ACS, consolidando as diretrizes do PSF - Paidéia. Entendemos que a formação é contínua na medida em que está permeada pelas relações concretas que operam realidades e que possibilita construir espaços coletivos para a reflexão e a avaliação de sentido dos atos produzidos no cotidiano.

Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
Julho de 2001 a Julho de 2006
Localização Eletrônica
http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/308565

Entraves Institucionais para Concessão de Auxílio Doença Acidentário da Previdência Social no Município de Indaiatuba

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Alves, Lúcia Helena Neves
Sexo
Mulher
Orientador
Lucca, Sérgio Roberto de
Ano de Publicação
2006
Local da Publicação
(N/I)
Programa
Saúde coletiva
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Acidentes do trabalho
Legislação
Indenização por acidentes
Saúde do trabalhador
Doença do trabalho
Resumo

A Lei 8213/91, artigo 20 define a doença do trabalho como a doença adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e que com ele se relacione diretamente. Confirmado o nexo causal com o trabalho, o beneficiário (segurado da Previdência Social) recebe o benefício por incapacidade laborativa, denominado auxílio-doença acidentário. Entretanto, o nexo técnico que estabelece a relação de causalidade entre a doença e o trabalho é de competência legal da perícia médica do INSS. Para que o segurado tenha o reconhecimento do nexo causal, garantindo-lhe alguns direitos, é necessário requerer administrativamente a alteração no tipo de benefício (auxílio-doença previdenciário para auxílio-doença acidentário). Este estudo tem por objetivo identificar os entraves institucionais para concessão do auxílio-doença na Previdência Social. O estudo foi realizado na Agência da Previdência Social na cidade de Indaiatuba. É um estudo descritivo, com uma população de 148 casos atendidos para esse fim, no período de 1995 a 2004, em listagem feita em 08/11/2004. A fonte de dados empregada na pesquisa foi extraída das Comunicações de Acidente de Trabalho (CATs) constantes nos processos de transformação de auxílio doença previdenciário para auxílio-doença acidentário e, posteriormente, de entrevistas com os segurados, funcionários e representantes sindicais de cinco entidades com sede na cidade. O estudo concluiu que a maior frequência nesses processos se deu entre os operadores de máquinas, com idade média de 37 anos e com doenças osteomusculares. A proporção entre os sexos, todavia, mostrou-se homogênea. Em relação às dificuldades para caracterização de nexo causal entre o trabalho e a doença, foram apontadas pelos servidores problemas de ordem técnica e político-administrativo. Os representantes sindicais e os segurados apontaram que a maior dificuldade foi a avaliação e conclusão médico-pericial para estes casos, ocorrendo inclusive pareceres antagônicos entre a assistência médica do SUS ou de convênios e a perícia médica.

Referência Espacial
Cidade/Município
Indaituba
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
1995-2004
Localização Eletrônica
http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/313495

Programa de controle da tuberculose: analise da coorte de tratamento de 2003, Campinas - SP

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Ferreira, Ester Nogueira Whyte Afonso
Sexo
Mulher
Orientador
Oliveiera, Helenice Bosco de
Ano de Publicação
2005
Local da Publicação
(N/I)
Programa
Saúde Coletiva
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Tuberculose
Tuberculose - tratamento
Tuberculose - Epidemiologia
Resumo

A distribuição geográfica da tuberculose tem forte relação com os indicadores socioeconômicos das diversas nações. Mesmo com os avanços no conhecimento e com a tecnologia disponível para seu controle, continua sendo grave problema mundial de saúde pública. Objetivo: Analisar a coorte de tratamento dos doentes inscritos no Programa de Controle da Tuberculose (PCT) na cidade de Campinas-SP, em 2003. Métodos: Foram analisados, segundo variáveis demográficas, clínicas e epidemiológicas, 494 doentes de uma coorte de 537 notificados no Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação. Para determinar as diferenças entre as proporções e calcular as razões de chances (OR) foi utilizado o software Epi 1nfo versão 6. O valor de p foi considerado significativo quando inferior a 0,05. Resultados: Do total de doentes analisados 76,3% eram residentes no município de Campinas. O percentual de casos com a co-morbidade TB/Aids foi de 21,2% para os residentes em Campinas e de 24,8% para os residentes em outros municípios. O risco de adoecer por tuberculose em Campinas foi maior na área com piores níveis socioeconômicos. O sucesso de tratamento do grupo de doentes residentes em Campinas foi de 76,4% entre os que não apresentaram Aids e de apenas 48,8% naqueles com Aids. Os pacientes da forma clínica pulmonar com baciloscopia positiva apresentaram sucesso de 70%. O grupo constituído por pacientes que estavam em retratamento apresentou 2,1 vezes mais insucesso de tratamento comparado aos casos novos (OR = 2,14; IC 1,12 - 4,05). Entre aqueles pacientes com a co-morbidade TB/Aids a chance de insucessotambém foi maior (OR = 3,41; 1C 1,98 - 5,89). A proporção de tratamentos supervisionados foi de 35%. Conclusões: A efetividade do PCT de Campinas apresentou-se abaixo dos 85% proposto pela OMS em todas as estratificações estudadas e a incidência parece estar subdimensionada perante a baixa cobertura de baciloscopias de escarro (43,3%) nos sintomáticos respiratórios, sugerindo problemas na operacionalização do PCT de Campinas. Para melhorar o programa as atividades de busca de casos e as estratégias que asseguram a adesão ao tratamento, incluindo o tratamento supervisionado, devem ser aprimoradas

Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2003
Localização Eletrônica
http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/309607

Inquérito populacional sobre a percepção da segurança alimentar intrafamiliar no município de Campinas, SP

Tipo de material
Tese Doutorado
Autor Principal
Panigassi, Giseli
Sexo
Mulher
Orientador
Corrêa, Ana Maria Segall
Ano de Publicação
2005
Local da Publicação
(N/I)
Programa
Saúde Coletiva
Instituição
UNICAMP
Idioma
Português
Palavras chave
Segurança alimentar
Fome
Nutrição
Resumo

A segurança alimentar inscreve-se entre os direitos básicos da pessoa humana e contempla a garantia de acesso a alimentos seguros e de qualidade, em quantidade suficiente e de modo permanente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais e com base em práticas alimentares saudáveis. Com a disponibilidade de questionário validado, para medir a percepção da segurança alimentar intrafamiliar, no Brasil, e objetivando identificar as condições de segurança alimentar de famílias residentes em área urbana de Campinas, foi realizado um inquérito de base populacional em 2003, com amostra representativa de diferentes níveis sociais. Dos 1.000 domicílios sorteados, foi possível incluir no estudo 847, sendo que 53,8% eram famílias com jovens menores de 18 anos. Encontrou-se, em média, 3,6 pessoas por domicílio, e desses, 18,2% tinham apenas 1 cômodo para dormir. A renda média familiar foi de 3,5 SM. Apenas 47% das famílias vivem em segurança alimentar. Entre aquelas que experimentam insegurança alimentar, 35% referem preocupação de ficar sem alimento ou comprometimento qualitativo da dieta por limitação financeira e outros 18% tem restrição quantitativa na dieta, tanto entre adultos quanto entre crianças. Em um dos mais prósperos municípios do país, mais da metade da população tem a qualidade de vida comprometida por apresentar algum grau de insegurança alimentar, variando desde a preocupação quanto à capacidade da família de adquirir os alimentos no futuro próximo até a situação de restrição quantitativa da dieta ou, mesmo, a presença da fome entre crianças. A percepção familiar das condições de acesso de todos os seus membros aos alimentos, em quantidade e qualidade adequadas, constituiu um indicador da insegurança alimentar que se sobrepôs, nesse estudo, a outras medidas de condições de vida desfavoráveis

Referência Espacial
Cidade/Município
Campinas
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
São Paulo
Referência Temporal
2003
Localização Eletrônica
http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/313842

O Sistema Único de Saúde como desdobramento das políticas de saúde do século XX

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Gerschman, Silvia
Título do periódico
Revista Brasileira de Ciências Sociais^l São Paulo^e ANPOCS ^d 2006
Volume
v. 21, n. 61
Idioma
Português
Palavras chave
Políticas de saúde
Setor de saúde
SUS
Arranjos institucionais
Serviços de saúde
Resumo
Este estudo compreende uma retrospectiva histórica das políticas e do mercado setoriais da saúde no Brasil ao logo do século XX, buscando reconstruir as bases para o surgimento e a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS). A partir de pesquisa não sistemática de bibliografia, bancos de dados e relatórios de pesquisa nacionais e internacionais sobre o sistema de saúde brasileiro, as autoras analisam, à luz de contribuições do marco teórico do neo-institucionalismo histórico, as arenas institucionais e as relações específicas entre pagadores, provedores e credores relevantes para as sucessivas configurações adquiridas pelas políticas de saúde e o sistema de saúde brasileiro. Arranjos institucionais resultantes das relações entre sucessivos atores políticos parecem ter tido um papel relevante na configuração da oferta de serviços de saúde e para os limites e desafios com que se depara o SUS.
Área Temática
Referência Espacial
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
Século XX

Reconhecimento profissional e social do agente comunitário de saúde : uma reflexão sobre as classes trabalhadoras urbanas no setor saúde

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Grajaú, Carla Aparecida Galvão
Sexo
Mulher
Orientador
Helena Maria Scherlowski Leal David
Ano de Publicação
2013
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
Enfermagem
Instituição
UERJ
Página Final
94
Idioma
Português
Palavras chave
agente comunitário de saúde
classe social
reconhecimento
profissional
gênero
Resumo
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Maré
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
2007-2010

Incerta, a vida continua: a formação subjetiva no contexto da violência nas favelas cariocas

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Czermak, Sabira de Alencar
Sexo
Mulher
Orientador
Benilton Carlos Bezerra Júnior
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
Saúde Coletiva
Instituição
UERJ
Página Final
95
Idioma
Português
Palavras chave
Subjetivação
Apego
Maternagem
Violência
Favela
Resumo
Referência Espacial
Região
Favela da Zona Sul
Cidade/Município
Rio de Janeiro
Bairro/Distrito
Botafogo
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
2006-2008

Habitação social no Rio de Janeiro: Victor Tavares de Moura e a contribuição da medicina social

Tipo de Material
Artigo de Periódico
Autor Principal
Medeiros, Lidia Alice
Título do periódico
Cidade: olhares e trajetórias
Ano de Publicação
2009
Local da Publicação
Rio de Janeiro ^b Garamond
Página Final
241
Idioma
Português
Palavras chave
habitação social
favela
Victor Tavares de Moura
intervenção estatal
medicina social
Resumo
O estudo da habitação social no Rio de Janeiro na década de 1940 configura a contribuição de Lidia Medeiros. Sua pesquisa focaliza a trajetória de Victor Tavares de Moura, idealizador dos Parques Proletários, um projeto de habitação social realizado no Rio de Janeiro no primeiro governo de Getúlio (1930-1945). Essa iniciativa é analisada no âmbito do Estado de Bem-Estar Social, no qual a cidadania está atrelada ao status de trabalhador assalariado, a quem seriam oferecidos instrumentos de proteção social. As políticas sociais voltadas para a habitação constituiriam, segundo a autora, um marco social de disciplinamento do trabalhador e um dos elementos envolvidos na reprodução da força de trabalho.
Referência Espacial
Cidade/Município
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Brasil
Habilitado
Referência Temporal
1935-1958

A inserção dos médicos nos programas de saúde da família no Estado do Rio de Janeiro

Tipo de material
Dissertação Mestrado
Autor Principal
Pereira, Sandra Rosa
Sexo
Mulher
Ano de Publicação
2001
Local da Publicação
Rio de Janeiro
Programa
ENSP
Instituição
FIOCRUZ
Página Final
143
Idioma
Português
Resumo
Referência Espacial
Macrorregião
Sudeste
Brasil
Habilitado
UF
Rio de Janeiro
Referência Temporal
1994-2000